a política na vertente de cartaz de campanha

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Legislativas 2009: reacções nos blogs

Reacções às legislativas 2009, por volta das 20 horas:

Prémio melhor título:
ProfAvaliação: Cavaco derrota PSD e professores tiram maioria absoluta ao PS

E mais reacções de nota (para mim, claro), noutros momentos:
actualizado  29-09-2009, 22:46


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Cavaco e o silêncio

Cavaco e o silêncio

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O caminho para os 116

PS+BE? Nos próximos dias vamos ver se havia ou não uma estratégia para acordo pós-eleitoral. Mas para esta hipótese será preciso estes dois partidos chegarem à maioria absoluta dos 116 deputados, o que poderá não acontecer.

Por outro lado, fala-se à boca cheia do PS governar sozinho, numa estratégia de governo de 18 meses para depois procurar a maioria absoluta. A verificar-se esta hipótese, será a vitória do calculismo político e a derrota do interesse do país. Assistiremos a ano e meio de jogatana politica, da qual só resultará empobrecimento.


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Legislativas 2009 - previsão das 20 horas








Muito graças à incompetência do PSD, primeiro como oposição e de seguida na campanha eleitoral, prevê-se que iremos gramar com mais um governo Sócrates. Impressionante. Fica provado que a estratégia do PSD de optar pela não campanha e pela postura negativa não funciona. Também se demonstrou que os portugueses querem promessas, não importa se serão ou não para cumprir.

Para seguir os resultados em tempo real: ver o site do Ministério da Justiça, Legislativas 2009


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3, 2, 1, resultados a seguir

Faltam 5 minutos para as 20 horas. 5 minutos para sabermos que resultado tiveram as longas semanas de batatada eleitoral.


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23:59, hora de reflectir

Falta um minuto para se entrar no dia de reflexão, seja lá o que isso for, sirva lá para o que for. Olhem, que sirva para pensar se querem este ex-líbris do governo Sócrates para mais um mandato:
  • Projectos PIN
  • Ajustes directos
  • Os contratos dos contentores de Alcântara
  • Financiamento dos computadores Magalhães
  • Fundação das Telecomunicações para as Redes Móveis
  • Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso
  • Auto-estradas 57 por cento mais caras do que as propostas iniciais»
  • Salvar bancos
  • Armando Vara na CGD
  • Jorge Coelho na Mota Engil
  • Financiamento partidário: 1 milhão de euros em dinheiro vivo
  • Ajuste directo: Governo finta limites
  • As aulinhas de inglês e o caso da empresa Know How
  • Projecto de leis sobre locais para piercings
  • Legislar sobre a quantidade de sal no pão
  • Ninjas da ASAE e controladores da ERC
  • Entrar na intimidade daqueles que não querem os deveres e direitos do casamento


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Voto útil

Na sequência do que escreve Zé de Portugal e Cristina Mendes Ribeiro, é de notar que o voto útil é útil mas para quem o recebe (crédito a Carlos Magno, hoje no Contraditório, da Antena 1). Útil para mim é não haver uma maioria absoluta que governe do alto do seu palácio de arrogância.

É também de mau gosto - e até talvez encerre falta de  sentido democrático, esta ideia de voto útil, já que o seu contrário, o voto inútil, está implicito. Defender este conceito é menosprezar quem pensa de maneira diferente. Tem, ao menos, uma mais valia, que é por a nú a faceta de poder de quem faz este apelo.


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O que não se diz na campanha eleitoral

A ler, este post de Ramiro Marques: Os números do desastre. Nos últimos 14 anos, o PS esteve 12 a desgovernar Portugal


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Dias agitados na comunicação social

Ventos de tempestade:
  • alterações editoriais na TVI;
  • um jornal que faz manchete sobre notícias de outro jornal;
  • a notícia que é lançada anunciando a saída do director do Público sem que este disso soubesse;
  • a ERC a querer controlar quem comenta na comunicação social durante a campanha eleitoral;
  • um primeiro-ministro a transformar uma estação de televisão e um jornal em adversários políticos;
  • e essa televisão e esse jornal precisamente sob fogo cruzado.
Isto é apenas campanha eleitoral ou é sobretudo campanha eleitoral?

Já agora: está preparado o lodo para não se falar dos problemas do país por mais uns dias de campanha eleitoral. Por este andar, chegaremos a dia 27 sem que tiradas socialistas como "equilibrámos as contas públicas", "a educação melhorou" e "modernizámos o país" sejam devidamente analisadas. A oposição continua a ir em folhetins sem de facto marcar a agenda política.


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De onde veio o email?

Segundo o DN, a propósito do caso de hoje das escutas na presidência, surge na própria transcrição do email (de Luciano Alvarez para José Tolentino Nóbrega) que o jornal publica:

12- Esta história só é do conhecimento do PR, do Lima, minha, do Zé Manuel Fernandes (que me pediu para não a contar a ninguém por enquento, mas que eu tenho que ta contar para tu te pores em campo com o conhecimento total do que estamos a falar). Peço-te por isso toda a discrição.

Assim, os conhecedores deste email são apenas Luciano Alvarez para José Tolentino Nóbrega e os conhecedores da história são estes dois mais o PR (o «queixoso»), Fernando Lima (o «informador») e José Manuel Fernandes (director do Público). Cavaco colocou-se fora da questão e os restantes aparentam não ter interesse na divulgação deste email. Como é que então este email foi parar ao DN?


