a política na vertente de cartaz de campanha

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Sinfonia n.º 4 de Brahms analisa por Bernstein

Porque hoje é um dia especial, até na política, aqui fica uma pérola que encontrei no youtube.

 

Brahms / Leonard Bernstein, 1957: An Analysis of Brahms' Symphony No. 4 in E minor, Op. 98



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Simplesmente fantástico

Benjamin Zander sobre música e paixão. 20 minutos de puro prazer (tem legendas em português).



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Rua da Saudade

Rua da Saudade

E mais delícias

 

Quem se lembra de "Retalhos da Vida de um Médico"? O tema de abertura é o primeiro vídeo, numa soberba interpretação de Luanda Cozetti.



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Ver a música

 

 

Dois trabalhos de smalin que dão gosto ver enquanto se ouvem as respectivas peças. Belo!



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Qual é o som do fliscorno?

 

Qual é o som do instrumento que empresta o nome a este blog?

Neste vídeo, Arturo Sandoval toca "When I fall in love" (de Nat King Cole) no Festival de Jazz de Madrid (Fev. 2008 (?) ). A gravação não é por aí além mas o timbre do fliscorno é nítido. Note-se o som suave, quando comparado com o trompete (aqui, por exemplo).

Já agora, uma nota. Em Portugal este instrumento é também conhecido por fliscorne, sendo possivelmente a variação mais comum. Optei no entanto pela grafia "fliscorno" que permite brincar com a associação de palavras óbvia mas enganadora. Tal como a "política na vertente de cartaz de campanha", o lema do blog.

Bem, por aí, mais coisa menos coisa :-)

PS: a música original, cantada ao vivo pelo autor: Nat King Cole - When I Fall In Love - Live (rare)



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Voice Band para o iPhone

 

Um software que transforma a voz numa banda musical. Para os impacientes :) aos 5 minutos percebe-se que música é.´

Absolutamente genial.

Instrumentos possíveis: 2 guitarras, sax, 2 sintetizadores e bateria. Também grava a voz. Permite gravar uma música completa, um instrumento  de cada vez.

Mais informação


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Concerto de Janeiras

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Mais informação no Oeiras Local.



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Caramba, o Hot Club ardeu!

O Hot Club ardeu

No Público.



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Concerto para Cravo em Lá Maior de Carlos Seixas

 

Para recordar que o barroco na música passou em grande por Portugal pela mão de Carlos Seixas. Pena que grande parte da sua obra se tenha perdido no terramoto de 1755. Seixas construiu o seu próprio estilo musical e hoje só não aparece mais na lista dos grandes músicos da época devido à periferia do país, tanto geografica como politicamente.



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FMI - e a música do dia é....

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dedicada aos gajos que suspiram por eleições antecipadas a tal ponto que tudo coloca «em causa a estabilidade política». Porra, governem e deixem-se de merdas! Pá.



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O cânone em forma de fita de Möbius

 

O cânone 1 a 2 BWV 1747 de Bach tem uma particularidade interessante: soa bem se tocado do início para o fim, do fim para o início ou simultaneamente do inicio para o fim e do fim para o início. O vídeo ajuda a visualizar isso.

Já agora:



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D'autre temps



Georges Moustaki - Le temps de vivre


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Perpetuum Jazzile




Neste tema, Africa, o coro usa as mãos para simular uma tempestade. Notável.


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Ah saudade



De acordo com o a descrição que acompanha o vídeo, esta é a balada do 5º Ano Jurídico de 88/89 na sua primeira execução na Serenata Monumental de 1989, na Sé Velha de Coimbra.


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Michael Jackson, 1958–2009 RIP


Michael Jackson - Thriller (Full version, 13 min)


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Georges Moustaki - Ma Liberté



Versão ao vivo no Olympia (1977, creio)


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Os piratas que lhe vendem música

O cenário

Imagine a situação seguinte. Acabou de comprar um CD do seu grupo favorito e ao chegar ao trabalho insere-o no leitor de CD do computador para o ouvir. Passado um instante o som vibra pelos auscultadores, transmitindo-lhe a batida que lhe ritmará o trabalho.

O que há de errado neste cenário tão familiar a quem passa dias à frente de computadores? É o que iremos ver.

A industria da música - e a do áudio-visual no geral - queixa-se com insistência dos actos de pirataria de que serão vítimas. Poderíamos pensar que quem assim se queixa estaria sensibilizado para seguir um código de conduta exemplar, que fosse modelo para aqueles que tanto critica. No entanto, na suposta senda de defesa dos seus direitos, as editoras escolhem elas mesmo o caminho da violação dos direitos dos seus clientes, os compradores de CD áudio. Com efeito, sem que o utilizador se aperceba, o facto de este inserir um CD áudio no seu computador leva à instalação silenciosa de software no seu computador, vinda no CD áudio, sem que este disso se aperceba e sem dele obter prévio consentimento.

