a política na vertente de cartaz de campanha

A apresentar mensagens correspondentes à consulta albino almeida ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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Lucky Albino Luke

Lucky Albino Luke


«O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), Albino Almeida, esclareceu, em declarações ao PÚBLICO, que quando acusou os professores de “desumanidade” se baseou na informação que lhe tinha sido dada, e que verificou ser “falsa, de que num exame de Português do 9º ano tinha sido negada a uma criança com dislexia a meia hora suplementar a que, por lei, têm direito todos os alunos”.

“Mantenho o que disse à TSF: se isso se tivesse verificado, tratar-se-ia de um acto desumano e eu faria queixa à Inspecção-Geral de Educação. Mas, entretanto, já me garantiram que os pais da aluna reclamavam mais meia hora para além da meia hora suplementar, o que, de facto, de acordo com a lei, não lhe poderia ser concedido”, admitiu Albino Almeida.» in Público

gracinhas anteriores


Albino Almeida falou sem conhecimento dos factos e foi rápido a apontar o dedo. Da próxima vez que ele falar terei este facto em atenção. Quando percebeu que meteu o pé na poça, que fez ele? Pediu desculpa? Não! Procurou justificar o injustificável. Enfim, devee ser do cansaço de estar em todos os fóruns, entrevistas e por aí fora que meta educação. Continuo curioso sobre de que é que vive este homem, gastando tanto tempo como gasta em prol do ME.


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Blogs a abater

blog: public enemy


gracinhas anteriores


Alguns factos:
  • os blogs A Educação do meu Umbigo e Ensinar na Escola publicaram dados sobre o montante dos subsídios que o ME tem atribuído à CONFAP (algo como 116.733,25 € em 2006/2007);

  • ambos elaboram opiniões baseadas nesses dados;

  • Albino Almeida, presidente da CONFAP, não desmentiu esses dados mas pretende processar judicialmente os autores destes blogs.
Por outro lado:
  • os relatórios de contas que encontrei no site da CONFAP apresentam um breve sumário que, sinceramente, não me permitiu perceber o destino dado ao dinheiro nem quanto receberam de quotas (afinal de contas, são uma associação, certo?):

    - relatório de actividades 2005/2006 da CONFAP: documento de 9 páginas, sendo duas as destinadas às contas;

    - relatório de actividades 2004/2005 da CONFAP: documento de 1 página, havendo outro documento de quatro páginas sobre a actividade desenvolvida;

    - outros relatórios de contas mais recentes não encontrei no site (link). Aviso à navegação (leia-se CONFAP): isto não significa que eles não existam, claro!

  • acho legitimo questionar a relação de independência entre quaisquer duas entidades quando uma entra com dinheiro para subsídios e a outra emite pareceres sobre as políticas da primeira;

  • é notória a colagem de argumentos entre a CONFAP e o ME. A única (quase) discórdia que notei foi sobre as declarações de Jorge Pedreira relativas à distribuição abundante de preservativos nas escolas.
Entretanto, o blog Ensinar na Escola resolveu remover o post que incomodou Albino Almeida.

É de realçar que Paulo Guinote, autor do blog «A Educação do Meu Umbigo», de forma alguma fundamenta os seus pontos de vista no sentido que levassem Albino Almeida dizer acreditar que esta campanha tem interesses “político-partidários”, considerando que “os seus autores estão unicamente interessados na desestabilização social do país”.

Uma coisa é certa, a blogosfera chateia muita gente. Não tem telefone do director nem contrato salarial para ser renovado.


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No reino das coincidências


Luísa Tavares Moreira



Armandina Soares

Quem assistiu ao Prós e Contras desta semana terá notado alguns aspectos interessantes:
  1. A primeira que pessoa da assistência que falou, Luísa Tavares Moreira, teve direito a um tempo de antena notavelmente superior ao que os que se lhe seguiram tiveram;

  2. Armandina Soares, outra das pessoas da assistência, «afirmou de forma explícita que existe coacção física por parte dos adeptos da suspensão deste modelo de avaliação sobre os crentes do dito modelo»;

  3. A moderadora pegou na deixa de Armandina Soares e, sem pedir mais detalhes, dela fez eco. Aliás, antes mesmo dela falar, já a moderadora dizia «espere que há ali quem tenha outros dados».

  4. O Pai do País, Albino Almeida, foi a única pessoa a falar em nome dos pais. 

Agora, as coincidências:
  1. Luísa Tavares Moreira e Armandina Soares discursaram no Fórum Novas Fronteiras, a máquina eleitoral socialista. Os seus discursos fazem parte da página oficial do PS.

