a política na vertente de cartaz de campanha

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Já estou a ver o PS novamente reclamar ...

… por causa de mais infame uma fuga de informação.

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«A decisão de Noronha do Nascimento, a que o DN teve acesso, não deixa margem para dúvidas: o conteúdo dos "produtos " em que interveio o PM, se pudesse ser considerado, não revela qual facto, circunstância ou referencia de ser entendido ou interpretado como indício ou sequer como uma sugestão de algum comportamento com valor para ser ponderado em dimensão de ilícito criminal", lê-se no despacho.» no DN



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SPAM

Ultimamente tem havido uns ataques de spam que me levam ao aborrecido trabalho de apagar comentários (de spam) à mão. Por isso activei a palavra de verificação e assim vai ficar uns tempos. A quem comenta, as minhas desculpas pela maçada.


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I-see-19 tales #29: Tempos modernos

Tempos modernos: nascimentos fora do casamento






gracinhas anteriores


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Porque a crise não desculpa tudo...

Há males que vêm por bem, especialmente se servirem de desculpa universal. Desde o ano passado que se ouve o repetido bordão de os problemas nas contas públicas terem origem na "gravíssima crise internacional".

Será mesmo assim? Ora vamos lá ver uns números.

RTP
143
Carris
53.9
Refer
43.3
CP
34.7
Metro Lisboa
28
Madeira
79
PUB na imprensa (só ministérios e autarquias)
12
Centenário da República
10


….. em actualização ….



SOMA
404 milhões de euros
Soma dividida por habitante
40.4 €
Soma dividida por contribuinte (ver explicação)
115.43 €

Este post vai andar por aqui uns tempos, sendo republicado à medida que encontre novos dados.


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Como estoirar 13,888.88 € por dia

Ricas ondas! Investimento de 1 milhão e 250 mil euros só funcionou... 3 meses

(clique na imagem para ver o vídeo)

«Um milhão e 250 mil euros foi quanto o estado investiu, há mais de um ano, naquilo que dizia ser um projecto pioneiro, em termos mundiais, no campo das energias alternativas. Um milhão e 250 mil euros para a construção do Parque de Ondas da Aguçadoura. Nós por cá fomos agora ver o que é feito do projecto e que energia foi já produzida através das ondas do mar, 15 meses depois do anúncio.

Nós Por Cá  |  28/12/2009»

Este é o visionário há dias homenageado pelo primeiro-ministro. Quando em breve lhe disserem que são precisos mais impostos para tapar o buraco causado pela "crise", lembre-se do dinheiro queimado nesta coisa, nos estádios, nos computadores, no solar, na publicidade, no TGV, na RTP, na Carris, na Refer, na CP, no Metro de Lisboa, nas Minas de Aljustrel, no Alqueva, na Madeira, na maior campanha de vacinação que alguma vez fizemos, no ... bom já me fartei da lista. Lembre-se disso tudo e tome nota de quem lhe está a enfiar o barrete. Lá para Abril dará jeito recordar.

via João Miranda



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Podemos não fazer o TGV, Sr. Nicolau Santos?

Linhas TGV e alta velocidade em 2008

Fig. 1: Linhas TGV e alta velocidade em 2008
Imagem adaptada daqui: para maior clareza, foram removidas as linhas com velocidades inferiores a 250 Km/h

 

Nicolau Santos (NS) escreveu na última edição do Expresso [24-12-2009] uma crónica onde arrasa a opção TGV na actual situação económica.

Não sei se o(a) caro(a) leitor(a) terá assimilado na totalidade o anterior parágrafo, pelo que o repito: Nicolau Santos escreveu na última edição do Expresso uma crónica onde arrasa a opção TGV na actual situação económica.

