a política na vertente de cartaz de campanha

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Todos Pela Liberdade - fotos

Todos Pela Liberdade

 

Todos Pela Liberdade

Todos Pela Liberdade

Todos Pela Liberdade Todos Pela Liberdade Todos Pela Liberdade  Todos Pela Liberdade

Fotos às 14:00. O desenrolar dos acontecimentos entretanto é kafkiano.

Mais: Quem é o homem que quer impedir a publicação do jornal "SOL"?

E já agora, será que o animal feroz encontrou um caminho para sair do labirinto da comunicação social?

animal feroz

ADENDA

Ao ver o número de manifestantes, pensei para comigo que tentar ridicularizar a iniciativa pelo número de participantes seria o óbvio caminho de quem não tenha outros argumentos. Confirma-se. Mas olhando para situações passadas, parece que isto de contar espingardas faz-se ou não se faz conforme a conveniência:

Mas a polícia já sabe contar? 
(clicar na imagem para ir para o post original)



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Mais vale rir - 8

experiencia_pedagogica_tlebs

Já publiquei este boneco uma série de vezes e vai sair mais esta. Na altura a "coisa" era chamada efectivamente de "Experiência Pedagógica TLEBS" e era sobre a "revolução" gramatical que o ME, ou algumas pessoas do ME, achavam que seria o caminho.

Não é a minha área, pelo que não me alongarei na questão científica. Apesar de algumas coisas me parecerem parvas. O meu ponto é mesmo apenas este: «experiência pedagógica». Os miúdos como ratos de laboratório; o constante mudar de rumo nos programas.

Para mim a experiência mais interessante era mesmo deixarem de mudar!



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Animal Feroz


animal feroz

gracinhas anteriores


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85 blogs (*)

Todos pela liberdade31 da Armada; 5Dias; Portugal dos Pequeninos, Vila Forte; Aventar; Insurgente; Clube das Repúblicas Mortas; Tradução SimultaneaVasco Campilho; Republica do Caustico; Blogue de direita; Blue Lounge; Cachimbo de Magritte; Cocanha; Corta-fitas; Golpe de Estado; Impensável; Impertinências; Impressões de um boticário de província; Inflaccionista; Intervenção Maia; Nortadas; Portugal Contemporâneo; Papa-Açordas; Centenário da República; Vida breve; Correntes; Terra portuguesa; O fio dos dias; Braga maldita; Anabela Magalhães; Cortar da direita; O estado da educação e do resto; Promova; The Braganza Mothers; Le rouge et le noir; Octavio V Gonçalves; ABC do PPM; Dedos em riste; fliscorno; Democracia em Portugal; Vento Sueste; Kl@ndestino; Porta da Loja; Espumadamente; tasquinha; A curva da estrada; A casa dos discus; Palavrossavrvs RexPleitos, apostilhas e comentários; Profblog; Cláudia Köver; Delito de opinião; Gladius; Do Portugal profundo; Estado Sentido; CPGondar; Bomba Inteligente; Pensamentos desblogueados; Ofício diário; Em@; tasquinha; Um jardim no deserto; Adufe; O número primo; Hora absurda; O último pingo; A página do Mário; MUP; Don Vivo; Donatien alphonse françois; Oeiras local; Direito de opinião; Pérola de cultura; Gavajelly; Ruptura Vizela; Terras de Azurara; BlogMora; Cozinhar com os anjos; A sul; O Estado da educação e do resto; soucontraacorrente; educação s.a.; José Luís Araújo; Kruzes kanhoto; Pedro Cruz;


compilação do Gabriel Silva
* às 23h06

Adenda:
Maré Baixa


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Blogtip: Teste as velocidades do seu blog e da sua ligação à net

Testar a performance do blog

É frequente ir-se adicionando coisas giras ao blog até que, a certo ponto, torna-se impossível abrir a página do blog. Acontece a muitos e aconteceu-me a mim. Nos últimos dias tem sido uma chatice abrir o blog desde que instalei os ícones para partilhar no facebook e no twitter. Depois de algumas experiências, conclui que o AddThis e o Tweetmeme entram em conflito, fazendo disparar o tempo de carregamento do blog dos 8 segundos para os 35 segundos! Optei por inibir, pelo menos temporariamente o AddThis.

Mas como cheguei a esta conclusão?



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Momento registado



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Estado de Direito, uma porra!

Muita indignação tem sido manifestada porque escutas arquivadas estejam a ser usadas no jogo político. A mim é outra coisa que me faz confusão: como é possível um Estado de direito basear a decisão em causa - o arquivamento - com base em duas decisões unipessoais (as do PGR e do STJ), sem possibilidade de recurso e sem que fosse possível conhecer o teor das respectivas decisões?



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Mais vale rir - 7

trampolim

Felizmente, agora é diferente.



