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Weekend parents

No DN, 12.Fev.09, INFÂNCIAS (IN)FELIZES por Maria José Nogueira Pinto

«A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) apresentou ao Ministério da Educação uma proposta para as escolas do 1.º ciclo do ensino básico funcionarem entre as sete da manhã e as sete da tarde. Uma proposta radical que encerra em si própria a alteração do sentido último da escola e o sentido último da família. Algo que, tendo estado desde há muito subjacente a toda a discussão em torno do modelo de sistema educativo, modelo de escola e objectivos do ensino, surge agora claramente como um facto assumido, não já uma circunstância mas um dado adquirido, o de uma parentalidade em part-time.»

Façamos, então, umas contas de mercearia.


24 horas do dia
- 12 horas na escola
- 8 horas para dormir
- 1 hora em transportes
- 2? horas de consumo televisivo

-------------------------------------------------------
=
1? hora para educar a descendência

A escola (sobretudo) ensina; a família (sobretudo) educa. Acha a CONFAP que 1 hora por dia  é suficiente para educar uma criança? (Ou 3 horas se numa assumpção irrealista se proibir a criancinha de ver televisão.)

O Pai do País bem que se pode juntar ao brilhante Lemos num par de iluminados.

Ahhhhh, ok, também há os fins-de-semana, os feriados e as férias. Então, está bem. Percebi. Albino Almeida defende o conceito de Weekend-Parents. É estrangeirísmo, deve ser bom.


4 comments :

  1. Pata Negra disse...
     

    Mal vai o país em que se tolera que um tal Almeida fale em nome de todos os pais.

  2. Maria Lisboa disse...
     

    Para isto é que serve aquele "despacho" voluntarioso do valterzinho!


    Se meter os "avós" na escola, resolve o problema da educação.

    ;)

    PS: ... essse e o dos lares da 3ª idade! São só benefícios!

  3. Maria Lisboa disse...
     

    e já agora,

    Escola a tempo inteiro, ou a imbecilização de um futuro

    http://professorsemquadro.blogspot.com/2008/03/escola-tempo-inteiro-ou-imbecilizao-de.html

  4. Fliscorno disse...
     

    Acho que descobriste a pólvora, Maria. Bora montar uma empresa.

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