Mas, dirá, o que tem isso de especial? Exceptuando o facto de ser uma reviravolta de 180º, nada. Vejamos o que é que ele escreveu:

Nicolau Santos - TGV, défice, dívida: as opções

Fig. 2: Nicolau Santos - TGV, défice, dívida: as opções: Expresso 24-12-2009

 

NS segue por uma linha de argumentação que, por acaso, até já neste blog tem sido apresentada, inclusivamente essa evidência de o TVG contribuir para Madrid ser o centro da Península Ibérica, levando Portugal mais para a periferia, ao contrário da argumentação oficial socialista. A questão é que esta linha de argumentação de NS é-lhe nova, indo inclusivamente contra o que NS tão convictamente defendera apenas há alguns meses atrás (20-06-2009), em plena pré-campanha eleitoral. Apresentou-nos então as suas razões:

  • «A primeira delas é: mas os Governos têm andado a brincar aos comboios de alta velocidade com os dinheiros dos contribuintes? (…)
  • Bom, mas admitindo que os Governos sabiam o que estavam a fazer, podemos nós colocar-nos agora fora da Rede Europeia de Alta Velocidade? (…) Podemos saltar fora destes compromissos? Ou apenas adiá-los?(…)
  • É que, para os que estão distraídos, os transportes ferroviários são a grande aposta da União Europeia para o século XXI.(…)
  • Última nota: a linha Madrid-Sevilha dá dinheiro. Madrid-Barcelona regista um tráfego colossal.(…)
  • Finalmente: olhe-se para o mapa acima. Somos muito periféricos. Queremos ficar ainda mais? [mapa que estava errado, como o próprio autor depois admitiu; o mapa errado, mostrando linhas que não eram de alta velocidade como sendo linhas de TGV, criava a ilusão de que Portugal era a excepção fora do TGV] (…)»

Em 6 meses NS consegue passar de uma argumentação para a outra, como se os leitores não tivessem memória. É obra. Diria que é algo ao alcance apenas de quem não se ri quando o seu entrevistado fala da segunda derivada para "explicar" que o desemprego estava a diminuir (ver entrevista de Sócrates à SIC).

Quanto ao TGV, olhe-se para a figura 1 e para as contas do país e conclua-se se a tese do inevitável TGV interessa a mais alguém para além das empresas de obras públicas.

Seguem-se os dois textos de NS de Junho 2009 referidos neste post.



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De volta…

Merendeira … depois de uns dias de isolamento e ainda sem pachorra para comentar umas cenas que por aí se tem passado. Espero que tenham apreciado as imagens natalícias que deixei programadas. Os "Mercados de Natal" (Weihnachtsmarkt), como os das fotos anteriores, são uma tradição germânica que acho deliciosa. Primeiro gastronomicamente, com o Glühwein e os Lebkuchen a perfumarem o frio dos fins de tarde. E em segundo pelos brinquedos artesanais, sobretudo os de madeira, que se podem comprar por lá.

Por cá, isto é, lá na aldeia, também houve as delícias habituais, em particular a merendeira e a jeropiga, que bem aqueceram neste Natal particularmente frio. Fica aqui a receita da merendeira, como se faz no Baixo Mondego.

Receita de merendeira (Baixo Mondego)

  • 1,250 kg de farinha de trigo
  • 1,5 kg de farinha de milho branco
  • 30 gramas de fermento de padeiro
  • 5 a 6 kg de abóbora-menina
  • 650 gramas de açúcar
  • 75 gramas de manteiga
  • frutos secos (nozes picadas grosseiramente, passas de figo, passas de uva e, eventualmente, frutas cristalizadas)
  • sal q.b.

Confecção

Coza a abóbora em água temperada com sal. Peneire a farinha de milho e escalde-a com a água de cozer a abóbora (a farinha deve ficar toda molhada). Tape com um pano e deixe descansar durante 1 hora.

Desfaça o fermento com um pouco de água (morna) em que cozeu a abóbora. Junte à farinha de milho que, entretanto, já repousou. Junte ainda a farinha de trigo, o açúcar, a manteiga, a abóbora em puré e 1 pitada de sal dissolvido num pouco de água onde a abóbora cozeu. Amasse tudo muito bem e polvilhe com farinha. Acrescente os frutos secos e amasse novamente para misturar. Tape com um pano e deixe levedar em local tépido. Geralmente faz-se uma marca no alguidar 8 cm a 10 cm acima do nível desta massa; quando atingir essa marca, considera-se levedada.