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Escutas SOL: Vara, Paulo Penedos, e Rui Pedro Soares

SOLEscutasScrates20100205pg.15 SOLEscutasScrates20100205pg.35 SOLEscutasScrates20100205pg.45 SOLEscutasScrates20100205pg.56

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Clicar nas imagens = zoom 100%

Estas 8 páginas são a reportagem do SOL da passada sexta-feira. Já estão online no site do SOL (na forma de texto), pelo que aqui as deixo como foram publicadas.

Cada qual que faça a sua leitura. A minha, no que respeita a questão da legalidade, alinho-a com esta:

Areia para os olhos

«Vamos lá a ver se nos entendemos: as escutas publicadas pelo Sol na última edição não são ilegais. Fazem parte do processo Face Oculta e, como tal, foram validadas pela Justiça. As outras escutas, que envolviam José Sócrates, não são estas que agora foram publicadas e que comprovam o plano existente para comprar grupos de comunicação social críticos do primeiro-ministro. Para isso, defendeu-se a utilização de dinheiros públicos e de privados ao serviço do PS. É isto que está em causa agora. Podem os do costume falar de violação do segredo de justiça, mas até isso é discutível, se o interesse público da informação se justificar. O que me parece ser, manifestamente, o caso. »

publicado por Paulo Pinto Mascarenhas

E quanto à questão política, vou por aqui:

Por partes
por Ana Margarida Craveiro

«(…) Não há formalismos que salvem a face do primeiro-ministro. Não basta matar o mensageiro, e voltar a atacar verbalmente a comunicação social. O seu poder pode e deve ser fiscalizado pelos órgãos competentes; o seu eventual abuso de poder pode e deve ter consequências. A estabilidade não é uma desculpa para esta machadada no Estado de Direito. Nem tudo pode ser sacrificado em nome de uma paz podre, sob pena do descrédito total.

O país precisa de uma resposta: José Sócrates é culpado deste crime político, ou não?»

 

Relacionado:
1.
Escutas SOL: Vara, Paulo Penedos, e Rui Pedro Soares
2.
Escutas SOL: O Polvo - DN, JN, TSF, Ongoing, PT, Moniz, jornalistas amigos 
3. Escutas SOL: Assim falam os boys



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Agora que vem aí uma manif apoiada por Blasfemos…

… saem dois posts sobre o spot da Antena 1 da manifestação «contra si»:

Já agora, o spot original:

 

e uma paródia (com pouco interesse):



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Blogtip: O blogger já tem páginas autónomas

image

Entre em http://draft.blogger.com e navegue até Editar páginas como se vê na imagem supra.

O que são páginas autónomas?

http://www.google.com/support/blogger/bin/answer.py?answer=165955

Com mais tempo, voltarei ao tema.



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Mais vale rir - 6

aluguer_das_escolas

Lembram-se desta? Quando Valter de Lemos resolveu transformar os recintos escolares em salões de casamentos? A citação no segundo quadrado é de facto dele!



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Todos pela liberdade

Todos pela liberdade Dei com isto pela manhã mas quis esperar para analisar a questão.

Depois disto e atendendo a isto, só posso concordar.

Links:

- o blog da organização

- assinar a petição.

 

E já que se fala de liberdade:

Anagrama sobre 25 de Abril de 1974



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HTML 5

html 5 gallery

O HTML é a linguagem da web e o HTML 5 é a versão que se prepara para ser a próxima.

Veja no site http://html5gallery.com exemplos de sites que já usam HTML 5. Para ver estes sites precisará de um dos seguintes browsers: Chrome, Firefox 3.5, Opera ou Safari.

Um bom artigo de introdução está disponível aqui: Get Ready for HTML 5.



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Os nomeados para os Óscares e os outros

Hollywood tem nomeados para Óscares. Nós temos nomeados para

[ ] cargos de confiança política

[ ] malta do partido

[ ] tachos

[ ] outro ______________ (preencha à vontade).



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Mais vale rir - 5

borboleta portas

Este foi quando Paulo Portas reapareceu no PP com os seus metamorfoseados dentes brancos.



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«Não aceito lições de democracia»

Sócrates disse há uns meses que não aceita lições de democracia. A questão não está no aceitar mas sim no precisar.



