del Prestrello.*
O novo Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, começou as suas novas funções efectivamente à defesa, apagando os rastos digitais que foi deixando a trás de si durante a candidatura à Câmara Municipal de Oeiras:
- Site da candidatura www.marcosperestrello.com: em branco. Mas fez mal o serviço, pois o google ainda encontra umas coisas porreiras (pá).
- Página do fotografias no Flickr http://www.flickr.com/photos/marcosperestrello: apagada
- Twitter http://twitter.com/marcperestrello: ainda existente mas sem conteúdos de interesse
- Facebook http://www.facebook.com/marcosperestrello ainda existente (não tenho acesso)
Open Web Awards - vote for me
Olá leitor. Temos falado pouco entre nós. Por vezes trocamos uns bons dias na caixa de comentários mas não temos passado dos preliminares. Por culpa minha, sublinho, que me tem faltado a disponibilidade para manter o diálogo. Parece que me consumo na produção dos posts e por aí fico.
Vem esta abordagem mais intimista a propósito do Mashable's 3rd Annual OPEN WEB AWARDS social media edition, para o qual peço a sua ajuda, votando no Fliscorno. O Open Web Awards tem como objectivo, segundo o i, premiar as maiores inovações em termos de tecnologia e realizações (como sites) na Internet. Há ao todo 50 categorias e estou a concorrer na de "Best Local Blog". Sei perfeitamente que há por aí blogs locais mais sofisticados mas mesmo assim há um aspecto específico no Fliscorno que merece nota, daí propor-me à votação. Refiro-me à modesta galeria aqui na barra lateral, desenvolvida por mim e com estas características:
Vem esta abordagem mais intimista a propósito do Mashable's 3rd Annual OPEN WEB AWARDS social media edition, para o qual peço a sua ajuda, votando no Fliscorno. O Open Web Awards tem como objectivo, segundo o i, premiar as maiores inovações em termos de tecnologia e realizações (como sites) na Internet. Há ao todo 50 categorias e estou a concorrer na de "Best Local Blog". Sei perfeitamente que há por aí blogs locais mais sofisticados mas mesmo assim há um aspecto específico no Fliscorno que merece nota, daí propor-me à votação. Refiro-me à modesta galeria aqui na barra lateral, desenvolvida por mim e com estas características:
- a galeria mostra imagens alojadas no Flickr, seleccionadas de um conjunto específico (as gracinhas do Fliscorno);
- ao clicar numa das imagens da galeria leva o leitor para o post no blog onde a imagem foi publicada.
- Para me nomear para a merecida (cof cof) categoria Best Local Blog, clique na imagem seguinte:

- Depois de clicar na imagem é preciso, na página do Open Web Awards, clicar no "T" (Twitter) ou no "F" (Facebook) ao lado onde diz "Sign in with"
- Depois de sign in (no twitter ou no facebook) volta-se novamente à página do Open Web Awards e então, finalmente, pode-se fazer nomeações, nomeando o Fliscorno ou outro bem melhor :)
O caótico flop da gripe A
"Não faz qualquer sentido estar contra a vacinação [contra o H1N1], até porque quem integra estes movimentos não tem motivação científica para estar contra", Francisco George, citado pelo Público
Ligue-se esta afirmação a uma outra sobre eventuais processos judiciais a que certos profissionais estariam alegadamente sujeitos por recusarem a vacinação e conclua-se que o direito constitucional de não ser obrigado a um acto médico é para ir para as favas. Isto é uma campanha de medo porque, chegando a vias de facto, no tribunal isto nunca dará nada. Sintomático, no entanto.
Nisto tudo, há que não esquecer que em 1976 (apenas há 33 anos!) morreram mais pessoas da vacina do que da gripe propriamente dita!
Teorias da conspiração à parte, olhem-se os factos:
- O Tamiflu já tinha sido apontado para a solução da anterior gripe aviária, cujo caos nunca se verificou;
- A gripe suína foi declarada pandemia mas mesmo assim, no hemisfério sul, onde o inverno já passou, esta gripe não teve maior mortalidade do que a gripe comum*.
O que é que está errado senhora ministra da gripe?
* ver notícia na Reuters: «New estimates suggest that the death rate compares to a moderate year of seasonal influenza, said Dr Marc Lipsitch of Harvard University.»
Carregador universal para telemóvel
A UIT (União Internacional de Telecomunicações) aprovou uma norma para um carregador universal para telemóvel. Finalmente não será preciso acumular carregadores de telemóvel em casa. Agora só falta fazer o mesmo para carregadores de pilhas, de computadores portáteis, de alimentação de impressoras de mais uma miríade de outros dispositivos. Há a questão do consumo máximo de cada aparelho mas isso pode ser resolvido com classes de carregadores (carregadores até 100 mA, até 300 mA, até 500 mA, etc.). Basta alguma boa vontade.
