a política na vertente de cartaz de campanha

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Solidariedade com o autor d'O Jumento

Há quem ache que opinião diferente da sua não tem lugar. Estão de tal forma certos que os outros só poderão estar errados. Portanto, silenciar essas monstruosidades até um favor que se faz ao próprio autor. Nos tempos de agora os métodos são outros quando comparados com os de antigamente, como já tive oportunidade de explicar.

É vergonhoso o que resolveram fazer ao Jumento. Ideias confrontam-se com ideias. Quem não as tem ou não as consegue fazer valer, ao que parece morde pela calada.


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Receitas Robin

1.
16/05/2008:
barril brent=US$ 123.45
gasolina s/PB95 = € 1.456
gasóleo = € 1.346

2.
24/07/2008:
barril brent=US$ 124.42
gasolina s/PB95 =€ 1,513
gasóleo = €1,419

fontes:
http://www.maisgasolina.com/estatisticas/
http://tonto.eia.doe.gov/dnav/pet/hist/wepcbrentw.htm

Em 1. o brent estava mais barato do que em 2. e no entanto os PVP de 2. são superiores aos de 1.

É o defeito da Taxa Robin? Será mesmo? Baixarão então no ano que vem os preços em maior proporção quando a Galp pagar menos IRC devido ao efeito de antecipação da Taxa Robin?

Não pretendo defender essa parvoíce do novo imposto robin que apenas serve para gerar receitas extraordinárias este ano, à custa da respectiva diminuição no ano que vem. Pelo menos é o que tenho por aí ouvido e creio que faz sentido. Mas também não me parece que as petrolíferas, Galp incluída, estejam a baixar ao ritmo com que prontamente aumentaram os preços perante as subidas anteriores.

Sobre as reservas, já agora: a taxa robin incide sobre as reservas da Galp ou sobre o lucro que essas reservas proporcionem? Não é a mesma coisa!




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Fotofarras

Na passada sexta-feira a noite começou assim:




foi passando por inesperadas dualidades:



e terminou em unidade prateada:




Obrigado ao Marreta pela organização.

Quanto a coisas do Fliscorno, com podem ver isto tem andado calmo e assim vai continuar até à semana que vem. Trabalho a quanto obrigas!


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Mas... a culpa não é "deles"?

Escreve o Público citando o FMI:
"A deterioração do ambiente económico global está a limitar a retoma portuguesa, mas os problemas fundamentais da economia são domésticos: défice externo e público elevados, endividamento muito alto das famílias, empresas e Estado e um substancial diferencial de competitividade".

Parece então que a culpa da crise não é "deles", tem mesmo origem em nós próprios. Raios, é sempre tão fácil quando a culpa é dos outros. Evita, por exemplo, que se tenha que fazer algo para resolver os problemas!

Sobre isto, lembro-me duma velha piada que vem mesmo a calhar. É sobre o director duma empresa mas bem que poderia ser quanto a qualquer um dos nossos primeiro-ministros.

O novo director da empresa XZY, na tomada de posse, é abordado pelo director demissionário, o qual lhe entrega três envelopes. Explica-lhe que cada envelope contêm a solução para uma crise que ele não consiga ultrapassar, devendo abrir cada um deles só nessas circunstâncias. Passado o primeiro ano, eis chegada a Assembleia Geral e a situação da empresa está pelas horas da amargura. Não conseguindo encontrar nenhuma justificação válida para a sua incompetência, eis que se lembra dos três envelopes. Abre o primeiro deles e encontra este conselho «Culpa a anterior administração». Assim fez e logo se safou, tendo ganho mais um ano até à próxima Assembleia. Mas esta chegou sem que os problemas se tivessem resolvido sozinhos e, novamente, precisou de recorrer aos envelopes. O segundo dizia «Culpa a conjectura internacional». Novamente, a experiência do anterior administrador o salvou de apuros. Ficou de tal forma confiante nos sábios conselhos dos envelopes que nem se preocupou em resolver os problemas da empresa, deixando o ano passar em frivolidades e reformas cosmésticas. Chegada a sua terceira Assembleia geral, a empresa estava ainda pior do que quando iniciara o seu mandato mas a solução estava ali no terceiro envelope, à sua espera. Abre-o com um misto de confiança e curiosidade e o terceiro conselho que encontrou dizia «Faz o teu pedido de demissão e entrega estes três envelopes ao teu sucessor».

