del Prestrello.*
O novo Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, começou as suas novas funções efectivamente à defesa, apagando os rastos digitais que foi deixando a trás de si durante a candidatura à Câmara Municipal de Oeiras:
- Site da candidatura www.marcosperestrello.com: em branco. Mas fez mal o serviço, pois o google ainda encontra umas coisas porreiras (pá).
- Página do fotografias no Flickr http://www.flickr.com/photos/marcosperestrello: apagada
- Twitter http://twitter.com/marcperestrello: ainda existente mas sem conteúdos de interesse
- Facebook http://www.facebook.com/marcosperestrello ainda existente (não tenho acesso)
Open Web Awards - vote for me
Olá leitor. Temos falado pouco entre nós. Por vezes trocamos uns bons dias na caixa de comentários mas não temos passado dos preliminares. Por culpa minha, sublinho, que me tem faltado a disponibilidade para manter o diálogo. Parece que me consumo na produção dos posts e por aí fico.
Vem esta abordagem mais intimista a propósito do Mashable's 3rd Annual OPEN WEB AWARDS social media edition, para o qual peço a sua ajuda, votando no Fliscorno. O Open Web Awards tem como objectivo, segundo o i, premiar as maiores inovações em termos de tecnologia e realizações (como sites) na Internet. Há ao todo 50 categorias e estou a concorrer na de "Best Local Blog". Sei perfeitamente que há por aí blogs locais mais sofisticados mas mesmo assim há um aspecto específico no Fliscorno que merece nota, daí propor-me à votação. Refiro-me à modesta galeria aqui na barra lateral, desenvolvida por mim e com estas características:
Vem esta abordagem mais intimista a propósito do Mashable's 3rd Annual OPEN WEB AWARDS social media edition, para o qual peço a sua ajuda, votando no Fliscorno. O Open Web Awards tem como objectivo, segundo o i, premiar as maiores inovações em termos de tecnologia e realizações (como sites) na Internet. Há ao todo 50 categorias e estou a concorrer na de "Best Local Blog". Sei perfeitamente que há por aí blogs locais mais sofisticados mas mesmo assim há um aspecto específico no Fliscorno que merece nota, daí propor-me à votação. Refiro-me à modesta galeria aqui na barra lateral, desenvolvida por mim e com estas características:
- a galeria mostra imagens alojadas no Flickr, seleccionadas de um conjunto específico (as gracinhas do Fliscorno);
- ao clicar numa das imagens da galeria leva o leitor para o post no blog onde a imagem foi publicada.
- Para me nomear para a merecida (cof cof) categoria Best Local Blog, clique na imagem seguinte:

- Depois de clicar na imagem é preciso, na página do Open Web Awards, clicar no "T" (Twitter) ou no "F" (Facebook) ao lado onde diz "Sign in with"
- Depois de sign in (no twitter ou no facebook) volta-se novamente à página do Open Web Awards e então, finalmente, pode-se fazer nomeações, nomeando o Fliscorno ou outro bem melhor :)
O caótico flop da gripe A
"Não faz qualquer sentido estar contra a vacinação [contra o H1N1], até porque quem integra estes movimentos não tem motivação científica para estar contra", Francisco George, citado pelo Público
Ligue-se esta afirmação a uma outra sobre eventuais processos judiciais a que certos profissionais estariam alegadamente sujeitos por recusarem a vacinação e conclua-se que o direito constitucional de não ser obrigado a um acto médico é para ir para as favas. Isto é uma campanha de medo porque, chegando a vias de facto, no tribunal isto nunca dará nada. Sintomático, no entanto.
Nisto tudo, há que não esquecer que em 1976 (apenas há 33 anos!) morreram mais pessoas da vacina do que da gripe propriamente dita!
Teorias da conspiração à parte, olhem-se os factos:
- O Tamiflu já tinha sido apontado para a solução da anterior gripe aviária, cujo caos nunca se verificou;
- A gripe suína foi declarada pandemia mas mesmo assim, no hemisfério sul, onde o inverno já passou, esta gripe não teve maior mortalidade do que a gripe comum*.
O que é que está errado senhora ministra da gripe?
* ver notícia na Reuters: «New estimates suggest that the death rate compares to a moderate year of seasonal influenza, said Dr Marc Lipsitch of Harvard University.»
Carregador universal para telemóvel
A UIT (União Internacional de Telecomunicações) aprovou uma norma para um carregador universal para telemóvel. Finalmente não será preciso acumular carregadores de telemóvel em casa. Agora só falta fazer o mesmo para carregadores de pilhas, de computadores portáteis, de alimentação de impressoras de mais uma miríade de outros dispositivos. Há a questão do consumo máximo de cada aparelho mas isso pode ser resolvido com classes de carregadores (carregadores até 100 mA, até 300 mA, até 500 mA, etc.). Basta alguma boa vontade.
«Comprar os jornais»
Publicado em
domingo, 25 de outubro de 2009
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Labels: comunicação social , liberdade , política
Labels: comunicação social , liberdade , política
PRIMEIRO PLANO
Comprar os jornais
por Ricardo Reis, Publicado em 24 de Outubro de 2009
Há países onde já há estudos sobre a manipulação do governo nos jornais. Em Portugal continuamos a debitar opiniões avulsas...
Durante as campanhas eleitorais falou-se muito na suposta manipulação da comunicação social por parte do PS. As acusações de que os media são enviesados e manipulados pelo governo são uma constante em todas as democracias do mundo. No entanto, ao contrário de Portugal, noutros países esta discussão já foi para além da teoria da conspiração.
Por exemplo, dois economistas argentinos, Di Tella e Franceschelli, fizeram um cálculo simples para detectar o controlo dos media pelo governo. Mediram o espaço da primeira página dos quatro principais jornais argentinos que é dedicado a expor escândalos de corrupção entre 1998 e 2007. Depois compilaram os dados públicos sobre os destinatários dos gastos em publicidade do Estado. Por fim, simplesmente olharam para a correlação entre estas duas variáveis. O resultado salta à vista: por cada 230 mil euros que o governo dá em publicidade a um jornal, esse jornal tem em média menos meia página por mês dedicada à corrupção.
