a política na vertente de cartaz de campanha

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Comentários do blog

Como uso o Windows Live Writer para publicar, passam-se semanas sem que passe a interfacce do blogger.

Para minha grande surpresa, tinha 33 comentátios à espera de moderação!!!

Porquê?!

Porque os idiotas do Google parece que apanharam as manias da Microsoft e andam com uma fixação em adivinhar o que eu quero. A explicação para este caso vinha uma linha por cima do painel de moderação de comentários:

«We have enabled automatic spam detection for comments. You should occasionally check the comments in your spam inbox»

Assim mesmo. Decidiram activar a moderação de comentários sem me dizerem nada! Apetece-me mudar de vez para o wordpress. Vamos ver. Para já apetece-me e digo-o de novo: o pessoal da Google anda feito parvo.

Desculpem o tempo que passou até estes comentários terem sido aprovados, que já tinham saído há mais de um mês!



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As medidas do debate quinzenal e a apresentação do programa eleitoral do PS

É um país incapaz de viver sem o Estado. E um Estado que, para responder a esse país, precisa de lhe sacar mais e mais recursos

No segundo debate quinzenal de 2011, ainda no rescaldo das eleições presidenciais, o primeiro ministro puxou da cartola uns números referentes a 2010 e, achando-os bons sinais, adicionou-lhes adubo qb em forma de injecção de dinheiro vindo dos impostos.



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Uma crise com nomes

Comissão diz que reguladores e bancos são culpados de uma crise financeira que era “evitável” *

* Sim, é nos States. Mas tanto gostam de olhar lá para fora para nos comparar, como por exemplo neste recente caso de Espanha, podemos desta vez também fazer comparações, certo?



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Docinhos Micro$oft

msQuando uma empresa que vende 35 milhões de euros por ajuste directo ao Estado português fala em oferecer software de "transparência", só pode estar a referir-se ao celofane que envolve as caixas dos DVD  do Office e do Windows.

«E caso o governo português siga o ritmo dos restantes executivos europeus, passa a gravar e armazenar dados públicos dos cidadãos na "nuvem" controlada pela Microsoft, através da "plataforma Windows Azure".» [ionline]

Gostava de saber quais são esses «executivos europeus» e porque razão estão a confiar o controlo de dados potencialmente sensíveis a uma empresa.

Finalmente, há a questão dos preços de licenciamento.

imageSim, apesar do título da notícia dizer «Microsoft oferece software de "transparência" ao governo"», no corpo da notícia é sublinhado o uso da plataforma Windows Azure, a qual tem uma forma de licenciamento muito pouco transparente, baseado num modelo de consumo. A própria Microsoft afirma ser muito difícil estimar os custos operacionais da plataforma!

É pena que esta questão não tenha sido aprofundada na notícia, aproveitando o acesso aos porta-voz da empresa. Agora uma coisa é certa: isto nada tem de oferta, como sugere a notícia.



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Portugal, esse país latino-americano

cartão do cidadão

Muito gritaram os socialistas - e bem - quando Manuel Ferreira Leite falou em suspender a democracia por seis meses. Mas onde estão agora essas vozes quando esta foi de facto suspensa por um dia para alguns milhares de portugueses?

Depois dos casos de justiça que se arrastam para darem depois em nada, dos grandes empresários que nada arriscam fora do papá estatal, dos ajustes directos milionários e do omnipresente Estado presente na sociedade e na economia, só nos faltam eleições suspeitas para o chavismo cá chegar.

Adenda

Ora aí está uma das vozes que clamou por causa da "suspensão da democracia" e agora vem com um discurso cauteloso. Transformar "problemas técnicos, num problema político"? Desde quando milhares de pessoas não terem podido votar não é um problema político?!



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Só meio milhão sem médico de família?!

buraco A ministra Ana Jorge diz que 500 mil portugueses estão sem médico de família.