Bom, já se culpou o governo anterior, agora culpa-se a conjuntura internacional e a seguir... não, não haverá demissão. É que aqui há sempre o dinheiro dos contribuintes para estoirar em operações de charme.


Mas o relatório do FMI ainda tem mais uma curiosidade, que é o conjunto de receitas apresentadas. Para este organismo a solução para a crise passa por fazer mais do que se tem feito nos últimos três anos: continuar a consolidação orçamental, flexibilizar a legislação laboral e continuar as reformas. Ou seja, consolidar o orçamento pelo aumento de impostos (já que a despesa pública não baixou), ser-se mais competitivo à conta de salários baixos e incentivar reformas como a da educação (sucesso estatístico) e da saúde (menos serviços sem diminuição de impostos).

Eu, não percebo nada disto, apenas gostaria de saber quanto melhoraria a nossa economia se o Estado deixasse de ser "o" parceiro económico por excelência e se a justiça passe a funcionar em tempo útil. Bom, é a minha mania das curiosidades!


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Fábrica de postas

Amanhã é dia de Jantar Blogosférico, organizado pel' O Marreta, sendo as inscrições feitas no respectivo blog. Portanto, hoje é noite de bloguísses, aproveitando então a ocasião para publicitar o ambiente de produção de postas no Fliscorno:
  1. Firefox web browser versão 3.

  2. Corrector para Português Europeu, extensão para o Firefox. Não evita as usuais trocas do "há" por "à" mas sempre ajuda a que não se escreva "cormo" em vez "cromo".

  3. Alojamento de imagens no Flickr

  4. ScribeFire Blog Editor - extensão para o Firefox simplesmente fantástica para edição do blog.


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A vertigem da perda voluntária de privacidade

Sobre este tema, algumas leituras obrigatórias:

No Ferrao.org: Ellen Nakashima - Liga o iPhone, toda a gente saberá onde estás. Ou a forma como, contrariamente ao 1984 de Orwell, as pessoas voluntariamente optam pela perda de privacidade.

N'O Insurgente dois artigos muito interessantes:
  • Pedro Adão e Silva no Diário Económico: O admirável mundo dos ‘chips’ sobre essa ideia de incluir chips nas matrículas automóveis;

  • FGC, em jeito de premonição acertada, escreve no texto As You Go, Darling:
    «Há, pelo menos, uma razão para seguir com alguma atenção o debate político britânico: o socialismo português é um socialismo de “terceira via em segunda mão”, um blairismo importado, autárquico e neo-corporativo. Por isso, as más ideias de hoje no Reino Unido têm uma elevada probabilidade de constituírem as péssimas “propostas” dos amanhãs lusitanos.»


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iPhone

Anda tudo muito excitado com o iPhone 3G da Apple. Para um PDA+telefone+GPS convenhamos que não está nada mal. O único senão é - grande surpresa - o preço! Nesta data, entre nós este aparelho já se encontra comercializado pela Optimus e pela Vodafone, sem bem que esta última parece ter problemas de stock. De entre os vários planos tarifários, escolhi aqueles que me parecem mais convenientes.

Optimus

O plano individual da Optimus parece-me o mais interessante.




Vodafone

Quanto à Vodafone, para ficar na mesma gama de mensalidade do Plano Individual da Optimus, a escolha iria para o best iPhone 500.


(preços para a versão 16Gb)




Portanto, a brincadeira haveria de ficar, mais coisa, menos coisa, entre os €200 e os €300 de pagamento inicial pelo equipamento mais uma mensalidade entre os €65 e os €78.



