a política na vertente de cartaz de campanha

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Diga não à Golpe II

Com o habitual bom olho para a coisa, o Jumento saiu-se com esta:
«BOICOTAR OS COMBUSTÍVEIS DE ALGUMAS PETROLÍFERAS?

A sugestão partiu do presidente do ACP e já circula um mail a apelar ao boicote de algumas marcas. Todavia, quem teve a iniciativa cometeu o erro de propor o boicote de quase todas as grandes marcas o que o torna ineficaz, já que não serão as pequenas gasolineiras a promover a concorrência, aliás, muitos dos consumidores nem sequer se poderiam abastecer. Por outro lado, propõe um boicote de três dias o que não faz sentido pois o impacto é diminuto.

Será mais razoável eleger apenas uma grande marca e promover o boicote durante um período prolongado, até que se sinta os efeitos nos preços.»

Plenamente de acordo. A Golpe lidera o mercado da refinação e da distribuição. Portanto, é não comprando à Golpe que se estará a fazer pressão no mercado.



Se concorda com esta iniciativa, por favor divulgue-a. A imagem seguinte é de utilização livre.

golpe na energia


URL desta imagem:
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Porque não baixa o ISP?

N'O Insurgente, sobre os preço dos combustíveis, conclui-se que o estado de 2004 para 2008 passou a arrecadar mais 0.26289 euros por litro devido ao IVA. Porque é então demagógico baixar o ISP neste mesmo valor?

Afinal, até na crise o governo nos chula mais.


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Diga não à Golpe

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=347132&visual=26&rss=0 

«Ferreira de Oliveira [presidente da Galp] lamenta a palavra “boicote” que se tem escutado nas últimas semanas.»

Meus amigos, este é o momento da verdade. É preciso manter a pressão para fazermos ver que o mercado pode de facto funcionar. Compremos noutro lado, que é no fundo a maior arma do consumidor. A avaliar pelo nervosismo da Golpe, a estratégia começa a funcionar.

Ora reparem nesta pérola:
«O gestor admite a existência de “estações de serviço a mais. A sua redução levará outra vez ao aumento de vendas nas que ficam e, portanto, ao reequilíbrio económico”, comentou.»

Esta é a visão de mercado desta gente. Quantos menos a vender, melhor. Excepto para o consumidor, claro.

Se concorda com esta iniciativa, por favor divulgue-a. A imagem seguinte é de utilização livre.

golpe na energia


URL desta imagem: 
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Sobre os lucros da Golpe:
A petrolífera precisa que "ainda assim, o segmento de 'Refinação & Distribuição registou no primeiro trimestre de 2008 um resultado operacional 'replacement cost' ajustado de 38 milhões de euros, cerca de 10 vezes superior ao quarto trimestre de 2007".

Queixa-se a Golpe que teve menos lucros mas depois diz o contrário por outras palavras...


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Faça o mercado funcionar, compre noutro lado



No http://boicotemarcas.blogspot.com/


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Golpe na energia

golpe na energia


gracinhas anteriores


Tenho recebido o texto seguinte por email. Pessoalmente, já deixei de abastecer na Golpe por entender que não existe um verdadeiro mercado livre em Portugal. Desta forma estarei a dar quota de mercado a empresas menores, esperando assim que o monopolista sinta a pressão do mercado. Sim, sim, o petróleo tem subido. E todos nós bem sabemos que os preços não voltarão ao que eram. Mas isso não significa que nós, consumidores, fiquemos a olhar que nem um boi para o palácio. Podemos fazer pressão para que a crise não seja só nossa mas também dessa empresa de lucros milionários. Isto nada tem de invejas; apenas resulta da distribuição do mal pelas aldeias. Especialmente no contexto português de ausência de concorrência e atendendo à constante valorização do euro face ao dólar, facto que tem amortizado e muito quanto pagamos pelo crude importado. Facto que a Golpe tem querido fazer de conta que não é real.


Se concorda com esta iniciativa, por favor divulgue-a. Sinta-se à vontade para usar a imagem deste post, cujo URL é este:




Recebido por email:

URGENTE_1_2_3_JUNHO_DIAS SEM ABASTECIMENTO NA GALP_BP_REPSOL

PASSEM A PALAVRA
Vamos fazer a diferença!
Isto tem que começar por algum lado!
Vamos passar a palavra e não ser indiferentes, temos que fazer com que as coisas mudem!
A subida vertiginosa do preços dos combustíveis tem que parar e temos que fazer com que baixem!
Para tal vamos combinar três dias nacionais seguidos de NÃO ABASTECIMENTO NA BP, GALP, REPSOL!

Esses dias serão o 1 -2 -3 de Junho que vem!

VAMOS FAZER A DIFERENÇA!

Nesses dias abasteçam em outros postos de combustíveis tais como a Esso, Total, Continente (antigo Carrefour), Intermarché, Jumbo e Eleclerc!
Juntos teremos força para baixar os lucros destes gigantes!
Agora é só passar a palavra com urgência!
Estou farto de ser levado na hora de pagar!
CHEGA!
SEJAMOS UNIDOS PORTUGUESES E TODOS OS QUE TENTAM SOBREVIVER EM PORTUGAL!

NÃO ESQUEÇAM 1 - 2 - 3 de JUNHO que vem Não Abasteçam na BP, GALP e REPSOL!
FORÇA PORTUGAL!


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Entretanto, na minha ausência...

... parece que houve cenas.


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Pausa

Pensei em fechar o blog, assim num acto de dramatismo, daqueles do género assegurem-me que bou-me a eles. Mas depois lembrei-me que poderiam não me segurar e lá teria mesmo que fechar o estaminé.

Assim, fico-me pelo clássico estou sem tempo. Entretanto, como diria um grande ex-primeiro-ministro, vou andar por aí.


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(Em actualização) A Galp, os que controlam o Estado e nós

* Novamente actualizado (2 Maio)

* Actualizado (30 Abril)


Ontem (29 Abril) aconteceu:
  • Gasolina aumentou 2 cêntimos e gasóleo 3 cêntimos.

  • Ministério da Economia não quis comentar. Actualização: Manuel Pinho escreveu à AdC para que esta "proceda urgentemente à análise da formação do preço dos combustíveis, de forma a garantir que esse preço traduza adequadamente os custos da produção". Os "custos da produção", topam? E é para tranquilizar os portugueses, para que estes fiquem a saber que tudo está bem. Haja paciência...

  • Autoridade da Concorrência não prevê nenhuma acção de investigação sobre cartelização.

Pois não comentam mas eu comento:
  • O Estado recolhe mais IVA de cada vez que o preço base sobe;

  • A Galp Energia tem em Portugal uma quota de mercado de produtos refinados de 51% e de aproximadamente 37% no mercado de retalho de combustíveis (link);

  • A Parpública – Participações Públicas, (SGPS), S.A, ou seja o Estado, é o terceiro maior accionista da Galp Energia, com 7,004% (logo depois da ENI S.p.A e da Amorim Energia, B.V., ambas com 33,34%);

  • O crude que compramos expressa-se em euros e não em dólares.

