a política na vertente de cartaz de campanha

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Gasolina, Gasóleo e Brent: preços 2005 - Jul. 2010 (III)

Este é o terceiro e último texto de uma série de três com uma análise da evolução dos preços dos combustíveis entre 2005 e Julho de 2010:

  • Parte I - apresentação dos dados
  • Parte II - Análise dos dados
  • Parte III - o presente texto: Divagações sobre as "infames gasolineiras"

As duas primeiras partes desta sequência foram de cunho exclusivamente factual, enquanto que esta terceira parte será a minha interpretação dos factos.

Mas antes disso tenho um pequeno segredo a revelar.



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Capas do Freeport*

Sol31Jan09 CM30Jan09 Sab29Jan09 Sol28Mar09

CM29Jan09 Visao29Jan09 DN30Jan09 Pu29Jan09

Exp31Jan09 DN29Jan09 Pu24Jan09

* Com os cumprimentos do pseudónimo Miguel Abrantes que releva uma enorme capacidade organizativa ao digitalizar/copiar e manter em arquivo as capas da imprensa de (sobretudo) Janeiro de 2009.

Fico na curiosidade para saber que outras coisas guardarão o arquivo deste vigilante. Pena é que não lhe sobre tempo para aprovar os comentários que decide censurar quando o tom não lhe agrada.

 

Adenda

O Arquivo do pseudónimo Abrantes é uma arca sem fundo. Mais umas obras desse baú.

Independente18Fev05 Independente11Fev05 Diabo16Mar10 09Sol04Set09

01Sol24Jan09 2428Mar09 2423Abr09 2419Mar09

2407Abr09 2401Fev09

Parabéns renovados ao incansável Vigilante.



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Tempo de férias

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Lisboa, tarde quente. Hoje.
Devo parecer um turista pois já por duas vezes me perguntaram com sotaque ligeiramente anglo-saxónico “ache? coke?”, enquanto me deixava levar pelo destino sem ponto de chegada.
Querendo, seria fácil a polícia acabar com esta pequena (será este o qualificativo correcto?) criminalidade. Umas sandálias e um calção pirata chegariam.

A Rua do Ouro tem o encanto do anacronismo, com as suas fachadas da Viena imperial ao lado das esplanadas germinadas a partir do mobiliário de plástico.
E tem a luz. A luz de Lisboa, diz o cliché, dizemos nós que é cliché, porque luz temos em abundância.
Quem parece uma sardanisca à procura de uma réstia de sol, como os bávaros, que fazem uma grelhada nas margens do Isar, mal umas horas de sol se antecipam no horizonte, não percebe que não nos deslumbremos perante esta dádiva.
Nós também temos dificuldade em perceber como é que eles têm dinheiro para cá virem apreciar estes ares.

Uma imperial, se faz favor, que é como por cá se chama a um fino.
Deixo aquelas gotas geladas empurrarem o calor que me rodeia como um abraço.
Um fino, a luz e tempo para apreciar ambos, marcam o momento, que é de férias.
Pequenas coisas que fazem grandes dias.

 

foto



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Freeport flamingo

film strip - freeport

A notícia: «Sócrates: “A verdade acaba sempre por vir ao de cima”», no i



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Gasolina, Gasóleo e Brent: preços 2005 - Jul. 2010 (II)

Este é o segundo texto de uma série de três com uma análise da evolução dos preços dos combustíveis entre 2005 e Julho de 2010:

  • Parte I - apresentação dos dados
  • Parte II - o presente texto: Análise dos dados
  • Parte III - Divagações sobre as "infames gasolineiras"

Parte II - Análise dos dados

Na primeira parte desta série, vários gráficos foram apresentados, mostrando a evolução dos preços do brent, do gasóleo, da gasolina e do câmbio dólar/euro:

Gasolina, Gasóleo e Brent: preços 2005 - Jul. 2010 

Os primeiros quatro gráficos têm "apenas" interesse documental, sendo a presente análise baseada no último dos gráficos, aqui reproduzido:

Gasolina, Gasóleo e Brent: preços 2005 - Jul. 2010



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Deus ex machina

film strip - Deus ex machina

A notícia: «Sócrates é como Deus nosso Senhor, está em toda a parte», no Diário Económico.

Imagem de fundo: Deus ex machina



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Gasolina, Gasóleo e Brent: preços 2005 - Jul. 2010 (I)

Com este post começo uma série de três onde apresentarei uma análise da evolução dos preços dos combustíveis entre 2005 e Julho de 2010:

  • Parte I - o presente texto: apresentação dos dados
  • Parte II - Análise dos dados
  • Parte III - Divagações sobre as "infames gasolineiras"

 

Parte I - apresentação dos dados

Os gráficos seguintes ilustram as variações dos valores do brent, da gasolina sem chumbo 95 octanas e do gasóleo rodoviário, no período de 14 de Janeiro de 2005 a 19 de Julho de 2010.