De seguida, os economistas olharam para o tratamento de cada caso de corrupção por cada jornal. Mostraram que quanto mais publicidade estatal mais casos em que o jornal não noticia o escândalo, menor a probabilidade de o jornal ser o primeiro a noticiá-lo e menor o número de artigos que lhe são dedicados. Por fim, mostraram que estas opções editoriais não correspondem aos desejos dos leitores. Por cada página a menos por mês dedicada a expor escândalos de corrupção, cada jornal tem menos 1,48 milhões de circulação esse mês. Os estudos que se seguiram mostraram que os jornais que declaram frequentemente o seu apoio a candidatos de esquerda têm mais notícias sobre o desemprego se o presidente é de direita do que se é de esquerda e vice-versa. Por fim, outro estudo recente identificou as expressões não usadas pelos políticos de esquerda que os de direita mais usam nos seus discursos. Por exemplo, a direita diz "a guerra ao terror" e "o imposto sobre a morte" enquanto a esquerda diz "a guerra no Iraque" e "o imposto sucessório". Os autores mostram que os jornais se dividem claramente em matéria de uso de vocabulário de esquerda ou de direita.
É óptimo que se discuta a "asfixia democrática" em Portugal. Mas, por favor, com tanta energia e tempo gastos em debates e opiniões avulsas, não há ninguém no país que queira investir antes umas semanas a recolher alguns factos a sério sobre este assunto tão importante?
Professor de Economia, Universidade de Columbia
Artigo no i
Comentário: agora liguem este artigo ao facto de o Público ser um jornal onde o estado ou empresas participadas não colocarem um cêntimo em publicidade. Um comentador no 31 da Armada diz que isto é totalmente falso. Talvez haja dois cêntimos de publicidade... Basta comprar o jornal e verificar que os omnipresentes anúncios da energia solar e das novas oportunidades, só para apontar dois casos que encheram outdoors e jornais pelo país fora, estão fora deste diário.
Dois ou três argumentos
Notícia: Expresso, 24 de Outubro de 2009; via A Educação do meu Umbigo
Num texto com três colunas sobre as intenções educativas do governo Sócrates II (serão também as de Isabel Alçada?), um terço do artigo é gasto a explicar que afinal a futura ministra não havia mentido. Face à restante não notícia, pare que o real objectivo da notícia foi mesmo esta terceira coluna.
Para eliminar a leitura de esta ministra ter sido uma escolha de recurso, face ao convite em cima do joelho, o botador de faladura do Expresso disse que este foi um "de dois ou três casos" de convites à pressa. Dois ou três?! Então, é assim tão difícil precisar? Estes plantadores de notícias na comunicação social estão a perder o jeito.
Num texto com três colunas sobre as intenções educativas do governo Sócrates II (serão também as de Isabel Alçada?), um terço do artigo é gasto a explicar que afinal a futura ministra não havia mentido. Face à restante não notícia, pare que o real objectivo da notícia foi mesmo esta terceira coluna.
Para eliminar a leitura de esta ministra ter sido uma escolha de recurso, face ao convite em cima do joelho, o botador de faladura do Expresso disse que este foi um "de dois ou três casos" de convites à pressa. Dois ou três?! Então, é assim tão difícil precisar? Estes plantadores de notícias na comunicação social estão a perder o jeito.
Prepara-se a segunda batalha na educação
«A TSF sabe que José Sócrates continua determinado em seguir em frente com o processo de avaliação dos professores com a nova ministra da Educação, Isabel Alçada.», TSFAssim de repente, ocorre-me: mas a ministra não tem voto da matéria?
O CM diz tudo
O Correio da Manhã acertou no título. É um governo para quem acreditou nos últimos quatro anos e meio.
O Sono Luso
O Sono Luso (http://osonoluso.org) define-se como sendo «um órgão de desinformação ao abrigo da liberdade e coisa e tal» e afirma ser «o único jornal de auto-referência». Acha que pode ser interpretado como «anti-Partido Socialista» mas apenas porque este é o actual partido do poder. É um lugar onde a brincar se dizem verdades, que é a melhor maneira de o fazer, já que tristezas não pagam dívidas.
Está a organizar o "Prémio Lambe Botas 2009", «um concurso para determinar a figura que mais se destacou em 2009 como o maior lambe-botas ou seja, quem mais se esforçou para pintar uma boa imagem do governo Sócrates 2005-2009». Até 31 de Outubro decorrem as nomeações e durante Novembro terão lugar as votações. Para mais informações visitar a respectiva página.
Esta iniciativa despertou-me atenção e, querendo saber mais sobre este site, enviei umas perguntinhas ao Director, o qual teve a amabilidade de responder.
Está a organizar o "Prémio Lambe Botas 2009", «um concurso para determinar a figura que mais se destacou em 2009 como o maior lambe-botas ou seja, quem mais se esforçou para pintar uma boa imagem do governo Sócrates 2005-2009». Até 31 de Outubro decorrem as nomeações e durante Novembro terão lugar as votações. Para mais informações visitar a respectiva página.Esta iniciativa despertou-me atenção e, querendo saber mais sobre este site, enviei umas perguntinhas ao Director, o qual teve a amabilidade de responder.
Isabel Alçada começa com o pé esquerdo
Hoje de manhã, Isabel Alçada afirmava "Não tenho convite nenhum" para fazer parte do próximo Governo. Hoje à tarde é ministra da educação.
Sócrates bis, novo governo
No twitter, fala-se que Sócrates está a apresentar a Cavaco o novo governo neste momento. Ainda não se conhece a equipa mas espera-se um desafio renhido (às 18 horas na SIC).
Windows 7
«Quem quiser o novo Magalhães pode ir fazer fila para a porta das maiores superfícies de retalho de electrónica.», Ana Rita Guerra no i.
