a política na vertente de cartaz de campanha

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PGR: comunicadomania

Na página da PGR existem quatro comunicados referentes a 2009.

10-Janeiro Caso Freeport
29-Janeiro Caso Freeport
09-Fevereiro Resolução do CSMP
31-Março Comunicado

Todos eles são sobre o Caso Freeport. Quando o PGR faz um comunicado sobre o processo Freeport, isso é ou não é uma forma de pressão sobre quem investiga o caso?


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Manifesto Anti-Sócrates



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Burro de carga

Palavras do Ministro dos Subsídios, Vieira da Silva, hoje na Antena 1: por dia, o estado está a fazer pagamentos em prestações sociais no valor de 20 milhões de euros. Acreditando nestes números, isto são cerca de 600 milhões por mês. Ou cerca de 7.3 mil milhões de euros por ano.

Qual é o número de contribuintes em Portugal? Ora aqui está um dado que tive dificuldade em arranjar. Segundo o site do PS, «o número de contribuintes em 1998 foi de cerca de 3.5 milhões» (citando um artigo publicado no Acção Socialista - 27.01.2000). Bom, isto é um número com 11 anos mas a população portuguesa tem-se mantido estável e, além disso, não pretendo exactidão - apenas uma ordem de grandeza.

Portanto, fiquei a saber que hoje paguei a módica quantia de 5.71 € em prestações sociais. Fico também a saber que, ao fim do mês terei pago 171.43 € em prestações sociais. E que ao fim de um ano terei pago 2,085.71 € em prestações sociais. Números aproximados, note-se.

Atendendo a que a única prestação social que recebi até agora foi o abono de família em criança (migalhas) e que, como tudo leva a crer, quando chegar à reforma é mais do que possível que não haja dinheiro para ela, estou a ser um pagador líquido das benesses de uma multidão.

Solidariedade? Ah pois, a vida custa a todos. Custou-me chegar aqui e custa-me ficar aqui. Custou-me e custa-me porque me exigiu e exige esforço e trabalho. Não me sinto especial. Por isso, se aqui cheguei, porque não podem outros fazer o mesmo?

A solidariedade é muito bonita, especialmente quando não é paga pelo próprio.


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Campanha branca

Sócrates considera que ministra da Educação fez bem em "nunca ceder"

E a manta de retalhos em se transformou a palhaçada da avaliação não conta? Depois há tipos com lata para falarem em campanhas.


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Duas perguntas de algibeira

1. A Justiça é ou não um assunto de Estado?

2. Porque é que há décadas não há governo que acabe com a dormência da justiça?

No meu entender, as respostas são óbvias. As obras e os subsídios
compram mais votos do que uma justiça eficaz. Além disso, uma justiça
que não funcione permite muito mais facilmente governar a vida e
arranjar financiamento partidário. O qual permite ganhar eleições sem
que se volte a mudar uma palha na justiça. Simples.

Os portugueses aceitam e votam nestes políticos, logo têm o que
merecem. Por empatia, desculpam-nos como o fazem a quem dá o golpe à
sua frente na fila do trânsito: mesmo que buzinem, no fundo admitem
que poderiam estar no papel inverso.



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A fantasia dos bilhetes TGV Lisboa-Madrid a partir de 10 euros

Na Easyjet, como se pode ver nas imagens: Lisboa-Madrid, bilhetes a partir de 9.49€ (taxas incluídas).

Ao que parece, segundo o IOL, e já repetidamente anunciado pelo Governo:

TGV: bilhetes a partir de 10 euros

Lisboa-Madrid vai custar 100 euros e Lisboa-Porto 40 euros


(e também no CM, no Diário Económico e mais nuns quantos)

Isto é, o preço mínimo de um serviço a criar e que nos custará uma fortuna - paga por nós e por quem vier - fica sensivelmente ao mesmo preço mínimo de um serviço que já existe e que não precisa de um tostão de investimento.

Quanto ao preço médio dos bilhetes, que dizem andar pelos 100 euros, continua a dificuldade em competir com o preço médio da viagem de avião. Isto sem olhar ao ao custo de investimento para ainda dar alguma hipótese ao TGV!