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Blogtip: como adicionar os botões de partilha no Twitter e no Facebook

Neste post vou mostrar como adicionar os os botões de partilha no Twitter e no Facebook. É fácil. O aspecto final será algo como na imagem seguinte, em que os botões aparecerão do lado direito do título do post:

image

Siga então os passos seguintes:

  1. Antes de mais, faça uma cópia de segurança da sua template. Muito importante! Permitir-lhe-á desfazer algum erro caso se engane. Veja aqui como: Fazer cópia de segurança da template
  2. Depois terá de modificar a template. A melhor forma de o fazer será fazendo uma cópia do ficheiro descarregado e depois editando a cópia com o Bloco de Notas do Windows (Notepad) ou, ainda melhor, usando o excelente Notepad++ (freeware).
  3. Na template, procure este pedaço de texto:

    ]]></b:skin>

    e imediatamente por cima abra uma linha em branco e cole o seguinte texto:

    .retweet { /* estilo da div de partilha */
    float:right;
    padding: 5px 0px 0px 5px; 
    }

    Isto cria um estilo CSS para posicionar os botões de partilha.
  4. De seguida, procure o seguinte pedaço de texto

    <div class='post'>

    nota: se não encontrar o pedaço de texto anterior, procure algo parecido. O importante é que comece por <div e contenha class='post' 

    e imediatamente a seguir abra uma linha em branco e cole o seguinte texto:


    <!—SHARE begin -->
    <div class='retweet'>

    <!-- FACEBOOK share –>
    <a expr:share_url='data:post.url' name='fb_share' rel='nofollow' type='button_count'/> 
    <script type="text/javascript" src="http://static.ak.fbcdn.net/connect.php/js/FB.Share"/

    <br /><br />

    <!-- TWEETER share --> 
    <script type='text/javascript'>
    tweetmeme_style = 'compact';
    tweetmeme_url = '<data:post.url/>';
    tweetmeme_source = TwitterUserName
    </script> 
    <script src='
    http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js' type='text/javascript'/>   
    </div>
    <!-- SHARE end -->

  5. Altere o texto vermelho em cima para ser o seu utilizador twitter.
  6. Grave o ficheiro. Vá ao blogger e carregue a nova template. Para isso, vá a Esquema – Editar HTML, clique em "Choose File" (ou o correspondente em português), seleccione o ficheiro que gravou e clique em carregar.

    image
    A template será automaticamente carregada.
  7. Veja o resultado. Se houver algum erro, reponha a template anterior (veja aqui como: Fazer cópia de segurança da template) e analise em detalhe se fez as alterações indicadas.

  8. E é isto, está feito. Boas blogagens.


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Leituras: whisper magazine

 

whisper magazine

http://whispermagazine.blogspot.com

Um blog onde se publica uma interessante revista, além de uma agregação de notícias diárias. Tecnicamente, também o blog é uma montra do que se pode fazer com a plataforma Blogger.

A seguir: as edições online da revista.



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Demitir-se-á Teixeira dos Santos?

Câmaras gastam 20 milhões de euros por ano nos estádios municipais do Europeu 

Antevejo desde já uma comunicação ao país por parte do Ministro das Finanças. Ir-se-á demitir? Engole o sapo? Sente-se no ar o peso da dúvida. O que irá fazer Teixeira dos Santos perante mais uma despesa que compromete o orçamento de estado*?

* uma nota para os mais dados a preciosismos: mesmo que indirectamente, tudo acaba por sair do OE



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Leituras: PS, S.A.

Da vermeologia ou dos socialistas “decentes” II
Helder @ 00:08

Ponto prévio: do que se vê, diria que o Partido Socialista controla a CGD, sete empresas do PSI 20 (entre as quais se conta um dos dois maiores bancos portugueses), tem as três maiores construtoras dependentes das decisões da casta socialista (duas também estão no PSI 20), outro dos quatro maiores bancos no bolso, dois Grupos de media mais os meios de comunicação públicos, a PGR e o STJ, o SIS depende directamente do Primeiro Ministro ou “Chefe Máximo” que temos. Mais as centenas de EP, Institutos e Fundações.
Posto isto, há quem pergunte: e não se pode fazer nada? Claro que não, a não ser votar com os pés.



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Leituras: Realmente, como desperdiçar a hipótese de ser-se ilibado?

3º Round
Posted by Paulo Guinote

  • Ou as escutas não contêm efectivamente nada de relevo para qualquer investigação criminal e a sua divulgação só pode a ajudar a ilibar os pobres suspeitos de terem feito algo ilegal e, depuradas dos coloquialismos e má educação dos participantes (mas basta olhar para a foto de alguns destes novos engomadinhos para se perceber que o verniz é muito fino, tão fino quanto o tecido das fatiotas armanis), as transcrições só poderiam, neste caso, ser de uma enorme vantagem para penedos, calhaus, pedros, varas e outros que tais.
  • Ou até contêm e o que fica em causa é a legalidade do arquivamento decretado pelo topo da nossa hierarquia judicial, pois ficamos sem perceber exactamente se ele foi feito com base apenas no achismo de Noronha do Nascimento e Pinto Monteiro, por uma vez irmanados numa decisão.