  • Logo no início de Janeiro houve aumentos desta mesma ordem de grandeza (lembram-se?). Fiquei surpreendido por o assunto não ter causado burburinho, tendo sido obrigado a concluir que o pessoal ainda estava demasiado encharcado com espumante para que pensasse nestas coisas chatas. Agora, os mesmos sintomas:
    • gasóleo aumenta sistematicamente mais do que a gasolina;
    • aumentos em degrau, como que para recuperar tempo perdido.
Portanto, o Estado não comenta nem investiga o que se passa no mercado de combustíveis controlado em 51% por uma empresa*, da qual é o terceiro maior accionista.

Pelas receitas de IVA, que se tornam maiores a cada aumento do preço base, esse mesmo Estado é ainda parte interessada desse mercado de combustíveis que
não comenta nem investiga.

Há um adjectivo para isto: chulo.

Textos anteriores sobre combustíveis:

Actualização (2 Maio)
Ontem (1 Maio) o Público trazia um estudo afirmando que, de Janeiro 2008 até agora, os combustíveis ao consumidor subiram menos do que a respectiva matéria prima. Ainda não o confirmei mas hei-de-o fazer. A questão é que, parece, os preços ao consumidor só reflectem o aumento do crude três meses depois e ainda agora estamos em princípio de Maio... Faz mesmo sentido esta análise em tão curto espaço de tempo? Não devemos antes olhar a mais longo termo?

Hoje é o DN que também aborda o assunto (Governo pede investigação urgente aos combustíveis). E agora reparem bem nesta afirmação:
«O secretário-geral da Associação das Empresas Petrolíferas (Apetro), José Horta, qualificou de inédita a iniciativa do Governo que, aliás, considera não fazer sentido. [...] O responsável defende que o sector se limita a reflectir o que se passa nos mercados internacionais, não só ao nível do petróleo, mas também dos produtos refinados. O gasóleo, por exemplo, passou em menos de um ano de 700 dólares por tonelada para 1100 dólares
Caro José Horta, importa-se de não fazer afirmações irrelevantes? Quanto é que aumentou em euros? E, exactamente, a que período se refere?

E esta:
«Fonte governamental alerta que o peso dos impostos nos combustíveis até caiu face à subida do preço sem impostos. E se o Estado encaixa mais IVA quando os combustíveis aumentam, perde receita quando as vendas caem.»

Demagogia q.b., se não vejamos. O que significa "peso dos impostos"? O termo "peso" neste contexto, se bem que não tenha sido definido, estará associado a uma percentagem, isto é quanto por cento pesam os impostos no preço final. Isto é:

"peso dos impostos" = "Valor do imposto" / "Preço do combustível"

É óbvio que o "
peso dos impostos" baixa se o "preço do combustível" aumenta. Isso não significa, no entanto, que o montante de imposto pago diminui, como se pretende insinuar. Enfim, atirar areia aos olhos.

Quanto a essa ideia de receber menos IVA, não temos números para sabermos se realmente o Estado receberá globalmente menos impostos por as vendas baixarem, já que o valor do imposto recebido também aumenta por cada litro vendido. Mas como não foi explicitamente dito que o Estado está a receber menos impostos em IVA - e seguramente que essa fonte anónima o diria se fosse esse o caso, já que a vitimização fica sempre bem, temos que concluir que o valor recebido em IVA é, pelo menos, igual.


* controlando 51% do mercado dos produtos refinados, acaba por condicionar significativamente o preço de retalho dos combustíveis


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O bluff de Alberto João Jardim



Tenho para mim que a pseudo-candidatura de AJJ apenas serve para lembrar dos seus 30% de votos nas directas. Negociar apoios agora para mais tarde ter apoio$ quanto ao generoso financiamento à Madeira.

Ou parece-vos mesmo que ele vai largar o seu confortável trono por uma remota hipótese de chegar a PM?


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Chamem a polícia

Grupo de 10 a 15 pessoas invade esquadra de Moscavide para agredir rapaz que apresentava queixa por agressão desse mesmo grupo.

Esquadra de Polícia


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O Ovo de Colombo



Esta torre, que está a crescer como os míscaros que brotam da areia depois das primeiras chuvas do Outono, é uma intumescência que actualmente se ergue a partir do Centro Comercial Colombo.

Todos podemos constatar que estará perfeitamente enquadrada no meio envolvente e que jorra estética para cima da segunda circular.

O certo é que há-de ter tido licença camarária. Tanta sorte não teria eu se quisesse alterar uma janela na minha casa. Obviamente, as regras urbanística têm que se aplicar a alguém.


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25 de Abril

Anagrama sobre 25 de Abril de 1974



Placa comemorativa à porta do Quartel do Carmo
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livre habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen



Mário Soares no programa «O caminho faz-se caminhando», 23-04-08
É muito difícil explicar a liberdade a quem nunca sentiu falta da liberdade.


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Notável

No Causa Nossa: Paulo Portas: a impunidade não pode continuar. Uma série de textos de Ana Gomes na sequência da frase lapidar de Paulo Portas «O Estado quando falha, não lhe acontece nada».

via Blasfémias


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Páscoa tardia...

... é o que pode dizer desta renovação deste ressuscitar de nomes no PSD.


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Alberto Joao Jardim pré-candidato?

Alberto Joao Jardim pré-candidato
Depois de insistentemente ter abusado da
indelicadeza para com os "cubanos", de ter
desprezado o "governo da república" sempre
que lhe deu jeito e depois de ter defendido a
"independência da Madeira", que credibilidade
tem este ser para governar o País?


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Ministério da Agricultura/DRAPALG: concursos manipulados

No Papa Açordas, o Compadre Alentejano apresenta os resultados dum concurso público cujos vencedores são os que ele tinha previsto anteriormente:
Grande parte dos concursos abertos pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG) e, de um modo geral, em toda a função pública, são concursos que, à partida, já os dirigentes sabem quem vão colocar em primeiro lugar...
-
De modo que, o Papa Açordas, a bem do Serviço Público, resolveu denunciar estas manobras, tendo assim publicado em 7/Dez/2007, o resultado final de um concurso que só ia terminar daí a 4 meses, portanto, já em 2008. [...]


E o Jumento complementa:

Os nossos políticos, cansados de dar a cara pela nomeações de boy, inventaram os concursos para a nomeação de alguns dirigentes da Administração Pública. Só que estes concursos não passam de uma farsa paga com dinheiros públicos, se dantes as nomeações eram feitas por critérios desconhecidos, agora inventam-se falsos concursos para nomear precisamente as mesmas pessoas.

São raros os concursos honestos, a regra é toda a gente saber quem vai ser o futuro chefe de divisão ou director de serviços. Em regra, muito antes de ser aberto o concurso os escolhidos são nomeados temporariamente para enriquecerem o currículo com o desempenho do cargo e alguns cursos no INA pagos pelo Estado. Por fim abre-se um concurso onde não se correm riscos, o perfil exigido é tão preciso que quase inclui o nome do futuro chefe.[...]

É por estas e por outras que soa a mentira quando ouvimos Sócrates falar da modernização do Estado.