Sim, sim, é daquelas coisas que certamente acontecerão. Enfim, não percebi bem se isto era para ser um artigo noticioso ou de opinião.
Sobre o lançamento do Windows 7, a jornalista fala do fiasco que foi o Vista e que «não é fácil para uma empresa como a Microsoft encaixar isto - que o sistema em que andou a trabalhar meia dúzia de anos e custou largos milhões de dólares simplesmente não é bom». Por acaso, a Microsoft até deve ter uma boa capacidade de encaixe destes flops, face ao hábiyo trazido por outros monumentais fiascos mais antigos: MS-DOS 4.x a MS-DOS 6.x, OS/2, Windows Millenium e mais uns quantos.
Para terminar em beleza, discordo mais uma vez que o Windows XP «quando apareceu também foi considerado péssimo… agora é um caso de amor». No meu meio profissional (desenvolvimento de software) não notei aversão invulgar ao aparecimento do XP. E agora desejar o XP em detrimento do Vista tem sido mesmo uma atitude de sanidade mental face ao, possivelmente, pior sistema operativo que a Microsoft alguma vez lançou no mercado. Além dos imensos bugs com que o Vista veio para o mercado, há ainda o facto de este sistema operativo transformar em obsoleta uma máquina perfeitamente capaz de correr XP, sem que se ganhe algo que justifique a mudança. Recordo que, no meio empresarial e face à Microsoft ter deixado de vender o Windows XP, a empresa passou a vender licenças de Windows Vista com opção de downgrade para Windows XP. Não o fez por razões sentimentais; foi mesmo porque as empresas decidiram, simplesmente, não embarcar nesse salto para o abismo chamado Windows Vista.
Vamos ver como correm as coisas com o Windows 7, especialmente se conseguiram ultrapassar algumas péssimas opções de desenho, como o estranho modo de autenticações/segurança. É o que faz teimar em inventar a roda quando já há boas soluções implementadas (veja-se o que se faz no mundo unix).
Liberdade de imprensa em Portugal
No final do governo liderado pelo «Cristo da política portuguesa», descemos oito posições no ranking da liberdade de imprensa 2009.Passámos para a posição 30ª, logo depois de países como a Jamaica e o Uruguai. Mas atenção, estamos à frente da África do Sul e da Macedónia! Mesmo assim estamos em "boa situação", sem ninguém ligado à comunicação social morto ou preso. E estamos melhores do que a Espanha, com a sua "situação satisfatória" (posição 44ª no mesmo ranking).
Piada de bávaros e austríacos
A piada seguinte faz parte do anedotário dos bávaros sobre os austríacos. Consta que estes últimos nunca exigiram um pedido de desculpas.
Estão dois caçadores, um bávaro e um austríaco, junto à fronteira, cada qual do seu lado. Ambos vêm um pato a voar e disparam sobre ele em simultâneo. O raio do pato caiu precisamente na linha da fronteira e os dois caçadores começaram a discutir sobre quem ficava com o pato. Então, o bávaro sugeriu:
- Vamos fazer um jogo em que cada um dá pontapé nos tomates ao outro e o que ganhar fica com o pato. Começo eu, concordas?
O austríaco pensou um bocado, ponderou o quanto ia custar mas, determinado a ganhar, concordou. O bávaro recua uns passos, prepara as suas robustas botas de montanhês, arma uma corrida e desfere um valente dum pontapé nos tomates do austríaco. Este rebolou de dor uns pesados cinco minutos e, quando recuperou a voz, disse «Ok, é a minha vez», já mais animado com a ideia de dar ao bávaro o mesmo em dose dupla. Ao que responde o bávaro:
- Olha, desisto, podes ficar com o pato.
Estão dois caçadores, um bávaro e um austríaco, junto à fronteira, cada qual do seu lado. Ambos vêm um pato a voar e disparam sobre ele em simultâneo. O raio do pato caiu precisamente na linha da fronteira e os dois caçadores começaram a discutir sobre quem ficava com o pato. Então, o bávaro sugeriu:
- Vamos fazer um jogo em que cada um dá pontapé nos tomates ao outro e o que ganhar fica com o pato. Começo eu, concordas?
O austríaco pensou um bocado, ponderou o quanto ia custar mas, determinado a ganhar, concordou. O bávaro recua uns passos, prepara as suas robustas botas de montanhês, arma uma corrida e desfere um valente dum pontapé nos tomates do austríaco. Este rebolou de dor uns pesados cinco minutos e, quando recuperou a voz, disse «Ok, é a minha vez», já mais animado com a ideia de dar ao bávaro o mesmo em dose dupla. Ao que responde o bávaro:
- Olha, desisto, podes ficar com o pato.
Maitê
Estão dois brasileiros a ver o Coliseu de Roma. Diz um "Nossa, é mesmo lindo". Diz o outro "Espera só até estar acabado."
Eu achei de mau gosto a piadola dela. Mas nós fazemos o mesmo com eles e outros. Daí até dizer que é uma ofensa a Portugal é que me parece que vai um passo de gigante. O problema, quanto a mim, é que os portugueses (desculpem as generalizações, sempre injustas) dão demasiada importância ao que vem de fora. Valorizar um pouco mais o que cá se faz e diz seria positivo.
Eu achei de mau gosto a piadola dela. Mas nós fazemos o mesmo com eles e outros. Daí até dizer que é uma ofensa a Portugal é que me parece que vai um passo de gigante. O problema, quanto a mim, é que os portugueses (desculpem as generalizações, sempre injustas) dão demasiada importância ao que vem de fora. Valorizar um pouco mais o que cá se faz e diz seria positivo.
Campanha negra para condicionar as eleições
Ai que é a campanha negra para condicionar as eleições. Eh lá, as eleições já foram!
