ME em baixo
«2 "sites" do ME estão offline desde 6.ª feira.
Afinal não sou apenas eu a ter dificuldades de acesso! Dois sítios do Ministério da Educação estão offline desde sexta-feira (27 de Novembro)...
Deixo-vos aqui com os links para os sítios virtuais que não funcionam:
- Ministério da Educação: http://www.min-edu.pt
- Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação: http://www.gepe.min-edu.pt»
Acabo de confirmar que assim é (são 22h51). Ironicamente, ainda hoje ouvi Sócrates na sua habitual gabarolice falar do plano tecnológico, e segundo a TSF até «lamentou que os portugueses andem tão distraídos com as questões ligadas à inovação e conhecimento». Pelos vistos, esses tais portugueses distraídos são os que andam lá pelo ministério da educação.
Sigam o robalo *

«Nunca recebi presentes do senhor Manuel Godinho. A não ser quando se deslocou a Vinhais e me ofereceu uma caixa de robalos.», Armando Vara, no DN
* título do Daniel Oliveira
As mesmas armas
Que governo é este? Um funcionário Ministério da Educação grava conversas informais de jornalistas
por Kátia Catulo, Publicado em 27 de Novembro de 2009
Durante 13 minutos, as conversas dos jornalistas estiveram a ser gravadas por um funcionário do Ministério da Educação.
Não há aumento de impostos
Sócrates jurou recentemente a pés juntos que não haveria aumento de impostos nos «próximos tempos». Atendendo a que o novo código contributivo, com entrada em vigor em Janeiro, consubstancia um real aumento de impostos para particulares e empresas, só se pode concluir que ele sabia de antemão que o PP iria hoje propor a suspensão deste código contributivo, com a concordância de toda a oposição. Ou então mentiu.
Um mundo pequeno
Sobre esta crónica de Pedro Lomba:
Opinião: Cronologia de um golpe
12.11.2009 - 07:00 Por Pedro Lomba
Acto I. Estamos a 3 de Outubro de 2004 e José Sócrates é eleito líder do PS. A 9 de Outubro, Armando Vara regressa à direcção do partido pela mão de Sócrates. A 20 de Fevereiro de 2005, o PS vence as legislativas com maioria absoluta. A 2 de Agosto de 2005, há mudanças na Caixa Geral de Depósitos: Teixeira dos Santos afasta Vítor Martins e Vara integra o “novo” conselho de administração. A maioria dos membros desse conselho é afecta ao PS.
Avancemos no tempo. Grande plano. No primeiro semestre de 2007, a Caixa financia accionistas hostis ao conselho de administração em funções no BCP.
Cresce o peso do banco do Estado no maior banco privado português. Vara e Santos Ferreira são incluídos em lista concorrente nas eleições para o conselho executivo. O jornais falam no financiamento da Caixa ao empresário Manuel Fino que apoia Santos Ferreira:
«A garantia desses financiamentos é feita em primeira linha com os títulos adquiridos com os fundos emprestados, sendo, nalguns casos, reforçada com outros activos de menor volatilidade.
Estas operações foram aprovadas pelo Conselho Alargado de Crédito da Caixa formado por cinco administradores: Carlos Santos Ferreira, o então CEO, o seu vice, Maldonado Gonelha, Armando Vara, Celeste Cardona e Francisco Bandeira.
[...]
"Este grupo de investidores tem vindo a reforçar a sua presença no BCP, o que lhes têm assegurado uma palavra a dizer no combate que se trava pelo controlo do poder no maior banco privado português. Actualmente, no quadro da assembleia geral de accionistas de 15 de Janeiro, todos eles subscreveram a lista que Santos Ferreira e Vara candidatam ao conselho de administração executivo (CAE). Admite-se ainda que Manuel Fino (que apoia Santos Ferreira) tenha igualmente financiamento da CGD."
A 15 de Janeiro de 2008, Armando Vara é eleito vice-presidente do BCP. Segundo documento divulgado pelo próprio banco ficam a seu cargo os pelouros executivos mais relevantes: (i) Rede Corporate; (ii) Rede Empresas; (iii) Factoring e Leasing; (iv) Marketing de Empresas; (v) Aprovisionamento, Património; (vi) Desinvestimento de Activos; (vii) Fundação BCP; (viii) Millennium Moçambique. Ou seja, Armando Vara coloca-se precisamente no coração dos movimentos de créditos, dívidas, compras e vendas de acções e activos. No centro do fluxo de todos os interesses e todas as influências.
Chegados aqui, com os actores certos nos papéis certos nas duas maiores instituições de crédito nacionais (CGD e BCP), tudo se torna possível. O primeiro golpe foi concluído. Começou então o segundo.
Acto 2. Com as possibilidades que o controlo do BCP oferece, o recém-chegado grupo Ongoing, que entretanto adquirira o Diário Económico e já tinha uma posição no Grupo Impresa (SIC, Expresso, etc), é financiado para novas acções.
Com o grupo Ongoing: José Eduardo Moniz sai da TVI e controla-se a Media Capital, depois de uma tentativa de aquisição pela PT abortada pelo Presidente e pela oposição.
Em Fevereiro de 2009 torna-se possível ajudar o empresário Manuel Fino a aliviar os problemas financeiros (em parte criados pelo reforço da posição no BCP) junto da CGD prestando uma dação em pagamento com acções suas valorizadas cerca de 25% acima do preço de cotação e com opção de recompra a seu favor.
