a política na vertente de cartaz de campanha

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Sabão 2009

Quem segue as lides informáticas está habituado à nomenclatura. MS Office 2007; Visual Studio 2005; Norton AntiVirus 2009; etc. Tratam-se de produtos assentes numa lógica comercial de sucessivas versões, que resolvem alguns problemas antigos e que criam novos em consequência de funcionalidades adicionadas. A ideia "Sócrates 2009" segue esta lógica de produto. A segunda versão da suite que em 2005 teve a maior quota de mercado está aí em versão rebranded, a prometer funcionalidades revistas, apesar do inalterado core não permitir melhores performances do que aquelas demonstradas ao longo de quatro anos e meio.

Olhar para Sócrates 2009 como um produto lança luz sobre muitas questões, desde o insistente recurso a slogans, como os do PSD sem ideias ou do PSD que só quer rasgar, até à estratégia de venda baseada na construção de uma imagem de marca em vez de se discutirem ideias para a governação. Como em qualquer produto, há a considerar as questões de publicidade falsa, para que não se compre gato por lebre. Finalmente, é preciso ter em mente que a aquisição de um tal produto é uma compra a crédito, paga em prestações não necessariamente suaves chamadas de impostos. Boas compras e, já agora, leia as instruções de uso. É que este é um artigo que vem sem garantia.


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Programas Eleitorais dos Partidos - colectânea

No ProfAvaliação, uma útil colectânea dos Programas Eleitorais dos Partidos.


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Anúncios da governação Powerpoint

Não percebo. Mas o homem do inglês técnico não tinha dito que a recessão técnica terminara? E a Qimonda não tinha sido salva pelo ex-ministro que ganhou uma avenida com o seu nome?


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O imposto que o poder paga à democracia

2009-09-04 - Público - VPV - Os debates (2ª parte)


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Desviar a atenção

Enquanto se discutiu a pseudo-questão das uniões de facto*, passaram-se 15 minutos sem que falasse da governação socrática.

* Esta coisa das uniões de facto é bizarra. Com o pretexto de salvaguardar direitos, o PS está na verdade a limitar os direitos a quem queira viver sem as obrigações e direitos de um casamento.


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Atitudes hostis

No Expresso de hoje vem esta pérola: «Marcos Perestrello acusa a ministra da Educação de obstinação e de ter tido uma “atitude hostil” para com os professores». O que se faz por um lugar numa câmara municipal! Durante semanas era ouvi-lo na TV, semanalmente, a defender a sua dama, com a agressividade que lhe é característica. Afinal era tudo fingido. Ou então é agora que aproveita para compor o ramalhete. Gelatina deve ser o prato forte da campanha eleitoral.

Adenda 23.08.2009: face aos desenvolvimentos, concluo que em causa está muito mais do que um lugar na Câmara de Oeiras.


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Piratas das Caraíbas plagiam PS



A banda sonora dos Piratas das Caraíbas, perdão, do tempo de antena do PS (prestar atenção após o minuto 6:41) e a digladiação pelos tesouros de uma legislatura.


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I-see-19 tales #28: Avançar Portugal

ic19_tales_28 Avançar Portugal


gracinhas anteriores


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Ano eleitoral vai custar cerca de 11.6 € por cidadão

No DN:
Ano eleitoral vai custar 116 milhões
Uma análise comparativa entre a anterior e a actual Lei do Financiamento dos Partidos e das campanhas eleitorais mostra um crescimento exponencial das subvenções públicas após a entrada em vigor da legislação de 2003. Este ano, entre os custos associados às três eleições agendadas e a subvenção aos partidos, o Estado vai custear 116, 5 milhões de euros.

11.6€ por cidadão, eleitor ou não. É obra.


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Ufa, dia de descanso


Corrigido o erro do título. Obrigado pelo reparo ACS.


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Sondagens europeias 2009 e capas dos jornais de 5 de Junho








sondagens anteriores: publicadas aqui.


Capas (e sondagens, quando existentes) de alguns jornais de sexta-feira, 5 de Junho de 2009, véspera do dia de reflexão (!!!), antevéspera do dia de eleições europeias 2009.

Possivelmente, ganhará a abstenção. Ah e tal, os portugueses não têm sentido cívico e coisa e tal e preferem ir de férias e o melhor é o voto obrigatório.

Primeiro: durante quatro anos não se fala do que se faz no parlamento europeu e nem a campanha eleitoral alterou este cenário.

Segundo: voto obrigatório para quê? Para os políticos não serem incomodados com chavões tipo "vocês estão numa redoma de cristal" e "os eleitores não vos têm consideração"?

Domingo todos vão cantar vitória. Até os eleitores para quem um terço do assédio está passado. Vai ser giro voltar a este post e comparar as capas dos jornais de hoje com os resultados das eleições.



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Vital perde em casa



No SOL, uma notícia irrelevante*:
Segundo a acta da Comissão Eleitoral para as Eleições do Conselho Científico da FDUC, Vital Martins Moreira não colheu qualquer voto e ficou em último lugar nas preferências dos docentes da faculdade.