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(P)aís (S)urreal

Imagem via Pontos Soltos sobre o PS irreconhecível, numa leitura dum documento assinado por figuras do PS criticando a situação actual do país.

Temos que concluir que a governação é um acto alucinogéno. Talvez bebam água com LSD nos conselhos de ministros. Pelo menos isso explicaria porque é que os governantes falam sempre dum país que mais ninguém vê. E isto não é exclusivo do PS!


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Túnel do Marquês e decisões políticas sobre transportes

Em Maio de 2002, Santana Lopes, com todo o seu visionismo que dispensa qualquer estudo aprofundado, descobriu que a solução para os problemas do trânsito em Lisboa passavam pela construção dum túnel entre o fim da da A5 e a Praça Marquês de Pombal. Cinco anos depois o túnel foi inaugurado. E os problemas de trânsito ficaram mesmo resolvidos? É o que se pretende aqui abordar.

Mas antes, uma breve resenha.
  • Maio 2002 - decisão de PSL/CML de construir o túnel. Concurso público com base de 15 milhões de euros e 72 semanas de execução.
  • Maio 2003 - decisão da CML de proceder a ajuste directo por 19,686 milhões de euros.
  • Abril 2004 - obras paradas em consequência da providência cautelar de Sá Fernandes.
  • Abril 2007 - conclusão da primeira fase. Custou até aqui 18,749 milhões de euros, mas o preço final ainda está em litígio devido aos atrasos da obra e devido à providência cautelar. Esta última terá elevado o custo da obra em 4 milhões de euros. Supõe-se que a obra ficará pronta em 2008.

Infografia do Público. Clicar para ampliar.


E então, o trânsito melhorou o não?
Faço diariamente a A5 mas sem ir pelo túnel, já que tomo a saída da Praça de Espanha. Portanto não sei se o percurso se faz mais depressa agora com o túnel. No entanto, observei que antes do túnel existir as filas começavam geralmente no início da subida para Monsanto e que agora começam no fim dessa mesma subida.



Encurtou, portanto 1900 metros. Isto dá 9.8 milhões de euros por Km a menos de fila. Possivelmente até se faz o percurso em menos tempo (quanto? 15 minutos a menos?!) mas a questão é que estes milhões gastos não mudaram significativamente o panorama. O túnel simplesmente puxou a fila para um pouco mais perto de Lisboa e, eventualmente, permite que mais carros entrem em Lisboa.

A solução seria deixar de investir nos acessos rodoviários (e vem aí mais um, com essa 3ª ponte), centrando esforços para que se crie uma rede de transportes públicos interligada, funcional e que constitua uma real alternativa (económica, de conforto e de rapidez) ao transporte individual.

Como esta, por exemplo, em que toda a área suburbana de Munique está coberta por transportes públicos num raio de 30Km. No nosso contexto, isso significaria que a nossa rede de transportes chegasse a locais como Vila Franca de Xira, Mafra, São João das Lampas, Sintra, Cascais, Palmela e Sesimbra. Isto só para citar algumas localidades a 30 Km em linha recta. Dirão, "mas há comboio para Vila Franca de Xira". Então e que tal ir de Vila Franca para Mafra. E de Sintra para Cascais? E de Lisboa para São João das Lampas?

Soluções, onde estão?
Há, de facto, alguns transportes mas faltam as interligação entre eles e falta ligar muitos pontos que actualmente são de difícil acesso por transportes públicos mesmo que perto geograficamente (exemplos: Queluz-Monsanto; Estrela-Belém). Como está, algumas pessoas podem usar convenientemente os transportes públicos, aquelas que têm ligação por comboio ou por metro de casa ao trabalho (com as devidas aproximações). Como é o caso do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa. Para a maioria das pessoas, grupo onde me incluo, pesando os aspectos reais como o custo, a duração da viagem, o conforto e a disponibilidade de transportes (número e horários), creio que o automóvel continua a ser a solução ganhadora.

E dinheiro para fazer esta tal rede milagrosa? Bom, não tem ele surgido para coisas como o Túnel do Marquês? E não se vai fazer um novo aeroporto e um TGV? Quanto vale o tempo perdido em termos de PIB? E gastar menos combustíveis, baixando a nossa dependência energética relativamente ao estrangeiro, quanto vale para a nossa economia?

Certamente que dinheiro não será fácil de arranjar mas aparecerá, desde que haja vontade política. Esta, sim, é que é difícil conseguir*.

Finalmente, uma animação com o fotos do trânsito na passada semana. Excepto na sexta-feira, não choveu em nenhuma das manhãs, pelo que esse argumento não poderá ser usado para justificar as filas. Que de resto, são as habituais, como poderá constatar quem regularmente use este acesso a Lisboa. Quanto à sexta-feira, a fila era a do costume.

Entrar em Lisboa pela A5


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A luta interna do PSD vista pelo PS



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A luta interna do PSD



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Festa da Música 2008, os números

2006

Festa da Música
(última edição)

2007
Dias da Música I

2008

Dias da Música II

Número máximo de bilhetes

60,000?

34,000?

34,000

N.º de bilhetes vendidos

52,000

30,286

Estimativa do CCB:

34,000x80%=27,200

Preço do bilhete

6.00€

6.00€

6.00€

Receita de bilheteira

312,000.00€

150,613.00€

(receita da bilheteira correspondendo apenas a 82.88% dos bilhetes vendidos)

Estimativa minha:

163,200.00 x 82.88% =

135,260€

Custo da festa

850,000€

Orçamentado: 450,000€

Real: 600,000€

Orçamentado: 600,000€

Contribuição do MC

166,000.00€ (suposição: valor do saldo final)

-77,387.00€ (suposição: valor do saldo final)

48.5% do orçamento = 291,000€

Patrocínios

372,000.00€

Estimativa minha:

372,000.00€

--

Receitas próprias

(bilheteira, patrocínios e alugueres de espaços)

--

--

600,000 - 291,000 = 309,000€

Saldo (coberto pelo MC?)

-166,000.00€

-77,387.00€

?


Faltam números; seria bom que fossem divulgados. Pelo que consegui apurar conclui-se:
  • Venderam-se menos bilhetes, o que não surpreende atendendo à baixa divulgação do evento;

  • Possivelmente, os encargos para o MC aumentaram neste novo modelo, comparativamente à Festa da Música. Mas para confirmar isto teria que algum jornalista o perguntar a Mega Ferreira.


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A corrida à liderança do PSD



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Na política nada se perde, tudo se transforma?

psd reciclavel
Santana em reflexão; Menezes só
perante um tsunami de sms e emails;
Ferreira Leite... sabe-se lá. Somam-se
mais uns quantos reciclados e é esta a
oposição que se arranja. Sócas agradece.


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...


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Porquê?

Hoje o DN traz 6 (seis) páginas (as primeiras seis) dedicadas a José Miguel Júdice. E ainda o destaque na primeira página. Como não tenho pachorra para spins políticos, saltei imediatamente para a página 13 onde Alberto Gonçalves publica aos domingos a excelente crónica "dias contados".