E agora vamos ao motivo deste texto.
Ora bem, isto até é novidade, um topo de gama, logo é caro, certo? Errado. Basta ver a campanha da T-Mobile na Alemanha para perceber alguns pontos:
  • a mensalidade é demasiado elevada;

  • o tráfego incluído vai do miserável (Vodafone) ao sofrível (Optimus);

  • o valor pago pelo equipamento é elevado.



A imagem seguinte corresponde às condições praticadas pela alemã T-Mobile (links: site e PDF com as condições). Para quem não saiba alemão aqui fica uma espécie de tradução:

- 1ª linha da tabela (Monatlicher Grundpreis) = mensalidade;
- 2ª
linha da tabela = tráfego incluído, sendo ilimitado nos planos M, L e XL;
- as duas últimas linhas da tabela são referentes ao pagamento inicial (equipamento). É de notar que na versão 8Gb dos planos L e XL este pagamento é de apenas 1 euro.






Conclusão

Pelo que se paga nos planos da Vodafone e da Optimus poder-se-ia ter:
  • tráfego internet ilimitado;

  • equipamento por 40 euros (ou 1 euro se se optasse pela versão 8Gb mas então os preços Vodafone e Optimus também são outros, mesmo que continuem desinteressantes).
Mas todos nós sabemos que os nossos preços são mais elevados porque os alemães ganham uma ninharia quando comparados connosco, não é?


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PUBtorguês

No Jornal de Negócios:
Baptista Bastos
Esboço do português médio

O chinfrim em torno do futebol e seus escândalos tem anestesiado a mente, já de si avariada, do português médio. O português médio é aquele que ouvimos nas televisões dizer, em directo, coisas absurdas, num idioma cada vez mais primário. Sabe os nomes de todos os futebolistas, de todos os treinadores, das transferências escabrosas, das classificações de todos os clubes do mundo. [...]

Um interessante texto, a ler. Por ventura, o título do texto estará errado, pois não será médio o cidadão que conheça a obra por ele citada. Seja português, seja de outra nacionalidade, já agora. Entre corridas para casa e para o trabalho, quando é que sobra tempo para pensar? Talvez entre o anúncio do novo automóvel XPTO e do milagroso iogurte - que afinal é muito mais do que um alimento - sobrem uns segundos para observar como 239 euros mensais do popó anunciado trarão tanta realização pessoal por tão pouco investimento. O facto é que vivemos rodeados de impulsos para nos deixarem insatisfeitos. Está gordo; tem celulite; precisa de mudar; compre este produto e a sua família será como esta; viva feliz; a sua casa é uma porcaria; e a lista é tão infindável quantos vós o sabeis. Já há muito que o produto deixou de ser central para a publicidade, ou para as campanhas de comunicação, como agora é fino dizer. O que importa é criar uma razão para que o queiramos comprar e isso passa por nos fazer infelizes se não o tivermos. A publicidade quere-nos impulsivos, irreflectivos, receptivos a nos realizarmos com a compra proposta. Ler não cabe no mundo instantâneo. A leitura demora tempo e precisa duma certa tranquilidade interior incompatível como o nosso dia-a-dia de ganhar muito dinheiro para nos realizarmos pela compra. O português médio poderá desconhecer Jorge de Sena mas sobre bifidus e trânsito intestinal dá cartas. E por falar de trânsito, o melhor será eu despachar-me para não perder o Desporto 2!


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A origem dos picos de corrente

A origem dos picos de corrente

Finalmente, a explicação que me faltava, chegada por mail.


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Sucesso a matemática: não é truque

Sucesso a matemática: não é truque


gracinhas anteriores

Adenda
Nem a propósito, este boneco feito ontem parece que adivinhava as notícias de hoje: «Negativas na prova de Matemática do nono ano caem quase 40 por cento num ano» in Público. Curiosamente, o Plano Nacional de Matemática serve para explicar tudo, até as notas do 12º ano (só se aplica até ao 9º ano e os alunos que dele usufruiram ainda não chegaram ao 12º).


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Carrinhos de choque


Para quê ter um carro eléctrico, supostamente amigo do ambiente, indefinido em termos económicos (a relação custo/benefício não é o ponto, segundo o ministro da economia) quando se pode ter um veículo verdadeiramente ecológico e sem dependência energética quanto aos combustíveis fósseis?


