a política na vertente de cartaz de campanha

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Agenda política

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O fantasma neoliberal

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A notícia: «PS disposto a bater o pé na revisão constitucional», no Público



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Por vezes a tendência não é a miniaturização

Novo modelo de gravador para jornalistas

A notícia: «Gravadores furtados por Ricardo Rodrigues foram restituídos à "Sábado"», no Público



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PT/Vivo: Sobre o uso da Golden Share

Dois textos obrigatórios. Mesmo.



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As cartas do regime

Joker 2009

O Fliscorno segue o Aventar e também vai a jogo! Esta carta já tinha saído em Julho de 2009 mas a sua versatilidade de Joker eleitoral 2009 continua actual (aqui, como foi feita a foto-montagem).



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A verdade da mentira*

Relatório Final Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar relativa à Relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à Actuação do Governo na Compra da TVI 

Relatório Final da Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar relativa à Relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à Actuação do Governo na Compra da TVI (242 páginas)

~~~

 

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga (8 páginas). Nesta é de sublinhar:

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga  

 

* título daqui



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Faz sentido

Quando li no Público que foi Ricardo Rodrigues quem anunciou isto, logo vi que me queriam fanar alguma coisa.

Já agora, saiba como com menos um feriado vamos ficar tão competitivos quanto a Alemanha.



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E que tal mudar o Parlamento para a Sibéria como forma de aumentar a produtividade nacional?

Bem que esta gente que ganha a vida a votar coisas de acordo com disciplinas partidários - refiro-me aos deputados, portanto - podia passar a dar o exemplo de aumento produtividade deixando de se baldar às sextas-feiras, segundas-feiras, pontes e dias de bola.


Ora veja-se:
- http://fliscorno.blogspot.com/2010/05/mais-vale-rir-101.html
- http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1137156

E se é este o novo PS, o da demagogia pura e dura, vou ali e já venho:

  • Feriados na Alemanha: 13
  • Feriados em Portugal: 14 (Carnaval não é feriado, apesar das pontes que tem havido)

Estamos a um feriado de nos tornarmos tão competitivos quanto os alemães. Ah!, como dá jeito ter assuntos que não sejam os dos problemas do país.

Teresa Venda e Rosário Carneiro, as deputadas proponentes desta parvoíce do projecto de resolução:

Teresa VendaRosário Carneiro

Adenda

Passei agora (18 Junho) na página que havia indicado e notei que a parte da Alemanha foi removida dessa página. Na review que eu vi a 26 de Maio (aquando da primeira vez que escrevi esta nota sobre os 13/14 feriados) havia uma lista na página com os feriados alemães (13 no total).



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Recortes de sábado

 Menos dinheiro para as campanhas eleitorais

96 milhões de euros! Depois vem esse pessoal da política falar em apertar o cinto. Ainda há dias, nem a propósito, aqui escrevia sobre o despudor partidário em ter querido aumentar os limites do financiamento partidário em dinheiro vivo para um milhão de euros. O BE agora quer cortar as despesas mas na altura dessa votação no parlamento disse sim ao bolo do milhão de euros.

 

Cooperação estratégicaCavaco veio com essa ideia de fazer férias em Portugal para ajudar a economia, o que escandalizou o governo. Uma ideia  politicamente correcta mas sem impacto na nossa economia. Mas a parte mais idiota neste episódio foi mesmo a reacção do governo, por criticar uma ideia que no anterior mandato haviam defendido com o slogan "Vá para fora cá dentro". Será que as ideias só são demagógicas se forem defendidas pelos outros?

 

ConcidênciasAdivinhem qual era a empresa que não ia ganhar o concurso por estar em segundo lugar?... A Mota-Engil.

 

Carta aberta à família Espírito Santo 

Uma carta que me surpreendeu positivamente. Espero que tenha ido cópia para o ex-ministro Manuel Pinho, o homem do BES no anterior governo.