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O PSD das baratas tontas

PSD das baratas tontas


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...


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Dias da Música em Belém 08

Dias da Música em Belém 08, no CCB. Um excelente programa, à altura da anterior Festa da Música. Depois de toda a polémica do ano passado, afinal voltou o anterior modelo, simplesmente com outra organização.

Imperdível: Concerto para Violino e Orquestra, op. 77, de Johannes Brahms. Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção de Michael Zilm e concertino Augustin Dumay (concerto C4, domingo, 17:00).


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Chopin Nocturne Op.27 No.1 (Arthur Rubinstein)



Tem a particularidade da partitura acompanhar a execução. Outros vídeos semelhantes na página deste autor: rmannion.

Continuando na onda de coisas que valem a pena, aqui fica a referência a este texto do Arrebenta: Elogio do Marechal Pétain.


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Opiniões light

Vem este post a propósito do texto no blog Tonibler «Eu passo-me...», de CMonteiro. Segue-se esse texto e o respectivo comentário, demasiado extenso para deixar no blog em causa. CMonteiro procura uma analogia "Mac-esquerdazinha prafrentex" mas escolheu ir pelo sinuoso caminho da tecnologia. O que destingirá essa esquerda-caviar, que eventualmente terá motivado a sua escrita, duma atitude liberal que se fundamente em falsos pressupostos?


Eu passo-me...
... com o já velhinho discurso do PC é lixo e o Mac é que é práfentex. Tão velhinho como uma esquerdazinha prafentex, ecologicazinha e sempre a apontar o dedinho ao grande capital, aqui representado pelo gigante Microsoft, que equipa, sabe-se lá porquê, 95% dos computadores mundiais.

Deve ser o maior embuste da história da história da humanidade, porque a Microsoft, a que pôs o mundo a usar um computador, a que inventou um escritório dentro de um computador com o Office, a que inventou a única e universalmente utilizada folha de cálculo Excel, capaz de fazer a contabilidade de uma multinacional não presta para nada.

O único problema é que 95% dos milhões de pessoas que usa um computador não sabe. Utilizassem eles a merda do Linux (uma cópia do Windows) que passa a vida a crashar, e o Open Office (uma cópia do Office) que tem a porcaria dos comandos mais parvos que se possa imaginar, e não estariam na escuridão informática em que se encontram.

Deve ser cool, dizer-se isto... Mas fosga-se, não me consigo habituar a computadores que não me deixam piratear programas, todos certinhos e alinhadinhos, bonitinhos e carinhos.

Prefiro ser enganado pelo grande capital.



Moda? É então antiga, pois esta sempre foi uma postura comercial da Apple.

"95% dos computadores mundiais"

Inventou este número ou tem referencias? E isto refere-se à informática pessoal ou profissional? Ou ambas? E um servidor (IBM ou Sun, ou wintel, não importa) conta apenas como um computador?

Sobre o embuste, certamente saberá que tinham a Microsoft/IBM o Windows 2.0 (e a IBM o OS/2) quando a Apple tinha o Macintosh, o qual funcionava em (verdadeiro) ambiente gráfico, estava preparado de raíz para funcionar em rede, era vendido com uma suite de software e já suportava fontes Postscript (que a MS depois copiou para as TrueType). Ups, parece que foi a Apple quem meteu um escritório dentro do PC...

De resto, nos longínquos finais dos anos 80, já na minha faculdade tínhamos redes de computadores (Sun e Mac) e já todo o sector de desktop publishing usava Macs em rede. Portanto, onde raio foi buscar essa ideia do Apple não ter uso no meio empresarial?

Quanto ao Linux ser uma cópia do Windows que passa a vida a crashar, bom foi esta a parte que me levou a pensar estaria a brincar. É mais ao contrário, sabia? E porque compara o Open Office (com custo zero) com o MS Office (200+ euros)? A comparação terá que ser feita por outro produto pago, não concordará? Por exemplo, o StarOffice (44 euros).

Sobre quem inventou o Excel (foi a MS), já ouviu falar do Lotus 1-2-3 (anteceu o Excel!)?

Quanto a comandos parvos, já lhe aconteceu ter que editar o RegEdit? Contrariamente aos comandos xUnix, o RegEdit não tem documentação...

Bom, creio que mostrei o meu ponto de vista quanto a passado. E o presente? Este é sem dúvida diferente. O Windows já é uma opção de trabalho (desde o W2000). Mas está longe de ser a única. Aliás nem vejo que vantagem competitiva terá uma empresa de 20,000 trabalhadores em optar por uma solução Wintel. Certamente já ouviu falar do Total Cost of Ownership, TCO... É que por acaso neste aspecto as soluções Wintel não são assim tão vantajosas. Veja-se por exemplo a alternativa Sun Ray, de terminais simples e que até corre o Windows XP. Sim, convenhamos, para escrever uma carta e para um balancete não há melhor do que o MS Office; experimente lá usar o word para compor uma publicação repleta de gráficos, tabelas *grandes* e umas centenas de páginas e cá estaremos para falar.

A MS ganhou a sua cota de mercado por razões comerciais, tal como o VHS ganhou sobre o Beta. Sabe como é que o Office se tornou a plataforma dominante no mundo PC? Quando ainda havia luta no mercado, com a Wordperfect, a Lotus e outros a tentarem não perder posição no mercado, isto nos velhos tempos Windows 3.11/95/98, a MS não teve problema algum em optar por práticas anti-concorrenciais (venham daí esses liberais agora). Nomeadamente, a equipa de desenvolvimento do Office tinha acesso à próxima versão do sistema operativo Windows antes deste ser lançado, o que incluia acesso ao código, informação privilegiada e à própria equipa de desenvolvimento do sistema operativo. Desta forma, conseguia lançar em simultâneo um novo sistema operativo e a nova versão do Office para ele desenhado (agora até se dá ao luxo de lançar o novo Office antes do correspondente Windows...). É certo que a MS criou um programa de parcerias em que dava algum acesso à próxima versão do Windows antes que ele saísse. Mas apenas para parceiros seleccionados (a concorrência directa ficava a ver estrelas).

E se realmente sabe do assunto, lembra-se que o MS Office usava algumas funcionalidades não documentadas no Windows e que lhe trazia uma verdadeira vantagem competitiva em termos de integração software aplicacional-sistema operativo?

Hoje a concorrência no PC (SO+Offices) está realmente quase morta. Mas há um novo paradigma informático a ganhar terreno. E este torna secundário o sistema operativo e a existência duma cópia completa do software por utilizador. Refiro-me ao impacto que as ligações DSL + Internet + Web2.0 + standards abertos + Open Source estão a trazer aos utilizadores no dia-a-dia.

Já agora, não tenho problema algum em afirmar-me utilizador da plataforma Wintel, tanto em termos pessoais como profissionais. Tal como também sou utilizador de outras plataformas, já agora. A vida não é a preto e branco e há que fazer as melhores escolhas em cada momento, com as suas vantagens e desvantagens. Agora o que não vale mesmo a pena é passar uma esponja sobre o passado e pretender que quem desanca na MS o faz por anti-americanismo.