Pois, de novo



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Leituras: O elástico interesse público

O mesmo peso, a mesma medida
por Paulo Gorjão | 07.02.10

O interesse público é um conceito elástico. Justificou a publicação das manobras de Fernando Lima. Agora justifica a divulgação de conversas que deveriam estar sob segredo de justiça. O curioso nesta história é que os indignados com a divulgação no primeiro caso não são os mesmos no segundo e vice-versa. O interesse público, coitado, é um dano colateral no meio de tudo isto. E o tudo isto é o jogo político, puro e duro.

Nem mais.



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Mais vale rir - 4

concurso_prof_titular

Daqui a uns anos, quando alguém contar que se andaram 4 anos e meio com esta coisa do professor titular, ninguém vai acreditar.



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Virar o bico ao prego

Ia escrever algo parecido mas uma passagem pelo Kruzes Kanhoto poupou-me o trabalho.

«Os mais recentes casos de divulgação de dados, que supostamente deviam permanecer na confidencialidade dos processos judiciais, suscita, mais uma vez, uma questão deveras curiosa. Parece que o crime – o ilícito, vá, sejamos condescendentes – não está naquilo que nos é revelado pela comunicação social ou outros meios ainda mais acessíveis ao cidadão comum, mas, surpresa das surpresas, na divulgação do facto. Ou seja, criminoso não é quem comete o acto mas quem o torna público!!!!» ler mais

Se são estas as orientações da agência de comunicação ao serviço do PS, vou ali e já venho.



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Leituras: novo blog

http://republicadocaustico.blogs.sapo.pt

Destaco a seguinte posta, à qual acho muita pinta.

Ao cuidado do Estado:
por João Maria Condeixa, em 6/2/10
vim passar o fim-de-semana a Évora apenas com perspectivas de descanso e de ver uma conferência que me interessa, pelo que trouxe pouco dinheiro e os telefones ainda têm bateria. Obrigado e Segunda-feira volto a trabalhar, estejam descansados!



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Leituras: novo blog

VOZES sem voz. Falar é uma necessidade, escutar é uma arte.



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Mais vale rir - 3

tramocos_e_minuins

Depois de 5 anos de sucesso socrático, o progresso bateu-nos com força, como prometido. Mas como continua válido este "À TRAMOÇO E MINUINS", deve ter sido com tamanha força que nos esmagou.



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Impostos não vão subir, garante José Sócrates. Verdade ou mentira?

A verdade oficial:

"Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa e não através de aumento de impostos, porque isso seria negativo para a economia portuguesa", declarou José Sócrates aos jornalistas, depois de confrontado com uma posição pública hoje assumida pelo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio. no JN

A realidade oficiosa:



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As escutas de Vara / Sócrates publicadas no SOL

Se procura os artigos do SOL sobre as escutas a Vara, Paulo Penedos, e Rui Pedro Soares, estão aqui:
1. Escutas SOL: Vara, Paulo Penedos, e Rui Pedro Soares 2. Escutas SOL: O Polvo - DN, JN, TSF, Ongoing, PT, Moniz, jornalistas amigos  
3. Escutas SOL: Assim falam os boys


No presente post, mais a baixo, encontra a reportagem da SIC que sumariza a coisa.
Estive a ler no SOL (edição impressa) a reportagem sobre as escutas Vara/Sócrates. A primeira delas, diz o jornal. Não me restam dúvidas, a máfia está instalada no governo, nas empresas públicas e noutras com participação pública.
Um detalhe humorístico, que isto até na miséria se podem encontrar razões para rir. A idolatria pelo amável líder vai a tal ponto que a password de acesso ao email de Rui Pedro Soares, um dos envolvidos na tramóia, é Sócrates2009. Assim ficou numa das escutas registadas.

Já agora, uma chamada na primeira página do Expresso:


Quero ver o que vão agora fazer os 3 mosqueteiros da cusquice fiscal. Em prol da coerência, quem defende a publicação das declarações fiscais de todos os contribuintes só pode defender a publicação das escutas em causa.



Jornal da Noite, SIC, 6 Fev. 2010:


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Ora aí está

Há alguns que mostram intenções, mas esta candidatura é efectivamente a primeira.



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Leituras: Alegre cavaqueira

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Um novo blog sobre as presidenciais: http://alegrecavaqueira.blogspot.com



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Um problema a resolver

Felícia Cabrita



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Como tratar as visitas, versão f./Jugular

Dá-se com um texto e, porque tal é permitido, tece-se um comentário. Alguém do mesmo blog parte em defesa da autora e esta, logo de seguida, entra no campo das bocas sobre as dificuldades de compreensão do comentador.

Neste contexto e porque um esclarecimento nunca fica mal, acrescenta-se uma nota. Que não é publicada. Possivelmente sê-la-á mais tarde. Mas passadas 3 horas tal não aconteceu.