Tenda as merendeiras e leve-as a cozer em forno bem quente (cerca de 50 minutos; para ver se a cozedura está completa, espete um palito na merendeira, o qual deve sair seco).

(receita adaptada daqui)



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Outros Natais (5)

Figueira da Foz



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Outros Natais (4)

Stummerberg, Áustria



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Uma nota para os entusiastas do Magalhães

Segundo o diário mais correcto (na perspectiva de Sócrates), «novos Magalhães só depois da Páscoa». Claro que se se tivesse optado por equipar as escolas em vez de dar prendas aos papás eleitores, este problema não se colocava agora ao ministério nem aos meus bolsos. Mas se é para a Páscoa, a avaliar pela ânsia socialista por novas eleições (!), parece-me que o ministério não terá muito com que se preocupar. Tudo há-de ficar em águas de bacalhau.



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Outros Natais (3)

Munique, Mercado de Natal



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Outros Natais (2)

Salzburgo, música de rua



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Os cavalos também se abatem...

… e as dívidas também se perdoam. Vou ali ao meu banco e já volto.



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Outros Natais (1)

Salzburgo, mercado de Natal

Salzburgo, mercado de Natal



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You and I, we're the same *

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Expresso, edição de 24 Dez. 2009

Lado a lado, preto no branco, como se organizam as campanhas. As negras e as de poder.

 

* fala de Galatea no Filme «O Homem Bicentenário»



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Boas festas

Árvore de Natal 2009

clicar na imagem para zoom 100%

Aqui vos deixo a árvore de Natal dos blogs para ilustrar os votos de boas festas para todos.

Já agora, a de 2008 está aqui.



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Windows Live Writer, Ping

Como enviar pings automáticos para o Twingly e para o Wordpress.
Dica válida para quem publique em Wordpress e em Blogger

Aos leitores dos jornais Público e i não será estranho o serviço Twingly que lista os blogs que ligam para uma notícia. Funciona assim:

  • O dono do blog escreve um texto com uma referência a uma notícia;
  • Envia-se uma notificação (ping) ao Twingly;
  • O Twingly actualiza a sua lista de blogs que ligam para a notícia.

Fantástico, não é? Nim. Se o leitor publica na plataforma Wordpress, então o este serviço é automático. Se, por outro lado, publicar no Blogger, então terá que ir manualmente ao site do Twingly e fazer um ping manual. Uma seca! Para menorizar o problema, também pode guardar a página de ping nos favoritos (algo como http://www.twingly.com/ping?url=http://fliscorno.blogspot.com) e sempre poupa tempo.

Mas se já estiver a escrever os seus textos no Windows Live Writer (WLW) como eu, então tenho boas notícias: o ping pode ser automático! E mais, além do Twingly também pode mandar mandar pings para outros servidores, tal como o Ping-o-matic e ver nos blogs da plataforma Wordpress os respectivos pingback.

Para tal, basta no WLW ir ao menu Ferramentas | Opções e em "Enviar Ping aos Servidores" colocar o texto seguinte:

http://rpc.twingly.com
http://rpc.pingomatic.com

O resultado fica assim:

Windows Live Writer, Ping

Fácil, não é?

Sugestão: siga esta e outras dicas assinando o feed
http://feeds.feedburner.com/fliscorno_blog_tips



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Ao cuidado das virgens ofendidas

«Em 1964, o Supremo deu razão ao Times. Numa decisão que faz parte do decálogo da liberdade de imprensa na América, Brennan escreveu este conhecido parágrafo: "O debate sobre questões públicas deve ser desinibido, robusto e aberto e isso pode incluir ataques veementes, cáusticos e às vezes desagradavelmente duros contra titulares de cargos públicos."» Pedro Lomba no Público

Um texto a ler na totalidade.