 

2005 - 2010: Preço do Brent em euros
de 2005 a 19 de Julho de 2010

2005 - 2010: Preço do Brent em euros



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Sucesso nos exames

film strip - testes de stress

A notícia: «Banca portuguesa passa nos testes e com a melhor nota do sul da Europa», no Público



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Lá fora é que é bom

A habitual escrita contundente de Ferreira Fernandes num texto sobre os testes de stress à banca: «O teste do 'stress' e os portugueses». Quanto ao tema em causa, aqui fica também a minha tradução: «Nós (isto é, os outros) não valemos nada».



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Um texto que me fez parar para pensar

«Há certos atos que se tornam demasiado rotineiros.», Henrique Monteiro, no Expresso.

Fez-me parar para pensar porque havia algo que me estava a escapar na leitura. Depois compreendi. "Atos" não era um inexistente plural da primeira pessoa singular do presente indicativo mas sim a nova grafia para "actos".

Nem sequer tendo o acordo ortográfico trazido uniformidade à escrita do português, viva a inutilidade da mudança pela mudança.



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Uma branca

film strip - branca

Coisas que ocupam a agenda mediática:



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As futuras mega-mega-escolas

film strip - mega escolas

A notícia: «Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas», no Público

imagem de fundo baseada neste lote: Lego advertising



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Há culpados para o aumento da despesa: os professores

Acabo de ouvir no noticiário da TVI (~20h20m) que uma das razões por a despesa do Estado ter aumentado foram os aumentos de gastos com pessoal, nos quais se inclui o aumento da despesa devido a promoções com professores, consequência dos resultados das avaliações.

Não sei haverá incompetência dos jornalistas da TVI,  se será má fé de quem do governo tenha passado esta informação ou se, por eu não ser professor, não estarei estarei simplesmente equivocado. Então mas o acesso a professor titular (ou ao correspondente escalão, por esta divisão ter sido abolida) não se faz por numeros clausus? Isto é, sendo a promoção afunilada por vagas, não baixa a despesa com pessoal?

Como estava em crer que o erro teria sido dos jornalistas, fui ver o que se escrevia sobre isto. E no Público lá está a citação exacta:

Em vez de diminuírem, em ano de congelamento nos salários, as despesas com pessoal aumentaram 1,7 por cento, sobretudo devido "à implementação dos novos sistemas remuneratórios das forças de segurança e dos militares" e "às alterações de posições remuneratórias de docentes do ensino não superior associadas ao processo de avaliação".

Pronto, estou esclarecido. De acordo com o Ministério das Finanças, a despesa com pessoal aumentou porque, entre outras razões, as medidas que baixaram os custos com o pessoal docente fizeram aumentar a despesa. Certoooooooo.



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Não deixar os factos interferirem numa boa opinião

film strip - Revisão da Constituição



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A esquerda das liberdades (mas com visto prévio)

image

Para que conste, para mim ficou claro porque é que este blog modera os comentários: para que comentários "aborrecidos" não sejam publicados. É o caso destes dois, que passados 4 dias, continuam censurados:

  • Caro MFerrer, insultos dizem mais sobre quem os profere do que sobre os visados. Quanto ao Magalhães, será preciso voltar a falar dos Intel Classmate? Pode indicar que parte do computador foi *projectado* ou construído em Portugal? Olhe que a embalagem não conta. Ass.: O anónimo Qua Jul 14, 10:21:00 PM
    [nota: cito de memória]
  • Já agora, uma nota quanto aos anónimos. O autor do post, seja lá quem for e que assina com o pseudónimo Miguel Abrantes, o que só posso entender como uma forma de construção de falsa identidade, melhor faria em fazer como tantos que por aí usam um nickname (eu por exemplo) em vez de procurar fazer de conta que é alguém de facto com este nome. Shame on you.
    [nota: repare-se no link, que prova o que afirmo]

Grande esquerda esta, das liberdades com visto prévio.



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Mais vale rir – 160 (fim)

2010-05-22 Expresso - Dívida Pública Total

Termina aqui a série das republicações de bonecada antiga. O blog continua, claro, mas com outra dinâmica. Qual, logo se verá. Foram 6 meses a repetir momentos dos reinados socráticos e que até acabei por achar mais interessante do que inicialmente julgara. Em particular, porque a certo ponto comecei por revisitar os posts onde as imagens saíram e, revendo as respectivas notícias, olhei para eles com a distância crítica que só o tempo trás.

