a política na vertente de cartaz de campanha

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Dr. Strangelove Almeida

dr strangelove almeida

Confap quer lançar TV online para pais no próximo ano lectivo

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Vital perde em casa



No SOL, uma notícia irrelevante*:
Segundo a acta da Comissão Eleitoral para as Eleições do Conselho Científico da FDUC, Vital Martins Moreira não colheu qualquer voto e ficou em último lugar nas preferências dos docentes da faculdade.

A votação realizou-se terça-feira, 2 de Junho. Entre os candidatos contavam-se todos os docentes doutorados que não tivessem declarado indisponibilidade para concorrer a um lugar no conselho científico.

Vital Moreira não manifestou indisponibilidade para continuar naquele órgão para o qual foi eleito em 2006, apesar não ter comparecido a qualquer reunião do conselho durante dois anos.

Nesse período, o constitucionalista também acumulou faltas injustificadas às aulas e não apresentou sumários da lições, como a lei exige. No entanto, Vital não foi alvo de qualquer processo disciplinar.

*mas que me deu para uma risota. Afinal, o moralista que bate nos profs é como os outros.


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Eleições europeias 2009: o meu cartaz

Cartaz eleições europeias 2009

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O que penso dos diversos partidos com assento parlamentar (PS, PSD, BE, PCP, PEV, CDS) já o escrevi em 2007. Dos novos conheço pouco. Quando Outubro chegar devo ter alguma opinião. E agora, como votar? Estes 6 grandes não me inspiram confiança, já que todos têm a suas histórias. Dos pequenos, mesmo pouco sabendo, sei o suficiente para fugir a sete pés de uns quantos. Adivinho um sábado de muitas leituras para me decidir.


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Sondagens eleições europeias 2009





Resultados de 10 sondagens e gráfico evolutivo com as flutuações nas intenções de voto ao longo dessas 10 sondagens. Sondagens publicadas entre 19 de Abril e 03 de Junho.

Fonte: dossier eleições 2009 do Público

Adenda: sondagens de 5 de Junho publicadas aqui.


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Boletim de voto europeias 2009

São 12 partidos e uma coligação que se apresentam às eleições europeias:
  • Bloco de Esquerda (B.E.)
  • CDU - Coligação Democrática Unitária PCP-PEV
  • Partido Social Democrata (PPD/PSD)
  • Partido da Terra (MPT)
  • Partido Popular Monárquico (PPM)
  • Movimento Esperança Portugal (MEP)
  • Partido Socialista (PS)
  • Partido Popular (CDS/PP)
  • Partido Nacional Renovador (P.N.R.)
  • Movimento Mérito e Sociedade (MMS)
  • Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCPT/MRPP)
  • Partido Operário de Unidade Socialista (POUS)
  • Partido Humanista (P.H.)


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Então não era o banco do PSD?

«Queria que integrassem os órgãos sociais do Efisa
Mail de Abdool Vakil para Oliveira Costa revela critério de recrutamento de figuras socialistas
04.06.2009 - 07h28
Por Cristina Ferreira
Apesar dos vários nomes do universo socialista sugeridos por Vakil a Oliveira Costa, apenas José Lamego, Augusto Mateus e Guilherme Oliveira Martins chegaram a assumir funções, mais concretamente, no conselho superior do Banco Efisa.»

Com esta me baralharam. Depois de ouvir o senhor Moreira falar na roubalheira e pedir ao PSD que se demarcasse, não é que destacados socialistas também por lá andaram? Bom, como o homem transpira coerência, logo à noite já vai pedir ao PS que se demarque desta roubalheira.

Agora, uma pergunta de algibeira. Porque decidiu o governo nacionalizar o BPN do dia para a noite, sem saber em que é que se estava a meter?


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O natural passo seguinte

Número dos que podem votar não bate certo com os recenseados
04.06.2009 - 08h22 Sofia Branco
Quase um milhão de pessoas separa o número de cidadãos maiores de 18 anos e, portanto, com capacidade para votar, e o número de recenseados. O primeiro, fixado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), é de 8.642.681, enquanto o segundo sobe para 9.562.141. Os especialistas ouvidos pelo PÚBLICO dividem-se nas explicações para este hiato.