Depois há ainda essa duplicação da linha do norte para fazer o regional Lisboa - Porto. Atendendo às paragens intermédias previstas para Leiria, Coimbra e Aveiro, só em pequenos percursos será possível atingir a velocidade de pico. Vale a pena rasgar o país novamente ao meio, gastar outra fortuna, duplicar a actual linha de alta velocidade para ganhar meia hora e gastar os mesmos 40 euros num bilhete?

É isto o auspicioso futuro com que os nossos cobradores de impostos nos acenam? Que se lixem os simplex e as modernidades, prefiro então o presente.

Dirão alguns: ah e tal, o TGV é mais ecológico. Mas será melhor não esquecer que o TGV não anda a ar! A electricidade tem que vir de algum lado e, por mero acaso, grande parte da produção vem da energia fóssil.


PS: atente-se na mensagem de erro na última imagem. Aparece ao pretender fechar a página da CP, depois de ter clicando numa das viagens. Operação proibida? Há atitudes em certas empresas que nunca mudarão.


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Revelam-se as verdadeiras razões para os chips nas matrículas

Ministro do Ambiente admite portagens para entrar nas cidades de carro

Outras que veremos em breve:
  • cobrança automática de estacionamento na via pública;

  • entrada em cidades ou em zonas específicas das cidades;

  • SCUTs;

  • ICs e vias rápidas actualmente sem portagens;

  • portagens diferenciadas em função do dia / hora / local (exemplo: pagar uma taxa para entrar em Lisboa ao domingo e outra à segunda-feira).
O carro e os custos associados é - e continuará a ser - das maiores fontes de receitas (impostos) para governos comilões.


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A caminho da URSS *

Estado suportará 90% do salário dos trabalhadores que fizerem formação profissional

Parece que na URSS o sistema ruiu. Cá, depois das eleições, vai correr muito melhor.


* ou campanha eleitoral paga com impostos


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Caminhos feitos com grosas

Vasco Pulido Valente, hoje no Público:

«Entre o gabinete do coordenador de Segurança e o MAI, o Relatório de Segurança Interna foi estranhamente alterado. Um exemplo: segundo o relatório, o número de "ocorrências" (presumo que de carácter ilícito) no interior e no exterior da escola aumentou em 2008 18 por cento; segundo o MAI, e a sra. ministra da Educação, não aumentou "mais" do que 14 por cento. Não há estatística que não diga o que lhe querem fazer dizer, mas seria simpático que o MAI e a sra. ministra de Educação nos viessem explicar o que pretendem fazer dizer a esta estatística em especial e por que razão atribuem tanta importância aos 4 por cento que mandaram desaparecer ou que desapareceram por si para deleite do Governo. Para qualquer pessoa, 14 por cento já é suficientemente mau e 18 por cento não excitaria de certeza o sentimento de que não existe segurança na escola. Sobretudo, quando a televisão e os jornais contam quase dia a dia histórias de uma violência crua: o professor esfaqueado, o professor agredido, o professor ameaçado (em vídeo) por uma pistola.
Mas suponho que a dra. Maria de Lourdes Rodrigues tem uma capacidade única para se consolar (pelo menos, 4 por cento) da catástrofe em que afundou o sistema de ensino e que o MAI, talvez por uma questão de princípio, nunca admite o fracasso de operações da "casa", como a operação Escola Segura, que, com a criminalidade a crescer a 18 por cento, ficaria com muito má cara e, a 14 por cento, fica pouco acima da média da incompetência nacional, o que não envergonha ninguém. De qualquer maneira, nem os partidos políticos, como o CDS, nem o próprio Sindicato dos Profissionais de Polícia acreditam no relatório de segurança e os portugueses continuam a engolir a ficção de Portugal que o sr. primeiro-ministro acha que eles merecem.

Sucede que, apesar das contorções do MAI, não resta a menor dúvida de que a criminalidade, e não só a escolar, de 2008 foi a maior desde 1998 (o que não significa quase nada, porque o público deixou de se queixar à polícia) e de que o plano de "reestruturação das forças de segurança", tão propagandeado pelo eng. Sócrates, teve um efeito deletério. Em 2008, houve (que se saiba) mais 24.000 casos de crime violento (11 por cento) e armas de fogo começam agora com frequência a ser usadas, mesmo em pequenos delitos, por gente muito jovem. Claro que o Governo não vê nisto qualquer motivo para se acusar e em 2009 outro relatório, devidamente empacotado, sossegará o país.