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Que gajo mais piroso

Não foi Chico que quis conhecer Sócrates, foi Sócrates que quis conhecer Chico

29.05.2010 18:18 Isabel Coutinho, Nuno Simas

Afinal a história está mal contada. Não foi Chico Buarque que quis conhecer o primeiro-ministro durante a sua viagem ao Brasil. Foi José Sócrates que pediu esse encontro.

Estes foram os spins lançados pelos assessores do dito cujo:

«No segundo dia de visita ao Rio, José Sócrates e o músico brasileiro Chico Buarque encontraram-se para tomar um café.

Segundo apurou o Económico, o encontro foi combinado por intermédio de Lula da Silva, que intercedeu junto do Chefe do Governo português para que se encontrasse com Chico Buarque, pois este queria muito conhecer Sócrates.» Económico, 28.05.2010

«É que o cantor queria conhecer pessoalmente o governante português.» Público, 28.05.2010

«Fonte do gabinete de José Sócrates garante que as duas versões [quem convidou quem] estão correctas.», i, 29.05.2010

Duas versões correctas não quer dizer que ambas sejam verdadeiras, pois não? Detalhes. Ai menino d'oiro feito latão. Mais um pequeno-almoço vinha mesmo a calhar para a tese da vontade figal de encontros matinais com tostas e cafés em véspera de eleições, não vinha?



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4 milhões de novas oportunidades

Em Junho de 2007 recebi na caixa de correio um panfleto a divulgar as Novas Oportunidades. Em Dezembro de 2008 abordei a publicidade feita a este mesmo programa em outdoors, jornais, TV e rádio.

Nessas e em outras ocasiões interroguei-me sobre os custos desta propaganda. Ora aí está, 3.956.176,33 euros em belas adjudicações directas (what else?!).

Clicar na imagem para melhor ver estas e mais maravilhas. Ah e tal, o mundo mudou em 15 dias.



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Portugal S.A.

Hoje os 230 accionistas da economia portuguesa, os deputados, já que cá não há negócio sem o colo estatal, vão votar o adiamento do TGV. São versados em economia? Não, mas são exímios na arte política. Vão usar competências da arte retórica para decidir sobre negócios. Depois há quem se admire que a factura chegue em prestações PECaminosamente duras.



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Feriados

Alemanha: 13

Portugal: 14 (Carnaval não é feriado, apesar das pontes que tem havido)

Estamos a um feriado de nos tornarmos tão competitivos quanto os alemães. Força sr.as deputadas, estou convosco.

Entretanto, quanto a sextas-feiras...

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E não podem fumar na rua?

Como os restantes trabalhadores?

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No mundo deles

Parlamento arquiva caso Ricardo Rodrigues
2010-05-12, 12h52m, Ana Paula Correia
A Assembleia da República não vai debater a conduta do deputado socialista Ricardo Rodrigues, que furtou dois gravadores a jornalistas da revista "Sábado", durante uma entrevista.



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Comunicação social não se entende...

... quanto ao número de perguntas que foram colocadas ao primeiro-ministro:

A mim bastava-me uma pergunta e, ainda por cima, retórica: Sr. Sócrates, acha que somos todos totós?



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A imaculada Inês

«“Esperei pacientemente pela resolução definitiva deste assunto justamente por respeito pela defesa da absoluta igualdade de todos os deputados (...). A minha imagem pessoal teria ganho com uma proclamação populista, mas não estaria a defender condignamente a instituição em que me insiro”, escreve, explicando que, apesar de ter “resistido”, existem “limites para tudo”.» Inês de Medeiros citada pelo  Público

Sem dúvida que existem limites para tudo, excepto para o desplante. A deputada do "eu é que não as pago" veste agora agora a pele de santa. Mas, cara deputada, se se sente assim tão enxovalhada, bata com a porta, mostre-se superior ao restante bando.


Quanto ao CDS, consegue descer ainda mais baixo do que a deputada-viajante. Primeiro absteve-se quando da votação sobre se as viagens em causa seriam ou não pagas e agora faz um volte de face com uma proposta de lei.

Há coisas para as quais não deviam ser necessárias leis. Vergonha na cara deveria bastar.

Tristes.


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Afinal, governo e oposição até se entedem desde que... seja para aumentar a despesa