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Crédito alternativo

I-See-19 Tales
A nova lei do divórcio


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T2 para 3



Uma série no ar na Internet. (Frase fantástica, hmm?) Episódios curtos (menos de 5 minutos) sobre a vida de três jovens estudantes (um mais duas) que partilham um T2 em Lisboa.

http://t2para3.sapo.pt/t2para3/play/3


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Blogs a descobrir


Vida das coisas


Bitaites
A Informática é apenas um pretexto




A funda São




Vida de Casado


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Divórcio dá crédito

Público: Lei do divórcio aprovada à esquerda, PSD vota contra
A nova lei prevê que o cônjuge "que contribui manifestamente mais do que era devido para os encargos da vida familiar adquire um crédito de compensação que deve ser respeitado no momento da partilha".
[...]
Esta ideia de "crédito de compensação" [...] foi esclarecida pelo deputado do PS Jorge Strecht.

O deputado que explicou que a lei do divórcio pretende proteger a parte mais fraca e salientou que na sociedade portuguesa é ainda a mulher que mais se esforça no dever de cooperação no casamento, por exemplo, no que toca à partilha de tarefas domésticas.

Sugestão de listagem de créditos para o brilhante deputado Strecht:
Levar o cão à rua=0.5 créditos
Lavar a loiça=1 crédito
Mudar o óleo ao carro=1 crédito
Arrumar as cervejas no frigorífico=2 créditos
Cozer batatas e bacalhau=5 créditos
Aturar leis parvas dos socialistas=20 créditos
Fazer de conta que estes é que são os reais problemas=50 créditos
Acrescentar pitada de esquerda-caviar a leis que podiam ser simples=100 créditos


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Alberto João Jardim e a galinha de ovos de ouro (você)


O dia perfeito, segundo o Kaos.

Cavaco deve gostar de engolir sapos. Há gente assim. Só desta forma se entende o seu silêncio perante mais uma marrada de Jardim nas regras da decência e da democracia.

Já sobre esse sujeito que ocupa o cargo de presidente do governo regional da Madeira, o homem diz impunemente o que lhe apeteça sem daí lhe advirem consequências. O mesmo não se pode dizer da situação inversa, como mostram os recentes casos dos jornalistas condenados em tribunal.

E quanto a políticos? Desde governos a oposição quase todos lá têm ido ao beija-mão. Recentemente foi esse indescritível Menezes e agora Cavaco. Mas o PS também já teve a sua cota. Lembram-se de Guterres e do perdão da dívida fiscal da Madeira? Atente-se neste artigo da TSF sobre as dívidas da Madeira.
«[Segundo Teixeira dos Santos] a Madeira registava, em 2000, uma dívida de 414 milhões de euros, que subiu 290 milhões de euros em seis anos, situando-se em 2006 em 703 milhões de euros. »
e ainda, no mesmo artigo, esta pergunta sem resposta que Luís Fazenda colocou a Teixeira dos Santos:
«Não fez parte da equipa governativa que perdoou a dívida à Madeira sem qualquer auditoria prévia?»
Ah é verdade, Teixeira dos Santos foi secretário de Estado do Tesouro e Finanças no primeiro Governo do socialista António Guterres... E António Guterres é esse mesmo que transferiu 75% da dívida pública da Madeira, 160 milhões de contos, directamente para o Orçamento de Estado, ou seja para o meu e para o seu bolso.

Eu percebo perfeitamente que os madeirenses votem em quem lhes proporciona o ganha-pão. Mas que trunfos tem este homem para conseguir sempre do Estado o dinheiro que precisa para cobrir o despesismo da ilha?


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Ora falemos de previlégios

Não sei o que pensam sobre previlégios. Tem-se falado muito disso ultimamente. Hoje, ao entregar o meu IRS via net, senti que há de facto gente que os tem.








Com que então os juízes precisam duma categoria especial para a sua valorização profissional? Porque não podem ser enquadrados, como os restantes mortais, no contexto das despesas com a educação?

E quanto à aquisição de acções, desculpem lá: se não me sobrar dinheiro para comer, parece-me que não poderei ter este benefício fiscal... Ou seja, se eu tiver muito dinheiro, o Estado ainda me faz um desconto no IRS por eu investir para fazer mais dinheiro? Não sei, mas parece-me que se eu comprar um outro bem para mais tarde o vender com lucro, não me parece que aí o Estado ainda me faça desconto no IRS!

E por falar em impostos, parece que ainda terei que trabalhar mais este mês e o próximo só para os pagar.


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O que poderíamos mudar na educação?

Como por vezes me acontece, alargo-me nos comentários que deixo nos blogues que visito e acabo por os colocar aqui no Fliscorno. Desta vez foi no We Have Kaos In The Garden no seu post Digam NÃO a este acordo.

Vem o texto seguinte no seguimento duma amena cavaqueira com o Tonibler sobre coisas de educação. Resume algumas opiniões que tenho sobre o assunto.


Pessoalmente, penso que isto faria sentido:
  •  Mudar os actuais programas, diminuindo o número de disciplinas. No básico os alunos chegam a ter 16 disciplinas diferentes. E no entanto não sabem fazer contas nem expressar-se pela escrita.

  • Os pais têm que ser responsabilizados pela indisciplina dos seus filhos, como se faz no Reino Unido. Basta um ou dois alunos por turma - e certamente que todas os têm - para destabilizar toda a turma, desviando a atenção do professor do ensino para a disciplina na sala de aula.

  • Os professores têm que ser avaliados regularmente, talvez com algo simples como isto: comparar as notas dos alunos em exames nacionais (que contem para a nota dos alunos!!!), enquadrando-as no contexto da escola. Desvios padrões acentuados certamente serviriam para identificar professores *potencialmente* baldas.

  • O ensino único e igualitário não faz sentido. Nivela por baixo para que possa ser igualitário. As pessoas são diferentes e nem todos quererão ser doutores ou engenheiros.

  • Tem que se acabar com esta praga de mudar o rumo da educação de cada vez que muda o governo. Além disso, as mudanças a acontecerem não podem ser feitas de rompante como até agora. Onde já se viu iniciar um processo de avaliação a meio do ano lectivo sem sequer estar ainda completamente definido? Esta situação de um ou dois iluminados no ME decidirem mudar por acham que eles é que estão certos tem que acabar. Não estamos a falar de aumentar ou baixar o IVA. É a preparação duma geração inteira!

  • Devem-se criar nas escolas espaços de trabalho (gabinetes?) para os professores, por forma a que possam lá fazer o seu horário de trabalho e com os recursos da escola. Penso que isto fará sentido para aproximar os alunos e os professores fora do contexto da sala de aula.

  • E o ME precisa sem dúvida de deixar de encarar os professores como o alvo a abater. Não pode haver mudança bem sucedida sem a intervenção de todos. Neste aspecto gostaria de ver criada uma ordem profissional que representasse todos os professores e que seria o interlocutor dos profs com o ME nas questões educativas. Aos sindicatos as questões laborais, à ordem as questões educativas. No actual contexto, com que representatividade vão os sindicatos dizerem que estão a falar em nome dos profs? Acaso colocaram as suas moções a escrutínio?