E termino a série com este exemplo que teria graça se não fosse lamentável. Como é que é possível este caso de manipulação ter saído num jornal que se diz de referência, sem que uma correcção ou um pedido de desculpas tivessem sido publicados? O texto completo sobre esta imagem está disponível em http://fliscorno.blogspot.com/2010/05/jornalismo.html

Repetindo o lema desta série, mais vale rir.

(fim das republicações de bonecada antiga; para percorrer toda a série, usar este link:
http://fliscorno.blogspot.com/search/label/Mais vale rir)



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Pedir o impossível

 film strip - pedir o impossível

A notícia: «Pergunta do exame de Biologia pede algo que não é possível, afirma associação de professores», no Público. Imagem de fundo: Day and Night, Escher, 1938



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Mais vale rir – 159

jardim figueira da foz - anos 80

jardim figueira da foz 2005

Estas duas imagens retratam o Jardim Municipal da Figueira da Foz em dois momentos: em cima, nos anos 80; em baixo em 2005. Com mais umas poucas, estas imagens fizeram parte de do post que foi a motivação para criar este blog e que lhe deu o lema: a política na vertente de cartaz de campanha. Porque foi isso que aconteceu a este jardim. Abateu-se a quase totalidade das suas árvores para depois se exibirem uns cartazes a dizer que se requalificou, seja lá isso o que for.

Em auto-citação:

Vou requalificar o meu quintal

Confesso que fiquei fascinado, possivelmente por não compreender o significado. Por isso fui em busca, num dicionário da língua portuguesa, da definição de "requalificação", no contexto de "requalificação urbana". Não a ter encontrado no primeiro que me veio à mão despoletou uma aborrecida e inconsequente pesquisa pelos diferentes dicionários, que por aqui tranquilamente repousavam na estante. A demanda terminou quando as versões online dos dicionários da Porto Editora, da Texto Editora e da Michaelis também não foram esclarecedoras.

Fiquei assim sem saber o que tinham feito ao Jardim Municipal da Figueira da Foz. Segundo a Câmara Municipal, em 30-07-2005 ocorreu a "Inauguração das Obras de Requalificação do Jardim Municipal", o que em nada me esclareceu. Precisei então de comparar o antes e o depois para sair deste impasse. (...)

Mudar, para que se espete um cartaz no passeio. Realmente, mais vale rir.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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Agenda política

film strip - agenda política



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Mais vale rir – 158

f1 
f2f3
f4

Prepara esta sequência de imagens para um texto (que acabou por não sair) sobre a evolução da política portuguesa nos últimos anos.

Na minha perspectiva, a nossa governação tem funcionado por camadas que se sobrepõem, onde novas características se foram sobrepondo às anteriores. Pelos anos 80 assistimos à governação pela produção legislativa. Esta manteve-se no reinado de Cavaco mas a transformação da política em números económicos foi notória. Com a chegada de Sócrates vimos a estas dimensões serem introduzidos os "estudos" (da OCDE, por exemplo) para justificar decisões políticas. Neste contexto, o governo não era responsável pelas suas decisões, que o ultrapassavam pela sua inexorável inevitabilidade. A par com esta abordagem, acentuou-se o cariz mediático da política em que passámos a assistir à apresentação de políticas em directo nas televisões e pela primeira vez, em vez de estas surgirem nos habituais contextos de debate político, como o parlamento. Esta última camada corresponde à governação pela aparência, na qual as agências de comunicação substituem os órgãos de comunicação social.

Mas é preciso não esquecer que estas formas de governar só existem porque é desta forma que os eleitores se deixam convencer, demitindo-se da análise da realidade. Não há coitadinhos nesta história.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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O fantasma neoliberal

film strip - fantasma neoliberal

A notícia: «PS disposto a bater o pé na revisão constitucional», no Público



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Mais vale rir – 157

Sinais de fogo - Sócrates

Duas figuras que realmente me fazem rir, porque chorar não paga dívidas.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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Saltar do 8º para o 10º

film strip - salto do 8º para o 10º ano

A notícia: «Nenhum aluno conseguiu saltar do oitavo para o 10º ano», no Público.



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Mais vale rir – 156

Campeão da retoma 

Nestas coisas das variações percentuais, há sempre esta manipulação básica: de pouco importa saltar de alegria perante uma subida do PIB de 1 por cento se antes houve uma queda de 3 porcento.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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SCUT ou $CUT?

film strip - scut

A notícia: «SCUT: Comissão de Obras Públicas adia para a semana votação sobre cobrança de portagens», no Público



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O nó das SCUT

autoestradas nó  
Um nó? Antes, um novelo!