Quem é aqui o pirata? Aquele que comprou o CD ou aquele que o vendeu?

Esta situação surreal aconteceu até 2007, altura em que as editoras deixaram por completo de incluir este género de tecnologia nos CD áudio. A EMI foi a última a fazê-lo. Antes, em 2005, Mark Russinovich, um blogger ligado às tecnologias, procedeu a um estudo daquilo que a Sony BMG estava a fazer com os CD áudio. Descobriu que a Sony estava a incluir um software nos CD áudio que se instalava quando o CD era inserido no computador. Esse software tinha por função controlar as cópias dos seus CD mas era, em simultâneo uma autêntica quebra de segurança para o computador. Com efeito, o computador passava a abrir portas para cavalos de tróia. As conclusões de Russinovich, inicialmente refutadas pela Sony, acabaram por forçar as editoras a não usarem estas tecnologias. A própria Microsoft passou a incluir nas suas actualizações uma ferramenta para remover estes softwares das editoras.

Como é que funcionava este esquema de DRM?

Quando se tem o autoplay ligado, o computador ao detectar que um CD foi inserido, inpecciona o seu conteúdo e, se este tiver determinados ficheiros, executa-os. No mundo dos bem intencionados, isso serviriam para que, por exemplo, um jogo começasse em execução logo que o CD fosse inserido. No mundo real, vírus e empresas mal intencionadas aproveitam esta falha de segurança para executarem software sem que o utilizador tenha disso consciência. O autoplay tem que ser considerado uma falha de segurança e todos os possuidores de um computador deviam ter o cuidado de o desligar imeditamente.

Ora as editoras, sabendo que por padrão o Windows traz o autoplay ligado, aproveitam para fazer um truque baixo que consiste no seguinte:
  1. gravam o CD em multisessão;
  2. na primeira sessão gravam o audio;
  3. na segunda sessão, gravam software.

Acontece que os leitores de CD áudio não sabem o que é um CD multisessão e só vêm a primeira sessão. Já os leitores de CD nos computadores sabem o que é um CD multisessão e vêm a segunda sessão. Assim, para o leitor áudio, o CD é um CD audio e o leitor de CD toca-o. Para o computador, o CD é um CD de software e, em vez de o tocar, o computador executa o software que esteja definido para executar em autoplay. Assim, o que os editores de música faziam era fazer um CD em que a segunda sessão continha apenas software que se instala sem pedir permissão ao utilizador e que, depois de instalado, bloqueia o controla o CD. Assim, quando há funções para ler a música, este software coloca-se no meio e permite a leitura. Já quando se trata de duplicar o CD, este software coloca-se novamente no meio e rejeita o pedido.

Desligue o autoplay!

Como se resolve isto? Basta desligar a função autoplay! O que, de resto, deve ser sempre feito por questões de segurança, como já foi referido.

Para desligar o autoplay, há duas formas de o fazer:
  1. 1. temporariamente: neste caso, carrega-se na tecla shift antes de inserir o CD, mantendo a tecla premida até o CD estar acessível;

  2. permanentemente, abrindo o meu computador e depois clicar com o direito no ícone do CD, depois em propriedades e depois em autoplay. Aí para cada um dos items, selectionar "take no action" (ou o equivalente em PT).

Se se já tiver inserido alguma vez inserido um CD com estas técnicas de DRM e com o autoplay ligado, é garantido que já tenha o tal software instalado. Nesse caso, o procedimento anterior de nada servirá. Este apenas serve para novos CD. Nesse, caso, tem que se desinstalar esse software. Ver se ele está acessível no painel de controlo, onde se removem as aplicações.

Conclusão

Para proteger os seus direitos, as editoras optaram por fazer aquilo de que acusam os seus clientes: pirataria. Usaram softwares de DRM que eram um autêncio buraco de segurança. Depois de tentarem escapar às evidências, acabaram por recuar. Mas para que se deram a todo este trabalho? Bastava apenas desligar o autoplay do computador!

Leituras adicionais:


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The Act-Ups - Fatimah



Rock made in PT


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Dias da Música 2009

Depois de terem corrido com a Festa da Música para pagar a exposição do Berardo, em 2007 fez-se uma versão pobre deste ciclo a que se chamou Dias da Música. Talvez devido à polémica que se gerou, aqui espelhada, em 2008 apresentou-se um programa decente e este ano, vá saber-se porquê, há um programa fabulástico.

Curiosamente, os parceiros institucionais quem vai pagar grosso da despesa é a Câmara Municipal de Lisboa e a REN, sobejamente conhecidas pela enorme dívida que têm acumulado ao longo dos anos. Regista-se também a coincidência "ano eleições" / CML / "grande investimento nos Dias da Música". Mas isto sou só eu com as teorias da conspiração.

ver também: as festas/dias da música em números


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Mi em cima de Si sem Dó

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