TVI teve acesso a documento altamente confidencial. Confira todos os dados
TVI teve acesso a documento altamente confidencial. Confira todos os dados
CP e Refer: dois nomes para o mesmo problema
Obras vão deixar 232 quilómetros de via-férrea sem qualquer comboio
Quatro anos depois da apresentação das orientações estratégicas para o sector ferroviário, a Refer atingiu os mínimos em investimento na rede e mantém linhas sem automotoras
O caso da linha do oeste, que conheço, é mais uma peça neste paradoxo português.
Vigiar as crianças
«Manuel Cerqueira argumenta que o Estado não está a fazer com que as crianças sejam sensibilizadas para o problema da pirataria informática, que há pouca supervisão na utilização dos portáteis e que há o risco de as crianças aprenderem desde cedo a instalar aplicações informáticas sem pagar por elas.» Público
Além da evidência de existir uma enormidade de software pelo qual não é preciso pagar um tostão, só por si bastando para desacreditar o argumento, mais preocupante é a ideia subjacente de um estado vigilante e repressor. Sr. Manuel Cerqueira, lá porque a pirataria informática exista, o que faltava era andar a incutir sentimentos de culpa nas crianças que instalem software gratuito. Esta argumentação é tão parva quanto o é dizer existe o risco das crianças se tornarem bandidos por terem visto um filme de gansters.
The Twitter Time.es - Fliscorno
Aqui o jornal do Fliscorno baseado nos twitts do pessoal que sigo no Twitter: twittertim.es/fliscorno
sobre The Twitter Time.es
sobre The Twitter Time.es
A Bola, essa grande referência em assuntos.... educativos
Sim, é isso, "A Bola" agora também se dedica ao fair play educativo.Mas faz sentido: mandar bitaites sobre educação é um desporto nacional.
Obrigado sr. Manuel Pinho
A produção em regime especial corresponde à subsidiação da energia eólica e à co-geração industrial, para que estas formas de produção de electricidade sejam competitivas com as restantes (hídrica e com recurso a combustíveis fósseis):
«Nos factores que determinaram a tarifa para 2010, destaca que a pressão para a sua subida veio da quebra do consumo de electricidade, do aumento dos custos com a produção em regime especial e das amortizações e juros gerados pelo défice tarifário.» Público
Obrigado sr. Manuel Pinho por me aumentar desnecessariamente a conta da electricidade:
«A contribuir para este aumento estão também os encargos com as energias renováveis, que serão em 2010 de 700 milhões de euros.» i
Outra ideia do ex-ministro Manuel Pinho foi congelar os aumentos da electricidade mas fazendo-os aparecer em prestações durante os próximos 15 anos. Além de deixar o problema para os que vêm depois dele, há ainda o pequeno detalhe deste adiamento introduzir juros de dívida. Por isso, pagaremos não só tudo o que não aumentou durante 4 anos de pinhísses mas também os respectivos juros:
«Os dados da ERSE indicam ainda que a manutenção do défice tarifário, montante que corresponde aos custos tarifários que em vez de terem sido aplicados foram diferidos para os anos seguintes, obrigará ao pagamento de 52,5 milhões de euros de juros, que serão, por sua vez, incluídos na tarifa de 2010.» Público
Só à conta da electricidade, deixou o ministério de Manuel Pinho uma marca de 1 euro por mês a pagar durante 15 anos. Assim se salva a economia socialistamente.
Rankings: outras leituras
Ontem publiquei o meu ponto de vista sobre a inutilidade dos rankings para comparar qual é o melhor ensino, se o público, se o privado, já que a a origem socio-económica dos alunos é tão díspar. Mas olhar para estes rankings numa perspectiva de histórico permite tecer considerações sobre a evolução do sistema educativo. E, reconheço, o ranking propriamente dito permite também conclusões interessantes. Nada como outras leituras para aferir a nossa opinião.
O fado dos rankings
Parece que anualmente se volta aos rankings (ou hierarquia, em português!) das escolas. É um tema que volta com o calor no Verão outonal mas já sem aquecer. Repetem-se argumentações, com algumas facções a insistirem no cheque-ensino e na liberdade de escolha da escola e com outros a defender a inevitabilidade da distribuição geográfica dos alunos, sem possibilidade de escolha.
Para mim é claro, os pais deviam ser livres de escolher a escola que queiram para os filhos. Actualmente as coisas passam-se como se se nascesse fadado pelo destino e quem quer mesmo colocar os filhos noutra escola acaba por recorrer a truques como arranjar uma residência fictícia noutro local. Mas, contrariamente ao Miguel, não acho que uma distribuição com base na oferta e procura seja uma solução melhor do que o critério geográfico:
Para mim é claro, os pais deviam ser livres de escolher a escola que queiram para os filhos. Actualmente as coisas passam-se como se se nascesse fadado pelo destino e quem quer mesmo colocar os filhos noutra escola acaba por recorrer a truques como arranjar uma residência fictícia noutro local. Mas, contrariamente ao Miguel, não acho que uma distribuição com base na oferta e procura seja uma solução melhor do que o critério geográfico:
- Os alunos poderiam escolher a escola mas, por outro lado, também a escola poderia escolher os alunos. Se bem que a primeira consequência puxaria pela qualidade das escolas, já a segunda acabaria por criar escolas para alunos de primeira e escolas para alunos de segunda.
- Sendo a lotação das escolas limitada, alguma selecção acabaria por existir. Não basta um critério de oferta/procura, mesmo que baseado nas notas que os alunos apresentem porque, como é sabido, existe uma forte correlação entre o meio socio-económico e o desempenho escolar. Algum equilíbrio será preciso se não quisermos escolas para elites e escolas para os "outros".
Ainda o email das "escutas" de Belém
Ontem aconteceu mais um Prós&Contras. Não vi e pelos vistos apenas perdi um espectáculo deplorável. Frente a frente quatro directores de órgãos de comunicação social, de um lado Henrique Monteiro (Expresso) e José Manuel Fernandes (Público); do outro João Marcelino (DN) e Paulo Baldaia ( TSF). Curiosa divisão esta. No meio (?) a moderadora, Fátima de Campos Correia.
