a política na vertente de cartaz de campanha

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O que está por trás do Google?

O que está por trás do Google?

Clique na imagem para saber. Dica: experimentar as pesquisas seguintes

  • Lisbon
  • Radio
  • Weetabix
  • Sex
  • Painting

Se encontrar outras giras, deixe nos comentários.

Via Der Terrorist, com coisas giras sempre.


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Messagem que a TMN está a enviar a alguns dos seus clientes

"Dá-me o telemóvel já!!! Foi um escandalo e já o podes ter como toque no teu tlm. Vais surpreender, toda a gente vai rir!!! Envia Real Aluna ao 3456 (4€/sem)"

Sou só eu a achar ou isto é uma atêntica falta de gosto por parte da TMN?


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Pela net: a campanha de comentário-spam da Optimus

http://blog.karlus.net/archives/2008/02/07/1885/
[...] desde há dias que um tal de 'Jack Sparow' e 'New Mix' têm vindo a colocar regularmente comentários... digamos, um bocado promocionais demais, num desses posts. Deixam n links para vídeos, links para os sites, etc e elogiam violentamente a nova campanha/imagem da Optimus. Tanto que até pensei, "Queres ver que é pessoal da Optimus a fazer auto-promoção pelos blogs".

http://blog.karlus.net/archives/2008/02/25/1897
[...] empresas de comunicação andarem a fazer comentários em blogs "em nome" da Optimus[..]



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Ford Focus e The Car Music Project


© createdigitalmusic.com

A minha amiga Pajarita, artista por natureza, mandou-me um artigo sobre o anúncio do novo Ford Focus que agora anda na TV. Certamente que já o terão mirado e talvez, como eu, tenham pensado «que lindo playback ali fizeram». Ora acontece que a música executada saiu dos instrumentos que são vistos no filme e, ainda mais surpreendente, esses instrumentos são feitos com peças tiradas de dois Ford Focus novinhos em folha.

Esta ideia decorre dum projecto de Bill Milbrodt, The Car Music Project, que vem já desde 1994, onde ele transformou o seu Onda de 1982, já completamente inútil, em alguns instrumentos musicais. O resultado foi «Music from a Parallel Universe», algo na linha do rock progressivo experimental.

Para o projecto Ford Focus, o cliente tinha requisitos específicos, tais como o tipo de instrumentos, a sonoridade (próxima duma orquestra convencional), afinarem pelos padrões da música ocidental e, ainda, poderem ser rapidamente tocados por músicos profissionais:

http://createdigitalmusic.com/2008/02/05/
interview-building-a-musical-ensemble-out-of-ford-focus-car-parts/

We had requirements for wind, brass, percussion, and string instruments that could play the music that was presented to us. We were also required — for credibility and authenticity — to make instruments from intact car parts as much as possible (as opposed to making major or defining parts out of sheet metal from the body of the car). And most important, the instruments had to A) be able to play in tune according to traditional western standards, and B) they had to be physically close enough to traditional instruments to enable professional musicians to learn them quickly because they would only have one or two rehearsals before recording the music. Finally, they had to be visually attractive; call it compelling if you like. In other words, television is mainly a visual medium and they needed to look great.

A parte musical do anúncio final teve dois ensaios antes da gravação, um de duas horas e meia e outro de seis horas. Notável, se tivermos em conta o resultado final, não é? Quanto à construção dos instrumentos foi mais demorada: 5 semanas desde que o Ford Focus foi desmontado. Estes e outros detalhes estão na entrevista do link supra-indicado.

E agora alguns vídeos relacionados. O anúncio final:




Uma versão mais longa, com 3 minutos:



Music from a Parallel Universe, a musicalidade original do projecto:


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Cânones da publicidade - 2




10 em cada 9 portugueses


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Cânones da publicidade

condicionador

Dificilmente alguém habituado à exposição mediática da actualidade levará a sério a publicidade. O marketing mente, inventa necessidades, cria insatisfações, manipula. Tudo para vender um produto.

É socialmente aceite que a verdade da publicidade não seja absoluta. Todos sabemos que não existem produtos que travem o envelhecimento, que a posse dum novo carro não trará a loiraça do reclame ou que um condicionador nada tem a ver com Pavlov. Mas quem importa isso?! Ou será que importa?...

E sobre o marketing político? É uma realidade que as promessas eleitorais com maior ou menor frequência não passam disso mesmo, promessas. E que tem sido técnica recorrente anunciar medidas cujo objectivo é distinto do discurso oficial. Recorrendo a um único exemplo, no caso das maternidades o discurso foi a preocupação com a qualidade do serviço, quando todos sabemos que o cerne da questão está na redução de custos.

Deixo aqui estas questões: o marketing político é legítimo? Ao ouvirmos uma promessa eleitoral, devemos automaticamente adoptar a atitude relativizante "são promessas"?