A leitura é clara e já antes havia notado este comportamento neste blog: não agradando o comentário recebido, espere-se dos co-bloguistas um coro de respostas com publicação imediata. Já eventuais futuros comentários são para publicar quando calhar.

Nitidamente, a «liberdade e os seus falsos amigos».

Agora, a descodificação para quem esteja a pensar "mas que raio é isto?":

- O texto em causa «é liberdade e os seus falsos amigos», publicado for f.

-Os comentários em causa são os constantes na imagem seguinte:

- Em C1 falta um comentário não publicado que diz (cito de cor, já que o comentário ainda não foi publicado) «É sem dúvida um texto sobre posturas duais. Pelo que, para não haver dualidade, os citados no post deveriam ficar calados perante esta (suposta) acção de censura. Como me parece que erros passados não devem desculpar erros presentes, prefiro que tenham sido incoerentes.»

- Em C2 falta um comentário não publicado que diz (cito de cor, novamente) «A bem do ratting, é de evitar o grego».

Conclusão
Ao Jugular vai quem quer e eu deixei de querer.

Adenda:
Como seria de esperar, os comentários foram entretanto publicados. Claro que o que está aqui em causa é o facto dos comentários dos co-autores serem publicados imediatamente, o que altera a ordem da conversação (ver 2º comentário neste post).



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Mais vale rir - 2

alberto_joao_demite-se

Ainda a lei das finanças regionais. Mas agora é outro que se quer repetir. Há cada coincidência…

Já agora, o RV que por estas alturas aparecia nas imagens era uma espécie de assinatura inventada com base no nickname. Tolices.



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Leituras: na mouche

«"Crise, mesmo, é quando o Governo quer cair e a Oposição quer é segurá-lo." Ferreira Fernandes, no DN»

  João Villalobos.

«Tudo [a crise] não passa de encenação, combinada em algum almoço ou jantar, com polícias bons e polícias maus

Paulo Guinote

 

«Entreguem a burocracia aos burocratas, aos técnicos e aos funcionários administrativos. A cada um a sua função.»

Ramiro Marques

«Acredito que a intenção não terá sido enganar deliberadamente a opinião pública ["Ministro assume falhanço redondo nas previsões das contas públicas"], mas apenas pintar um cenário idílico, qual Sócrates no país das maravilhas, permitindo ao PS vencer as legislativas.»

António de Almeida

 

Pois, não há dinheiro
Com os votos contra de toda a oposição, a maioria socialista que governa a Câmara de Lisboa aprovou hoje [3.Fev.10] uma despesa de mais de 350 mil euros destinados a financiar a realização da corrida de aviões Red Bull Air Race.

Filipe Tourais

 

«O que é relevante é nota de rodapé. O que é acessório está no centro do debate. É este o nosso défice democrático. Porque falta o confronto político com alternativas claras, sobra a arrogância infantil de José Sócrates e o nulo absoluto em que se transformou o PSD.»

Daniel Oliveira

 

«Pior do que o PSD oferecer de bandeja ao PS a aprovação de um mau orçamento, só mesmo o PSD oferecer de bandeja ao PS uma crise política por causa de uns trocos para a Madeira.»

Vasco Campilho

 

«O PS é o partido em que as escrituras públicas são privadas, mas os rendimentos privados devem ser públicos.»

Vasco Campilho

 

«Enquanto deputados e governantes discutem uma questão completamente lateral como as transferências para a Madeira, os mercados estão a avaliar muito negativamente a capacidade do Estado português para pagar dívidas, o que já está a ter reflexos nas empresas portuguesas. O PSI caiu 6% desde ontem [3 Fev.]. Note-se que esta avaliação está a ser feita pelos mercados (e não pelas tenebrosas agências de rating), isto é, por aqueles que podem ou não estar dispostos a financiar a dívida portuguesa e a investir nas empresas portuguesas.»

João Miranda

 

«Aquele que por várias vezes foi considerado o pior ministro das Finanças dos países da União Europeia e que, pelo seu discurso, parece ser o único português a não ter qualquer responsabilidades sobre o défice ameaça demitir-se porque o ministro Jorge Lacão terá proposto aos partidos da oposição o aumento de 40 milhões de euros no financiamento da região, o que em parqueescolês significa três escolas para a Mota Engil

Tiago Mota Saraiva

 

«A região de Lisboa é a mais rica do país (105% do pib médio da UE).
A Madeira é a segunda mais rica (98%).»