Depois de Passos Coelho ter decido aniquilar-se como oposição e de Louçã e Jerónimo declararem que o dinheiro dos impostos iriam melhor para mais estradas, TGV e aeroporto do que para os apoios sociais - se bem que o resultado para mim seja de igual aumento de carga fiscal! - e de, ainda, Paulo Portas ter feito um chinfrim por causa duns carros que a Segurança Social comprou apesar de se ter abstido na votação das idas a Paris por parte de Inês Medeiros, fiquei a matutar como poderia colocar isto tudo em alguns parágrafos, em vez de numa única frase entrecortada por vírgulas como se fossemos nós os alemães. Afinal, bastava-me um aqui colar o texto de Alberto Gonçalves, no DN do passado domingo 2 de Maio:

Sabem aqueles líderes que se consagram nos momentos decisivos, quando é preciso propor o que ninguém quer fazer e dizer o que ninguém quer ouvir? Pedro Passos Coelho não é um líder desses. Na terça-feira, enquanto Portugal se inclinava perigosamente sobre o penhasco, o dr. Passos Coelho convocou solenemente a imprensa a fim de informar a nação de que a "soberania nacional" é vítima de uma campanha manobrada por "especuladores". Não satisfeito, horas depois uniu-se ao eng. Sócrates para "defender" o país do "ataque especulativo sem fundamento quer ao euro quer à dívida soberana portuguesa". Misteriosamente, o país não se sentiu defendido. Mas devia ter-se sentido esclarecido quanto à redundância que o dr. Passos Coelho é.

Se a ideia é desempenhar o papel de queixinhas impenitente, a oposição não é necessária: o Governo e a adjacência denominada PS chegam e sobram. Teixeira dos Santos, que parece ter chegado ao poder anteontem, justificou a nossa penúria com o "ataque dos mercados" e pede "acção". Vital Moreira explica que, embora a culpa da situação grega (e portuguesa, presume-se) seja da Grécia, é desejável que os que disso se aproveitam "partam os dentes", não sei se em sentido literal ou figurado. Francisco Assis garante que é prematuro cancelar os investimentos públicos, esquecendo-se das aspas em "investimentos". E o eng. Sócrates, que preside à ofensiva de negação ou optimismo (na circunstância sinónimos), pôde citar o "responsável" (sic) presidente do PSD na defesa das obras estatais.

A existir, o que começa a ser polémico, suspeito que a solução para a nossa penúria não passa pelos consensos entre o eng. Sócrates e o dr. Passos Coelho em volta da manutenção das exactas políticas e dos exactos delírios que nos trouxeram até aqui, com um punhado de "cortes" pelintras para disfarçar. É certo que, há um ano e tal, os delírios, igualmente conhecidos por "despesa pública", nos salvariam de uma crise provocada pelo "neoliberalismo". Hoje, vai sendo tempo de admitir que o "neoliberalismo" não só era medonho como imaginário e que a despesa é, em larga medida, a própria crise.

Sinceramente, pensava que o dr. Passos Coelho tinha percebido essa evidência, a de que os ataques à "soberania nacional" provêm, quase todos, do Governo. Obviamente, não percebeu ou fingiu não perceber, o que, segundo afirmou fonte governamental, numa demonstração de que o tratamento dispensado ao Português não supera o da Economia, abriu uma "janela de oportunidade" ao entendimento. Porém, fechou as hipóteses de se distinguir da desvairada trupe que nos tutela.

Em nome da referida "responsabilidade", o dr. Passos preferiu rejeitar a nossa crescente má fama a questionar as suas causas. E isso, ao contrário do que foi dito, não reforça a confiança de ninguém. A confiança no futuro do país não depende de quem tanto se esforçou para a estraçalhar. Nem, já agora, de quem se prontifica a ajudar na tarefa.



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Mais vale rir – 80

Momentos Polaroid - Portugal um pais do sul

Se bem me lembro, o convite não nutriu efeitos: Chavez baldou-se. Não deixou por isso de ser algo bizarrio.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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E não há por aí um relatório OCDE que nos sirva de exemplo? Ou, sei lá, fazer como os suecos.

 

Hoje no Público diz-se que o Parlamento vai pagar à deputada Inês Medeiros uma viagem semanal a Paris*. Consta que Jaima Gama terá dito que este caso não é para servir de jurisprudência. Isto é, desta vez fecham-se os olhos ao deboche mas, senhores futuros deputados, tirem o cavalinho da chuva que a mama acaba aqui.

Tenha vergonha na cara senhora deputada. Demita-se.

Adenda
Aliás, como be diz José Simões, são os contribuintes que vão pagar mais esta despesa.