«Comprar os jornais»
Publicado em
domingo, 25 de outubro de 2009
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Labels: comunicação social , liberdade , política
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PRIMEIRO PLANO
Comprar os jornais
por Ricardo Reis, Publicado em 24 de Outubro de 2009
Há países onde já há estudos sobre a manipulação do governo nos jornais. Em Portugal continuamos a debitar opiniões avulsas...
Durante as campanhas eleitorais falou-se muito na suposta manipulação da comunicação social por parte do PS. As acusações de que os media são enviesados e manipulados pelo governo são uma constante em todas as democracias do mundo. No entanto, ao contrário de Portugal, noutros países esta discussão já foi para além da teoria da conspiração.
Por exemplo, dois economistas argentinos, Di Tella e Franceschelli, fizeram um cálculo simples para detectar o controlo dos media pelo governo. Mediram o espaço da primeira página dos quatro principais jornais argentinos que é dedicado a expor escândalos de corrupção entre 1998 e 2007. Depois compilaram os dados públicos sobre os destinatários dos gastos em publicidade do Estado. Por fim, simplesmente olharam para a correlação entre estas duas variáveis. O resultado salta à vista: por cada 230 mil euros que o governo dá em publicidade a um jornal, esse jornal tem em média menos meia página por mês dedicada à corrupção.
De seguida, os economistas olharam para o tratamento de cada caso de corrupção por cada jornal. Mostraram que quanto mais publicidade estatal mais casos em que o jornal não noticia o escândalo, menor a probabilidade de o jornal ser o primeiro a noticiá-lo e menor o número de artigos que lhe são dedicados. Por fim, mostraram que estas opções editoriais não correspondem aos desejos dos leitores. Por cada página a menos por mês dedicada a expor escândalos de corrupção, cada jornal tem menos 1,48 milhões de circulação esse mês. Os estudos que se seguiram mostraram que os jornais que declaram frequentemente o seu apoio a candidatos de esquerda têm mais notícias sobre o desemprego se o presidente é de direita do que se é de esquerda e vice-versa. Por fim, outro estudo recente identificou as expressões não usadas pelos políticos de esquerda que os de direita mais usam nos seus discursos. Por exemplo, a direita diz "a guerra ao terror" e "o imposto sobre a morte" enquanto a esquerda diz "a guerra no Iraque" e "o imposto sucessório". Os autores mostram que os jornais se dividem claramente em matéria de uso de vocabulário de esquerda ou de direita.
É óptimo que se discuta a "asfixia democrática" em Portugal. Mas, por favor, com tanta energia e tempo gastos em debates e opiniões avulsas, não há ninguém no país que queira investir antes umas semanas a recolher alguns factos a sério sobre este assunto tão importante?
Professor de Economia, Universidade de Columbia
Artigo no i
Comentário: agora liguem este artigo ao facto de o Público ser um jornal onde o estado ou empresas participadas não colocarem um cêntimo em publicidade. Um comentador no 31 da Armada diz que isto é totalmente falso. Talvez haja dois cêntimos de publicidade... Basta comprar o jornal e verificar que os omnipresentes anúncios da energia solar e das novas oportunidades, só para apontar dois casos que encheram outdoors e jornais pelo país fora, estão fora deste diário.
Dois ou três argumentos
Notícia: Expresso, 24 de Outubro de 2009; via A Educação do meu Umbigo
Num texto com três colunas sobre as intenções educativas do governo Sócrates II (serão também as de Isabel Alçada?), um terço do artigo é gasto a explicar que afinal a futura ministra não havia mentido. Face à restante não notícia, pare que o real objectivo da notícia foi mesmo esta terceira coluna.
Para eliminar a leitura de esta ministra ter sido uma escolha de recurso, face ao convite em cima do joelho, o botador de faladura do Expresso disse que este foi um "de dois ou três casos" de convites à pressa. Dois ou três?! Então, é assim tão difícil precisar? Estes plantadores de notícias na comunicação social estão a perder o jeito.
Num texto com três colunas sobre as intenções educativas do governo Sócrates II (serão também as de Isabel Alçada?), um terço do artigo é gasto a explicar que afinal a futura ministra não havia mentido. Face à restante não notícia, pare que o real objectivo da notícia foi mesmo esta terceira coluna.
Para eliminar a leitura de esta ministra ter sido uma escolha de recurso, face ao convite em cima do joelho, o botador de faladura do Expresso disse que este foi um "de dois ou três casos" de convites à pressa. Dois ou três?! Então, é assim tão difícil precisar? Estes plantadores de notícias na comunicação social estão a perder o jeito.
Prepara-se a segunda batalha na educação
«A TSF sabe que José Sócrates continua determinado em seguir em frente com o processo de avaliação dos professores com a nova ministra da Educação, Isabel Alçada.», TSFAssim de repente, ocorre-me: mas a ministra não tem voto da matéria?