Gabriel Silva

 

«E agora, que voltou a falar o ministro premiado com as Obras Públicas por ter assinado um documento de economistas obscuros a favor de mais obras públicas, vem a propósito colar aqui, com a devida vénia ao autor, Nicolau Santos, um artigo publicado há anos, quando Portugal ainda era 27º no Índice de Desenvolvimento Humano, sob o título «Os Pobres Que Não Têm TGV» [destaques meus]:

[segue-se uma longa lista de países que não têm TGV]

Quando um punhado de governantes insiste numa solução que parece ruinosa às mais respeitadas instituições internacionais e aos mais sérios especialistas nacionais, tem que se perguntar qual será o motivo - que não é óbvio nem transparente - para tanta veemência e teimosia?»

José Mendonça da Cruz



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Miseráveis

Eu sei que o Alberto João, sempre execrável com os "cubanos", não merece a minha defesa. Não é isso que está em causa. Agora uma coisa é certa: não é este acréscimo de irresponsabilidade patrocinada pelo parlamento que justifica tamanha dramatização e ameaças de demissão. A verdade é esta, este episódio põe os jogos partidários – do PS e da oposição –à frente dos interesses do país. Miseráveis!

NOTA: o ministro falou do agravamento do défice por causa da lei das finanças regionais. Meras migalhas ao lado do elefante branco TGV.



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A corrupção, por VPV

A_Corrupcao_Vasco_Pulido_Valente

Público, 17-09-2006



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Mais vale rir - 1

alerta-laranja

Bem, como há muita bonecada feita neste blog e uma parte está com teias de aranha, diariamente às 12h30 passará a haver repetição de um boneco já publicado.

Todos os bonecos têm data, o que será das poucas referências contextuais dadas. Por isso, espero que a vossa memória esteja apurada :)

Começo com este, que agora passados 3 anos parece que continua actual. Afinal, o tempo passa por Portugal?



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Os 3 mosqueteiros da cusquice fiscal

Os 3 mosqueteiros da cusquice fiscal

Muitas palavras me ocorreram sobres estas três pessoas, que graças a quem neles votou também são deputados. São pessoas sem respeito pela privacidade dos outros e que não hesitam no uso da demagogia para defender algo que afirmam ser para combater a corrupção. Como se o vulgar contribuinte fosse a fonte da corrupção em Portugal. Como se quem pratica a corrupção não tivesse meios para a ocultar de uma mera declaração fiscal.

Do alto da sua hipocrisia, alguns defendem que quem nada tem a esconder não teme, posição que anonimamente – ou com escassa identificação, o que é o mesmo – defendem em comentários em blogs diversos. Esquecem-se de dar o exemplo daquilo que para os outros defendem.

A corrupção é coisa séria. Combate-se com uma justiça que funcione em tempo útil. Mais leis não passa de areia para os olhos.

Estas três pessoas não são o PS que lutou pela liberdade. Antes, representam as forças que lei após lei vão encurralando a liberdade individual até ao golpe de misericórdia. Aqui ficam retratadas para mais tarde recordar.



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A coscuvilhice a nível nacional

Espero que isto se concretize. Vou logo à net ver os rendimentos do meu vizinho para de, uma vez por todas, saber se ele, que trabalha comigo, ganha mais do que eu. E aproveito e vejo também o que se passa com os restantes trabalhadores da minha empresa. Aliás, até vou fazer uma cópia dos rendimentos de todas as pessoas que conheço para ver com quem vale a pena relacionar-me. Finalmente, uma iniciativa útil.

Eis, em síntese, o projecto de lei que o PS tenciona apresentar, muito brevemente, na Assembleia da República: tornar públicos todos os rendimentos brutos declarados de todos os contribuintes.

Sem o imposto final pago, sem as despesas reembolsáveis (despesas de saúde, educação, etc.), mas com o rendimento bruto anual declarado. E, evidentemente, a identificação do contribuinte. Por outras palavras: acaba-se o sigilo fiscal. (…)

Esta será, apurou o DN, a principal proposta que o PS enviará para a comissão parlamentar criada para o combate à corrupção - que só em Julho votará as novas leis para este efeito. Os principais autores da proposta são Jorge Strecht Ribeiro, Afonso Candal e Mota Andrade. Todos membros da direcção da bancada parlamentar do PS.

Isto é combate à corrupção? Agora todos passamos a suspeitos de corrupção? Já que assim é, sinto-me perfeitamente à vontade para suspeitar que os senhores Jorge Strecht Ribeiro, Afonso Candal e Mota Andrade são uns corruptos. Se suspeitam de mim, eu suspeito deles.



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Smiley & Blog #10

Acabada de sair, a a tira n.º 10.


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Ministros em roleplay

A mim assusta-me ver um ministro que gosta de malhar rodeado de militares e de máquinas de guerra enquanto comenta coisas do jornalismo. Mas no fundo, não está tudo relacionado? Não deu a guerra do sangue lugar à guerra mediática? É a isto que se chama valorização do staff: o homem certo no lugar certo.

