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Folar de Páscoa

Folares de Páscoa1 kg farinha extrafina 
3 ovos
300 g açúcar 
100 g manteiga
400 ml leite
50 g fermento de padeiro
5 ovos cozidos
1 ovo batido para pincelar
sal qb

Aquecer o leite com a manteiga. Num alguidar deitar a farinha, fazer uma covinha ao meio e nela deitar um ovo e o fermento de padeiro desfeito com um pouco de água morna. Juntar o sal (metade da quantidade usada para o pão). Misturar com alguma da farinha e deixar fermentar durante 10 minutos. De seguida, ir juntando os restantes ovos, o leite e o açúcar e ir amassando. Se a massa ficar muito seca, pode-se juntar mais ovos ou leite. Deixa-se levedar até dobrar de volume. Entretanto, cozem-se 5 ovos em água com casca de cebola até ficarem bem cozidos.

Retira-se um bom pedaço da massa para formar um rolinho para enfeitar o folar. Com a restante massa forma-se uma bola grande com ajuda de farinha e em cima do tabuleiro de ir ao forno. Em cima colocam-se os ovos cozidos em forma de cruz. Ficam com o terço inferior dentro da massa. Estende-se o rolinho por cima dos ovos, também em cruz e de modo a tapar ligeiramente os ovos. Pincela-se toda a massa com ovo batido. Pode deixar-se levedar novamente para ficar mais fofo.

Vai a forno quente durante 30 minutos ou até um palito inserido sair seco, sem massa agarrada.

Serve-se simples ou barrado de doce ou manteiga.

Depois de dar forma ao folar
Folares de Páscoa
A cobertura com ovo
Folares de Páscoa
No forno
Folares de Páscoa
Depois de cozidos
Folares de Páscoa


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De volta…

Merendeira … depois de uns dias de isolamento e ainda sem pachorra para comentar umas cenas que por aí se tem passado. Espero que tenham apreciado as imagens natalícias que deixei programadas. Os "Mercados de Natal" (Weihnachtsmarkt), como os das fotos anteriores, são uma tradição germânica que acho deliciosa. Primeiro gastronomicamente, com o Glühwein e os Lebkuchen a perfumarem o frio dos fins de tarde. E em segundo pelos brinquedos artesanais, sobretudo os de madeira, que se podem comprar por lá.

Por cá, isto é, lá na aldeia, também houve as delícias habituais, em particular a merendeira e a jeropiga, que bem aqueceram neste Natal particularmente frio. Fica aqui a receita da merendeira, como se faz no Baixo Mondego.

Receita de merendeira (Baixo Mondego)

  • 1,250 kg de farinha de trigo
  • 1,5 kg de farinha de milho branco
  • 30 gramas de fermento de padeiro
  • 5 a 6 kg de abóbora-menina
  • 650 gramas de açúcar
  • 75 gramas de manteiga
  • frutos secos (nozes picadas grosseiramente, passas de figo, passas de uva e, eventualmente, frutas cristalizadas)
  • sal q.b.

Confecção

Coza a abóbora em água temperada com sal. Peneire a farinha de milho e escalde-a com a água de cozer a abóbora (a farinha deve ficar toda molhada). Tape com um pano e deixe descansar durante 1 hora.

Desfaça o fermento com um pouco de água (morna) em que cozeu a abóbora. Junte à farinha de milho que, entretanto, já repousou. Junte ainda a farinha de trigo, o açúcar, a manteiga, a abóbora em puré e 1 pitada de sal dissolvido num pouco de água onde a abóbora cozeu. Amasse tudo muito bem e polvilhe com farinha. Acrescente os frutos secos e amasse novamente para misturar. Tape com um pano e deixe levedar em local tépido. Geralmente faz-se uma marca no alguidar 8 cm a 10 cm acima do nível desta massa; quando atingir essa marca, considera-se levedada.

Tenda as merendeiras e leve-as a cozer em forno bem quente (cerca de 50 minutos; para ver se a cozedura está completa, espete um palito na merendeira, o qual deve sair seco).

(receita adaptada daqui)



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Secretos de porco

Ingredientes:
Secretos de porco preto alentejano: 800 gr
Colorau doce espanhol: 120 gr
Alho seco: 25 gr
Azeite 0,3 acidez: 3 dl
Sal grosso:20 gr
Louro em folha: q.b.

Receita:
Cortar a carne de porco preto em triângulos e mariná-los com água, colorau doce, alho picado fininho, louro em folha sem o veio, um pouco de azeite e sal grosso q.b.. Deixar no frio pelo menos 3 horas. Numa sertã, fritar os secretos de porco preto, num pouco de azeite. Acompanhar com migas de broa, couve portuguesa e feijão frade.



Alternativamente, imite Paulo Portas, fotocopiando o arquivo do Ministério da Defesa, num total de 60 mil e tal páginas.


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Gambas à guilho

gambas_a_guilho
(clica para ampliar)

Gambas à Guilho, como se diz por cá ou, em versão purista, Gambas ao alhito
Deixa o lume aquecer o azeite até que este faça bolinhas redondas, cobrindo toda a frigideira com alguns milímetros de amarelo. É altura de deixar que as tiras de alho fresco se lhe juntem, criando um inconfundível perfume no ar. A certa altura, as cores do Outono tomarão conta da mistura, trazendo algum castanho ao quadro. Saberás então que deves adicionar as gambas, o piri-piri e o sal. Sê generoso com todos eles pois o gosto deverá ser forte, capaz de preencher toda a língua, como um primeiro beijo dum amante. As gambas deverão ficar inteiras, como se tivessem acabado de sair da água,ainda trazendo com elas o mar salgado. Com o passar do tempo, o castanho aumentará de intensidade, altura em que algumas gotas de vinho branco, igualando a quantidade de azeite usado, darão vida a estas Gambas à Guilho. Mais um ou dois minutos e apaga o fogo da cozedura e deixa o do paladar te invadir. O pão já está cortado e a cerveja já está fresca? Coloca então tudo junto para encher a vista. Estarei aí dentro de momentos.