a política na vertente de cartaz de campanha

Mostrar mensagens com a etiqueta software. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta software. Mostrar todas as mensagens
Buzz this

Alcochete: 2003 a 2007

alcochete freeport small

13 Fev 2003
27 Mai 2003
2 Out 2004
30 Out 2006
27 Jun 2007

Ler mais: Com o novo Google Earth navegar pelo fundo do mar e viajar no tempo já é possível

Nota: para ver estas imagens em resolução total, instalar o Google Earth, versão 5.


Buzz this

Coisas que fazem mesmo sentido


Posted by email from fliscorno's posterous



Buzz this

Divulgação: Call for Papers: SLACTIONS 2009 - Life, imagination, and work using metaverse platforms


«The metaverse is emerging, through the increasing use of virtual world technologies that act as platforms for end-users to create, develop, and interact, expanding the realm of human cooperation, interaction, and creativity. The conference focus is scientific research on applications and developments of these metaverse platforms: Second Life, OpenSim, Open Croquet, Activeworlds, Open Source Metaverse, Project Wonderland, and others, providing a forum for the research community to present and discuss innovative approaches, techniques, processes, and research results. [...]»

Mais informações em http://www.slactions.org

 

Posted by email from fliscorno's posterous



Buzz this

Web PC

Quanto a este novo fôlego na guerra dos browsers, abriu JCD do blog Blasfémias a discussão com o post "Competição a Zero €uros".

Sobre o tema em questão, há sem dúvida muito dinheiro evolvido. Com a largura de banda a aumentar regularmente e com o advento do DSL (ou ADSL para os "pobres"), a computação distribuída ganhou novo fôlego. Do servidor central com terminais passámos para a informática pessoal do PC. Um notável percurso que culminou com o domínio da Microsoft graças a estratégias diversas - e nem todas de cariz tecnológico. No universo Windows o consumidor, perdão, o utilizador, compra uma máquina e licenças de utilização dum conjunto completo de software, desde o sistema operativo até aos pacotes de produtividade. O core businesses da Microsoft reside precisamente nesta particularidade de se estar agarrado à plataforma pelo sistema operativo e pelas suas aplicações.

Neste ponto entra em jogo o factor "Internet & banda larga". Estas ligações em rede, cada vez mais rápida e de maior capacidade, permitem voltar ao conceito do servidor com os seus terminais. Excepto que estes, contrariamente aos primeiros, não são "estúpidos" - têm capacidade de processamento local. Este facto aliado à ligação em rede traz um novo conceito de computação para a generalidade dos utilizadores, sendo a peça chave o software que permita integrar a capacidade de processamento local com a do servidor à qual se está ligado em rede e que, até ao momento tem sido o browser.

O Google Chrome não é apenas mais um browser. Constitui a entrada dum novo actor num momento de mudança de paradigma. Opções tecnológicas, descritas num anterior texto, como um site web corresponder a um processo, a existência duma framework para alargar as funcionalidades do browser e o suporte à comunidade de programadores indicam que o Chrome poderá vir a constituir uma nova plataforma aplicacional. Em vez de se desenvolverem aplicações para Windows, Mac ou Linux, desenvolvem-se para o Chrome . Não importa que máquina e que sistema operativo está o utilizador a usar. Basta que corra o Chrome e tenha ligação à net.

Em certa medida, os actuais browsers já são usados como plataformas aplicacionais mas apenas para áreas específicas. O lucrativo feudo das aplicações de produtividade como processamento de texto, imagem, dados, etc. ainda é praticamente exclusivo ao tradicional software para computador pessoal. Quem quiser entrar e vencer neste mercado tem que fazer melhor e mais barato do que a concorrência. E mesmo assim não tem garantido o sucesso. Vejam-se os casos do OpenOffice (gratuito) e do StarOffice (cerca de 70 dólares) que são funcionalmente equivalentes ao Microsoft Office, mais baratos, compatíveis até ao nível do formato de documentos (até a Microsoft ter mudado e patenteado um novo formato de ficheiros no Office XP) e, no entanto, estas aplicações não arrasaram o mercado da Microsoft.

Com a computação distribuída que a web actualmente permite, as empresas de software deixam de ter que competir no terreno Microsoft. Por outro lado, os utilizadores deixam de estar agarrados ao sistema operativo e às suas aplicações específicas. Talvez fiquem agarrados ao browser ou à nova plataforma que o substitua. Mas, garantidamente, deixam de estar dependentes dum sistema e das suas aplicações.

Esta mudança é substancial, comparável à mudança do MS-DOS para Windows. O Wordperfect perdeu para o Microsoft Office. Veremos a repetição do dono da nova plataforma conseguir impor o seu pacote aplicacional como o standard de mercado? É um caso a seguir, até porque a concorrência não dorme.


Buzz this

There are unused brains at Microsoft


Parte do écran dum contador da vez para atendimento numa loja Vodafone.


Buzz this

9 anos de Google

Ora aí está, 9 anos a googlar. Entre nós não é costume mas no inglês da América é prática corrente construir novos verbos a partir de substantivos (É curioso, não seria capaz de dizer isto usando a TLEBS!) Assim, no contexto anglo-saxónico, "to google" é equivalente a pesquisar. Até existe uma entrada na Wikipedia sobre este assunto: link.

Estava na faculdade quando isto do serviço Internet www começou a fervilhar entre a comunidade universitária. "Ir à net" era então uma expressão inexistente, mas existindo significaria ir até ao laboratório da faculdade, utilizar uma estação de trabalho Sun e, usando o Netscape, e consultar uma ou outra página nova, já que as existentes raramente eram actualizadas.