  2. Armandina Soares aparece também na revista oficial do PS, a Acção Socialista, n.º 1311 de 15 de Setembro de 2008, página 13.

  3. No dia seguinte às declarações de Armandina Soares, a DREN, pela voz da sua inenarrável directora, fez saber que avançará com processos sobre professores que exerçam pressão sobre colegas para boicotarem o processo de avaliação.

  4. Há quem afirme que afirme que a situação descrita por Armandina Soares não corresponde à da escola dela.

  5. O Forum Novas Fronteiras é parte integrante da estratégia política do PS. Basta ver os nomes que por lá passaram. 

  6. Albino Almeida tem mantido um alinhamento de posições com o ME. Acresce que é sempre apresentado como a voz dos pais. Mas com que legitimidade? Acaso consulta os seus associados antes da tomada pública de posições? Além disso, poderá representar os seus associados, nunca os "pais" como um todo.

Quem não conheça estas coincidências achará que se alguns implementaram o sistema de avaliação sem problemas, outros só não farão por má fé ou perante coação para o não fazer.

E o leitor, acredita em coincidências? E no Pai Natal?

ADENDA:
corrigido em função do 4.º comentário


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Prós e...?

22h47, vamos lá ver o que isto dá. O ME não se fez representar (vamos ver que falará pelos pais…), sorte do Paulo Portas (PP) que entra logo a abrir. Reportagem. PP diz que o professor deve mandar na escola. O caso do professor agredido pela família de um aluno e que hoje tem um processo.

22h56 Nuno Crato (NC). A autoridade não é de esquerda nem de direita. É impossível a aprendizagem facilitada sem disciplina. São os profs que devem mandar, dentro de regras gerais. As escolas devem decidir.

23h01 Helena Matos (HM). O caso do professor que se suicidou e a acta que não tem referências à violência. Não existe autoridade. Quem a pode exercer não a exerce. A linguagem do eduquês por parte do ME: comportamentos disruptivos; e tal. Comparação com a inverdade, coisa que não existe: ou é mentira ou verdade. O ME trata de questões laborais (em oposição a questões educativas). É um empregador. Há gente no ME que há muito tempo que não sabe o que é dar uma aula e que coloca os seus filhos no particular.

23h08 António Gouveia (AG). Professor, director de uma escola no Cacém. Responde a HM, que além do conselho de turma que não relatou os factos em acta, também há outros responsáveis no ME e no Estatuto do Aluno (EA). Responde a NC: um acto de indisciplina na sala ocorre uma vez mas não se repete. NC lembra que não é bem assim com o actual estatuto do aluno. Fátima Campos (FC) toma partido, dizendo que os alunos indisciplinados sabem que podem ser apanhados. AG sublinha que a escola do professor que se suicidou devia ter actuado (face às 7 participações) e não o fez.

23h15 PP. Já deu razão a NC por duas vezes. PP lembra-se de todos os profs que o fizeram como ele é. A realização foca risos na audiência. FC volta a tomar partido, agora porque existem programas alternativos. PP fala do EA que não distingue as faltas justificadas das injustificadas.

23h20 Voz à assistência. Francisco Vitorino (FV), Escola Marques Castilho, Águeda. A autoridade já vem de fora, dos pais. Se os alunos vêm com hábito de não reconhecer a autoridade, na escola fazem o mesmo. FC diz que os profs podem aplicar o EA. FV diz que isso implica muita burocracia. FC toma partido concordando. FC sugere que o exercício da autoridade também implica o professor, que a tem que exercer. FV concorda mas não pega na deixa. FC volta a sugerir uma linha de argumentação, falando dos pais que não respeitam a autoridade. FV concorda e FC corta-lhe a palavra.

23h25 Maria José Viseu (MJV), Presidente da CNIPE. O problema social dos pais que têm que levar para casa o salário. O grande problema do EA é que este não cria protecção de aluno para aluno.

23h28 Maria João Alves (MJA). directora do agrupamento de escolas de Almodôvar. Disserta sobre para educar uma criança é preciso uma aldeia. A educação é mais do que instrução. É a família, que não pode estar em campos opostos. FC pergunta como é que se puxa a família para a escola. Ela tem directores de turma que se deslocam a casa dos pais. A 40Km de distância. Os seus professores conversam com os pais usando os telemóveis pessoais. Os pais e mães vão a cada de MJA.

23h33 Eduardo Fernandes (EF) Plataforma de Estudantes. (Não consegui apanhar o que EF disse)

23h34 Albino Almeida (AA), CONFAP. Não responde a FC. Pega na cassete. Lê discurso. Não aceita ser interrompido. Hierarquização de responsabilidades. A família é a primeira responsável pela criança. FC pergunta o que fazer quando um pai vai agredir o prof à escola. AA responde falando do regulamento interno da escola. AA não aceita que lhe tirem o pio. Palmas.