A votação realizou-se terça-feira, 2 de Junho. Entre os candidatos contavam-se todos os docentes doutorados que não tivessem declarado indisponibilidade para concorrer a um lugar no conselho científico.

Vital Moreira não manifestou indisponibilidade para continuar naquele órgão para o qual foi eleito em 2006, apesar não ter comparecido a qualquer reunião do conselho durante dois anos.

Nesse período, o constitucionalista também acumulou faltas injustificadas às aulas e não apresentou sumários da lições, como a lei exige. No entanto, Vital não foi alvo de qualquer processo disciplinar.

*mas que me deu para uma risota. Afinal, o moralista que bate nos profs é como os outros.


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Eleições europeias 2009: o meu cartaz

Cartaz eleições europeias 2009

gracinhas anteriores

O que penso dos diversos partidos com assento parlamentar (PS, PSD, BE, PCP, PEV, CDS) já o escrevi em 2007. Dos novos conheço pouco. Quando Outubro chegar devo ter alguma opinião. E agora, como votar? Estes 6 grandes não me inspiram confiança, já que todos têm a suas histórias. Dos pequenos, mesmo pouco sabendo, sei o suficiente para fugir a sete pés de uns quantos. Adivinho um sábado de muitas leituras para me decidir.


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Então não era o banco do PSD?

«Queria que integrassem os órgãos sociais do Efisa
Mail de Abdool Vakil para Oliveira Costa revela critério de recrutamento de figuras socialistas
04.06.2009 - 07h28
Por Cristina Ferreira
Apesar dos vários nomes do universo socialista sugeridos por Vakil a Oliveira Costa, apenas José Lamego, Augusto Mateus e Guilherme Oliveira Martins chegaram a assumir funções, mais concretamente, no conselho superior do Banco Efisa.»

Com esta me baralharam. Depois de ouvir o senhor Moreira falar na roubalheira e pedir ao PSD que se demarcasse, não é que destacados socialistas também por lá andaram? Bom, como o homem transpira coerência, logo à noite já vai pedir ao PS que se demarque desta roubalheira.

Agora, uma pergunta de algibeira. Porque decidiu o governo nacionalizar o BPN do dia para a noite, sem saber em que é que se estava a meter?


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O natural passo seguinte

Número dos que podem votar não bate certo com os recenseados
04.06.2009 - 08h22 Sofia Branco
Quase um milhão de pessoas separa o número de cidadãos maiores de 18 anos e, portanto, com capacidade para votar, e o número de recenseados. O primeiro, fixado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), é de 8.642.681, enquanto o segundo sobe para 9.562.141. Os especialistas ouvidos pelo PÚBLICO dividem-se nas explicações para este hiato.

Depois da corrupção, confusões eleitorais é o natural passo seguinte.


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«É preciso ser pobre»

Miguel Gaspar no Público, edição impressa, 04-06-2009
«É preciso ser pobre
Esqueçam Bruxelas. Esqueçam as legislativas. Esqueçam tudo.Esqueçam Bruxelas. Esqueçam as legislativas. Esqueçam tudo. Esta campanha eleitoral não é sobre nada do que se tem vindo a dizer. Nem sobre a Europa nem sobre o país. Esta campanha é sobre ser-se pobre. Provavelmente é o que conta para se ser gente quando o país entra em estado de crise. As minhas suspeitas, ainda frescas, começaram ontem à tarde, quando lia a reportagem do PÚBLICO sobre os meios de campanha dos cinco partidos parlamentares. A coisa dá cinco a zero, cabazada mesmo e a favor do partido no poder. Ele é o autocarro catita, com as caras dos eurodeputados, o palco especial exclusivo para o chefe, a redacção ambulante para os jornalistas. O resto? Uns carritos, nada de autocarros para militantes, e até na carne assada se poupa. Ricos e pobres, estão a ver? A coisa funciona assim. Aparece o candidato socialista, todo fresquinho e bem-disposto e ao lado passam os candidatos da oposição, suados por não terem ar condicionado, com a barriga a dar horas e nem um aventalzito que se veja para oferecer aos eleitores e eleitoras. Moral da história? O cidadão em crise compra o partido pobrezinho e foge do partido remediado. E desde o primeiro debate com os cinco cabeças de lista dos principais partidos no Prós e Contras que essa ideia era clara. Vital Moreira, o candidato socialista, aparecia satisfeito perante eleitores descontentes, puxando a glória à obra certeira do Governo sem entender que os receios na cabeça dos eleitores dispensam o auto-elogio de quem desiludiu - ou não tem no mínimo resposta para oferecer a uma crise planetária e não o reconhece. Candidato pobrezito, portanto, é candidato garantido, campanha poupadinha, a tostão, é campanha para ganhar. E como ainda por cima o que está a dar é a caça aos ricaços do BPN - e Vital, fustigando o PSD com a "roubalheira" do PSD, tentava no fundo afastar de si esse anátema, mais contagioso que a gripe mexicana, que passou a ser A (H1N1) para não ser uma gripe dos pobrezinhos, que é o anátema de não ser pobre.