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Caramba, o Hot Club ardeu!

O Hot Club ardeu

No Público.



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Mais 690.82 euros a cada um de nós

Do ano passado para este ano, a dívida do subsector Estado aumentou 6908,2 milhões de euros. Isto significa que cada um dos 10 milhões de portugueses gastou 690.82 euros que não tinha. A dívida total do subsector  Estado é agora superior a 13 mil milhões de euros, o que faz com que cada português tenha uma dívida de 1300 euros.

Quando é que o aumento da despesa vai parar? Ganhar eleições e manter o poder a todo o custo é razão para levar o país à falência?



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A propósito da religião climática...

... lembrei-me desta piadola de ocasião:

No xadrez internacional, há um bispo negro na Casa Branca.



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Publicidade estatal na comunicação social - 2

A 18 de Novembro a revista Sábado publicou uma reportagem sobre os investimentos publicitários do «Governo e de grandes empresas públicas com ligações ao Estado» (assunto brevemente abordado aqui):

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Hoje o DN publica uma extensa reportagem sobre o assunto, divulgando um estudo alternativo. O problema neste estudo é que os pressupostos não são os mesmos. Com efeito, o estudo do DN aborda os gastos de publicidade dos «ministérios e das autarquias», deixando de fora as empresas públicas e aquelas com ligações ao Estado.

image

O DN queixa-se de uma «infâmia miserável». Fá-lo praticando uma manipulação óbvia.

 

Links:



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Está frio (9)

Postal de Natal

© http://www.mordillo.com


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Está frio (8)

Postal de Natal

http://www.marwaynelibrary.ab.ca



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Concerto para Cravo em Lá Maior de Carlos Seixas

 

Para recordar que o barroco na música passou em grande por Portugal pela mão de Carlos Seixas. Pena que grande parte da sua obra se tenha perdido no terramoto de 1755. Seixas construiu o seu próprio estilo musical e hoje só não aparece mais na lista dos grandes músicos da época devido à periferia do país, tanto geografica como politicamente.



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FMI - e a música do dia é....

Get this widget | Track details | eSnips Social DNA

 

dedicada aos gajos que suspiram por eleições antecipadas a tal ponto que tudo coloca «em causa a estabilidade política». Porra, governem e deixem-se de merdas! Pá.



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Está frio (7)

Postal de Natal

http://3pts.wordpress.com/2008/12/25/merry-christmas/



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O cânone em forma de fita de Möbius

 

O cânone 1 a 2 BWV 1747 de Bach tem uma particularidade interessante: soa bem se tocado do início para o fim, do fim para o início ou simultaneamente do inicio para o fim e do fim para o início. O vídeo ajuda a visualizar isso.

Já agora:



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A hora de alimentar o monstro

Gostei de ler esta aventura na Segurança Social.  Isso dos números é coisa de que não damos (não dou) conta até que saímos do padrão. É o momento em que o monstro da burocracia sai da toca para se vir alimentar.



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Windows Live Writer - como inserir o separador "Ler mais..."

Quem usa o Windows Live Writer (WLW) e gosta de partir os posts numa parte visível e noutra acessível depois de clicar num link a dizer "Ler mais" já reparou que o ícone que permite fazer isso está desinibido no Blogger. Parece que a malta da Microsoft ainda não topou que o Blogger também já tem essa funcionalidade.

imageO botão do meio, para inserir a
quebra de post, está desinibido

É fácil contornar este problema:

  1. Clicar em "Código Fonte:
    image
  2. Localizar o sítio onde se quer colocar a quebra do post e, aí, abrir uma linha em branco
  3. Colocar lá este texto:  <!-- more -->
  4. Voltar ao modo "Editar" e está feio.