23h39 Américo Baptista (AB), psicólogo clínico. Divaga sobre o mito do séc. XX em que amor e carinho bastava para educar as crianças, o que levou a perda de autoridade dos professores. Fala da necessidade de também memorizar quando se estuda. São precisas regras claras para a disciplina nas aulas.

23h43 Intervalo.

Termino aqui o relato de futebol, ups quero dizer, do Prós & Contras.

Tempos de participação

Participante Tempo    
Reportagem de introdução e Paulo Portas 00:09:00 Convidado Deputado, líder do PP
Helena Matos 00:07:00 Convidado Jornalista
António Gouveia 00:07:00 Convidado Professor, director de uma escola no Cacém.
Francisco Vitorino 00:05:00 Assistência Director da Escola Marques Castilho, Águeda
Paulo Portas 00:05:00 Convidado  
Maria João Alves 00:05:00 Assistência Directora do agrupamento de escolas de Almodôvar
Albino Almeida 00:05:00 Assistência CONFAP
Nuno Crato 00:05:00 Convidado Matemático
Américo Baptista 00:04:00 Assistência Psicólogo clínico
Maria José Viseu 00:03:00 Assistência Presidente da CNIPE
Eduardo Fernandes 00:01:00 Assistência Plataforma de Estudantes


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Explicações: é para amanhã, bem que podias fazer hoje

Parece que as explicações do 12º ano estão lotadas com inscrições de última hora.
Explicações lotadas com inscrições de última hora
A primeira fase começa na terça-feira, mas durante esta semana os centros de explicações ainda aceitaram inscrições de alunos desesperados. Estudo de última hora não é recomendado por professores nem por explicadores que não garantem sucesso. Mas os jovens tentam tudo para não falhar nas provas. Matemática e Físico-Química são as grandes dores de cabeça.

A poucos dias do início dos exames do 12.º ano, a maioria dos centros de explicações estão lotados devido às inscrições de última hora. Os alunos que vão concorrer ao Ensino Superior procuram cada vez mais o apoio de explicadores e ainda chegam inscrições. "Continuam a aparecer alunos", reconhece Sara Amado, directora do Nota 20, em Lisboa.
Há por aí até quem diga que a culpa é uma consequência da má qualidade do ensino. Ocorre-me que os alunos não estudarem é capaz de explicar o problema mais objectivamente do que acusações genéricas. Mas por outro lado, tenho que reconhecer que a falta de qualidade no ensino terá as suas consequências. Se não vejamos:

Aluno não estuda -> planos de apoio -> depois falta às aulas -> prova de recuperação -> depois chega ao fim do ano e lembra-se que há exames -> explicações -> eventualmente chumba -> não faz mal, faz o 12º ano num instantâneo das Novas Oportunidades.

Estes miúdos crescem convencidos que há sempre uma segunda oportunidade. E, de facto, enquanto andarem na escola assim parece. Até que chega a hora de ganhar uns tostões e aí a porca torce o rabo. Ou não, afinal sempre há o rendimento mínimo garantido (assim o baptizou Guterres!) e mais umas benesses do estado papá.

Por fim, também o inevitável sr. Almeida, Pai do País, lá emitiu o julgamento MEzinho-correcto:
Albino Almeida da Confap (Confederação das Associações de Pais) também aponta o dedo ao sistema de ensino. "A escola ensina todos da mesma maneira e esquece-se que todos aprendem de forma diferente". Por isso, os pais que têm dinheiro têm de se socorrer das explicações para ajudar os filhos a ter boas notas, critica.
Como, importa-se de repetir? Procurassem os pais saber o que fazem os filhos durante 12 anos de escola e certamente que não precisariam de pagar explicações!


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E já agora, «Os cães ladram e a caravana passa»

«Tudo o que seja tentar correr depressa pode dar naquilo que o povo diz 'as cadelas apressadas têm os filhos cegos'. Todas as direcções regionais que se sentem à mesa, conforme nos garantiu o senhor secretário de Estado, com a direcção das escolas, com as associações de pais, com os conselhos gerais que existem nas escolas a agregar e vejam se é possível seguir este caminho», defende Albino Almeida. [na TSF]



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Falou o Pai do país. Amen.


O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, afirma que «há um empolamento da desmotivação dos professores».
Este senhor tem dados que mais ninguém tem ou está a penas a manifestar o seu wishful thinking? A realidade que vejo é outra!