Parece que Henrique Monteiro revelou que a fonte que forneceu o email ao Expresso terá sido um político. Os detalhes podem ser lidos no blog Porta da Loja:
Foto: descaradamente surripiada do blog Devida Comédia.
Parece que Henrique Monteiro revelou que a fonte que forneceu o email ao Expresso terá sido um político. Os detalhes podem ser lidos no blog Porta da Loja:
João Marcelino continuou a explicar que era notícia a tradução das suspeitas da presidência da República e acaba por dizer que Louçã tivera conhecimento do conteudo do mail, antes dele..Confirma-se, novamente, que há por aí jornalismo que não passa de uma farsa. Outros blogs que abordam este tema:
(...)
Henrique Monteiro confirma mais uma vez que o mail ( conversa entre jornalistas) que o Expresso recebeu vem de uma fonte política e não de um jornalista...
Foto: descaradamente surripiada do blog Devida Comédia.
Então mas o governo não tinha salvo a Qimonda?
Qimonda Portugal vai despedir já 590 trabalhadores
Estou baralhado. O governo anunciou repetidamente ter salvo a Qimonda e, dias antes das eleições, até havia notícias de tom optimista sobre a viabilidade da fábrica. Então, salvou-se ou não?
Estou baralhado. O governo anunciou repetidamente ter salvo a Qimonda e, dias antes das eleições, até havia notícias de tom optimista sobre a viabilidade da fábrica. Então, salvou-se ou não?
Pensamentos em trânsito
- Fernando Seara ganhou em Sintra e para comemorar o IC 19 entupiu nos dois sentidos.
- O concelho com maior número de licenciados votou maioritariamente em Isaltino. Parece que a cadeira de ética e moral não era obrigatória na faculdade.
- Em Lisboa, os contentores ganharam aos túneis.
- Ana Gomes, segundo a própria, vai ficar como vereadora, mantendo o lugar em Bruxelas. Na sexta-feira passada, ao anunciar com pompa e circunstância que ficava mesmo que perdesse, esqueceu-se de dizer que ficava nos dois lugares.
- Fátima Felgueiras ficou azul, da cor do saco, ao perder a autarquia.
- Elisa Ferreira já deve estar no aeroporto. O apelo da gamela é irrecusável.
- O concelho com maior número de licenciados votou maioritariamente em Isaltino. Parece que a cadeira de ética e moral não era obrigatória na faculdade.
- Em Lisboa, os contentores ganharam aos túneis.
- Ana Gomes, segundo a própria, vai ficar como vereadora, mantendo o lugar em Bruxelas. Na sexta-feira passada, ao anunciar com pompa e circunstância que ficava mesmo que perdesse, esqueceu-se de dizer que ficava nos dois lugares.
- Fátima Felgueiras ficou azul, da cor do saco, ao perder a autarquia.
- Elisa Ferreira já deve estar no aeroporto. O apelo da gamela é irrecusável.
Resultados das Autárquicas 2009
Publicado em
domingo, 11 de outubro de 2009
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Labels: autárquicas 2009 , eleições , política
Labels: autárquicas 2009 , eleições , política
Progresso autárquico

Foto: Queluz 2009
Hoje vai a votos
- o expoente máximo do planeamento e da organização;
- a beleza das cidades, limpas, sem graffiti e sem cocó de cão;
- o equilíbrio entre dormitório, escritório e local pleno de vida;
- a medida certa de urbanismo e de paisagem natural.
O milagre das rosas tecnológicas
Fórmula para fazer aparecer equipamentos quando estes não existem:
«Então a técnica é ir às escolas e agrupamentos onde tudo ficou instalado e retirar parte do material, incluindo pontos de rede.» ler tudo
Fosca-se!
«Só o desenho do portal [das comemorações do centenário da república] custou 99,5 mil euros.» i
Eh pá ajustem-me directamente que eu faço pelo menos igual por muito menor preço! Tenham vergonha pá.
Agora vejam bem que foi a empresa que ganhou este ajuste directo? tan tan tan Pois, foi a empresa de Henrique Cayatte, que por acaso até fez parte da comissão de honra da lista de António Costa para Lisboa em 2007.
«Henrique Cayatte, designer e membro da Comissão de Honra da candidatura de António Costa, responsabilizou o último executivo pela saída da "Moda Lisboa" para Cascais e a "acentuada queda que se tem registado ao nível de co-produções cinematográficas realizadas na cidade".» RTP
E que também faz parte da comissão de honra da lista de António Costa para Lisboa em 2009:
O Centro Lúdico de Massamá
Recupero um texto anterior sobre uma obra tipicamente autárquica e actualizo o seu estado actual.
Sumário
O estado actual






A quatro dias das eleições autárquicas 2009 foi fixado este típico cartaz autárquico a anunciar que a obra iria precisar de 225 dias e 1.86 milhões de euros para ficar concluída, sem no entanto precisar a data de conclusão. Supostamente será Agosto de 2010 (ver mais abaixo) ou será que teremos mais quatro anos de abandono? E um pouco de respeito pelo dinheiro dos contribuintes, não se arranja, não?
Outras referências
Sumário
- Agosto de 2005, véspera das autárquicas de 2005 (9 de Outubro), começou a construção de um edifício público no concelho de Sintra, na freguesia de Massamá;
- Trabalhou-se aos fins-de-semana e em horário nocturno para edificar a obra;
- No dia das eleições não estava concluída mas foi pintada, dando a impressão que estaria para ficar pronta;
- Durante quatro anos, a obra esteve parada, abandonada, degradando-se dia após dia;
- A quatro dias das eleições autárquicas 2009 foi fixado um típico cartaz autárquico a anunciar que a obra iria precisar de 225 dias e 1.86 milhões de euros para ficar concluída, sem no entanto precisar a data de conclusão.
Défice, impostos altos, edifícios abandonados e a res publica...