Basta esperar que os pólos derretam, como se tem afirmado por aí e logo se poderá ir até qualquer ponto do globo neste novo transporte individual. E ainda torna desnecessários ginásios e directivas europeias sobre alimentação saudável, já o exercício é prato forte nesta forma de locomoção.

Só falta esclarecer um ponto, problema também comum a estes novos carrinhos de choque: se estes veículos vão pagar apenas 30% de imposto automóvel e se não estão sujeitos ao ISP da gasolina e do gasóleo, onde vai o Estado buscar estes impostos? Hipóteses:

a) o Estado passa a gastar muiiiiito menos (sim, sim, e o Pai Natal foi com o coelhinho mais o palhaço ao circo) ou

b) a parvoíce passará a pagar imposto (o que daria muito jeito desde que os políticos não se auto-isentassem).


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Défice, impostos altos, edifícios abandonados e a res publica...

... tudo isto em quatro fotos e cinco parágrafos.


Centro Lúdico de Massamá
Zoom

Corria o mês de Agosto de 2005. Uma das típicas obras pré-eleitorais, o futuro Centro Lúdico de Massamá, estava nitidamente atrasada para as autárquicas que se avizinhavam, a 9 de Outubro. Trabalhou-se aos fins-de-semana e em horário nocturno, tendo sido possível erguer o edifício. No dia das eleições já estava pintado, antevendo breve conclusão, mesmo que ainda não tivesse portas nem janelas. As eleições passaram e a obra não avançou mais.

Recentemente, já neste ano, a Câmara Municipal de Sintra deliberou rescindir a Empreitada de Execução do Centro Lúdico de Massamá, incluindo a elaboração dos Projectos das
Especialidades, que havia sido adjudicada à Empresa Nascimento Construções, S.A. Consta que a empresa faliu. Decidiu, ainda, pela abertura dum concurso público para a “Empreitada de Execução do Centro Lúdico de Massamá”. Ambas as propostas foram aprovadas por unanimidade.

Chegado aqui, talvez pense o leitor que o atraso se terá devido à falência do empreiteiro. Há, no entanto, a notar que o empreiteiro não terá falido no dia seguinte às eleições! Além disso, atendendo às datas planeadas para o início e fim da obra e atendendo ao modus opererandi dos nossos políticos, é de presumir que o início da obra foi planeado para que se visse algo feito no dia das eleições mas sem que esta estivesse concluída: obra para inglês ver e sem se ter que gastar o dinheiro que não se tivesse.

Posto isto, o ponto principal consiste no actual estado de degradação do que já havia sido construído. Gastou-se dinheiro para fazer depressa e voltar-se-á a gastar para restaurar o que foi estragado.

Atitudes destas mostram a pouca consideração que os políticos têm pelo dinheiro público e explicam males endémicos como os do título deste texto. Nós, portugueses, toleramos estas posturas e até as achamos normais. Mas poderia ser diferente. Poderiamos exigir políticos responsáveis e responsabilizáveis. É pedir muito? Exigir ou conformarmo-nos faz toda a diferença entre um país desenvolvido e nós, não será?


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Para que servem os tapetes?

insucesso debaixo do tapete


gracinhas anteriores

«A taxa de reprovação no exame de Matemática A do 12º deste ano baixou para 7 por cento, contra os 18 por cento do ano passado, numa prova em que a média de notas foi de 12,5 valores.» in Público


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Cadastrados

No Blasfémias:

Oportunidade
O Ministério da Educação vai inaugurar uma exposição de retratos de todos os detentores do cargo de ministro da educação dos últimos 40 anos. Foram convidados para a inauguração todos os ex-ministros e ex-secretários de estado da educação. Eu não quero dar ideias, mas acho que estamos perante uma oportunidade.


É para o livro de cadastros do assassínio educativo.