Por outro lado, outra associação de pais, a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação, considerou hoje que o processo de avaliação de desempenho dos professores "pode comprometer a qualidade das aprendizagens dos alunos", exigindo ao Governo um modelo "menos burocrático e pesado".


Quanto ao Governo, este afirma que nesta altura a única coisa que é pedida aos professores é a definição dos seus objectivos individuais, o que é obviamente uma afirmação deliberadamente errada, já que elaborar esta definição implica fazer previamente uma série de actividades burocráticas tais como descritores, planeamentos, registo de evidências, reuniões* de área disciplinar, de nível, de departamento, de turma, de pedagógico, de conselho de directores de turma, elaboração das respectivas actas, provas de recuperação, etc.

* estas reuniões já se faziam mas que passaram para, pelo menos, o dobro por haver maior necessidade de registo de evidências


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Para compor o cesto, só falta Sócrates falar

«"Creio que há uma tentativa de instrumentalização, que acho lamentável, porque estamos a falar de educação e (...) de crianças e jovens que não devem ser usados nem instrumentalizados no seu processo educativo", disse o secretário de Estado.»
 
Só falta mesmo Sócrates falar para que todos os ovos fiquem no mesmo cesto. Com variantes, a insinuação tem estado presente. De ontem para hoje, ao longo do dia, tem-se materializado em acusação. Entretanto, a procura da verdade pouco tem interessado. Em política, na política socialista, pelo menos, primeiro dispara-se e só depois se pergunta.
 
Ao ME interessa culpar os oponentes às suas políticas, o que implica por acusar professores de manipularem os alunos:
«Segundo o porta-voz do PS, os protestos dos últimos dias: "são desacatos que nos parecem muito orquestrados, muito instrumentalizados, talvez por alguns radicais e alguns professores. Uma minoria, porque não estamos a ver os professores a instrumentalizarem os alunos. Mas poderá haver uma minoria que o está a fazer", explicitou.» (Vitalino Canas)
Destaco o «poderá». Não sabe mas acusa.
 
Entretanto, convém ler isto no Blasfémias: entrevista no AGIP, jornal da Juventude Comunista, com uma entrevista a uns miúdos da associação de estudantes de uma escola de Matosinhos.
 
Desde ontem até hoje, as seguintes vozes socialistas já lançaram as suas insinuações e acusações:
  1. Jorge Pedreira, ME
  2. Maria de Lurdes Rodrigues, ME
  3. Albino Almeida, CONFAP
  4. Vatalino Canas, PS
  5. Margarida Moreira, DREN
  6. Valter de Lemos, ME
  7. António Amaral, CONFAP
Isto tudo em pouco mais de 24 horas!
 
A cereja no topo do bolo, Sócrates, está reservada certamente para uma posterior ocasião de maior dramatismo. Valem apostas?


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Comentário enviado à CONFAP

Sobre o comunicado da CONFAP "CONFAP REAGE A INSULTOS E ACUSAÇÕES TORPES", enviei-lhes o comentário seguinte.


«Caros senhores da CONFAP,


São as transcrições que têm neste texto o justificativo para um processo judicial e para afirmar que há uma campanha em curso em blogs contra a CONFAP?

Desculpem-me a honestidade da minha *opinião* mas há por aqui susceptibilidades a mais.

Um email anónimo e um texto num blog, escrito ao mesmo nível das declarações que ouvi da CONFAP na TSF e dos julgamentos de intenções constantes no próprio comunicado («A CONFAP acredita que esta campanha tem interesses político-partidários unicamente interessados na desestabilização social do país e por isso mesmo quer esclarecer a Opinião Pública.»)...

Já agora, pretendem apresentar uma queixa em defesa da CONFAP ou de Albino Almeida? E paga com que fundos? Particulares ou da associação?

Quanto à afirmação "em www.confap.pt/paginaap.php?pagina=76 pode-se consultar como essas verbas são gastas", aproveito para informar que não é possível abrir o documento "Balancete Analitico CE 07/08" (PDF inválido) e que o documento "Parecer do Conselho Fiscal 07/08" não está disponível online.

Sobre o documento "Razão do CE 07/08", certamente por defeito meu, continuo sem saber como foram gastos os subsídios do ME. Nomeadamente, não percebo as linhas 62, 66, 68 e 69. Quanto à linha 64, "Custos com o pessoal", sendo o exercício em causa relativo ao ano de 2007 e dividindo o valor apresentado por 14 meses, resulta um valor mensal de 2,212.54 €. Já que estamos em onda de questões, desculpem-me a ousadia, mas quantos funcionários tem a associação?

