a política na vertente de cartaz de campanha

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Mais uma

Mas confirmou essa informação?
O que eu sei é que, pelo país todo, há carros do Estado a irem buscar assessores a casa. Porque se vão cinco para o Cartaxo, também vão para Vila Franca, para Santarém... Tenho um amigo que é de um partido e ele sabe quem são esses assessores. São cinco só no Cartaxo. Está confirmado. Será que o Estado precisa de ter perto de 30 mil viaturas? Será que o Estado precisa de ter perto de 11 mil institutos? Será que o Estado precisa de recorrer tanto a pareceres externos? Eu não me candidato para que tudo fique na mesma. [na entrevista de Fernando Nobre ao i]

Sobre estes casos não posso atestar a veracidade. Apesar de não me surpreenderem. Pois sei que nem é preciso ser-se assessor para se ter direito a BMW com motorista. Sei porque conheço quem. Basta estar na linha certa das estrelas partidárias certas.

E nomes? E nomes? Essa informação vou guarda-la para mim, que acredite quem quiser.

Agora, uma coisa é certa: muita gente mama do Estado e é gente que não verá os seus vencimentos reduzidos. Porque há filhos e enteados. Porque os apertos de 2011 vão ser para pagar o mega buraco. Porque os roubos decorrem às claras. Porque o descaramento não falta. Porque, enfim, a escandaleira chegou a um ponto em que mais uma apenas merece o comentário “mais uma”.



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Vêm a tempo para quarta-feira

Blindados chegaram a PortugalHá quem por aí quem se indigne face aos indispensáveis blindados comprados para a cimeira da NATO terem chegado tarde demais. Será mesmo assim?

 foto

 



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Os ratos são os primeiros a abandonar o navio...

image ... e os boys de um governo em queda são os primeiros a agarrarem-se aos tachos. Depois da boyada do Paulo Campos, mais um exemplo de ética republicana.

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Casos de estudo: vogais vs. administradores

Caso de estudo nº 1

MARCOS AFONSO VAZ BATISTAMarcos Afonso Vaz Batista
Licenciado em Economia. Especializado pela Avon Cosméticos Internacional em Técnicas de Venda Marketing e Merchandising e possuidor de diversas acções de formação em Vendas Por Catálogo Comunicação e Marketing. Vendedor Marketing Manager da Avon Cosméticos S.A. Contabilista. Director Financeiro  de duas empresas que ninguém conhece das empresas Área Dinâmica e Laveiro. Boy nomeado para várias empresas estatais. Administrador dos CTT – Correios de Portugal S.A. e Administrador da PayShop (Portugal) S.A.

Caso de estudo nº 2

LUÍS MANUEL PINHEIRO PITEIRALuís Manuel Pinheiro Piteira
Frequência do 3º ano de um curso de  Contabilidade e Administração. Trabalhou nas áreas de Operações e Contabilidade de duas empresas. Geriu uma carteira de fundos e de seguros. Trabalhou como controller. Vogal do Conselho de Administração da Empresa de Arquivo de Documentação, do Grupo CTT e do Conselho de Administração da Payshop  S.A.

Destes dois casos de estudo trazidos até nós por Paulo Campos conclui-se que terminar um curso e ser vendedor da Avon são dois aspectos essenciais para distinguir o cargo de administrador do cargo de vogal de uma empresa que faz a mesma coisa que os pagamentos de serviços do Multibanco mas com mais burocracia (e maior despesa).



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Outra prova de que o plano tecnológico funciona

O antigamente e o agora.

plano tecnológico funciona

A notícia: «Dados de contratos públicos apagados do site oficial do Governo»



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Capas do Freeport*

Sol31Jan09 CM30Jan09 Sab29Jan09 Sol28Mar09

CM29Jan09 Visao29Jan09 DN30Jan09 Pu29Jan09

Exp31Jan09 DN29Jan09 Pu24Jan09

* Com os cumprimentos do pseudónimo Miguel Abrantes que releva uma enorme capacidade organizativa ao digitalizar/copiar e manter em arquivo as capas da imprensa de (sobretudo) Janeiro de 2009.

Fico na curiosidade para saber que outras coisas guardarão o arquivo deste vigilante. Pena é que não lhe sobre tempo para aprovar os comentários que decide censurar quando o tom não lhe agrada.