No entanto, foi só quando o Presidente da República emergiu nos telejornais da noite para relatar como as suas poupanças andam desaparecidas e levaram sumiço num qualquer buraco negro, que percebi tudo. Podemos abraçá-lo, consolar o senhor Presidente da República? Dizer-lhe "obrigado" por ser pobre, tão pobre como nós, que queremos ser pobres e votar em pobres? Por revelar que não tinha o dinheiro nem no colchão, nem no estrangeiro.
Desculpem-me, mas eu cá há coisas em que sou um bocadinho conservador. Não estou sozinho. Revelou o Expresso, no sábado, que Cavaco Silva tinha dinheiros, uns 140 mil euros, na Sociedade Lusa de Negócios. Não consta que o Presidente tenha acumulado fortuna dentro ou fora da política ou que seja crime ter dinheiro nessa sociedade. Nenhum partido político entendeu dar valor à coisa. A questão do BPN não é a de ser o banco do PSD, como deselegantemente sugeriu o PS. A questão é o BPN ser o símbolo do tipo de sociedade que saiu do cavaquismo, do equívoco que foi o modelo de desenvolvimento cavaquista e ter despertado a memória desse período histórico que o tempo tinha tornado incompleta. É uma questão política. E não se pode dizer que o PS seja alheio a esse modelo em que a sociedade portuguesa cristalizou, em que a promiscuidade entre o poder político e o poder económico passou a ser mais do que tolerada e o combate à corrupção relegado para o terreiro das coisas incómodas.
Posto isto, o Presidente não precisava de falar. Não está sob suspeita. E hoje, como quando toda esta história começou há meses, criou uma ligação involuntária a esta história, quando tentava desligar-se dela.»


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O candidato roubalheira

La se arranjou uma sondagem a dar vitória ao PSD. Tenho a certeza que também se arranjará outra a dar vitória ao PS. Terá a onda "candidato roubalheira" contribuído para isso? Duvido. Os portugueses gostam de sangue na campanha. Mas a bem da memória, há que recordar que Vital Moreira começou por anunciar que viria elevar o o nível da campanha e que abordaria apenas temas europeus. Ainda a campanha eleitoral dura e já ele não cumpre a promessa. Agora a tese é que o PSD tem que se demarcar da roubalheira do BPN. A justiça ainda não deu veredicto algum quanto a este caso mas há um outro em que já houve condenados: o PS já se demarcou de Fátima Felgueiras? O PS de Sócrates chegou a isto. Ganhar mesmo que demolindo tudo pelo caminho.

Nota: há quem diga "votar neste PS nunca". Como se houvesse outro PS. As pessoas que agora estão no PS têm a hipótese de se demarcar mas ao não o fazerem aceitam a situação. Este PS ou outro que venha não tem diferença. Aqueles que agora são cúmplices serão os mesmos que no futuro o dirigirão.


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Arrumado de Lisboa

Quando foi do Porreiro Pá lisboeta que ia ser tratado, muito se falou na altura. A memória é curta, pelo que mais vale recordar. Foi afirmado que era um tratado complexo mas que havia de ser explicado. Aliás, até se falou em campanhas de esclarecimento.

Ora, dizem que estamos em campanha para as europeias. Já algum dos candidatos falou do Tratado de Lisboa?

Então mas o senhor Vital não começou por dizer que ia elevar o nível da discussão e abordar apenas temas europeus? Ó senhor Moreira, já que até tem um blog, não quer dizer como é que olha para o Pacote Telco? É que isso das peixeiradas do BPN e das mordaças e tal talvez lhe fique bem mas eu cá preferia mesmo era saber o que tem a dizer sobre o trabalho que vai realizar nos próximos quatro anos. E que história é essa do imposto europeu? Já não lhe basta eu trabalhar até Maio para pagar impostos?

Quanto aos outros candidatos, outros comentários me ocorrem. Mas este em particular veio logo de início com a conversa de temas europeias para agora acabar num registo subterrâneo que nada tem a ver com aquilo a que havia proposto. Quando já não cumpre e ainda está em campanha eleitoral, depois de eleito então esqueçam lá isso. Mas nem tudo é mau. Assinale-se-lhe ao menos a coêrencia socialista de não cumprir.


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Eu acuso Sócrates de governo instrumentalizado e correia de transmissão do PS

Sócrates acusa sindicatos de serem instrumentalizados e correias de transmissão de partidos
Pois é, os argumentos dão para os dois lados. E a mim choca-me menos ver os dirigentes dos partidos numa manifestação de professores, em campanha e sem o esconderem, do que todos os secretários de estado e ministros em pseudo-acções governativas que não passam de acções de campanha dissimuladas.


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Agenda PS

Caramba, o PS o governo até tem uma agenda de campanha eleitoral de comunicação.