Depois da corrupção, confusões eleitorais é o natural passo seguinte.


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Bing



Bing, o novo (outro!) motor de busca da M$ e pela precisão demonstrada em encontrar a página do seu concorrente sou levando a pensar que ainda não será o último.


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«É preciso ser pobre»

Miguel Gaspar no Público, edição impressa, 04-06-2009
«É preciso ser pobre
Esqueçam Bruxelas. Esqueçam as legislativas. Esqueçam tudo.Esqueçam Bruxelas. Esqueçam as legislativas. Esqueçam tudo. Esta campanha eleitoral não é sobre nada do que se tem vindo a dizer. Nem sobre a Europa nem sobre o país. Esta campanha é sobre ser-se pobre. Provavelmente é o que conta para se ser gente quando o país entra em estado de crise. As minhas suspeitas, ainda frescas, começaram ontem à tarde, quando lia a reportagem do PÚBLICO sobre os meios de campanha dos cinco partidos parlamentares. A coisa dá cinco a zero, cabazada mesmo e a favor do partido no poder. Ele é o autocarro catita, com as caras dos eurodeputados, o palco especial exclusivo para o chefe, a redacção ambulante para os jornalistas. O resto? Uns carritos, nada de autocarros para militantes, e até na carne assada se poupa. Ricos e pobres, estão a ver? A coisa funciona assim. Aparece o candidato socialista, todo fresquinho e bem-disposto e ao lado passam os candidatos da oposição, suados por não terem ar condicionado, com a barriga a dar horas e nem um aventalzito que se veja para oferecer aos eleitores e eleitoras. Moral da história? O cidadão em crise compra o partido pobrezinho e foge do partido remediado. E desde o primeiro debate com os cinco cabeças de lista dos principais partidos no Prós e Contras que essa ideia era clara. Vital Moreira, o candidato socialista, aparecia satisfeito perante eleitores descontentes, puxando a glória à obra certeira do Governo sem entender que os receios na cabeça dos eleitores dispensam o auto-elogio de quem desiludiu - ou não tem no mínimo resposta para oferecer a uma crise planetária e não o reconhece. Candidato pobrezito, portanto, é candidato garantido, campanha poupadinha, a tostão, é campanha para ganhar. E como ainda por cima o que está a dar é a caça aos ricaços do BPN - e Vital, fustigando o PSD com a "roubalheira" do PSD, tentava no fundo afastar de si esse anátema, mais contagioso que a gripe mexicana, que passou a ser A (H1N1) para não ser uma gripe dos pobrezinhos, que é o anátema de não ser pobre.

No entanto, foi só quando o Presidente da República emergiu nos telejornais da noite para relatar como as suas poupanças andam desaparecidas e levaram sumiço num qualquer buraco negro, que percebi tudo. Podemos abraçá-lo, consolar o senhor Presidente da República? Dizer-lhe "obrigado" por ser pobre, tão pobre como nós, que queremos ser pobres e votar em pobres? Por revelar que não tinha o dinheiro nem no colchão, nem no estrangeiro.
Desculpem-me, mas eu cá há coisas em que sou um bocadinho conservador. Não estou sozinho. Revelou o Expresso, no sábado, que Cavaco Silva tinha dinheiros, uns 140 mil euros, na Sociedade Lusa de Negócios. Não consta que o Presidente tenha acumulado fortuna dentro ou fora da política ou que seja crime ter dinheiro nessa sociedade. Nenhum partido político entendeu dar valor à coisa. A questão do BPN não é a de ser o banco do PSD, como deselegantemente sugeriu o PS. A questão é o BPN ser o símbolo do tipo de sociedade que saiu do cavaquismo, do equívoco que foi o modelo de desenvolvimento cavaquista e ter despertado a memória desse período histórico que o tempo tinha tornado incompleta. É uma questão política. E não se pode dizer que o PS seja alheio a esse modelo em que a sociedade portuguesa cristalizou, em que a promiscuidade entre o poder político e o poder económico passou a ser mais do que tolerada e o combate à corrupção relegado para o terreiro das coisas incómodas.
Posto isto, o Presidente não precisava de falar. Não está sob suspeita. E hoje, como quando toda esta história começou há meses, criou uma ligação involuntária a esta história, quando tentava desligar-se dela.»