Aproveito para explicar porque é que funciona. O texto do ponto 3 é um comentário, não no sentido de comentário a um texto mas sim de comentário HTML no contexto da informática. Isto é, é uma nota que será ignorada pelo software, neste caso pelo browser. Estes comentários têm a forma <!- qualquer-coisa-aqui-que-será-o-comentário -->. Tudo o que for colocado entre os dois marcadores azuis será ignorado pelo browser. Por isso, o WLW aceita que se coloque isto no HTML (código fonte), pois é HTML válido. No entanto, para o Blogger, este é um comentário especial e não será ignorado (o que destrói por completo o conceito de comentário; shame on you, Blooger!). Em vez disso, será interpretado e será produzido HTML que implementará a funcionalidade "Ler mais". Aliás, pode-se verificar no editor do Blogger que o que é feito ao inserir o "Ler mais" é apensas a inserção deste comentário especial.



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Espanha apresenta plano ferroviário

Vídeo "Plan Transporte Mercancías" disponível no Youtube, do qual destaco estas imagens:

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É notório

  • que o centro da rede é Madrid;
  • que as linhas portuguesas confluem para o centro da rede;
  • que a rede não está desenhada para ser uma ligação ibérica (Portugal+Espanha) à restante Europa mas sim para ser uma rede de ligação Madrid-Europa.

 

 image

Os aspectos de rede europeia são ainda mais evidentes se olharmos para o tipo de tráfego nas linhas: não existe uma única ligação de mercadorias entre Portugal e a restante Europa. Bom, existem uns atalhos. Mas uma linha que torne Portugal como uma porta de entrada na Europa é que não existe. Aliás, parece que nem mesmo em Portugal tal coisa está prevista, já que o TGV não terá ligação directa aos portos marítimos.

Outros aspectos são explicados num texto de Rui Rodrigues no Público, que me parece não estar a ter o destaque necessário face às questões que coloca:



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Está frio (6)

Postal de Natal

http://www.fanpop.com/spots/christmas/images/437314/title/peanuts



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Frigorífico vazio

image Há alturas em que a água apenas satisfaz pobremente. É quando o fresco amargo de uma mini cai a matar em dois sedentos goles. Ontem à noite foi assim. Dirigi-me ao frigorífico, a antever a visão amarelo-suada mas eis que as cervejas pareciam ter emigrado para outra paragem. Nem uma! Bati com a porta numa força proporcional à minha frustração que chegou a 6 na escala de Richter.

As minhas desculpas pelo susto causado. Espero que o grupo do Facebook "Eu Sobrevivi ao Sismo de 2009!" não me leve a mal. E lamento imenso ter feito o Ministro da Administração Interna sair cedo da cama para ir à sede da Autoridade Nacional de Protecção Civil fazer umas declarações palermas para a comunicação social. Já dos jornalistas que acederam ao convite de ir ouvir o ministro não tive pena. Podiam ter optado por ficar a dormir. Penitencio-me também por ter sido a causa de eminentes twitters terem debatido em 140 caracteres o facto de outros terem twittado este incidente.

Espero sinceramente que não existam réplicas. Em particular, que não abanem o governo nem destabilizem o Parlamento. E que este abalo não seja usado pelo primeiro-ministro como desculpa para deixar o governo cair. É que o governo é bom e bem intencionado e eu não quero ser responsabilizado por haver eleições antecipadas decorridos apenas uns meses depois das últimas, apenas por o frigorífico estar vazio.



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Actuação conjunta - o vídeo

 

A animação foi feita aqui, à qual juntei uns pós próprios. No mesmo site há outras animações possíveis.



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Está frio (5)

Postal de Natal
http://fliscorno.blogspot.com/2008/12/natal-na-aldeia-3.html


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218 dias depois

Lopes da Mota demite-se 218 dias depois

Lopes da Mota demite-se 218 dias depois



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é-dinheiro, pá

Fundação investigada pelo PSD em risco de extinção

Estatutos da Fundação do Magalhães  indicam que, no próximo ano, os membros dos  órgãos gerentes terminam o mandato. Por outro lado, um dos objectivos da FCM era gerir as  contrapartidas das operadoras, que já se esgotaram

Sim, e… Lá porque não faz sentido existir mais, coloca-se uma pedra no assunto e não se olha para o que se fez com o dinheiro?