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O relatório-síntese da sondagem DN, JN, Antena 1 e RTP (CESOP-UCP)


Quanto à última sondagem (presencial) da CESOP-UCP (DN, JN, Antena 1 e RTP, publicada 17 Setembro), a leitura do relatório-síntese é muito interessante e elucidativa. A imagem é uma parte deste relatório com os destaques a vermelho da minha autoria. Atente-se aos destaques:
  • a intenção directa mostra o PS a subir 3 pontos e o PSD sem alteração;
  • a redistribuição dos indecisos mostra o PS a subir um ponto e o PSD a descer 3 pontos;
  • a salvaguarda de que a estimativa tem um «resultado meramente indicativo, dado que pressupostos diferentes poderão gerar resultados diferentes».
A bem da clareza, creio que quem publica os resultados faria bem em publicar os dois quadros, tanto a intenção directa de voto como a estimativa de resultados eleitorais. Até porque esta última resultou num redondo falhanço nas europeias. Além disso, as perguntas colocadas no inquérito deviam ser de divulgação obrigatória na ficha da sondagem.


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O quarto poder




Ninguém dos envolvidos fica bem na história. Nem o Público, nem o DN, nem a Presidência. Com acusações de isto ser uma história de Abril do ano passado que o Público lançou em Agosto deste ano, com DN a ser acusado por José Manuel Fernandes de forjar parte do email em questão e com os silêncios de Cavaco, ainda muita tinta há-de correr.


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Ironias

Com os actuais 38% de intenções de voto, longe dos 45% obtidos em 2005, é notório que a esquerda que não votará PS está a fugir para o BE, já que o PCP está em queda na sondagem. Não deixará de ser irónico se estes eleitores que têm um pó a Sócrates fujam para o BE para depois gramar na mesma com ele numa previsível coligação pós-eleitoral entre os dois partidos.

Nota: curiosa, curiosa é a nota ao lado da sondagem, particularmente a parte «pressupostos diferentes poderão gerar resultados diferentes». É isto alguma confissão de manipulação?


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A Marinha Grande dos socialistas



Cenas de empurrões e pontapés na campanha socialista, no Seixal. A Marinha Grande dos socialistas fica cada vez mais a sul. Ainda chegará a Marrocos por este andar.


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Uma notícia Pré-Aljubarrota

O Ministro do Fomento está preocupado com a eventual suspensão do TGV em Portugal.


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Estou esclarecido

José Sócrates disse no último debate que o próximo governo terá novos ministros em todas as pastas. Para mim é um alívio constatar que o candidato do PS ache que a pasta de primeiro-ministro será ocupada por outra pessoa.


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Bloco Central

Bloco central

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Votar com batota

Carolina Patrocínio revela que «[p]ara as legislativas» votou «sempre PS», o que não deixa de ser extraordinário: as últimas eleições legislativas aconteceram a 20 de Fevereiro de 2005, um dia bem bonito para quem nasceu, por exemplo, a 27 de Maio de 1987.


Atendendo ao «Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!», deve mesmo ter feito batota para não perder por meses a oportunidade de votar.

No Complexidade e Contradição, via Gabriel Silva
Ver também no 31



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Na próxima eleição

Elegem-se os deputados que melhor serviram o Partido - daí terem sido reconduzidos - em vez dos que melhor serviram o eleitor.

Neste contexto, a eleição é uma farsa. O eleitor não tem poder de escolher os seus deputados e nem tem uma palavra a dizer na escolha dos seus ministros. É tudo cozinhado entre algumas famílias partidárias.

Assim, a próxima eleição não passa de escolher o menu com os temperos mais apelativos: o menu económico, o menu socialmente temperado sem sal, o menu old red time, o menu melancia, o menu assexuadamente modernaço  e o menu familiar. Sem esquecer, claro, de se pagar a conta depois do repasto.

Leitura  complementar: Eleição perversa


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Sabão 2009

Quem segue as lides informáticas está habituado à nomenclatura. MS Office 2007; Visual Studio 2005; Norton AntiVirus 2009; etc. Tratam-se de produtos assentes numa lógica comercial de sucessivas versões, que resolvem alguns problemas antigos e que criam novos em consequência de funcionalidades adicionadas. A ideia "Sócrates 2009" segue esta lógica de produto. A segunda versão da suite que em 2005 teve a maior quota de mercado está aí em versão rebranded, a prometer funcionalidades revistas, apesar do inalterado core não permitir melhores performances do que aquelas demonstradas ao longo de quatro anos e meio.

Olhar para Sócrates 2009 como um produto lança luz sobre muitas questões, desde o insistente recurso a slogans, como os do PSD sem ideias ou do PSD que só quer rasgar, até à estratégia de venda baseada na construção de uma imagem de marca em vez de se discutirem ideias para a governação. Como em qualquer produto, há a considerar as questões de publicidade falsa, para que não se compre gato por lebre. Finalmente, é preciso ter em mente que a aquisição de um tal produto é uma compra a crédito, paga em prestações não necessariamente suaves chamadas de impostos. Boas compras e, já agora, leia as instruções de uso. É que este é um artigo que vem sem garantia.