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O candidato roubalheira

La se arranjou uma sondagem a dar vitória ao PSD. Tenho a certeza que também se arranjará outra a dar vitória ao PS. Terá a onda "candidato roubalheira" contribuído para isso? Duvido. Os portugueses gostam de sangue na campanha. Mas a bem da memória, há que recordar que Vital Moreira começou por anunciar que viria elevar o o nível da campanha e que abordaria apenas temas europeus. Ainda a campanha eleitoral dura e já ele não cumpre a promessa. Agora a tese é que o PSD tem que se demarcar da roubalheira do BPN. A justiça ainda não deu veredicto algum quanto a este caso mas há um outro em que já houve condenados: o PS já se demarcou de Fátima Felgueiras? O PS de Sócrates chegou a isto. Ganhar mesmo que demolindo tudo pelo caminho.

Nota: há quem diga "votar neste PS nunca". Como se houvesse outro PS. As pessoas que agora estão no PS têm a hipótese de se demarcar mas ao não o fazerem aceitam a situação. Este PS ou outro que venha não tem diferença. Aqueles que agora são cúmplices serão os mesmos que no futuro o dirigirão.


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O estado

O estado, só por si, não existe. Sem as pessoas que num determinado momento o controlam, o estado não tem existência. Num mundo ideal, essas pessoas servi-lo-iam mas a realidade (recente e de longa data) mostra que as pessoas dele se servem para os seus projectos de poder e de riqueza. Por esta razão, todas as implementações do socialismo teórico acabaram por falhar.

É como a Lei de Murphy, se existe a possibilidade de alguém fazer porcaria, alguém a fará. Logo, pragmaticamente, quanto menos estado menos porcarias serão feitas. Vejamos o caso do BPN. Se o estado não tivesse o controlo que tem no sector bancário, nunca teria nacionalizado este buraco. Vejamos o caso Qimonda. Se o estado se abstivesse do papel intervencionista na economia não tínhamos estoirado tanto dinheiro em subsídios.

Na minha actividade profissional sinto o estado diariamente e raramente é no sentido positivo. É mais porque concorremos a um projecto mas o caderno de encargos estava feito para outro ganhar. É porque em vez de um concurso houve um ajuste directo. É porque nos esforçamos para ser competitivos mas o estado decide dar a outro certo negócio chorudo.

Sob o pretexto de distribuir a riqueza por todos, o estado encarrega-se de primeiro a recolher. Mas é chegado o momento dessa distribuição que as coisas entram no campo do interesse pessoal. Os políticos têm interesse em ganhar eleições. As empresas têm interesse em ganhar negócios do estado. As empresas estão dispostas a dar dinheiro a quem lhes dê negócios. Os políticos estão dispostos a aceitar dinheiro para ganhar eleições. Portanto a distribuição da riqueza acaba por ser uma falácia onde o dinheiro segue trilhos diferentes do pressuposto inicial.

Na defesa do suposto bem comum, o grupo de pessoas que toma conta do estado têm um poder desmesurado. Poderão ser sensatas e usá-lo bem mas também o poderão usar em seu próprio benefício. A marca mais forte do governo Sócrates foi aumentar o poder do estado. Mais subsídios (controle da economia), mais nomeações (todos os novos cargos de director das escolas, o que politiza a educação), mais entidades reguladoras (com cargos de nomeação), mais entrega directa de negócios (projectos PIN, ajustes directos) e recusa em que se vote um tratado que nos afectará (Tratado de Lisboa). Ao aumentar o poder do estado, Sócrates é agora um homem mais poderoso. Somos nós mais livres?

A melhor forma de as pessoas individualmente se protegerem do livre arbítrio do estado é pela escolha de soluções que signifiquem menos estado. Menos estado acabará por tornar as pessoas mais independentes (têm que resolver os seus problemas, em vez de esperar que um estado-papá o faça), mais responsáveis (os seus erros não poderão ser descartados para "eles"), e mais livres (não estarão dependentes de um estado que controla todas as suas actividades).

