a política na vertente de cartaz de campanha

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Coitadinhos e professorzecos

«A oposição está preocupada com os que não cumprem. Com o que vai acontecer aos coitadinhos que não cumprem a lei", ironizou o secretário de Estado Adjunto e da Educação(...)?

«"Face à incapacidade dos deputados, importar-se-ia de ler o artigo da lei que torna obrigatório a entrega dos objectivos individuais. E o artigo que diz que o conselho executivo pode substituir o professor na realização desse procedimento", pediu, por exemplo, a deputada Luísa Mesquita, sem obter resposta


Se estes idiotas tivessem vergonha na cara abandonariam o cargo depois desta infeliz atitude. Depois há aquele que faz o choradinho que é insultado nas manifestações de rua. Palhaçada.


4 comments :

  1. Ana, professora disse...
     

    GV tem resposta à altura:

    “Eramá… Hiu! Hiu! Barca do cornudo. Pêro Vinagre, beiçudo, rachador d’Alverca, huhá! Sapateiro da Candosa! Antrecosto de carrapato! Hiu! Hiu! Caga no sapato, filho da grande aleivosa! Tua mulher é tinhosa e há-de parir um sapo chantado no guardanapo! Neto de cagarrinhosa!

    Furta cebolas! Hiu! Hiu! Excomungado nas erguejas! Burrela, cornudo sejas! Toma o pão que te caiu! A mulher que te fugiu per’a Ilha da Madeira! Cornudo atá mangueira, toma o pão que te caiu!

    Hiu! Hiu! Lanço-te üa pulha! Dê-dê! Pica nàquela! Hump! Hump! Caga na vela! Hio, cabeça de grulha! Perna de cigarra velha, caganita de coelha, pelourinho da Pampulha! Mija n’agulha, mija n’agulha!”

  2. Pata Negra disse...
     

    E, se o santo ministério que vier a seguir, acabar de vez com titulares e aspirantes a titulares e dividir a carreira entre "coitadinhos" e "coitadões"?
    Um abraço cada vez menos esclarecido

  3. Anónimo disse...
     

    Pata Negra, excelente ideia mas sem esquecer a divisão lógica do ME em porcas amestradas e porcalhões ;)

  4. JOSÉ LUIZ SARMENTO disse...
     

    Jorge Pedreira enche a boca com a lei mas foge a dizer exactamente o que ela estatui e a identificar o articulado que invoca. É natural: ele próprio não sabe o que está na lei. Não sabe o que está na lei porque a lei é vaga e ambígua; o texto foi redigido assim, propositadamente, de modo a poder sempre significar o que o governo e os seus comissários políticos quiserem que ele signifique. Maximiza-se o seu potencial de ameaça e chantagem. A isto chama-se trafulhice e falta de carácter.

    No mesmo debate, Jorge Pedreira tem o desplante de tentar ensinar a uma Deputada da Nação - que, ao contrário dele, foi eleita - como deve cumprir as suas funções. A isto chama-se atrevimento - se é que não configura mesmo um crime de injúria à autoridade.

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