Bom, saliento que não sendo professor nem "especialista" em educação poderá muito bem acontecer que esteja a dizer (escrever!) uma série de parvoíces.


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Jaime Silva sobre a lei das partilhas ou essas ideias de Estado omnipresente e omnipotente (II)

Sobre essa ideia peregrina de Jaime Silva sobre a lei das partilhas ou essas ideias de Estado omnipresente e omnipotente, Eva deixou um comentário que eu gostaria de ter escrito:

O revivalismo parece estar em moda. E, ou é impressão minha, ou este senhor andou a rever determinadas lei antigas para se inspirar e fazer tão brilhantes declarações? Refiro-me à Lei das Sesmarias, de D. Fernando, promulgada em 1375, que obrigava entre outras os donos da terra a trabalhá-la e a fazê-la produzir sob pena de ser confiscada. O senhor parece que esqueceu de ler a lei dos morgadios, dos liberalistas, que veio pôr fim à tradição de só os filhos mais velhos (os morgados) terem direito à herança, passando todos os outros a poder herdar na mesma proporção. Assim, lá foi a terra sendo retalhada. A importância social desta medida foi de ordem que há historiadores que a consideram das leis mais socialistas feita em Portugal. E como é com bom “xoxialismo” que estamos a ser governados…


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Messagem que a TMN está a enviar a alguns dos seus clientes

"Dá-me o telemóvel já!!! Foi um escandalo e já o podes ter como toque no teu tlm. Vais surpreender, toda a gente vai rir!!! Envia Real Aluna ao 3456 (4€/sem)"

Sou só eu a achar ou isto é uma atêntica falta de gosto por parte da TMN?


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Fumo branco

I-See-19 Tales
Subtítulo: dividir para reinar, a velha estratégia política.

gracinhas anteriores


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Carlos Reis vs. Vasco Graça Moura

Carlos Reis para Vasco Graça Moura no Prós & Contras:
- Não se percebe nada do que diz e olhe que não sou surdo.

Este homem é um mal educado.




Além disso também é um arrogante bem convencido de si próprio. A tal ponto que na sua cadeira na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra chumbava sistematicamente os alunos nos tempos em que por lá estudei (noutra faculdade). Os alunos não reprovavam por ele ser mau a ensinar, note-se. Simplesmente chumbavam por estes não estarem à altura do seu brilhantismo, claro.


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A avaliação dos tostões

O Estatuto da Carreira Docente serviu para criar um patamar salarial com acesso limitado. Gestão de pessoal, portanto.

O projecto de avaliação dos professores serve para regulamentar a forma de acesso a esse patamar criado pelo ECD. Gestão de pessoal, novamente.

Muito latim se tem gasto sobre a qualidade do ensino, avaliação profissional e sobre pedagogia quando na verdade apenas a gestão salarial está em causa.

Tenho aqui escrito que esta maioria, sendo absoluta, poderia ter elaborado um plano de longo termo mas não o fez. Referia-me, claro, a um plano para melhorar o ensino. Porque o ME tem um plano mas é financeiro: com o ECD e a nova avaliação dos professores, a longo prazo os gastos com salários vão baixar consideravelmente. Bastar atender que o acesso ao tal patamar mágico de Titular, onde se ganha mais, depende de quotas, as quais dependem das orientações do ministério das finanças.

Tanta conversa sobre educação quando bastava falar dos tostões.


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Dicas para o blogger

Bem, hoje o tema é diferente. Encontrei uma nova funcionalidade no blogger (publicar em data futura) e aproveito a embalagem para deixar umas dicas.

  1. Publicar em data futura
    Imaginem que pretendem fazer um post que só seja publicado em certa data. Por exemplo, usar um dia do fim de semana para publicar todos os posts da semana seguinte; ou ter horas certas para publicação (fidelização de audiência). Já existem plataformas de blog que fazem isto mas no blogger ainda está em testes. Por isso:

    a) em vez de entrar no blog como hábito, fazer o login por este endereço: http://draft.blogger.com/

    b) iniciar a escrita do post e abrir as opções (Post Options / Opções da mensagem);

    c) colocar a data de publicação. Ficará online quando essa data for atingida.

  2. Aumentar a probabilidade dum texto ser encontrado pelo Google
    Se clicarem no título deste post e observarem o endereço que fica no browser, verão que o título do post não corresponde ao endereço. O blogger cria automaticamente o endereço do post (URL) a partir do respectivo título. Ora acontece que as palavras nos URL têm peso elevado no motor de pesquisa, pelo que isto tem duas desvantagens:

    a) se o título contiver caracteres portugueses (acentos, cedilhas, ...), estes simplesmente não farão parte do URL. Isto diminui as possibilidades do post ser encontrado pelo Google;

    b) se se quiser usar um título mais criativo que não inclua palavras chave do texto, isto diminui as hipóteses do post ser encontrado.

    Para contornar este inconveniente, colocar no título do post as palavras chave do artigo (sem acentos nem cedilhas: usar "C" em vez de "Ç"; "A" em vez de "Á"; etc.), publicar e depois voltar a editar o post. Colocar então o título definitivo.

  3. Outras técnicas para ajudar o Google
    i. Quando no decorrer do texto se focar algo que já foi abordado no blog, colocar um link. Como este: sobre a precariedade laboral.

    ii. ao incluir imagens, editar o HTML e preencher o campo alt. Exemplo:
    <img src="......"     alt="preencher aqui">

    iii. Gastar algum tempo a registar o blog em directórios de blogs.

  4. Coerência temática
    Procurar manter o blog focado numa temática constante ou então claramente organizado segundo as temáticas abordadas. Um novo visitante gastará apenas breves segundos a para decidir se o blog lhe interessa. Voltará se encontrar um assunto que lhe interesse e esperará encontrar mais sobre esse assunto. Este post é nitidamente uma ilustração do que não se deve fazer: escrever sobre informatiquíces num blog de política! LOL

Publicado no Klandestino e no Fliscorno.



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O Ministério das Urgências

Quem se der ao trabalho de olhar para a calendarização das mudanças preconizadas pelo ME verá que o tempo decorrido entre o seu anúncio e a respectiva entrada em vigor tem sido o de escassos meses, frequentemente durante o mesmo ano lectivo.

Tudo é urgente e de aplicação imediata pois a alternativa é o caos. Nunca há tempo para planeamento e reflexão. Este processo de avaliação tem sido apenas mais um episódio desta sina.

O certo é que governo após governo, cada special one que passa pelo ME faz os seus remendos nesta manta de trinta e tal anos. Um governo com maioria absoluta poderia ter estabelecido um plano consistente e realizável em mais do que uma legislatura. Porque não o fez?

Finalmente, atente-se ao facto do ME ser de facto a entidade patronal e os professores os empregados. A inexistência de processos disciplinares por incumprimento sublinha a realidade de que, para o bem e para o mal, o actual estado da educação resulta da aplicação das políticas definidas pelo ME.