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Educação inclusiva

Os do CCB têm uma educação inclusiva: não deixar ninguém de fora.


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Um apagão perto de si

earth day

gracinhas anteriores


Tudo começou numa campanha e alastrou à matéria, que agora também se tornou negra. Ainda não há reacções oficiais mas aqui no Fliscorno, nós sabemos. Foi naquela experiência no CERN em que ligaram o Grande Acelerador. Os circuitos de tunning, comprados numa loja de Massamá, estavam optimizados para a Vasco da Gama e, naturalmente, baralharam-se nos túneis da Suíça. Quando em Setembro do ano passado o disjuntor do acelerador ligou a fase ao neutro, um problema na ligação à terra criou uma disrupção cerebral na classe política portuguesa e fez o processo Freeport sair da gaveta, largando uma nublosa de poeira maior do que a Via Láctea que atingiu o Sol em cheio e a TVI em particular. Desde então, tem a campanha da matéria negra alastrado e hoje tornou-se mundial com o Cristo-Rei de Almada a ficar às escuras durante uma hora. Antecipa-se que a selecção da bola também adira à iniciativa e, é garantido, Portugal continuará sem ideias brilhantes, já que consomem electricidade demais para o novo designío nacional dos painéis solares anti-crise. Há uma campanha negra a decorrer, sim senhor, ele tem razão e sabe do que está a falar. Alguém, por favor, que acenda uma velinha.


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Sua Excelênca, o Primeiro-Ministro atrasado

Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB

«Plateia da sala de espectáculos de Lisboa reagiu com indignação ao atraso do primeiro-ministro e da jornalista Fernanda Câncio, que adiou meia hora o início da ópera Crioulo.

O primeiro-ministro, José Sócrates, e a jornalista Fernanda Câncio receberam uma vaia geral quando entraram esta noite atrasados no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB). É que os espectadores ali presentes não gostaram de ter de esperar a chegada de Sócrates para se dar início à ópera Crioulo, que por causa do sucedido atrasou meia hora.

A ópera de António Tavares e Vasco Martins - cuja estreia fica marcada pela indignação de uma sala cheia -, está em cena hoje e amanhã.» No Expresso Online


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O ministério que funciona ao contrário

Ministério investiga escolas sem casos de violência


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Coitadinhos e professorzecos

«A oposição está preocupada com os que não cumprem. Com o que vai acontecer aos coitadinhos que não cumprem a lei", ironizou o secretário de Estado Adjunto e da Educação(...)?

«"Face à incapacidade dos deputados, importar-se-ia de ler o artigo da lei que torna obrigatório a entrega dos objectivos individuais. E o artigo que diz que o conselho executivo pode substituir o professor na realização desse procedimento", pediu, por exemplo, a deputada Luísa Mesquita, sem obter resposta


Se estes idiotas tivessem vergonha na cara abandonariam o cargo depois desta infeliz atitude. Depois há aquele que faz o choradinho que é insultado nas manifestações de rua. Palhaçada.


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Big Show Parlamento

Depois da governação Powerpoint, inaugura-se hoje o Big Show Parlamento. Desapareceu também a possibilidade de um sismo mandar aquilo a baixo de vez, o que dizem ser uma vantagem.


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Poker dos nomes

Momentos Polaroid - Poker do Provedor de Justiça

PS só leva a votos Jorge Miranda
se tiver garantia prévia de aprovação


gracinhas anteriores


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Louvores

Foto feita em 2005, depois do grande incêndio que alastrou por Louriçal e arredores

Que arda tudo até nada restar
. Vivam os incendiários e o estado que não limpa as matas. Louvores às empresas de meios aéreos e ao seu negócio. Dêem-se graças ao tempo quase quente que já permite incêndios.

Das cinzas nada nascerá mas também nada mais arderá!


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Economia socialista.

Como contribuinte, sou dono de 50% da economia nacional e, no entanto, não ganho um tostão com isso. Bem pelo contrário, só me deixa mais pobre.


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E o tal "mais rendimento disponível"?

Citando Sócrates:

Ah e tal, ninguém podia prever uma crise desta dimensão, têm-se desculpado dos do governo. No entanto:


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O primeiro ministro Freeport

O Google não sabe tudo mas sabe o que as pessoas mais procuram. O Primeiro-Ministro Sócrates arrisca-se a ficar conhecido como o primeiro ministro Freeport.