 

imagem por hock



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Mais vale rir – 155

submarinos

A política portuguesa tresanda de mediáticos "casos". Sem excepção, todos têm telhados de vidro e quando a corda é demasiado esticada, lá vem alguém com uma anestesia para acalmar os ímpetos.

(republicações, diariamente às 12h30, de bonecada antiga)



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O oásis, novamente

film strip - oásis

A notícia: «Sócrates confiante nas reformas e medidas de austeridade», pela Lusa, publicada no DN.

Uma questão para quem souber: quanto custou o suplemento de 6 páginas publicado no Financial Times?

Adenda: dizem que a entrevista custou 240 000 euros.



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Atente-se neste peça de burocracia artística

A organização do ano lectivo de 2010/2011 prevê a redução das tarefas administrativas pelos docentes

7 de Jul de 2010

De acordo com o diploma publicado no Diário da República, a marcação e a realização das reuniões de natureza pedagógica devem ter em conta determinadas regras que garantam a sua eficiência, assegurando aos docentes o tempo necessário para desenvolverem o seu trabalho a nível individual.

Antes de serem marcadas as reuniões, deve ser ponderada a efectiva necessidade da sua realização ou, ainda, a possibilidade de atingir os objectivos propostos através de outros meios.

Caso a reunião seja considerada necessária, devem ser garantidas as seguintes condições, de modo a possibilitar uma melhor gestão do tempo:

Realização de uma planificação da reunião, estabelecendo as horas de início e de fim, bem como uma ordem de trabalhos exequível dentro desse período;
Atribuição de trabalho aos participantes, que possa ser previamente realizado, de modo a agilizar o funcionamento das reuniões;
Estabelecimento de um sistema rigoroso de controlo da gestão do tempo para cumprir a planificação prevista.

Para assegurar aos docentes o tempo necessário para a realização do seu trabalho a nível individual, os órgãos dos agrupamentos e das escolas responsáveis pela direcção, coordenação educativa e supervisão pedagógica devem evitar exigir-lhes documentos que não estejam previstos na lei ou no regulamento interno. Caso sejam considerados necessários, os documentos elaborados pelos docentes ou produzidos pelas escolas devem ter uma extensão o mais reduzida possível.

Deve ainda fazer parte das preocupações dos órgãos responsáveis garantir que a escola se envolve só em projectos que se articulem com o respectivo projecto educativo.

Cabe às direcções executivas das escolas e dos agrupamentos determinar o número de horas a atribuir à componente não lectiva de estabelecimento, que deve ter no mínimo uma hora, à qual acresce o tempo destinado às reuniões convocadas.

No que respeita às horas destinadas à avaliação do desempenho de docentes, mantém-se o critério de um tempo lectivo semanal, por relator [nota do fliscorno: os titulares agora chamam-se relatores?], para a avaliação de três docentes. As horas previstas para a avaliação de outros docentes passam a estar incluídas no número de horas do crédito horário das escolas.

Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o docente beneficia forem insuficientes, procede-se à redução da componente lectiva do relator. No caso dos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do relator fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, procede-se à designação de outro relator.

O despacho relativo à organização do ano escolar estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário semanal de trabalho dos docentes, bem como a distribuição do serviço docente correspondente.

Este despacho define ainda orientações para a programação e execução das actividades educativas necessárias para a plena ocupação dos alunos dos ensinos básico e secundário, durante o período de permanência na escola.

Para mais informações, consultar:

  • Despacho n.º 11120-B/2010 [PDF]

 

Bem sei que os portugueses têm uma tendência natural para ligar o complicómetro. Mas daí até o legislador se dar ao trabalho de colocar em lei umas linhas gerais sobre como planear e organizar reuniões de trabalho, é obra. Posto isto, espero pelo despacho que comunique a forma correcta de alinhar as cadeiras e as mesas nas salas de reuniões.

Mais. Quando foi de se definir o que seria a avaliação dos professores, no mandato de MLR, o ministério lavou as mãos e deixou uma imensidão de coisas para que as escolas definissem. Foram reuniões e reuniões para critérios, modelos, o que seria exigido a cada professor, e por aí foram. Resultaram, naturalmente, esquemas de avaliação bem diferentes de escola para escola.

Depois vem o ME com uma insignificante normalização, com recomendações de facto sensatas, mas que só a um desvairo levaria a que alguém colocasse em despacho. Especialmente depois do vazio descrito no anterior parágrafo.



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Tempo perdido

film strip - isaltino

A notícia: «Relação reduz pena de prisão para 2 anos. Isaltino admite recorrer», no i