a política na vertente de cartaz de campanha

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A intervenção de Peter Vilax, no Prós & Contras foi notável (cito de cor):
«Tenho à minha frente o estéril [referindo-se ao ministro Manuel Pinho e ao convidado do PSD, Jorge Costa]. As novas democracias vivem numa campanha eleitoral permanente. Não se governa, gerem-se percepções. Há uma constante construção duma narrativa. O governo pinta-a mais cor-de-rosa do que a realidade e a oposição pinta-a mais negra do que ela é. A consequência é a descredibilização da política.»
Continuou sobre a necessidade de os planos serem de longo prazo, por exemplo 15 anos, não mudando ao sabor dos sucessivos governos. Mesmo sendo o tema economia, será que ouviram isto no M.E.?


2 comments :

  1. Manuel disse...
     

    E então? Que solução dá Peter Vilax? Acabar com o sistema partidário? Ou esquece-se que o sistema político se adapta ao nível da Cidadania e não o contrário?
    Para denunciar, caracterizar e diagnosticar já há muitos...

  2. Raposa Velha disse...
     

    Isto parece uma pescadinha de rabo na boca: sistema político que se adapta ao nível da cidadania e cidadania decorrendo do sistema político. Onde começa a mudança? A mim ocorre-me que há lugares chave para a promover e, decididamente, a política é um deles.

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