 

Adenda

O Arquivo do pseudónimo Abrantes é uma arca sem fundo. Mais umas obras desse baú.

Independente18Fev05 Independente11Fev05 Diabo16Mar10 09Sol04Set09

01Sol24Jan09 2428Mar09 2423Abr09 2419Mar09

2407Abr09 2401Fev09

Parabéns renovados ao incansável Vigilante.



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Sobre o interesse nacional

«As pessoas que importam, as pessoas que, graças à família, aos amigos ou aos partidos, são alguém, essas estão dignamente colocadas nos empregos que Portugal, leia-se o Estado, leia-se o sistema político, tem-se esforçado com sucesso para criar - e criar, no sentido de produzir a partir do zero, é o termo. Não se pode acusar os senhores que mandam nisto de deixarem cair os parentes na lama. Os parentes caem por exemplo na PT, e é um exercício compensador inventariar os cargos ali optimamente remunerados de filhos, irmãos, cônjuges, primos, genros e simples alter-egos das sumidades que, por estes dias, saíram a defender o "interesse nacional" contra a oferta da espanhola Telefónica.» Alberto Gonçalves, no DN



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Negócios entre amigos

Em Novembro de 2009, a revista Sábado publicou um estudo onde mostrava a desigualdade na distribuição da publicidade institucional pelos diversos meios de comunicação social. Reportei isso aqui:

Nesse estudo era patente o favorecimento do DN em 2009. Posteriormente, o próprio DN elaborou o seu estudo alternativo,  afirmando que a Sábado praticara uma "infâmia miserável". Relatei esse estudo aqui:

Mas o DN, ao elaborar este estudo, não usou os mesmos pressupostos. Com efeito, apenas foram considerados os gastos de publicidade dos "ministérios e das autarquias", deixando de fora as empresas públicas e aquelas com ligações ao Estado. Enfim, uma manipulação óbvia.

Vem esta introdução a propósito desta notícia do Público:

Turismo de Portugal defende que jornais só devem ter publicidade quando servem objectivos

O presidente do Turismo de Portugal afirmou hoje que os jornais só “têm direito” a publicitar as campanhas se “servirem os objectivos de quem quer fazer publicidade”, que passam por “alcançar o máximo de difusão, dimensão e de preço”.

Luís Patrão reagia a uma notícia da edição de hoje do Correio da Manhã, na qual é afirmado que o Turismo de Portugal contratou uma agência de meios, que tem como “cliente a Controlinveste” (grupo de media presidido por Joaquim Oliveira e que detém os títulos Diário de Notícias e Jornal de Notícias) para assessorar na elaboração de um concurso público para uma campanha publicitária.

Segundo o jornal, o organismo do turismo vai investir mais de dois milhões de euros a partir de Setembro e já escolheu as publicações onde quer apostar, das quais a Controlinveste é a grande beneficiada, seguindo-se a Impresa e depois a Cofina. (…)

O que parece aqui (e na política, o que parece, é) é que o Estado, por intermédio do socialista Luís Patrão, vai favorecer a empresa do "amigo Oliveira". Ficamos agora à espera do novo "estudo" elaborado pelo DN para desmentir isto tudo.



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E de repente há opções que se auto-explicam

Ex-assessor do Governo vende chips para SCUT 
Fonte: Expresso, 26 Junho 2010

Nitidamente, o Estado não é pessoa de bem. Ver também:



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A verdade da mentira*

Relatório Final Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar relativa à Relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à Actuação do Governo na Compra da TVI 