O CM diz tudo
O Correio da Manhã acertou no título. É um governo para quem acreditou nos últimos quatro anos e meio.
O Sono Luso
O Sono Luso (http://osonoluso.org) define-se como sendo «um órgão de desinformação ao abrigo da liberdade e coisa e tal» e afirma ser «o único jornal de auto-referência». Acha que pode ser interpretado como «anti-Partido Socialista» mas apenas porque este é o actual partido do poder. É um lugar onde a brincar se dizem verdades, que é a melhor maneira de o fazer, já que tristezas não pagam dívidas.
Está a organizar o "Prémio Lambe Botas 2009", «um concurso para determinar a figura que mais se destacou em 2009 como o maior lambe-botas ou seja, quem mais se esforçou para pintar uma boa imagem do governo Sócrates 2005-2009». Até 31 de Outubro decorrem as nomeações e durante Novembro terão lugar as votações. Para mais informações visitar a respectiva página.
Esta iniciativa despertou-me atenção e, querendo saber mais sobre este site, enviei umas perguntinhas ao Director, o qual teve a amabilidade de responder.
Está a organizar o "Prémio Lambe Botas 2009", «um concurso para determinar a figura que mais se destacou em 2009 como o maior lambe-botas ou seja, quem mais se esforçou para pintar uma boa imagem do governo Sócrates 2005-2009». Até 31 de Outubro decorrem as nomeações e durante Novembro terão lugar as votações. Para mais informações visitar a respectiva página.Esta iniciativa despertou-me atenção e, querendo saber mais sobre este site, enviei umas perguntinhas ao Director, o qual teve a amabilidade de responder.
Isabel Alçada começa com o pé esquerdo
Hoje de manhã, Isabel Alçada afirmava "Não tenho convite nenhum" para fazer parte do próximo Governo. Hoje à tarde é ministra da educação.
Sócrates bis, novo governo
No twitter, fala-se que Sócrates está a apresentar a Cavaco o novo governo neste momento. Ainda não se conhece a equipa mas espera-se um desafio renhido (às 18 horas na SIC).
Windows 7
«Quem quiser o novo Magalhães pode ir fazer fila para a porta das maiores superfícies de retalho de electrónica.», Ana Rita Guerra no i.
Sim, sim, é daquelas coisas que certamente acontecerão. Enfim, não percebi bem se isto era para ser um artigo noticioso ou de opinião.
Sobre o lançamento do Windows 7, a jornalista fala do fiasco que foi o Vista e que «não é fácil para uma empresa como a Microsoft encaixar isto - que o sistema em que andou a trabalhar meia dúzia de anos e custou largos milhões de dólares simplesmente não é bom». Por acaso, a Microsoft até deve ter uma boa capacidade de encaixe destes flops, face ao hábiyo trazido por outros monumentais fiascos mais antigos: MS-DOS 4.x a MS-DOS 6.x, OS/2, Windows Millenium e mais uns quantos.
Para terminar em beleza, discordo mais uma vez que o Windows XP «quando apareceu também foi considerado péssimo… agora é um caso de amor». No meu meio profissional (desenvolvimento de software) não notei aversão invulgar ao aparecimento do XP. E agora desejar o XP em detrimento do Vista tem sido mesmo uma atitude de sanidade mental face ao, possivelmente, pior sistema operativo que a Microsoft alguma vez lançou no mercado. Além dos imensos bugs com que o Vista veio para o mercado, há ainda o facto de este sistema operativo transformar em obsoleta uma máquina perfeitamente capaz de correr XP, sem que se ganhe algo que justifique a mudança. Recordo que, no meio empresarial e face à Microsoft ter deixado de vender o Windows XP, a empresa passou a vender licenças de Windows Vista com opção de downgrade para Windows XP. Não o fez por razões sentimentais; foi mesmo porque as empresas decidiram, simplesmente, não embarcar nesse salto para o abismo chamado Windows Vista.
Vamos ver como correm as coisas com o Windows 7, especialmente se conseguiram ultrapassar algumas péssimas opções de desenho, como o estranho modo de autenticações/segurança. É o que faz teimar em inventar a roda quando já há boas soluções implementadas (veja-se o que se faz no mundo unix).
Liberdade de imprensa em Portugal
No final do governo liderado pelo «Cristo da política portuguesa», descemos oito posições no ranking da liberdade de imprensa 2009.Passámos para a posição 30ª, logo depois de países como a Jamaica e o Uruguai. Mas atenção, estamos à frente da África do Sul e da Macedónia! Mesmo assim estamos em "boa situação", sem ninguém ligado à comunicação social morto ou preso. E estamos melhores do que a Espanha, com a sua "situação satisfatória" (posição 44ª no mesmo ranking).
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