... tudo isto em quatro fotos e cinco parágrafos.
Zoom
Corria o mês de Agosto de 2005. Uma das típicas obras pré-eleitorais, o futuro Centro Lúdico de Massamá, estava nitidamente atrasada para as autárquicas que se avizinhavam, a 9 de Outubro. Trabalhou-se aos fins-de-semana e em horário nocturno, tendo sido possível erguer o edifício. No dia das eleições já estava pintado, antevendo breve conclusão, mesmo que ainda não tivesse portas nem janelas. As eleições passaram e a obra não avançou mais.
Recentemente, já neste ano, a Câmara Municipal de Sintra deliberou rescindir a Empreitada de Execução do Centro Lúdico de Massamá, incluindo a elaboração dos Projectos das
Especialidades, que havia sido adjudicada à Empresa Nascimento Construções, S.A. Consta que a empresa faliu. Decidiu, ainda, pela abertura dum concurso público para a “Empreitada de Execução do Centro Lúdico de Massamá”. Ambas as propostas foram aprovadas por unanimidade.
Chegado aqui, talvez pense o leitor que o atraso se terá devido à falência do empreiteiro. Há, no entanto, a notar que o empreiteiro não terá falido no dia seguinte às eleições! Além disso, atendendo às datas planeadas para o início e fim da obra e atendendo ao modus opererandi dos nossos políticos, é de presumir que o início da obra foi planeado para que se visse algo feito no dia das eleições mas sem que esta estivesse concluída: obra para inglês ver e sem se ter que gastar o dinheiro que não se tivesse.
Posto isto, o ponto principal consiste no actual estado de degradação do que já havia sido construído. Gastou-se dinheiro para fazer depressa e voltar-se-á a gastar para restaurar o que foi estragado.
Atitudes destas mostram a pouca consideração que os políticos têm pelo dinheiro público e explicam males endémicos como os do título deste texto. Nós, portugueses, toleramos estas posturas e até as achamos normais. Mas poderia ser diferente. Poderiamos exigir políticos responsáveis e responsabilizáveis. É pedir muito? Exigir ou conformarmo-nos faz toda a diferença entre um país desenvolvido e nós, não será?
O estado actual






A quatro dias das eleições autárquicas 2009 foi fixado este típico cartaz autárquico a anunciar que a obra iria precisar de 225 dias e 1.86 milhões de euros para ficar concluída, sem no entanto precisar a data de conclusão. Supostamente será Agosto de 2010 (ver mais abaixo) ou será que teremos mais quatro anos de abandono? E um pouco de respeito pelo dinheiro dos contribuintes, não se arranja, não?
Outras referências
Medir a incompetência autárquica
É sabido que mais habitantes significa maior receita de impostos para a autarquia. Assim sendo, seria de esperar que autarquias com igual número de habitantes tivessem infra-estruturas equivalentes, certo? Errado, especialmente nos subúrbios de Lisboa.
Vejamos. Olhando para o número de eleitores nas últimas legislativas, vemos que, juntando algumas freguesias do concelho de Sintra, teremos uma dimensão eleitoral semelhante à de muitos concelhos por esse país fora.
Por exemplo, as freguesias de Massamá e de Rio de Mouro (concelho de Sintra) perfazem 54.946 eleitores:
Por exemplo, só a cidade da Figueira da Foz, que conheço muito bem, tem um tribunal, vários jardins municipais, mercado municipal, bombeiros, três escolas secundárias, conservatório de música e por aí fora. O que têm Massamá e Rio de Mouro? Fontes de liquidez tributária.
Mas dirá o leitor, ah e tal, e a actividade industrial e comercial da Figueira? Não virá daí a riqueza desse concelho? Bom, falando de concelhos, nesse caso também teríamos que olhar para o concelho de Sintra como um todo. Não tenho números, apenas a percepção de quem quem conhece os dois concelhos. Creio que Sintra terá muito maior actividade comercial e que a Figueira terá maior actividade agrícola e industrial (devido à Celbi e à Soporcel).
Vejamos. Olhando para o número de eleitores nas últimas legislativas, vemos que, juntando algumas freguesias do concelho de Sintra, teremos uma dimensão eleitoral semelhante à de muitos concelhos por esse país fora.
Por exemplo, as freguesias de Massamá e de Rio de Mouro (concelho de Sintra) perfazem 54.946 eleitores:
- Massamá (freguesia) - Inscritos: 20.998
- Rio de Mouro (freguesia) - Inscritos: 33.948
- Figueira da Foz (concelho) - Inscritos: 58.543
- Caldas da Raínha (concelho) - Inscritos: 43.317
- Aveiro (concelho) - Inscritos: 67.247
- Palmela (concelho) - Inscritos: 46.727
- Faro - Inscritos: 54.150
Por exemplo, só a cidade da Figueira da Foz, que conheço muito bem, tem um tribunal, vários jardins municipais, mercado municipal, bombeiros, três escolas secundárias, conservatório de música e por aí fora. O que têm Massamá e Rio de Mouro? Fontes de liquidez tributária.
Mas dirá o leitor, ah e tal, e a actividade industrial e comercial da Figueira? Não virá daí a riqueza desse concelho? Bom, falando de concelhos, nesse caso também teríamos que olhar para o concelho de Sintra como um todo. Não tenho números, apenas a percepção de quem quem conhece os dois concelhos. Creio que Sintra terá muito maior actividade comercial e que a Figueira terá maior actividade agrícola e industrial (devido à Celbi e à Soporcel).
Portanto, entrando por fim no tema do post - e para terminar, já agora - como é que se mede a competência (ou a incompetência) autárquica? Como é que se explica que o segundo concelho mais populoso do país seja o caos que é, sem a sombra de qualidade de vida que muitos outros concelhos têm? Fica a questão para quem souber responder.
Teste de Português
Uma vez que é um assunto que me interessa, abordo com repetidamente questões educativas aqui. Com demasiada frequência é o lado negativo que é focado, consequência do errático rumo educativo nacional. Por isso é com especial prazer que divulgo uma iniciativa positiva.