Cerca de meio milhão de portugueses não tem actualmente médico de família, revelou hoje a ministra da Saúde, Ana Jorge.
Na Comissão Parlamentar de Saúde, a governante disse que, apesar do aumento do número de médicos de clínica geral e familiar, ainda há muitos utentes sem médico de família atribuído. [Público]

Ó senhora Jorge, será que não olhou por engano para a lista de espera de Massamá?! 500 mil sem médico de família? Não sei, mas parece-me que o desconhecimento dos números chegou às listas de espera. No que me respeita, posso dizer-lhe, sr.a Ministra da Saúde, que pagar os impostos e agora de forma mais intensificada (digamos assim, ok?), não me adianta nada. Fui há dias ao posto de saúde desse cogumelo urbanístico que é Monte Abraão e logo me foi dito que não tinha médico de família. Que havia uma lista de espera. Longa. Que se quisesse uma consulta , haveria distribuições de senhas às 9 e às 14 horas. E que teria que ir cedo porque as senhas esgotam. E não, não me seria possível marcar uma consulta para uma data futura porque isso era reservado para quem tivesse médico de família.

Demita-se, senhora Ana Jorge. Sempre melhorava o SNS, já que, sendo médica, passaria a ter tempo para atender doentes.



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A direita socialista no governo

A Jangada de Pedra Os governos de José Sócrates têm feito coisas que a dita direita (como se a tivéssemos) nunca ousaria fazer. Ou logo seria exonerada do governo ou tantas seriam as bocas a gritarem fascistas que a demissão seria o caminho.

Vejamos apenas um pouco do que tem feito aquele que se diz o maior defensor do estado social:



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Mudança: candidatos a presidência por apenas um mandato

Vamos no quarto presidente da república desde o 25 de Abril e o padrão começa a ficar claro. Um primeiro mandato contido, com o último ano a servir de campanha eleitoral, e um segundo mandato mais interventivo, sem o peso de tentar a re-eleição.

Querendo-se um presidente da república descomprometido, torna-se obrigatório que apenas lhe seja permitido um mandato. De outra forma continuaremos a assistir a este padrão comportamental, com o mal que tal tem feito a nós cidadãos. Por exemplo, teria esta miserável lei eleitoral sido promulgada se Cavaco não estive com o olho na reeleição?

Defendo por isso que cada pessoa apenas se possa candidatar a um mandato consecutivo, ao contrário dos dois que agora pode tentar. Nem que o mandato tenha que ser aumentado para 6 anos. Falta de voluntários para o cargo não será problema, como ainda no passado domingo se viu. Ganha a transparência e ganhamos nós.



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Abstenção

abstenção

O Pedro dissertava no Aventar sobre as razões da abstenção. Concordo e acrescento que a insistência em não se discutir o que vai a votos não convida a que a atitude seja diferente.

Apesar de tudo isto, os temerários que ainda assim se deslocam à assembleia de voto puderam presenciar nesta eleição ao choque do país real com o país virtual dos simplexes. Com as mudanças do local de voto trazidas, por exemplo, com o cartão do cidadão, muitos eleitores ficaram impedidos de votar, seja por não saberem o número de eleitor, seja por não saberem a que local de voto se dirigirem.

O presidente da CNE não sabia que se poderia obter o número de eleitor com um SMS. Ou que o site do recenseamento eleitoral poderia dar dar esta informação. Poderia! Pois estes serviços deixaram de funcionar logo que o nível de utilização subiu, colocando a nu o amadorismo da sua implementação. Valham-nos alguns serviços menos usados ainda funcionam.

No país de Sócrates, os simplexes funcionam. O problema é que a votação não ocorre no Second Life, onde pelo menos uma acção de campanha decorreu, mas sim num local físico. Onde as pessoas têm problemas reais que os perfeitos mundos virtuais não resolvem.



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Cortes, mas só para alguns

cortes salariais

E o urso sou eu?!



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Vamos lá suspender a democracia

image Cavaco insiste na estratégia do medo por haver uma segunda volta.

Esta quinta-feira, num almoço com apoiantes em Felgueiras (Porto), Cavaco alertou para as consequências de uma segunda volta, que seria “desviar as atenções do essencial”. E “o “essencial” é que iria causar “uma contracção do crédito e uma subida das taxas de juros. Com as consequências para as “famílias, empresas e famílias”. [Público]

O homem dos formalismos, tão cioso das suas competências formais que lhe permitiu repetidas vezes justificar silêncios injustificáveis, vem agora com mais uma laracha na linha da suspensão da democracia. Estarei enganado ou houve umas décadas em que isso já foi feito e com os resultados conhecidos?