 

Entretanto, ainda no DN, ficamos a saber que as contas de Estado agora prestam-se num canal de televisão de sinal fechado:

Os números do E.escola, segundo Lino

Apesar dos esclarecimentos do Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações, a informação mais detalhada sobre o E.escola foi dada na última quinta-feira à noite na Quadratura do Círculo pelo ex-ministro Mário Lino. No programa da SIC Notícias, Lino disse que o custo total do programa até agora foi de 870 milhões de euros, revelando que 216 milhões desse "bolo" foram pagos pelo Estado, o que corresponde a cerca de 25% do investimento. Lino explicou ainda que desses 216 milhões, 36 vieram de lucros do Instituto de Comunicações de Portugal - Autoridade Nacional de Comunicações e 180 milhões da Acção Social Escolar. O ex-ministro revelou também que do total de 1.200.000 computadores, 80 mil foram entregues a professores e 839 mil estudantes a estudantes. Lino avançou ainda que 280 mil computadores foram entregues a alunos inscritos nas Novas Oportunidades. O ex-ministro referiu-se várias vezes ao E.escola como "um sucesso".

Finalmente, pelo i e pelo Público voltamos a ouvir dizer que há quem não partilhe da mundivisão socialista de dar negócios públicos sem concurso e achar que está na legalidade.



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Birrentos

Os socialistas saíram de uma maioria absoluta para a qual tinha sido eleitos com 45.05% dos votos dos portugueses. Agora formam governo depois de ganharem as eleições com 36.55%. Os 8.5% de pessoas que não repetiram o voto nos socialistas obrigam-nos agora a governar em minoria. Mas olhando as repetidas declarações de destacados socialistas das últimas semanas, primeiro-ministro incluído, constata-se o que desejam é repetir a eleição até que o resultado lhes agrade. Como outros fizeram na Irlanda com o Tratado de Lisboa. Chorem menos e trabalhem mais!



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Está frio (4)

Postal de Natal

http://hittingmetalwithahammer.wordpress.com/2008/12/24/merry-christmas/



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A exacta comparação

«A comparação entre o TGV e o Alqueva é legitima, criticando Assis quem defende que “se deve fazer mais tarde, que as condições orçamentais o impedem”. “São sempre os mesmos a fazer o mesmo discurso que ouvimos há muito tempo a atrasar a construção deste empreendimento”, afirmou aos jornalistas.» no Público

A comparação é de facto correctíssima. O Alqueva não está a servir para o fim com que foi vendido aos contribuintes: contribuir para a agricultura portuguesa. Em vez disso, foi um sorvedouro de impostos para agora alimentar campos de golfe. Muito bem Sr. Assis, desta vez estamos de acordo.



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Está frio (3)

Postal de Natal

© Scott Adams



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Leituras

Questões para a Comissão «Magalhães» por Gabriel Silva no Blasfémias. Incontornável. São questões cujas respostas também eu gostava de ver respondidas e, veja-se só, até tenho direito a saber as respostas. Há que acabar com a prática de os governos não prestarem contas; há que exigir respostas.



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Está frio (2)

Postal de Natal

© Gary Larson, The Far Side



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Seniores

Agora os velhos, isto é, aqueles que não são novos, têm um novo sinónimo no dicionário do politicamente hipócrita correcto. Chamam-lhes seniores. Tenho-o ouvido na publicidade, sempre atenta às modas, no discurso político e agora também na comunicação social ("público sénior"). Espero que quando eu for mais velho não me chamem sénior. As coisas são o que são e, independentemente da nomenclatura, não deixarei de ser velho. Serei idoso, um adjectivo correcto e que também pode ser substantivo.



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Pagantes: quantos somos?

De há algum tempo para cá que procuro saber quantos são os contribuintes em Portugal, individuais e colectivos, os que pagam alguma coisa de IRS/IRC e os que apenas pagam impostos indirectos.