Relatório Final da Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar relativa à Relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à Actuação do Governo na Compra da TVI (242 páginas)

~~~

 

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga (8 páginas). Nesta é de sublinhar:

Correspondência com o Juiz de Instrução Criminal do Baixo Vouga  

 

* título daqui



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Recortes de sábado

 Menos dinheiro para as campanhas eleitorais

96 milhões de euros! Depois vem esse pessoal da política falar em apertar o cinto. Ainda há dias, nem a propósito, aqui escrevia sobre o despudor partidário em ter querido aumentar os limites do financiamento partidário em dinheiro vivo para um milhão de euros. O BE agora quer cortar as despesas mas na altura dessa votação no parlamento disse sim ao bolo do milhão de euros.

 

Cooperação estratégicaCavaco veio com essa ideia de fazer férias em Portugal para ajudar a economia, o que escandalizou o governo. Uma ideia  politicamente correcta mas sem impacto na nossa economia. Mas a parte mais idiota neste episódio foi mesmo a reacção do governo, por criticar uma ideia que no anterior mandato haviam defendido com o slogan "Vá para fora cá dentro". Será que as ideias só são demagógicas se forem defendidas pelos outros?

 

ConcidênciasAdivinhem qual era a empresa que não ia ganhar o concurso por estar em segundo lugar?... A Mota-Engil.

 

Carta aberta à família Espírito Santo 

Uma carta que me surpreendeu positivamente. Espero que tenha ido cópia para o ex-ministro Manuel Pinho, o homem do BES no anterior governo.



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Ólhásenhora residente na freguesia de Paris (França)

Documento depositado na Comissão Nacional de Eleições

Ler aqui. E comparar com isto. A coisas promete.



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Adjudicações directas ao longo da história portuguesa

Portucale:

Monarquia:

República:

Ditadura:
 

25 de Abril:

Sócrates:
 sócrates adjudicações directas



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4 milhões de novas oportunidades

Em Junho de 2007 recebi na caixa de correio um panfleto a divulgar as Novas Oportunidades. Em Dezembro de 2008 abordei a publicidade feita a este mesmo programa em outdoors, jornais, TV e rádio.

Nessas e em outras ocasiões interroguei-me sobre os custos desta propaganda. Ora aí está, 3.956.176,33 euros em belas adjudicações directas (what else?!).

Clicar na imagem para melhor ver estas e mais maravilhas. Ah e tal, o mundo mudou em 15 dias.



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Aí está a contenção da despesa em acção

Via Jumento. Nada mau, dar os primeiros passos profissionais com uns belos 4088 euros mais IVA à taxa legal em vigor. Já agora, quem é Mafalda Coelho Moreira?

Link para o despacho no DR:
http://www.dre.pt/util/getpdf.asp?s=udrd&serie=2&iddr=95.2010&iddip=2010026779



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E não podem fumar na rua?

Como os restantes trabalhadores?

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Anestesiar a oposição

Anestesiar a oposição

Quando os telhados são de vidro...

Este boneco ficará no topo do blog toda a semana. As bonecadas das 12h30 continuam mais a baixo.



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E não há por aí um relatório OCDE que nos sirva de exemplo? Ou, sei lá, fazer como os suecos.

 

Hoje no Público diz-se que o Parlamento vai pagar à deputada Inês Medeiros uma viagem semanal a Paris*. Consta que Jaima Gama terá dito que este caso não é para servir de jurisprudência. Isto é, desta vez fecham-se os olhos ao deboche mas, senhores futuros deputados, tirem o cavalinho da chuva que a mama acaba aqui.

Tenha vergonha na cara senhora deputada. Demita-se.

Adenda
Aliás, como be diz José Simões, são os contribuintes que vão pagar mais esta despesa.



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Transparência na AP (5)

Tal como suspeitara, a Parque Escolar E.P.E. fraccionou empreitadas como forma de contornar os (já elevadíssimos) limites de ajuste directo. Esta empresa, segundo o site Transparência na AP, é a sétima maior em termos de ajustes directos. O que é que passará com as outras, já agora?

Face a esta conjuntura, a petição lançada pelo 5 Dias é oportuna e importante. Pode  (e deve) ser assinada em http://www.peticao.com.pt/parque-escolar.

Leitura adicional: conjunto de textos sobre a Transparência na AP



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Um folhetim no valor de 30,264 € / ano

A deputada Medeiros classificou como um folhetim a polémica das viagens Lisboa-Paris-Lisboa que ela quer que a AR lhe pague.

Ora bem, 52 semanas ano e voos de ida e volta a Paris a 582 € dá uma despesa extraordinária de 30,264 € / ano. Ou de 121,056 € / legislatura.

Para a deputada Medeiros é um folhetim. Para mim é uma pipa de dinheiro e que nos sai a todos do bolso. Diz a deputada «Nada pedi». Quem disse então «Eu é que não as pago»?

Demita-se, se se acha assim tão prejudicada.