Recordo-me perfeitamente dum colega que tinha encontrado a página pessoal - era assim que eram chamadas as páginas web - onde o autor mantinha uma lista de endereços favoritos. Na altura já ia em centenas! Estas páginas terão sido os primeiros portais. Alguém lhes antecipava a importância que viriam a ter? Eu não, infelizmente. No entanto houve que visse esse potencial e apostasse forte. Yahoo, Infoseek, Altavista e vários outros foram desbravando o caminho. O Google foi dos últimos a chegar e triunfou graças à velocidade com que devolvia os resultados e à capacidade em apresentar resultados relevantes, com o algoritmo PageRank (link).

Curiosamente, foi também graças a este algoritmo que sugiram as chamadas Google Bombs (link). Consiste em diferentes páginas web conterem uma frase igual a apontar para um mesmo endereço. Na campanha eleitoral de Bush em 2004, o termo "miserable failure" foi usando sistematicamente como texto do link para página da biografia de GWBush. Assim, uma pesquisa com estes termos enganava o algoritmo do Google e uma página não relacionada aparecia no topo dos resultados.

Nove anos depois, esta empresa continua a inovar em grande escala e, neste momento, é o rival da Microsoft, com reais possibilidades de lhe fazer o que ela havia feito à IBM: destrona-la do lugar de nº 1 da informática mundial. E o infortúnio, para a Microsoft, acontece pela mudança de paradigma. Tal como o mainframe, o servidor central, foi destronado graças ao computador pessoal, também o conceito "um sistema operativo+um conjunto de aplicações=um utilizador", ganha pão da Microsoft, se tornará obsoleto perante o reaparecer do conceito dum servidor central e múltiplos clientes a ele ligados. Isto está a tornar-se possível graças ao ADSL e as suas crescentes velocidades de ligação.

A Microsoft, claro, não está a dormir e já lançou o serviço Windows Live, cópia chapada dos serviços do Google. Mas este sinal é precisamente o pronuncio do fim, em que o líder passa a seguir a concorrência, em vez do contrário. Vamos ver se, como no Triunfo dos Porcos, apenas se troca um dominador por outro, até tendo este a particularidade de querer saber tudo sobre todos.


Buzz this

Firefox browser




Alguns leitores têm-se queixado que este site abre várias janelas com publicidade. É verdade e é consequência do contador de acessos sitemeter que, na sua versão gratuita, usa esta forma de financiamento. Creio que o recurso a publicidade não intrusiva, como o Googleadds, seria mais eficaz, mas este não é o assunto deste post.

Para evitar a verdadeira melguísse que são os sites que abrem um sem fim de janelas, como é o caso deste blog :( , o melhor mesmo é deixar de usar o Internet Explorer (IE) que vem com as instalações do Windows. É certo que há uma nova versão do IE, mais robusta, que até bloqueia mais ou menos os pup-ups, que até copiou funcionalidades do Firefox (de que já falarei), bla bla bla, mas o facto é que o Firefox é melhor.

O Firefox é um browser, tal como o IE, de utilização gratuita, muito robusto e que passei a usar porque:
  1. é realmente eficaz no bloqueio de pop-ups (raramente sei o que isso é);
  2. usa "tabbed browsing", ou seja no mesmo browser podemos ter várias páginas abertas;
  3. apesar do IE 7 também ter "tabbed browsing", copiado do Firefox, uma diferença crucial para mim é que ao clicar num link com o botão do meio do rato, este link abre em background (em segundo plano), sem retirar o focus do documento que se está a ler. Excelente para quando se está a ler um texto e se quer mais tarde seguir links desse texto;
  4. os campos de edição, como este onde escrevo este texto, têm corrector ortográfico (creio que o IE7 também já copiou esta ideia);
  5. existe uma enormidade de add-ons (pequenas funcionalidades que se podem adicionar), alguns realmente imprescindíveis (capturador de sites, chat, PDF download, web dev tools, etc. );
  6. para pesquisar texto numa página, basta começar a escrever!!! (necessário activar em Ferramentas -> Opções -> Avançado -> Acessibilidade). Deveras, deveras prático.
Se estas razões também lhe dizem algo, dê uma hipótese a este browser. Cerca de 13% dos utilizadores em todo o mundo (15% nos EUA) já o fizeram.

Download:
PT: http://www.mozilla-europe.org/pt
EN: http://www.mozilla.com/en-US/firefox



A seguir com atenção:

http://www.flock.com
Flock = browsing + flickr + blogging + youtube + del.icio.us + ... (serviços web 2.0)


Buzz this

Google image labeler

Google  image labeler

O Google lançou esta «worktainment» (work + entertainment) que consiste numa forma de os seus utilizadores colaborarem à borla na catalogação das imagens online.

Como funciona? Neste link: http://images.google.com/imagelabeler inicia-se um jogo em que dois parceiros aleatórios olham para uma mesma foto e atribuem-lhe etiquetas. Quando os dois parceiros acertam numa mesma palavra que descreva a imagem, ganham pontos e saltam para a imagem seguinte. Ao fim de 90 segundos termina o jogo.

O que se ganha? Pontos, apenas! Na mesma página são mostrados os tops dos 5 melhores resultados individuais e em equipa. Uma técnica interessante usada pelo Google para conseguir mais do que uma etiqueta por imagem: é mostrada uma lista de palavras já atribuídas, sendo que o uso destas não contribui para pontos.

Depois de algumas tentativas, o melhor resultado em equipa que consegui foram 700 pontos, num total de 6,600 pontos acumulados. Consigo perfeitamente imaginar comportamentos compulsivos para alcançar um momento de glória neste top 5, pelo que este é mais um ovo de Colombo saído desta imaginativa empresa.