Pense nisto quando for votar.


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Delegados comerciais

Emirados Árabes Unidos «muito interessados no Magalhães»
03.06.2009
Fonte: Lusa
O ministro da Economia, Manuel Pinho, disse, à partida para uma visita oficial aos Emirados Árabes Unidos, que o Governo de Abu Dhabi está «muito interessado» no computador Magalhães e no quadro electrónico.


Então mas não foi dito e redito que não existe relação entre o governo e a JP Sá Couto? Porque diabos continua o governo a agir como delegados comerciais?


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Campanha negra, powered by BBC



BBC afirma que Governo Sócrates cortou pensões e aumentou idade de reforma
Segundo a BBC, o governo de Sócrates - empossado em 2005 depois de conseguir a primeira maioria absoluta para os socialistas - “traçou a sua pioridade em reanimar a economia – que se encontrava há anos quase na cauda das tabelas europeias – e travar o crescimento do desemprego”.
“Desde então, o seu Governo conseguiu reduzir profundamente as despesas públicas, através da redução de pensões, o aumento da idade de reforma e do corte de benefícios dos funcionários públicos, numa tentativa para diminuir um dos mais elevados défices orçamentais da Europa”.
Faltou ainda a BBC falar do aumento de impostos, da diminuição de serviços prestados pelo estado (pelo respectivo fecho) e do congelamento das carreiras.


ADENDA



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Arrumado de Lisboa

Quando foi do Porreiro Pá lisboeta que ia ser tratado, muito se falou na altura. A memória é curta, pelo que mais vale recordar. Foi afirmado que era um tratado complexo mas que havia de ser explicado. Aliás, até se falou em campanhas de esclarecimento.

Ora, dizem que estamos em campanha para as europeias. Já algum dos candidatos falou do Tratado de Lisboa?

Então mas o senhor Vital não começou por dizer que ia elevar o nível da discussão e abordar apenas temas europeus? Ó senhor Moreira, já que até tem um blog, não quer dizer como é que olha para o Pacote Telco? É que isso das peixeiradas do BPN e das mordaças e tal talvez lhe fique bem mas eu cá preferia mesmo era saber o que tem a dizer sobre o trabalho que vai realizar nos próximos quatro anos. E que história é essa do imposto europeu? Já não lhe basta eu trabalhar até Maio para pagar impostos?

Quanto aos outros candidatos, outros comentários me ocorrem. Mas este em particular veio logo de início com a conversa de temas europeias para agora acabar num registo subterrâneo que nada tem a ver com aquilo a que havia proposto. Quando já não cumpre e ainda está em campanha eleitoral, depois de eleito então esqueçam lá isso. Mas nem tudo é mau. Assinale-se-lhe ao menos a coêrencia socialista de não cumprir.


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Solar para todos os primeiros 61 mil

Esta imagem é um anúncio de página inteira na edição do Expresso do dia 30 de Maio de 2009. Não é novidade, pois esta campanha, que não é negra, apesar de obscura como veremos, tem estado em força pelas ruas em muppies e suponho que andará por outros meios de comunicação social também.

Duas coisas me ocorreram. Em primeiro lugar que é novamente dinheiro dos meus impostos gasto para propaganda eleitoral do PS acções de comunicação do governo. A segunda foi que quem ousasse pronunciar o meu primeiro argumento logo ouviria coisas como "é preciso divulgar as boas iniciativas para que estas atinjam o maior público possível".

Foi por isso com espanto que descubro mais uma acção governativa com letras miudinhas. No site criado para o efeito está lá textualmente:

2. Até quando poderei comprar um sistema solar térmico com as condições anunciadas pelo Ministério da Economia e da Inovação?
Poderá comprar um sistema solar térmico com as condições referidas até 31 de Dezembro de 2009, ou até se esgotar o plafond da comparticipação prevista pelo Estado, num total de 100 Milhões de Euros.

No mesmo site também nos é dito que o estado tem uma «comparticipação imediata do Estado no valor fixo de € 1.641,70».