Agora, giro, giro, giro seria encontrarmos o ministro da tutela (da comunicação social) dissertar sobres a timidez de Chopin quanto aos seus concertos de violino, o ministro da cultura tecer considerações relativas à A24 e o ministro da economia discursar sobre a vinda dos espanhóis à praia em Lisboa. Ups, esta já aconteceu.



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Vamos ver como seguem as teses livro e Washington *

«Segundo fontes da estação contactadas pelo Expresso, a conversa decorreu no dia de apresentação ao Parlamento da proposta de Orçamento de Estado para 2010, durante a hora de almoço, no Hotel Tivoli, em Lisboa.

(…)

Segundo as mesmas fontes, terá sido José Sócrates e os seus dois ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência (Jorge Lacão e Silva Pereira) a dirigirem-se à mesa onde se encontrava Nuno Santos a almoçar com a apresentadora de televisão Bárbara Guimarães.

(…)

Crespo confirmou, em seguida, as informações junto de Nuno Santos e de Bárbara Guimarães, antes de escrever a sua habitual crónica destinada ao "Jornal de Notícias". Aliás, no artigo - que seria recusado pelo director do JN por, alegadamente, a informação não ter sido confirmada - Mário Crespo sublinha que o relato "é fidedigno. Confirmei-o" e transcreve mesmo partes do e-mail recebido.» no Expresso

* Segundo as correntes socráticas, o texto de Crespo tinha duas justificações:

  • vingar-se do governo por não ter sido não sido nomeado correspondente em Washington
  • e é uma estratégia de marketing para o lançamento do livro de Crespo que em breve sairá.

Mas os outros é que fazem conspirações.



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A marosca de João Pinto e Castro

O que escreveu João Pinto e Castro:

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A realidade:

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O que escreveu Mário Crespo:

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Foi João Costa quem deu com a manipulação.

Isto com gente séria é outra coisa. Há por aí quem se interrogue em que lugar da bancada do PSD se irá Crespo sentar na próxima legislatura. Vou lá ler agora para ver o que se escreveu sobre João Pinto e Castro.



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Crespo: conspiração à volta do buffet *

«Mário Crespo acusa o primeiro-ministro, José Sócrates, e dois membros do Governo de o terem classificado como "um problema" a precisar de solução. E acrescenta que à conversa assistiu, sem "contraditar", um executivo de TV, que o CM sabe ser o director de programas da SIC, Nuno Santos.

(…)

José Sócrates, Pedro Silva Pereira e Jorge Lacão encontraram Nuno Santos e Bárbara Guimarães, casada com o socialista Manuel Maria Carrilho, a terminar um almoço no Hotel Tivoli, em Lisboa, sabe o CM. Enquanto circulavam à volta do buffet, José Sócrates e Nuno Santos falaram de Mário Crespo, jornalismo, política, do programa ‘Ídolos’ e até de férias. Enquanto trocavam palavras, alguém ouviu a conversa e transcreveu-a num e-mail, posteriormente enviado ao jornalista. Nuno Santos já terá explicado o sucedido a Mário Crespo.»  no CM

* isto podia ser o título dum livro de Agatha Christie



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Crespo: o meu ponto de situação

Ontem houve muito folclore com a história do Crespo. Aqui no blog foi uma animação mas poisada a poeira, vamos lá ver. Neste momento apenas estão na mesa as palavras de Mário Crespo. Não vejo razão para delas duvidar mas não deixo de sublinhar este facto.

Há dois aspectos confirmados:
- a crónica de Mário Crespo não foi publicada;
- o JN confirma que recusou a publicação da crónica.

Confirmando-se o que Mário Crespo relata estamos perante um caso de ir longe de mais. Até lá, há outras pessoas que podem falar: as tais testemunhas dessa conversa e o Crespo pode dizer quem foi essa pessoa da TV a que se refere. Entretanto, vamos ver o caminho que isto segue.



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Branco mais branco não há

Sócrates e Silva Pereira

Será nova moda no governo branquear/cinzentar o cabelo?

Piadas fáceis:

  • branqueamento de ideias
  • derrame de massa cinzenta
  • passado branqueado
  • …. deixe a sua na caixa de comentários ;-) …


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Coisas públicas e coisas privadas

Coisas públicas: um email privado trocado entre dois jornalistas do Público

Coisas privadas: uma (suposta) conversa pública, isto é, para quem quis ouvir, num restaurante entre o PM e o seu staff.



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«Método pidesco»

Sobre isto. Ganhei um adjectivo para classificar aquele famoso email que o DN publicou.