Aproveito para informar que vou publicar este texto no meu blog. Por favor, não me processem pelas questões colocadas e pelas minha opiniões, pois *eu* teria que pagar a defesa do meu bolso.

Cumprimentos,
RV»


Ah, já agora, também vão processar o jornal Público pelo texto seguinte?


Público, 4 Março 2008. Via educar.wordpress.com


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O Carnaval do nosso (deles) descontentamento

Os pais de Paredes de Coura gostam muito do Carnaval. Ao ponto de fazerem queixa à DREN por os professores do  Agrupamento de Escolas Território Educativo de Coura terem decidido não o organizarem para tratarem dos assuntos que o Ministério da Educação considera prioritários. O Pai do País, Albino Almeida, já veio dizer que a situação «configura um 'motim'». A DREN, em todo o seu esplendor negocial, ordenou que o Carnaval se realizasse. Os professores, que precisam de se preocupar mais com a burocracia do que com desfiles, não estão para aí virados.

Em Paredes de Coura confirma-se a atitude nacional: quer-se, mas alguém que faça. Se estes pais gostam assim tanto do Carnaval no qual participariam os seus filhos, porque não o organizam eles mesmos? Fazer queixinhas é feio mas dá menos trabalho, não é?

Adenda 18-02-2009, 17h00:


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Sobre a associação de pais do ME

O Albino Almeida roça a irresponsabilidade. Diz ele que em dia de greve as escolas não podem fechar. Acontece que não há funcionários para tomar conta da miudagem que normalmente estaria nas aulas. Quando das aulas de substituição muito se falou que também era preciso tirar os miúdos da rua, por causa da sua segurança. Obviamente que isso agora não interessa. Mas do que tenho ouvido, as escolas que fecham, fazem-no por não poderem garantir a segurança da miudagem.


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CONFAP no Twitter

O Pai do País tem andado em grandes actividades, agora também relatadas no Twiter. Ouço-o nos fóruns das rádios, anda pelas televisões, deambula pelo país fora... Mas qual é a profissão de Albino Almeida? Aliás, tem ele alguma profissão além de ser presidente da CONFAP? E se tem, sobra-lhe tempo para a exercer? E dá-lhe para viver?


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Weekend parents

No DN, 12.Fev.09, INFÂNCIAS (IN)FELIZES por Maria José Nogueira Pinto

«A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) apresentou ao Ministério da Educação uma proposta para as escolas do 1.º ciclo do ensino básico funcionarem entre as sete da manhã e as sete da tarde. Uma proposta radical que encerra em si própria a alteração do sentido último da escola e o sentido último da família. Algo que, tendo estado desde há muito subjacente a toda a discussão em torno do modelo de sistema educativo, modelo de escola e objectivos do ensino, surge agora claramente como um facto assumido, não já uma circunstância mas um dado adquirido, o de uma parentalidade em part-time.»

Façamos, então, umas contas de mercearia.


24 horas do dia
- 12 horas na escola
- 8 horas para dormir
- 1 hora em transportes
- 2? horas de consumo televisivo

-------------------------------------------------------
=
1? hora para educar a descendência

A escola (sobretudo) ensina; a família (sobretudo) educa. Acha a CONFAP que 1 hora por dia  é suficiente para educar uma criança? (Ou 3 horas se numa assumpção irrealista se proibir a criancinha de ver televisão.)

O Pai do País bem que se pode juntar ao brilhante Lemos num par de iluminados.

Ahhhhh, ok, também há os fins-de-semana, os feriados e as férias. Então, está bem. Percebi. Albino Almeida defende o conceito de Weekend-Parents. É estrangeirísmo, deve ser bom.


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Foi para isto que se fez o 25 abril?

expresso - comendador marques de correia - foi para isto que se fez o 25 abrilExpresso, 25 Abril 2009, Comendador Marques de Correia.
sublinhados meus

A esta crónica ainda acrescentaria algo: O 25 de Abril fez para que as pessoas tenham defesa. E algumas fazem-no abundantemente e usando as instituições a que pertencem, com o dinheiro e poder que elas lhes concedem. É o caso de Fátima Felgueiras que tem pago a sua defesa com o dinheiro da edilidade. E o de Albino Almeida que ameaça processar aqueles que questionam a sua isenção e a da associação a que preside, na qual 93.2% das receitas provêem o ME, ficando no ar a dúvida se isso seria feito com verbas próprias com os dinheiros da CONFAP. E o caso Sócrates/Freeport em que algumas pessoas aparentam agir em seu benefício, usando o seu poder institucional para condicionar a acção judicial.

Podemos protestar. Falta apenas alguém se importar com isso.