Exercício de escolha múltipla sobre o Funcionamento da Língua
Uma página iniciativa do Agrupamento de Escolas de Tarouca.
Exercício de escolha múltipla sobre o Funcionamento da Língua
Uma página iniciativa do Agrupamento de Escolas de Tarouca.
Novo blog: "Para memória futura"
Comecei há dias o blog "Para memória futura", com o lema "coisas de hoje para encontrar amanhã". Tem-me acontecido esporadicamente ter lido um texto e, querendo depois a ele voltar não saber, não me recordar do seu local de publicação.Com este blog pretendo menorizar este problema pessoal. E se a alguém também for útil, melhor.
Capitalismo eleitoral
Publicado em
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
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Labels: divagações , economia
Labels: divagações , economia
Como usar a funcionalidade "Continuar a ler..."
Há muito tempo que a funcionalidade de posts expansíveis estava na lista de pedidos dos blogspotters. Algo que os wordpressers, por exemplo, já tinham à disposição faz uma eternidade. Com, conversa à parte, a mesma funcionalidade também agora está disponível no Blogspot. Passo a descrever como a tornar disponível.
1. O que é
A funcionalidade de posts expansíveis permite mostrar parte do texto, ficando o restante disponível clicando num link, como se mostra a seguir:
Parte do texto está escondida, ficando visível ao clicar no link "Continuar a ler". Desta forma textos longos não retiram visibilidade aos textos mais antigos. Em contrapartida, há quem não aprecie ter de clicar num link para continua a ler...
1. O que é
A funcionalidade de posts expansíveis permite mostrar parte do texto, ficando o restante disponível clicando num link, como se mostra a seguir:
Já me esquecia desta
«O responsável pelo cancelamento do Jornal Nacional de 6.ª assumiu que a decisão foi tomada com o intuito de não interferir na campanha eleitoral através da revelação de novos factos sobre os casos Freeport e Casa Pia. Estou arrepiado.» Tiago Moreira Ramalho no Corta-Fitas
Pois, também eu. Comprova-se a tese de que não seria preciso Sócrates telefonar à Prisa. Bastou a possibilidade do último negócio não avançar.
Queimem-nos
Os livros são veículos de transmissão de terríveis ideologias, desde o socialismo ao capitalismo, do ateísmo ao culto divino, do tudo ao nada, que condicionaram e ainda condicionam toda a humanidade. Deviam ser todos queimados, para a segurança da espécie.
Diz que foi para salvar a economia
É de recordar a promessa de Sócrates quanto ao regime dos ajustes directos:
E depois comparar com a realidade:
Assuntos relacionados ou não:
"Só nessas duas áreas [rede escolar e eficiência energética] serão permitidas ao Estado, autarquias e regiões autónomas fazerem um ajuste directo com a exigência de consulta a pelo menos três entidades. Haverá um reforço de transparência suplementar", sublinhou José Sócrates, que assegurou ainda que "as firmas consultadas, os vencedores e os montantes dos concursos" serão publicados.
E depois comparar com a realidade:
Quase todos os contratos de obras públicas celebrados nos últimos três meses foram por ajuste directo. Segundo os dados do Observatório de Obras Públicas, que está a recolher a informação prestada desde o dia 26 de Junho, do total de 4023 contratos firmados até à passada sexta-feira, houve ajuste directo em 3957 deles.
Assuntos relacionados ou não:
- Cavaco chumba lei de financiamento partidário
- PS gastou nas europeias muito mais do que previa
Custo da campanha socialista derrapou 80% em relação ao orçamento. - PS gasta €5,54 milhões nas legislativas
Na previsão de gastos na campanha eleitoral para as legislativas de 27 de Setembro, o PS é o partido mais gastador, com uma estimativa de €5,54 milhões.
Blogger: o novo editor
Quem não tenha andado a par das novidades do blogger, poderá não ter dado por uma mudança de nota ao nível do editor. Este tem novas e úteis funcionalidades! Mas para isso é preciso activá-las:
Guardar as alterações e de repente passa a dispor de:
* voltarei a esta funcionalidade ainda esta semana.
Guardar as alterações e de repente passa a dispor de:
- undo e redo multiplos;
- melhor colocação de imagens, sem o irritante efeito lateral de colocar as imagens sempre no topo;
- remover formatação;
- partir os posts com o link "ler mais" * ;
- caixa de edição do post ajustável em altura.
* voltarei a esta funcionalidade ainda esta semana.
Fazer cópia de segurança da template
Antes de fazer qualquer alteração à template do blog, fazer sempre uma cópia de segurança primeiro. Assim, caso algo corra mal, pode-se sempre voltar a trás. As imagens seguintes mostram os sucessivos passos.
1. Cópia de segurança
Está feito! Simples, não é? Pois pouca imenso trabalho quando algo corre mal. Sugestões:
a) guardar as sucessivas cópias de segurança da template, o que permite comparar duas versões;
b) nomear os ficheiros com a data de criação e incluindo-a no início do nome do ficheiro - assim os ficheiros estarão sempre ordenados temporalmente, mesmo que sejam alterados posteriormente. Exemplo: 2009-10-06_a_minha_template.xls
2. Para colocar em uso uma template antiga
1. Cópia de segurança
Depois de entrar no blog, clicar em Esquema.
Clicar em Editar HTML
Clicar em Transferir modelo completo e gravar o ficheiro.
Está feito! Simples, não é? Pois pouca imenso trabalho quando algo corre mal. Sugestões:
a) guardar as sucessivas cópias de segurança da template, o que permite comparar duas versões;
b) nomear os ficheiros com a data de criação e incluindo-a no início do nome do ficheiro - assim os ficheiros estarão sempre ordenados temporalmente, mesmo que sejam alterados posteriormente. Exemplo: 2009-10-06_a_minha_template.xls
2. Para colocar em uso uma template antiga
Na mesma página onde se fez a cópia de segurança da template, clicar
em browse, escolher uma template antiga, e depois clicar em Carregar.