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Caso Crespo: Nota da Direcção do JN

Mário Crespo cessa colaboração no JN

O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade. Acontece que, no domingo à noite, o director do JN o contactou dando-lhe conta das dúvidas que lhe causava o texto que Mário Crespo enviara para publicação no dia seguinte. Basicamente, no entender do director do JN o texto de Mário Crespo não era um simples texto de Opinião mas fazia referências a factos que suscitavam duas ordens de problemas: por um lado necessitavam de confirmação, de que fosse exercido o direito ao contraditório relativamente às pessoas ali citadas; por outro lado, a informação chegara a Mário Crespo por um processo que o JN habitualmente rejeita como prática noticiosa; isto é: o texto era construído a partir de informações que lhe tinham sido fornecidas por alguém que escutara uma conversa num restaurante.

Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita.



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Mário Crespo: onde saiu/não saiu a notícia passadas algumas horas

Uma abordagem interessante. Em http://twitter.com/GabrielfSilva

orgãos de direita ( que dão noticia crespo): correio da manhã, jornal de negocios, publico, tvi, sol, 18 minutes ago from TweetDeck

mais orgãos de esquerda (que não dão noticia crespo): rtp, lusa, rr, sic, expresso, diario economico, ionline 21 minutes ago from TweetDeck

orgãos de «esquerda joaquim» (que não dão noticia crespo): tsf, jn, dn 30 minutes ago from TweetDeck



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Aguardar até ao monopólio da central de comunicações do governo

Mário Crespo na mira dos problemas a resolver:

O Fim da Linha

Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

 

JMF diz ter confirmado que o texto devia ter saído no JN e não saiu. Eu próprio verifiquei que a sua crónica semanal das segundas-feiras não foi publicada, esta ou outra.

Já confirmei que artigo de Mário Crespo devia ter sido publicado hoje no Jornal de Notícias mas que o director desse jornal o mandou retirar

Os hipócritas que nos governamLer também neste post anterior sobre os hipócritas que nos governam.

 

Filomena Mónica, também na lista:

Ao escrever o meu artigo - já o segundo, visto, em tempos, o ter feito quando Marcelo foi saneado da TVI - nunca pensei que estava a tocar num ninho de víboras, mas foi isso que aconteceu. Ao longo das várias décadas em que tenho vindo a público a fim de expor as minhas opiniões, jamais recebi telefonemas como os que, desta vez, me chegaram. Excluindo a hipótese de os jornalistas que me contactaram estarem todos bêbados, alguém - e não estou a acusar a ERC, porque não tenho provas - andou pelas redacções a espalhar boatos. Não julguem que me intimidam. Na presunção de que existirão sempre órgãos que possam exibir vozes dissidentes, continuarei a dizer o que penso.

Aquando da expulsão de Marcelo da TVI houve uma tempestade e até serviu para demitir o governo. Agora depois das diversas limpezas ficamos em quê? À espera que a central de comunicações do governo seja o único alto-falante da propaganda socrática?

Ver também



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Leituras: iPad therefore iWant? Probably. Why? iDunno

Um artigo de Charlie Brooker escrito com humor sobre o iPad. Deixo uma tradução caseira de algumas partes:

iPad therefore iWant? Probably. Why? iDunno

Numa primeira impressão parece um iPhone numa forma não manuseável e fora do tamanho de bolso. Mas olhe-se mais demoradamente e.... Não. Tinha-se razão na primeira vez.

(...)

O iPad fica entre dois conceitos - não é bem um laptop e não é bem um smartphone. Por outras palavras, é o utilitário do consumidor de bens electrónicos. Ou seria, não fosse um factor crucial: parece ideal para navegar na net enquanto se vê televisão. E suspeito que para isso será usado maioritariamente. Milhões de pessoas vêem TV enquanto consultam os seus emails: é a combinação perfeita para elas.

(...)

Algumas pessoas queixam-se que não tem uma câmara. Que tecno-bebés mimados. Lá porque uma coisa é tecnologicamente possível, isso não significa que tenha que ser feita. É tecnologicamente possível fazer uma batedeira de ovos que faça chamadas, um leitor de MP3 que doseie salgadinhos ou um carro com pára-brisas de pão. A humanidade continuará a prosperar na sua ausência. Nem tudo precisa de uma lente de 15 megapixéis espetada nas traseiras, tal como um pequeno ânus de vidro. Dêem a estes ingratos uma câmara e eles choramingarão que não tinha uma segunda câmara incluída. O que é que estão a fotografar, já agora? A vossa colecção de câmaras?

(...)

Quanto a mim, não tenho a certeza que compre um iPad, embora me pareça - me pareça - que estou para comprar um MacBook.

(...)



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Os hipócritas que nos governam

Os hipócritas que nos governamNum interessante  artigo do Expresso/The Economist é demonstrado aquilo que já sabíamos: somos governados por hipócritas. Assim de repente e para citar um exemplo, lembro-me de um certo governante que achava que a lei do tabaco recentemente por ele aprovada não se lhe aplicava.