Obviamente que no ministério das finanças isto é sabido. É com estes dados que anualmente se decide quanto é vamos pagar de impostos. O problema é o comum pagador de impostos conseguir aceder a estas informações, para aferir quanto lhe custam os devaneios despesistas.

Na demanda por estes sigilosos números encontrei alguma informação dispersa e até alguma relevante mas referente a 1999 (a mais recente). Anteriormente já tinha encontrado um artigo publicado no Acção Socialista (!) onde se referia que «o número de contribuintes em 1998 foi de cerca de 3.5 milhões».

Encontrei também quem tem, por lei, obrigação de publicar estes dados: o INE:

image

Eu sei que «assegurar a produção» não implica disponibilizar publicamente. Mas atendendo a que este trabalho é pago com o nosso dinheiro, importar-se-iam de os publicar? Agradece-se a colaboração.

Entretanto, se alguma alma caridosa quiser tirar da ignorância este curioso blogger, que faça o favor de deixar links relevantes nos comentários. Obrigado.



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O paraíso tropical

  • Ilha da Madeira: 245 mil habitantes
  • Endividamento aprovado pelo PSD e com consentimento do PS: 79 milhões
  • Quanto vão os contenentais cubanos pagar por isto, já que quem se endivida é porque não tem dinheiro: 79 milhões:
      • dividido pelos 4 (?) milhões de contribuintes = 19.75€
      • dividido pelos que efectivamente pagam impostos* = ?????
  • Preço do «diálogo sem conflitualidade»: 79 milhões
  • Consideração pelos deputados e partidos que permitiram isto: zero

*saber quantas pessoas pagam impostos em Portugal é uma missão quase impossível.



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O tiranete

«Quem relatou foi o Correio da Manhã: "José Sócrates e a sua equipa não gostaram nada" que a RTP tivesse ouvido, entre outros especialistas, Paulo Pinto de Albuquerque, que criticou o presidente do Supremo Tribunal de Justiça por ter considerado nulas escutas do caso Face Oculta. Mais: "fizeram questão de o dizer, de forma bastante viva e clara, ao director de Informação da RTP", J. Alberto Carvalho (CM, 04/12). » Eduardo Cintra Torres, Público 11.12.2009

 continuar a ler no Portugal dos Pequeninos



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Homem, deixe-se de meias palavras e anuncie que apoia eleições antecipadas

Cálculo em tempo de crise - Opinião - DN , por João Marcelino


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Galeria actualizada

A galeria de topo apresenta agora imagens que podem ser usadas para postais de Natal. Cada uma das 9 imagens da galeria será aqui publicada uma por dia, desde hoje até dia 21, em tamanho grande e com o título "Está frio". É que arrefeceu mesmo.


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Está frio (1)

Postal de Natal

© Bill Watterson (em PT)



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Mad men

Mad Men Mad Men é uma série fantástica. Num dos primeiros episódios abordava-se a estratégia comercial para uma marca de cigarros e a sugestão do craque da série foi usar um slogan a dizer algo como “o nosso tabaco é torrado”, ao que diz o cliente “mas todas as marcas o fazem”, “mas nós é que o dizemos” foi a resposta (cito de memória). Vou comprar as séries 1 e 2 na Amazon UK por 36.42€ (portes incluídos) por causa disto e disto.



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Estratégia: preparar eleições

Hoje foi aprovado no Parlamento mais um orçamento rectificativo. O Ministro das Finanças defendeu que não fazia sentido apresentar valores para o défice das contas do Estado nem os valor das dívidas das empresas públicas e afins como as Estradas de Portugal, o SNS, etc. Ficamos pois sem saber se foi aprovado um aumento de endividamento suficiente para pagar as despesas do Estado. O argumento é que as contas serão apresentadas com o próximo Orçamento de Estado. Eu acho que isso não acontecerá e tenho uma teoria. Pelos sinais