(100 Milhões de Euros) / € 1.641,70 = 61 mil instalações subsidiadas (cerca de)

Tanta merda de propaganda para afinal comparticipar uns míseros 61 mil lares. E mais, quanto custou toda esta campanha obscura espalhada pela comunicação social e espaços publicitários?

Lembre-se disto quando for votar.

Outras mentiras (comparando a propaganda com a letra da lei):
  • Falam de «benefícios fiscais de 30% do custo do investimento em sede de IRS com máximo de €796». Acontece que «são dedutíveis à colecta (...) Este benefício é cumulativo com outros benefícios que o cliente tenha (ex. crédito habitação)». Logo, que estiver a pagar a casa a crédito não terá uma unha de benefício fiscal, pois a prestação da casa esgotará o plafond deste item.

  • É anunciada a «possibilidade de pronto pagamento» mas as únicas linhas escritas quanto à forma de pagamento são sobre a forma de obter crédito bancário. Como estes contratos são feitos com os bancos, estou curioso para ver até que ponto posso efectivamente pagar a pronto (na próxima semana falaremos).


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Google Search: será que quis dizer...

Google Search: será que quis dizer...

As 6 imagens: 1, 2, 3, 4, 5, 6

Pesquisáveis com os termos a negrito no Google imagens


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Eu acuso Sócrates de governo instrumentalizado e correia de transmissão do PS

Sócrates acusa sindicatos de serem instrumentalizados e correias de transmissão de partidos
Pois é, os argumentos dão para os dois lados. E a mim choca-me menos ver os dirigentes dos partidos numa manifestação de professores, em campanha e sem o esconderem, do que todos os secretários de estado e ministros em pseudo-acções governativas que não passam de acções de campanha dissimuladas.


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Eurodeputados portugueses e os votos no Pacote de Telecomunicações

Voto dos eurodeputados portugueses no polémico Pacote de Telecomunicações  que permitiria transformar o acesso à Internet numa espécie de pacotes comerciais de sites, à semelhança dos pacotes de canais de TV:

No Quintus, via Cabalas:
A Favor (dos internautas portugueses)
  • GUE/NGL: Ilda Figueiredo (PCP), Miguel Portas (BE), Pedro Guerreiro (PCP)
  • PPE-DE: Ribeiro e Castro (PP)
  • PSE: Ana Gomes, Armando França, Edite Estrela, Elisa Ferreira, Emanuel Jardim Fernandes, Francisco Assis, Jamila Madeira, Joel Hasse Ferreira, Manuel dos Santos, Paulo Casaca (PSs)
Contra (os internautas portugueses)
  • PPE-DE: Assunção Esteves, João de Deus Pinheiro, Vasco Graça Moura (PSDs)

Abstenções:
  • PPE-DE: Duarte Freitas, Luís Queiró, Sérgio Marques, Silva Peneda (PPs e PSDs)


Lembre-se disto quando for votar nas próximas europeias.


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Mas a polícia já sabe contar?

15 de Novembro de 2008:

A PSP nunca mais divulgará números de manifestantes. O director-nacional da PSP, Oliveira Pereira, assume, em declarações ao SOL, a autoria da decisão. «Foi minha e tem carácter definitivo. Cheguei à conclusão de que não há nenhuma mais-valia nessa divulgação para a PSP, os manifestantes, os sindicatos ou os jornalistas porque há sempre discrepâncias», explicou.


30 de Maio de 2008:
Manuel Grilo, do secretariado da Fenprof, garantiu que 70 mil pessoas manifestam-se na Avenida da Liberdade, em Lisboa, percorrendo o trajecto Marquês de Pombal-Restauradores, em protesto contra a política educativa do Governo. (...) Estes números contrastam com uma estimativa avançada pela PSP, que situa entre os 50 e os 55 mil o número de manifestantes.

A coerência é bem mais difícil do que arranjar justificações para decisões de conveniência.


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Manif

Infelizmente amanhã estarei a trabalhar e não poderei fazer umas fotos da manif dos profs. Entretanto, as minhas anteriores fotos continuam disponíveis nos posts com a etiqueta manif.