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Um país pobre

Um interessante texto n'O Jumento:

Um país pobre
Esquecido o ouro do Brasil, as especiarias da Índia e o império africano Portugal está reduzido àquilo que é, o seu território e o seu povo. O território é o que é, com recursos escassos ou esgotados, pelo que nos resta o povo.

O problema é que enquanto povo também somos pobres, tão pobres que, tal como sucedeu no passado, de nada nos serviriam as riquezas naturais. Podemos desculparmo-nos com as elites, que equivale em política a culpabilização do vizinho que todos os dias praticamos.

Se não temos riquezas naturais restar-nos-ia ter ideias, sem elas não se pode ser ambicioso. Mas, infelizmente, temos menos ideias do que riquezas naturais. Basta olhar aos comentários que vão ser escritos na caixa em baixo para concluirmos que são muitos os que se limitam a usar adjectivos sem discutir ou sugerir uma única ideia, há mesmo quem tenha paciência para o fazer há imenso tempo. Vão comentar este post chamando mais uns nomes a Sócrates.

A verdade é que da extrema-esquerda à extrema-direita os portugueses são parcos em ideias. O PCP nada mudou, a imaginação do BE só chegou para disfarçar o seu bacalhau com todos, o PS governa como vem nos manuais, o PSD é a tristeza que se vê e do CDS nem vale a pena falar já que está reduzido a Paulo Portas e esse há muito que deu o que tinha a dar.

A televisão é o que se vê, o Marcelo faz da baboseira comentário político, a Quadratura do Círculo serve para sabermos o estado das relações entre Pacheco Pereira e a liderança do PSD, a generalidade dos opinion makers ou representam interesses ou gerem a sua própria vaidade.

Pior do que o país não possuir recursos é não conseguir produzir ideias novas, é não encontrar soluções inovadoras para velhos e novos problemas. E um país sem ideias é um país sem ambição.




Faltam os subsídios da CEE à lista das riquezas que nos banharam sem nos molhar.

De resto concordo com o texto, no sentido de serem as pessoas o factor que faz a diferença. A falta de recursos naturais, a pequena dimensão do país e os custos da periferia são desculpas de mau pagador (frequentes em todos os governos). Somos tão periféricos quanto a Noruega, temos o dobro do tamanho da Holanda e até temos mais recursos naturais do que a Irlanda (de acordo com o CIA facts book). Mas não são os Noruegueses nem os Holandeses nem os Irlandeses que vivem em Portugal!

Soluções... Dizem que temos os políticos que merecemos, que são o reflexo da sociedade. Mas assim não saimos da pescadinha de rabo na boca. Há lugares chave que podem impulsionar a mudança e os lugares políticos estão em destaque para o fazerem. Pelo menos, são profissionais pagos para o fazerem. Quanto ao resto da sociedade, havendo menos Estado até poderia a Sociedade ter um papel mais activo. No presente, bem se podem ter ideias - e elas existem, basta acompanhar por exemplo alguns blogs, dizia, bem se podem ter ideias que cairão em ouvidos moucos por quem tem o poder de as implementar. Por outro lado, querendo tomar as rédeas para levar a bom termo essas ideias, logo se descobre que só tendo estômago para a via sacra da carreira política se poderá chegar à possibilidade de as ver discutidas. Veja-se, por exemplo, a importância dada às petições à Assembleia da República.

Uma solução que vejo passa pela mudança de atitudes, o que implica promover a formação das pessoas, elevando o seu nível médio de conhecimento. Coisas que demoram anos, que dependem da vontade política e que passam pela aposta na efectiva aquisição de conhecimento em vez do contentamento perante melhores estatísticas.


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Génios incompreendidos...

Recebi por mail provas de genialidade por parte dos nuestros hermanos no respeita a matemática. Como bons seguidores que somos, espero que em breve lhes passemos claramente à frente .













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Em cheio

A Blogotinha descobriu a crise para os combustíveis:



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Hoje vou poupar 4,940.11 €

Vou aproveitar o subsídio de férias e a redução do IVA em 1% para fazer umas compritas.
À conta do nosso generoso governo vou poupar 4,940.11 €. Obrigado Sócrates!