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e-mails violados na AR?!

e-mail opener


gracinhas anteriores


Poderia abordar uma série de questões técnicas sobre esse assunto dos e-mails abertos antes de serem lidos. Mas para quê procurar explicar que e-mails não são cartas quando são as luzes da ribalta que preocupam o autor desta parvoíce? Caro António Galamba, se está tão preocupado com a inviolabilidade dos seus e-mails, deixo-lhe três letras: PGP.


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Violação no Parlamento?

No Público: Deputados queixam-se de violação de "e-mails" no Parlamento. Esperemos que sejam e-mails com mais de 18 anos!




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Jaime Silva sobre a lei das partilhas ou essas ideias de Estado omnipresente e omnipotente

Ouvi ontem na Antena 1 e ainda me custa acreditar.

O Ministro da Agricultura acha que é tempo de mexer na lei das partilhas por forma a que terrenos agrícolas deixados em herança apenas possam ser divididos entre os herdeiros caso a área não seja inferior a um certo limite.

Diz que é para combater o abandono da agricultura.

Uma pessoa paga impostos uma vida inteira. Com o que consegue poupar compra um pedaço de terra e, só por isso também paga impostos, mesmo o fazendo com o dinheiro que sobra depois de pagar outros impostos. Ainda assim não será dono do terreno pois a qualquer altura poderá ser expropriado a Bem da Nação, recebendo uma ninharia em compensação. Um dia morrerá e, para deixar este bem que já pagou impostos e mais impostos, os herdeiros ainda pagarão mais impostos para obter a respectiva posse. E agora o ministro da agricultura acha que o Estado ainda tem que meter o bedelho permitindo ou negando a partilha do terreno.

Alguém que explique a este imbecil que as pessoas abandonam a agricultura porque têm essa opção de escolha. Porque podem ter outras prioridades na vida. Porque a vida de agricultor em Portugal é dura e pouco compensadora. Porque a agricultura de subsistência não consegue competir com as agriculturas industrializadas da Europa ou com a da mão de obra a custo quase zero da Ásia.

Agora pretender que limitar a partilha de terrenos servirá para evitar que as pessoas abandonem a terra é pura cretinice. Sentirá Jaime Silva necessidade de falar sobre algo para fazer prova de vida? Assim, mais vale estar calado.


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Moedas de 2.5€

No Blasfémias:
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 64/2008, hoje publicada, autorizou a INCM a cunhar e comercializar cinco novas moedas comemorativas, uma das quais dedicada aos Jogos Olímpicos de Pequim, com o valor facial de dois euros e meio, que apenas podem ser usadas para pagamentos em Portugal [as outras moedas são: uma dedicada ao Centro Histórico do Porto, outra ao Alto Douro Vinhateiro, uma dedicada ao Fado e uma última "Contra a Indiferença" (esta valerá apenas um euro e meio)].
De acordo com a mesma Resolução, o Instituto do Desporto de Portugal, I. P. receberá, para financiamento dos custos de preparação e das deslocações das equipas e delegações olímpicas nacionais, 50 % do diferencial entre o valor facial e os correspondentes custos de produção da moeda dedicada aos JO. Digam lá se não é uma excelente ideia esta de cunhar moeda para pagar despesas extra, aproveitando a diferença entre o valor facial e os custos de produção.

Creio que a seguir vai sair uma edição especial para acabar com o défice. Como se fazia antigamente, nos tempos do escudo!


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À volta de Munique


Immenstadt, a 150Km de Munique



Koenigsee
Neste lago, desde os princípios do século XX que apenas nele circulam barcos eléctricos (para não poluir as águas)



Eagles Nest, Koenigsee
Hitler construiu este refúgio com vista sobre o Koenigsee. Acessível apenas através dum elevador escavado na montanha.



Andechs
Localidade famosa pela sua cerveja, a Andechsbier, produzida, como não podia de ser, por monges.


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Coelho na Mota-Engil

Olhando para o perfil de Jorge Coelho tenho que concluir que é o homem certo para a Mota-Engil. Larga experiência política e profunda influência no partido que actualmente suporta o governo. Assim se fazem negócios em Portugal.

Um texto interessante:

Diário Económico: Metade das grandes empresas tem gestores que já foram políticos
[...]Ao todo, metade das vinte maiores empresas nacionais têm administradores que ocuparam cargos no Executivo. Olhando para os vinte CEO, só cinco assumiram funções em governos liderados pelo PS e PSD.

Contactados pelo Diário Económico, Pina Moura (antigo ministro das Finanças e actual presidente da Média Capital e da Iberdrola) e Manuela Ferreira Leite (administradora do Santander e também ex-ministra das Finanças) recusam-se a falar sobre o tema. Falou Mira Amaral: “O Paulo Teixeira Pinto quando chegou ao Governo nem sabia o que era um banco e o Pina Moura o que era energia”
[...]
A Cimpor é um caso paradigmático. “A maioria do conselho de administração da Cimpor passou pelo Governo, mas não me recordo de todos”, conta fonte oficial da empresa, que sublinha o facto de esta ter pertencido ao Estado[...]

Boa sorte no seu novo emprego. Junta-se ao seu ex-secretário de Estado Luís Parreirão (aquele que o co-adjuvou na pasta das obras públicas que viria a atribuir duas Scut à Mota-Engil), ao ex-ministro Valente de Oliveira (PSD) e a Lobo Xavier (CDS).


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Jorge Coelho, perfil dum político discreto

Querendo perceber que currículo tem Jorge Coelho para que fosse escolhido pela Mota-Engil para seu CEO, deparei-me com a quase inexistência de informação publicada na net sobre este destacado socialista. Desde o portal do governo, passando pela Assembleia da República, pela Wikipédia e pelo próprio PS, sem descuidar blogues e outras páginas de cariz mais pessoal, o facto é que o mundo digital parece varrido dos factos de vida deste homem. Curioso, não acham? Eu achei. Alguém tão destacado e simultaneamente tão discreto.

Enumero aqui alguns dados dispersos que encontrei.

Jorge Coelho
  • Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho

  • Nasceu em Viseu, a 17 de Julho de 1954

  • Licenciado em Organização e Gestão de Empresas (Universidade Técnica de Lisboa)

  • Militante do Partido Socialista, membro do secretariado nacional, membro da Comissão Política Nacional e da Comissão Nacional do PS, Coordenador da Comissão Permanente do PS (cargo de homem forte da máquina partidária, que desempenha na presente data e que pretenderá manter, segundo declarações que terá prestado ao Correio da Manhã)

  • Chefe de gabinete do secretário de Estado dos Transportes no IX Governo Constitucional (1983 a 1985)

  • Deputado à Assembleia da República pelo Partido Socialista (1987 a 1995)

  • Chefe de gabinete do secretário de Estado adjunto dos Assuntos Sociais, Educação e Juventude do Governo de Macau (1988 a 1989)

  • Secretário adjunto para a Educação e Administração Pública do Executivo de Macau (1989 e 1991)

  • Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) (1994 a Novembro de 2000)

  • XIII Governo Constitucional (este governo esteve em funções de 28-10-1995 a 25-10-1999):
    - Ministro Adjunto (1995 a 1997)
    - Ministro da Administração Interna (1997 a 1999)

  • XVI Governo Constitucional (este governo esteve em funções de 25-10-1999 a 06-04-2002):
    - Ministro Adjunto (1995 a 1997)
    - Ministro de Estado e do Equipamento Social. Na pasta das Obras Públicas atribuiu à Mota-Engil as concessões de duas Scut. Demitiu-se em Março de 2001 em consequência do acidente de Entre-os-Rios, momento em que proferiu algumas afirmações lapidares:
    «não ficaria bem com a minha consciência se não o fizesse»
    «a culpa não pode morrer solteira»
    «Não brinco com coisas sérias»
    «ando na política há muitos anos»

  • Eleito Membro do Conselho de Estado (2004-???)