A nova template será colocada em uso logo de seguida.
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Publicado em
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
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Labels: autárquicas 2009 , campanha eleitoral , gracinha
Labels: autárquicas 2009 , campanha eleitoral , gracinha
Geimer e Polanski
Textos originais, publicados na revista People, a 15 de Dezembro de 1997.
Estive a ler a história do Polanski e da miúda de 13 anos que ele violou há 32 anos, numa reportagem sobre ela, nos seus 33 anos à altura da reportagem (1997). Traduzo uma passagem (ultima imagem, com os meus destaques), onde ela diz
«Não guardo raiva a Polanski. Tenho até alguma empatia por ele, com a mãe dele ter morrido num campo de concentração e depois a sua esposa Sharon Tate ter sido assassinada pelo gang de Charles Mason e a passar os últimos 20 anos como fugitivo. A vida foi dura para ele, tal como foi para mim. Ele fez-me algo verdadeiramente bruto mas foram os media que me arruinaram a vida.
Até agora, os assim chamados peritos usam a minha situação em programas de TV para fazer valer os seus próprios pontos de vista, os quais não têm nada a ver com o que sinto. Há vinte anos tudo o que foi sobre mim foi horrível. Mas hoje em dia, não é moda falar mal da vitima. Agora estou completamente pronta para me erguer e para me defender e todos andam a dizer "oh pobrezinha". Mas eu não sou uma pobrezinha. E não posso agradar a todas as pessoas tornando-me apavorada e perturbada só para fazer as coisas parecerem mais interessantes. Se Polanski voltar, tudo bem. Pelo menos terminaria isto. Nunca terminará até que isso aconteça.»
Parece-me que a comunicação social não sai bem desta história e, se calhar, de outras parecidas. Não se trata de matar o mensageiro mas ambos, Geimer e Polansky, querem deixar aquele capítulo para trás e a comunicação social continua colocá-lo na actualidade. À conta do direito de informar - ou será de abusar? - parece que o direito de privacidade da vítima é coisa secundária. Um lado e outro que agora andam por aí em polvorosa poderiam pensar nisto por momentos.
Boas notícias
Muita gente anda em pânico por causa da perspectiva da ingovernabilidade. Perguntam como é que será possível aprovar leis no parlamento sem uma maioria estável. Pelo invés, eu vejo nesta possibilidade uma excelente notícia! Neste país, quando há um problema faz-se uma lei, a qual irá solucionar alguma coisa que supostamente teria sido resolvida no passado por outra lei. A panóplia de leis que temos é uma enormidade e termos um parlamento que abrande a fúria legislativa é uma dádiva. É uma oportunidade de efectivamente resolver os problemas em vez de os se criar a promessa de resolução pela via legislativa. E para as leis que mesmo assim jorrem da fonte parlamentar é a oportunidade de o filtro mais apertado lhes conferir a qualidade que dizem tantas vezes lhes faltar. Ingovernabilidade? Não, descanso de dois anos!
Galeria actualizada: Annie Leibovitz
Actualizei a galeria do blog, desta vez apenas com fotograficas de Annie Leibovitz (em PT).
Adicionalmente, também aqui deixo o link para o texto How I shot my sister Annie ... - Como fotografei a minha irmã Annie (uma espécie de traduçãp aqui).
Adicionalmente, também aqui deixo o link para o texto How I shot my sister Annie ... - Como fotografei a minha irmã Annie (uma espécie de traduçãp aqui).
Annie Leibovitz fotografou celebridades de Lennon à Rainha, mas como reagiria esta personagem complexa no outro lado da lente - com a sua irmã como fotógrafa?
Dois lados da mesma questão
Na segunda-feira pós legislativas ouvi um deputado socialista defender, na Antena 1, que a legislatura socialista tinha sido muito dialogante, já que 80% das leis tinha sido aprovadas com o voto favorável ou com a abstenção da oposição. No mesmo dia à noite, no Prós e Contras, Santos Silva usou o mesmo argumento, com uma percentagem semelhante, como prova do mesmo ponto. Coincidências destas levam-me a pensar na existência de um directório de pensamento socialista, de onde aqueles com acesso aos media bebem o discurso do dia. Mas esta não é a minha questão agora.Quanto ouvi esta tirada dos 80%, além dos 20% de leis da única responsabilidade do PS e que fizeram sérios estragos, lembrei-me dos 100% de produção legislativa que não passa pelo parlamento e que é da única e exclusiva responsabilidade do governo que estiver em funções, coisa que não é nada de desprezar. Se o argumento "dialogante a 80%" é legítimo, então também se terá que aceitar, para este segundo caso, a conclusão de um governo 0% dialogante.
A anedota
A monopolista Brisa quer aumentar as portagens na eterna fila da A5 porque acha que quem quer efectivamente andar numa autoestrada optará por circular numa outra das suas autoestradas, a nova A16. Recorde-se qual foi o governo que permitiu que a Brisa comprasse a Autoestradas do Atlântico, acabando com a reduzida concorrência no sector: PS/Sócrates.
Que Europa é esta?
Passado um ano, os irlandeses vão votar de novo o tratado de Lisboa. Que Europa é esta que não aceita uma decisão democrática? Sou apologista da união europeia mas isto é uma compressão e não uma união.
Já agora, onde estão as sessões de esclarecimento sobre o tratado de Lisboa prometidas por Sócrates a troco de não fazermos um referendo como ele mesmo havia prometido?
Já agora, onde estão as sessões de esclarecimento sobre o tratado de Lisboa prometidas por Sócrates a troco de não fazermos um referendo como ele mesmo havia prometido?
Capitalismo, socialismo e outros
Muito se tem falado de neoliberalismo e tal. Além do rótulo fácil, o que é que está em causa? E o que dizer de outros sistemas? Deixo aqui uma interpretação.
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