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Sócrates negou três vezes

socrates-nega-3-vezes

Se não foi vender dívida foi fugir da campanha eleitoral. Ou as duas, pela ordem que se preferir.



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Preços gasolina, gasóleo, brent: 2005 a Janeiro 2011

Sendo novamente tema quente, continuo o registo da variação de preços do brent, do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo com 95 octanas (IO95).
2005 - 2011: Câmbio Dólar / Euro 2005 - 2011: Preço do Brent em euros
2005 - 2011: Preço de Venda ao Público do Gasóleo Rodoviário 2005 - 2011: Preço de Venda ao Público da Gasolina 95 octanas Gasolina, gasóleo e brent 2005-2011
Estes gráficos (clicar neles para ampliar) apresentam dados para o período de 2005 a 10 de Janeiro de 2011:
  1. 2005 - 2011: Câmbio Dólar / Euro
  2. 2005 - 2011: Preço do Brent em euros
  3. 2005 - 2011: Preço de Venda ao Público do Gasóleo Rodoviário
  4. 2005 - 2011: Preço de Venda ao Público da Gasolina 95 octanas
  5. Gasolina, gasóleo e brent 2005-2011


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Duelo de candidatos

duelo dos candidatos alegre e cavaco



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Vai votar ou vai deixar outros decidirem por si?

Vai a campanha eleitoral a meio, ou muito provavelmente a um quarto, já que cheira-me a segunda volta, e o que sabemos sobre o que tenciona fazer o próximo presidente? E quanto do anterior mandato já foi escrutinado?

Muito se tem falado de espingardas e de venda de acções mas quando, daqui a uns meses, não mais for possível esconder a ruína das contas públicas, o que vai o presidente fazer? Soubemos que o governo vendeu à China, na semana passada, títulos da dívida soberana, sem que tenha sido tornado público a taxa de juro do empréstimo nem que outras condições foram negociadas. O que pensam os futuros presidentes de uma plausível venda de soberania? Preocupá-los-á mais uma temporária incursão do FMI ou compromissos não publicitados que tenham sido estabelecidos com outras nações?

Estas e outras questões laterais, como insistir em iniciativas de carácter legislativo numa eleição presidencial, têm saltado das campanhas eleitorais para as parangonas. E no entanto, surpreendem-se os candidatos com a abstenção que se prepara para, novamente, ganhar as eleições. O que será uma pena, pois não votar é delegar nos outros a pouca voz que cada português ainda tem na condução deste país. Contrariamente às outras eleições onde o eleitor não tem voto na matéria quanto à escolha dos deputados, dos ministros e dos autarcas, nas respectivas eleições, a eleição presidencial é a única verdadeiramente democrática. Onde o eleitor elege de facto quem se apresenta a votos, em vez de votar em listas de pessoas escolhidas pelos partidos.

Não votar na próxima eleição é renunciar à democracia, somando poder à partidocracia. Mesmo quem não se reveja em nenhum dos actuais candidatos, continuará a ter duas outras, o voto nulo e o voto em branco. É por esta razão que no próximo domingo não deixarei de exercer o meu direito de voto.



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O caixeiro viajante

sócrates vendedor de frigoríficos no pólo norte

José Sócrates foi vender carros eléctricos a um dos maiores produtores de petróleo. Imparável, soube de fonte segura, de seguida vai vender frigoríficos no Pólo Norte. Isto depois de vender as dívidas, que os anéis já se foram.



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Candidatos presidenciais 2011 – Defensor de Moura

PORTUGAL REFERENDO MUNICIPAL

Esta é sexta e última parte destas caricaturas sobre os candidatos presidenciais 2011.

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No coração da UE

Quem chega ao aeroporto de Bruxelas terá pela sua frente labirínticos corredores em jeito de emaranhado de escadas e passadeiras, como que funcionando de aviso àqueles que se dirigem à Comissão. São instalações funcionais, mesmo assim, e sem exuberância novo-riquista em moda nalguns jardins à beira mar plantados.

