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O 1º de Maio e os cornos
Houve dois incidentes recentes que condeno por igual: as borrifadelas e encontrões que Vital Moreira levou no 1º de Maio e os cornos que Manuel Pino mostrou a Bernardino Soares no Parlamento. Curiosamente, dois casos que envolveram figuras do PS e do PCP mas em papeis opostos.
A situação do 1º de Maio foi usada pelo PS até não render mais, com exigência de pedidos de desculpas e afirmações de que a democracia tinha sido posta em causa. Já no caso dos cornos no parlamento, o PS e as pessoas a ele ligado têm ensaiado uma perspectiva diferente: o pobre coitado do ministro foi vítima de uma provocação do PCP. Parece, no entanto, que foi por ter sido confrontado com a história de um cheque usado para propaganda do partido que o fez perder as estribeiras. Mas isso é uma outra história. De registar neste segundo caso é a indignação do PS por a oposição o usar exactamente da mesma forma que o PS havia feito quando do 1º de Maio.
Finalmente, a parte mais interessante nestes dois casos é o PS agora acusar o PCP de provocação quando a deslocação de Vital Moreira ao 1º de Maio foi um momento de calculismo político para obter o mesmo efeito que esta alegada provocação causou. Enfim, cada qual faz o seu papel mas estamos cá nós para registar estas dualidades.
A situação do 1º de Maio foi usada pelo PS até não render mais, com exigência de pedidos de desculpas e afirmações de que a democracia tinha sido posta em causa. Já no caso dos cornos no parlamento, o PS e as pessoas a ele ligado têm ensaiado uma perspectiva diferente: o pobre coitado do ministro foi vítima de uma provocação do PCP. Parece, no entanto, que foi por ter sido confrontado com a história de um cheque usado para propaganda do partido que o fez perder as estribeiras. Mas isso é uma outra história. De registar neste segundo caso é a indignação do PS por a oposição o usar exactamente da mesma forma que o PS havia feito quando do 1º de Maio.
Finalmente, a parte mais interessante nestes dois casos é o PS agora acusar o PCP de provocação quando a deslocação de Vital Moreira ao 1º de Maio foi um momento de calculismo político para obter o mesmo efeito que esta alegada provocação causou. Enfim, cada qual faz o seu papel mas estamos cá nós para registar estas dualidades.
Pensamento + livre = dissidência

Vítor Mesquita, Luís Magalhães e Luís Rosa, dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava), estão a ser alvo de inquéritos internos instaurados pelo PCP, partido de que são militantes, por não terem apoiado a lista B nas eleições do Sitava que decorreram a 19 de Março. in Público
Direito de opinião
Publicado em
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
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Labels: gracinha , I-see-19 tales , PCP
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