a política na vertente de cartaz de campanha

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Uma crise com nomes

Comissão diz que reguladores e bancos são culpados de uma crise financeira que era “evitável” *

* Sim, é nos States. Mas tanto gostam de olhar lá para fora para nos comparar, como por exemplo neste recente caso de Espanha, podemos desta vez também fazer comparações, certo?



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Cortes, mas só para alguns

cortes salariais

E o urso sou eu?!



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Usámos teias de aranha, não há buraco algum

Buraco no orçamentoProblemas orçamentais? Nãããã, o buraco está tapado. Alguma vez isto aconteceria sob a alçada do 16º melhor ministro das finanças? (título DN, sic).



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IC-19-Tales #34 Ajudar quem precisa

IC-19-Tales #34 Ajudar quem precisa

A notícia: Carlos César acusa Cavaco Silva de “dividir os portugueses



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Portugal in solvente

PORTUGAL in solvente

Portugal está “insolvente” e terá de pedir ajuda, diz o Citigroup.

Depois são os jornalistas os obsessivos. Devem trabalhar no BCE.



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O FMI vem aí

O FIM vem aí

O Tribunal de Contas acha que Aeroporto de Beja avançou sem garantias de viabilidade. O que eles não sabem é que essa obra de 34 milhões de euros faz parte da estratégia para evitar o FMI.



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Pr'á veia

estado viciado em impostos 

OE 2011 aprovado pelo PS e com a abstenção do PSD. Um Estado viciado em impostos vai receber ainda mais impostos. Diz que é para baixar o défice, ou seja para reduzir a quantidade de dinheiro que o Estado gasta. Faz sentido.



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Ai os mercados e tal

Herman Enciclopédia a imitar David Attenborough. Enjoa-me esta conversa dos mercados. Como se fosse um ser que nos olha agachado por trás de uma giesta, como naquele famoso sóquete da Herman Enciclopédia a imitar o David Attenborough.

Continuar a ler no Aventar…



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Os buracos do Estado

Houve um primeiro-ministro, a que já chamaram o Menino de Oiro do PS, que em tempos se gabava de reduzir o défice e de o fazer sem desorçamentação e sem receitas extraordinárias. Recordando uma conhecida frase de Lincoln, se é possível enganar todos durante pouco tempo, também é possível enganar poucos durante muito tempo. Mas não é possível enganar todos durante todo o tempo. E a verdade veio à superfície.



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Pedir ao BCE ou ao Credibom?

caramelos de vinagre O Estado pediu hoje emprestado 1.242 milhões de euros a uma taxa média de 6,8 por cento. Mais um pouco e parece o crédito obtido junto das credibons e afins.

E para que serve este dinheiro? Para pagar, por exemplo, 33 milhões de euros estoirados em brinquedos eleitorais. E para manter o rol de boys, como estes antigos e outros mais recentes. E ainda para as empresas do regime. E ainda... e ainda para muita coisa que para nada nos servirá, já que os serviços que o Estado nos presta (educação, saúde, segurança, etc.) são cada vez mais escassos. Ou inexistentes. (Estou a lembrar-me, por exemplo, do facto de eu não ter médico de família e, querendo consulta, só gastando um dia de trabalho para a fila no posto médico ou pagando 70 a 100 euros no privado.)

Dizem que é sacanice dos mercados. Será? Como diz o povo, quem não deve, não teme! O que os apologistas deste assobiar para o lado (a culpa é sempre "deles") parecem procurar disfarçar é que só estamos como estamos porque o Estado gastou muito, mas mesmo muito, mais do que tem.

Chegados aqui, vamos apontar dedos a quem caros leitores? Aos políticos? Ora pensem lá em que programas eleitorais votaram nos últimos 30 anos. Pois é, as promessas eleitorais têm preço. Houve rebuçados e agora há vinagre. Como dizia o outro, é a vida...



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Ao fundo

ao fundo

Não é só por causa do dia de hoje, mas isto está a afundar.



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Abrigo

 Orçamento abrigo de tempestades
A notícia:

José Sócrates reiterou que o Orçamento do Estado (OE) para 2011, que esteve hoje em negociações no Parlamento e que amanhã continuará a ser debatido entre Governo e PSD, “defende” e “abriga” o país da “turbulência” e das “tempestades financeiras”. no Público



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Recomendações

film strip - encalhados

Imagens de fundo e notícias:



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Poupar 1000 milhões é fácil

Ricardo Rodrigues, o deputado dos gravadores, diz que as propostas do PSD para o orçamento implicam uma "perda" (!) de receitas na ordem dos mil milhões de euros e pergunta onde se vai buscar esse dinheiro.

É simples:

  • não gastar 408 milhões em publicidade
  • usar os 400 milhões que afinal não vão para a Mota-Engil
  • poupar 200 milhões na iniciativa "Redes de Nova Geração"  do Plano Tecnológico (eu também quero um Porsche mas não tenho dinheiro)

E ainda sobram 8 milhões para termos o leite com chocolate com, no máximo, o mesmo IVA de uma garrafa de vinho tinto.

Simples, não é?