  • Ex-consultor das empresas Martifer, Visabeira e Novabase

  • Administrador da CONGETMARK

  • Professor Convidado da cadeira de Comunicação Pública e Política no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM)

  • Professor Convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP)

  • Responsável por várias campanhas eleitorais do PS

  • Autor da célebre frase «Quem se mete com o PS leva»

  • Comentador televisivo (Quadratura do Círculo, SIC)


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Jorge Coelho CEO da Mota-Engil

Procurava algumas palavras para escrever sobre Jorge Coelho ir para a Mota-Engil mas encontrei-as no Jumento:

http://jumento.blogspot.com/2008/04/umas-no-cravo-e-outras-tantas-na_06.html
JORGE COELHO: UMA VERGONHA

«Jorge Coelho atribuiu mais de mil milhões de euros em concessões rodoviárias a consórcios liderados pela Mota-Engil enquanto ministro. E agora prepara-se para liderar aquela que é a maior construtora portuguesa. Ilegal? Não. Mas levanta questões de ética e de potenciais conflitos de interesses.» [Diário de Notícias]

Parecer:

Dizer que Jorge Coelho está afastado do governo há sete anos para justificar a sua entrada na Mota-Engil só merece uma gargalhada, o ex-dirigente tem mais força nas decisões do executivo do que a maioria dos seus ministros.



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Surf no Englischergarten

Englischergarten München
Englischergarten, o Jardim Inglês em Munique



Esta pequena cascata, resultante de um desnível do canal artificial que trás ao Englischergarten água vinda do Rio Isar, era o local onde os surfistas locais podiam, até há pouco tempo, aproveitar uma onda resultante da queda para uns breves momentos de acrobacias. Terminavam, inexoravelmente, em desequilibro seguido de mergulho, dando lugar ao seguinte actor para este palco de uma só personagem.

Dado o nível de dificuldade apresentado, por vezes ocorriam acidentes, tendo a autoridade local decidido agir. Consideraram proibir a prática de surf neste local mas isso implicaria ter alguém para o vigiar, trazendo custos permanentes. A solução encontrada foi fazer obras no canal por forma a remover as condições que geravam a onda, aí deixando de ser possível o surf.

Culturas diferentes, atitudes diferentes. As leis que os alemães fazem implicam também os meios para as fazer valer e, perante um problema, não se faz simplesmente uma lei, pretendendo que este se auto-extinga.


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Rebobinando


Straubingerfest, a festa da cerveja em Straubing

De face escarlate, com os cinco dedos marcados pela estalada que acabara de levar em consequência de sinais mal entendidos no ambiente escuro que nos rodeava e que tornava difícil notar o sobre-olho franzido após voluntariosamente ter estendido os beiços ao beijo que dava por certo quando os seus lábios se abriram num sorriso incentivador que poderia ter resultado do piscar de olhos que lhe dirigira entre duas passadas gastas no breve percurso entre as nossas mesas, tenho que admitir: quando uma mulher sorri na nossa direcção, pode ser simplesmente porque ela se pôs a jeito de ser osculada pelo namorado.


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Residenz München

Residenz Munich
Residenz em Munique: traços da guerra

O Residenz é um museu de Munique (mais). Tal como a restante cidade, entre 45% a 70% foi destruido pela guerra (as opiniões variam!). A composição da imagem a cima resulta duma foto estava na galeria quando a visitei e de outra no seu actual estado.

Quando da reconstrução de Munique, houve duas correntes. A dos Modernistas queria transformar a cidade num exemplo da então moderna arquitectura, o que significaria enormes edifícios marcados pelo betão, vidro e aço. Os Conservadores, por outro lado, preferiam voltar a ter a cidade como ela era antes da guerra. Depois de acesa discussão, ganharam os últimos, quase em toda a linha. Excepção para o Kaufhof e de mais um ou outro exemplo. Creio que ganhou a abordagem certa, como se pode avaliar pela imagem ao lado. Não por ter sido a vontade dos conservadores a ir para a frente mas por a cidade se ter tornado num local
onde se transpira bem estar.

Tradições à parte, algo ficou por reconstruir, a bem da memória futura. Uma das paredes duma igreja na rua Kaufingerstrasse, bem no coração da cidade, ficou no mesmo estado com que estava depois da guerra, com os buracos das balas à vista. Mas isto levar-nos-ia ao tema dos alemães e a guerra, o que ficará para outras núpcias.


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Hofbräuhaus München

Hofbräuhaus München
Hofbräuhaus München

"Italienisch?", perguntou ela ao dar-me o menu do dia. "Nein, Portugiesisch", respondi eu notando que um discreto compor das bolas acaba por ser denunciador. "Quero, porco", o que me causou problemas face ao uso indevido das vírgulas. Gramei com uma truta salmonada, que é a versão "mijar fora do penico" no mudo da água doce. O repasto correu de feição até eu a corrigir dizendo "é ossos" quando a bela bávara disse "até te chupava a espinha". Só anos mais tarde percebi que o meu insuficiente alemão deturpou o aviso "tem espinhas", o que foi realmente pena já que teria evitado beber de seguida três canecadas de cerveja, quando na verdade era pão que a empurraria para baixo. Permitiu-me ao menos sair sem pagara conta sob pretexto de urgente ida ao talho. Não acabei de ler foi o conto dos "Efeitos imediatos". E ainda bem , que aquilo ainda afecta uma pessoa.


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Piadas de informático

Há 10 tipos de pessoas no que respeita a informática: as que entendem e as que não entendem binário.


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Dia das mentiras

Quando for grande quero ser político.


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Dia das mentiras

Existe oposicao em Portugal.


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Dia das mentiras

O défice baixou devido à diminuicao da despesa pública.


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Dia das mentiras

O Ministério da Educacao está mais preocupado com o sucesso educativo do que com as respectivas estatísticas.


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Dia das mentiras

O PEV é um partido por si mesmo.


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Dia das mentiras

Francisco Louca também tem propostas que nao sejam fracturantes.


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Dia das mentiras

O PCP nao tem problemas com quem se desvie do pensamento oficial.


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Dia das mentiras

Luis Filipe Menezes é um exemplo de coerencia.


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Dia das mentiras

Paulo Portas nao está no parlamento por causa do caso Portucale.


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Dia das mentiras

O Sócatres nao é mentiroso.