Passou um ano que o programa e-escola arrancou, o que constitui sempre uma boa ocasião para balanços e para se olhar para as lições aprendidas.
Recentemente fez-se o salto para a frente alargando este programa a outros níveis de ensino e lançando também o e-escolinhas. Onde está este balanço? Foi feito? Ou simplesmente se avançou com convicção? Bom, as convicções podem ser como as intenções...
E houve lições aprendidas? Ouviram-se os "clientes" do sistema? A avaliar pelos
vídeos que continuam a arrancar de cada vez que se acede aos sites da
e-escola e do
e-escolinha, suspeito que os únicos clientes ouvidos foram os militantes socialistas!
Nem coloco a questão na desnecessária
progaganda comunicação mas sim no ponto de vista do utilizador do site. A ele voltar e gramar novamente com alguém a dizer «Senhoras membros do governo
(sic)...» é, no mínimo uma valente seca. E no entanto bastava substituir
true por
false na seguinte linha de código tirada do site do e-escola:
s1.addVariable("autostart","true");Vá lá pessoal do ME, vão ver que não custa nada. Não contratam também
webmasters principescamente pagos? Ora vejam no vídeo seguinte...
Retroespectiva do e-escola (5 minutos e 41 segundos)
Vídeo em auto-arranque na página do e-escolaE o site do e-escolinhas?Bom depois de tanta
progaganda comunicação sobre o Magalhães e as suas intermináveis potencialidades educativas, verificamos que o site oficial deste projecto continua em absoluto modo rascunho, excepto (praticamente) para o vídeo de arranque automático na página de entrada:
Apresentação do e-escolinha (20 minutos e 25 segundos)
Vídeo em auto-arranque na página do e-escolinhasRestantes páginas:
O site do e-escola já era mau e continua na mesma. Navegação complicada, vídeos desnecessários de propaganda, inexistente comparação entre as diferentes ofertas e nem sequer é possível visualizar todas as ofertas numa única página. No próximo texto espero contribuir um pouco para melhorar este panorama, compilando as diferentes ofertas possíveis nestes programas.