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Carlos Moreno no Pessoal e Transmissível

imageO programa Pessoal e Transmissível emitido ontem na TSF foi um autêntico serviço público. Carlos Moreno, juiz jubilado do Tribunal de contas, apresentou em conversa com Carlos Vaz Marques as suas conclusões (publicadas em livro) de uma vida profissional passada a apreciar as contas do Estado. Um programa a ouvir obrigatoriamente. Desde a hipoteca do futuro que as Parcerias Publico-Privadas nos vêm trazendo desde 1992, passando pelo descontrolo que foi a parceria da Lusoponte / Ponte Vasco da Gama ("vendida" como tendo custo zero!) e sem esquecer a crua realidade quanto ao endividamento público e privado (bem conhecida dos malvados especuladores), Carlos Moreno apresenta-nos um país que tem vivido do crédito que a actual e as próximas gerações irão pagar. Claro como água.

A questão não é se o país precisa de TVG, aeroporto, auto-estradas, Magalhães, etc., etc. mas sim se, primeiro, há dinheiro para estes investimento e depois se estão bem definidos ao nível dos cadernos de encargos (um aspecto fundamental para estancar a hemorragia de derrapagens financeiras e temporais).

Pese embora a fortíssima propaganda para transferir a responsabilidade do mau estado do país para um mundo que mudou em quinze dias (que declaração de incompetência!), o facto é que são as opções que se fazem há décadas que nos conduziram até aqui. E os eleitores, pela forma como se deixam comprar com "obra feita", são os responsáveis a apontar (muitos dos políticos não passam dos oportunistas do momento). A responsabilidade e os pagadores são vocês caros leitores, eu, nós. "Eles" é que seguramente não o são. Pense nisto quando responder a sondagens e quando cumprir o seu direito-dever cívico do voto.



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Também eu, renuncio

    • Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
    • Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e àquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
    • Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;

Mais no 4R. Renuncie também!



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O "Minister of Administrative Affairs" à portuguesa

Despesa do Estado, previsão para 2010imageNo gráfico mais à esquerda, saído ontem no Público, podemos ver (clicar para ampliar) que a maior das despesas do Estado consiste em cobrar os impostos (finanças) e administra-los (administração pública). Uma despesa muito superior aos gastos com a saúde ou com a segurança social ou com a educação. E sete vezes maior do que os gastos na justiça.

Isto é, a grande despesa do Estado consiste em fazer com que a administração do Estado exista. Ninguém vê nada de errado nisto? Nem se vislumbra onde cortar na despesa? Que tal começar pelo "monstro" dos 12.828 milhões de euros?

Sir Humphrey Appleby e o seu Minister of Administrative Affairs Jim Hacker tomaram conta deste país.



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Onde cortar na despesa?

Portugal precisa de quem puxe pelo país Na passada sexta-feira ouvi o primeiro-ministro dizer em Nova Iorque que preferia uma redistribuição fiscal (leia-se aumento de impostos) a cortes na saúde, na educação e no estado social.

Esta declaração é fantástica. Em primeiro lugar diz-nos que os impostos irão aumentar e em segundo que só na citadas três áreas é que há espaço para cortes na despesa. Ficamos a saber que os governos civis não vão fechar, que a imensidão de institutos, fundações e empresas municipais que duplicam a administração pública continuarão como até aqui e que o patrocínio estatal de actividades comerciais como computadores, construção de estradas e demais obras públicas não será contido.

Recorre-se ao medo e fica tudo na mesma. Excepto para os tais 15% que contribuem para 85% da receita fiscal, que sentirão, uma vez mais, os impostos mais pesados e a carteira mais leve.



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A memória é lixada

2010-02-02
Impostos não vão subir, garante José Sócrates

"Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa e não através de aumento de impostos, porque isso seria negativo para a economia portuguesa", declarou José Sócrates aos jornalistas, depois de confrontado com uma posição pública hoje assumida pelo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.

2010-05-10
Como tudo mudou em poucos meses

"Não há aumento de impostos, concentraremos os nossos esforços na contenção e na redução da despesa, seguindo uma política financeira de rigor".
- 27 de Janeiro

23.09.2010
Ministro das Finanças diz que tomará as "medidas necessárias" para cumprir défice
"Tomaremos as medidas indispensáveis para neutralizar estes factores de risco. Não podemos falhar esse objectivo, faremos o necessário para que o défice não ultrapasse os 7,3 por cento", disse hoje Teixeira dos Santos no Parlamento.
O ministro das Finanças defendeu mesmo que não será possível atingir o objectivo orçamental "sem receita adicional". E prometeu cortes significativos na despesa pública em todas as rubricas no próximo Orçamento do Estado.


Ministro diz que sem aumentar a receita "não vamos cumprir o défice"
No debate na Assembleia da República, o ministro das Finanças explicou que "não é possível atingirmos o nosso objectivo sem melhoria na receita. Sem ela não vamos alcançar o nosso objectivo".

A memória é lixada. Com a volatilidade das propostas políticas, faz todo o sentido perguntar para que queremos campanha eleitoral. Se é para fixar cartazes e lançar promessas vãs, mais vale apenas ir à urna de voto.



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Os dias do FIM

fmi

nota: título do post por DS