É um aeroporto localizado a pouca distância do centro da cidade, o que desde logo fez soar alarmes nesta cabecinha habituada à lusa argumentação sobre o perigo de um aeroporto com localizações destas. Serão os belgas doidos? Será possível que não lhes passe pela cabeça mudar o aeroporto para seja necessário construir pontes e linhas férreas?

É irónico mas não é no coração da UE que se fazem as grandes obras públicas quem empenham uma geração inteira. Há anos que gastamos o que não temos, sempre com a promessa que é condição necessária para sairmos do buraco e, no entanto, onde está esse progresso? Dizem que não chega por causa dos malvados dos mercados e do FMI. Esses sacanas que se coíbem de emprestar dinheiro.

Temos uma rede viária de luxo para os que aí vêm pagarem. É o progresso a 120Km/h, para mais rapidamente irmos das compras no hipermercado à bicha do centro de emprego.



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O estado do Estado

DN  Sex. 7 de Jan. 2011DN Sáb. 8 de Jan. 2011 DN Dom. 9 de Jan. 2011

O Diário de Notícias, frequentemente referido em tom zombeteiro por "Diário do Governo", está a publicar uma sequência de artigos sobre o Estado português. A leitura destes textos resulta num misto de masoquismo e de fingida incredulidade, esta derivada da pergunta sobre porque raio se passou a última campanha eleitoral legislativa a discutir o casamento gay e as obras públicas em vez disto.

Ouvir os diferentes discursos políticos, seja da oposição, seja do governo, sobre a necessidade de apertar o cinto e saber que o Estado gastou em pareces nos últimos sete anos um valor equivalente a cinco vezes os estádios do Euro 2004 conduz a mais uma exclamação. E a perceber Laurentino Dias quando, ainda há semanas, garantia o Estado gastaria uma ninharia se fosse organizar um dos próximos mundiais de futebol. Era uma questão de relatividade, claro.

Constatar que cobrar impostos é a actividade que mais orçamento consome não deixa de ser sinal de um Estado autofágico e que existe para existir. Os diabolizados professores estão integrados no ministério que apenas ocupa o quarto lugar no ranking das despesas. O líder é o ministério das finanças, segue-se o da saúde e depois o do trabalho.

Outra constatação estampada nos olhos de todos são os gastos em publicidade. 2 milhões de euros é quanto se prevê gastar em 2011, o mais alto valor dos últimos 7 anos e isto em época de crise. São tantos os exemplos! Horas extraordinárias, seminários, combustíveis, comunicações, deslocações e estadas, limpeza e higiene. Tudo com valores previstos para 2011 a bater recordes face aos últimos 7 anos.

Agora temos mais uma campanha eleitoral a decorrer. É certo que este é um assunto que lhe é paralelo mas também não o é o esterco que se discute à volta do BPN? E neste nem sequer ao âmago da questão se vai.

Vale a pena seguir esta série de artigos do "Diário do Governo", agora mais próximo de Diário de Notícias. Ventos de mudança. Deve ser deste rigoroso Inverno.



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Candidatos presidenciais 2011 – José Manuel Coelho

candidatos presidenciais -  José Manuel Coelho

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Candidatos presidenciais 2011 – Manuel Alegre

candidatos presidenciais - Manuel Alegre

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A caça aos gambozinos

«A associação [ACAPOR] não representa os detentores dos direitos dos videos partilhados na Internet. Mas esta prática de partilha, disse Nuno Pereira, levou à crise dos videoclubes. “Os nossos associados estão a ser verdadeiramente chacinados. A fecharem lojas quase diariamente, não é possível manter esta indústria”.» no Público
imageRealmente, há qualquer coisa com a malta dos videoclubes. Para além da agenda mediática, há a questão dos argumentos.

Por exemplo, no Fórum TSF de 27-04-2009 ouvi um representante de uma associação de vídeo clubes dizer que desde 2004, têm caído os alugueres de vídeos nos videoclubes devido à internet flatrate. Que delírio. Em 2004 havia ligação em modem e descarregar apenas uma foto demorava uma eternidade. Quanto mais filmes!

Depois no Expresso de 16-01-2009 é afirmado «Já o vídeo-on-demand, proporcionado pelas operadoras de televisão por cabo, não parece, pelo menos por agora, ameaçar os clubes de vídeo, que disponibilizam os filmes a preços mais baratos e cerca de dois meses antes de estes poderem ser alugados pela televisão [duvido muito, mesmo muito, da validade destes dois argumentos]».

E agora a crise dos videoclubes parece ser por causa dos downloads “ilegais”. Curiosamente, não vemos as lojas que vendem DVD queixar-se deste problema. E tudo leva a crer que seriam igualmente afectadas por este novo bode expiatório.

Admito que o mercado dos filmes (vendas e alugueres) tenha perdido algum dinheiro com a pirataria de filmes. Nada de novo, tal já acontecia no tempo em que se copiavam filmes VHS e quando se compravam DVD nas feiras. Mas no caso particular dos videoclubes, o negócio de aluguer de filmes em formato DVD está para desaparecer a breve trecho pela mesma razão que o negócio de aluguer de filmes em VHS foi extinto quando o DVD se massificou: o meio de distribuição mudou. Até aqui a distribuição era offline (DVD e VHS) e agora é online (computador, iPad e afins, operadores de cabo e operadores de internet). A própria venda de DVD com preços competitivos (se atendermos ao binómio preço-extras) acaba igualmente por fazer competição ao negócio dos videoclubes.

O canal de distribuição mudou. Quem teimar em encontrar outras desculpas para as suas maleitas apenas está a assinar a sua morte económica.

 

Nota:
O seguinte vídeo execrável, patrocinado pelo Ministério da Cultura, tem aparecido em vários DVD que comprei, sendo das primeiras coisas mostradas ao inserir o disco no leitor, sem se ter hipótese de o saltar nem de avançar em fast forward. Além disso, cada vez que um disco é inserido somos forçados a olhar para um texto sobre os direitos de autor antes do visionamento do produto comprado. Felizmente, não é possível aos editores de DVD controlar se o lemos, caso contrário aposto que o fariam.

Ora eu ao comprar um DVD sinto-me insultado pelo respectivo editor e, também, pelo Ministério da Cultura, por patrocinar propaganda como esta. É como se eu, que paguei o produto, fosse culpado pela existência da pirataria. Colocam-me no mesmo patamar dum violador da legalidade.

Têm os senhores da ACAPOR algo a dizer sobre esta falta de vergonha?

 

Vídeo vergonhosamente patrocinado pelo Ministério da Cultura


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Mais uma

Mas confirmou essa informação?
O que eu sei é que, pelo país todo, há carros do Estado a irem buscar assessores a casa. Porque se vão cinco para o Cartaxo, também vão para Vila Franca, para Santarém... Tenho um amigo que é de um partido e ele sabe quem são esses assessores. São cinco só no Cartaxo. Está confirmado. Será que o Estado precisa de ter perto de 30 mil viaturas? Será que o Estado precisa de ter perto de 11 mil institutos? Será que o Estado precisa de recorrer tanto a pareceres externos? Eu não me candidato para que tudo fique na mesma. [na entrevista de Fernando Nobre ao i]

Sobre estes casos não posso atestar a veracidade. Apesar de não me surpreenderem. Pois sei que nem é preciso ser-se assessor para se ter direito a BMW com motorista. Sei porque conheço quem. Basta estar na linha certa das estrelas partidárias certas.

E nomes? E nomes? Essa informação vou guarda-la para mim, que acredite quem quiser.

Agora, uma coisa é certa: muita gente mama do Estado e é gente que não verá os seus vencimentos reduzidos. Porque há filhos e enteados. Porque os apertos de 2011 vão ser para pagar o mega buraco. Porque os roubos decorrem às claras. Porque o descaramento não falta. Porque, enfim, a escandaleira chegou a um ponto em que mais uma apenas merece o comentário “mais uma”.



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Candidatos presidenciais 2011 – Fernando Nobre

candidatos presidenciais - fernando nobre

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