Torna-se também possível ajudar o «amigo Oliveira» a resolver os problemas financeiros do seu grupo de media (Diário de Notícias, TSF, Jornal de Notícias).
Tudo factos do domínio público que muitos a seu tempo denunciaram. Sócrates respondia com a cassete familiar: “Quem tem procurado debilitar os órgãos de supervisão, lançando críticas à sua actuação no BCP, está a fazer 'política baixa'".
Política baixa, diz ele. Estamos perto do fim desta operação bem montada. Sócrates ganhou de novo as eleições. Mas este encadeamento todo precisava de confirmação. Incrivelmente, nas escutas a Armando Vara no caso “Face Oculta” eis que surge a arma do “crime” libertando fumo: "O primeiro-ministro e o ‘vice’ do BCP falaram sobre as dívidas do empresário Joaquim Oliveira, da Global Notícias, bem como sobre a necessidade de encontrar uma solução para o ‘amigo Joaquim’. Uma das soluções abordadas foi a eventual entrada da Ongoing, do empresário Nuno Vasconcellos, no capital do grupo. Para as autoridades, estas conversas poderiam configurar o crime de tráfico de influências."
Escutas nulas, disse o Supremo. Os factos, meus amigos, é que não são.
A 15 de Janeiro de 2008, Armando Vara é eleito vice-presidente do BCP.
foi dito que
Pedro Lomba foi afastado de colunista do Diário Económico sem uma palavra de explicação do director, uns dias depois de ter criticado violentamente a actuação do governo nos negócios dos media. no ABC do PPM
o que é confirmado pelo próprio Pedro Lomba:
A propósito do que li aqui e aqui, confirmo que publiquei esta crónica no Público a 12 de Novembro, quinta-feira e na segunda-feira da semana seguinte, dia 16 de Novembro, a 2 horas de entregar o meu texto pronto para ser publicado na edição de terça do Diário Económico, como sempre fiz desde o princípio de 2008, fui contactado pelo editor de opinião do jornal informando-me de que a minha colaboração era dispensada. Não obstante ter escrito imediatamente ao director do Diário Económico manifestando a minha surpresa por ter sido dispensado sem uma explicação no próprio dia em que iria entregar um artigo, não recebi qualquer resposta.
É mesmo um mundo pequeno.
Direitos. E que tal pensar também nos deveres?
Por cima do meu apartamento há um outro que é arrendado. Ciclicamente, tenho períodos sem vizinho de cima, o que é por regra um descanso, dada a ausência de barulho. E porquê? Porque o vizinho de cima vai muitas vezes de férias? Não, simplesmente porque o inquilino muda entre 2 a 3 vezes por ano. O padrão tem sido: novo inquilino faz contrato e paga uns meses de avanço; deixa de pagar a renda; é despejado; o apartamento fica livre. Há uma franja de população que faz isto regularmente. Uma lista negra de devedores é uma exposição de dados privados? Claro que é. Tão condenável quanto o é o sistemático incumprimento dos deveres. Curiosamente a Associação dos Inquilinos Lisbonenses (a quê?!) «sugere, por contraponto, a elaboração de uma lista de proprietários que, recebendo prontamente as rendas, se recusam a fazer obras, apesar da degradação dos imóveis», como se escreve no Público. As rendas, especialmente as antigas e que correspondem aos prédios que mais obras precisam, são umas migalhas, como é sabido. Mas os senhores desta associação falam em rendas pagas a horas em vez de dizerem rendas pagas a preço de mercado pagas horas. Cada qual defende o seu interesse, é óbvio. Eu que não sou inquilino nem senhorio, não posso deixar de notar que esta associação quer sol na eira e chuva no nabal. É muito giro falar em direitos. Conheço até pessoas que os têm sempre prontos na ponta da língua. É bom é que também não se esqueçam dos deveres. Apesar de tudo, aqui fica o meu agradecimento aos incumpridores, que graças a eles tenho valiosos períodos sem saltos altos a andarem às 7 da manhã no piso de cima.
Mais um
Labels: comunicação social , liberdade
Pedro Lomba foi afastado de colunista do Diário Económico sem uma palavra de explicação do director, uns dias depois de ter criticado violentamente a actuação do governo nos negócios dos media. no ABC do PPM
O que está por trás do Google?
Clique na imagem para saber. Dica: experimentar as pesquisas seguintes
- Lisbon
- Radio
- Weetabix
- Sex
- Painting
Se encontrar outras giras, deixe nos comentários.
Via Der Terrorist, com coisas giras sempre.Lendo o Diário do Governo
Sócrates afasta qualquer aumento de impostos. Se sai no Diário do Governo deve ser verdade.
Fonte do executivo observou à agência Lusa que o programa do Governo afasta qualquer aumento de impostos até ao final da legislatura, em 2013.
Fonte do executivo? Mas porque não se identificou? Afinal, ninguém costuma ter problemas em dar boas notícias.
Perante a insistência dos jornalistas sobre a evolução da carga fiscal em Portugal, Sócrates reiterou que "não haverá aumento de impostos, porque a prioridade deste orçamento e dos próximos tempos será sem dúvida o crescimento económico e o emprego".
Repare-se na nuance, agora sob a forma de palavras com rosto:«a prioridade deste orçamento e dos próximos tempos». Como sabemos, 2013 ainda não está bem próximo...
"Pelo contrário, se o Governo tivesse margem, a sua política até seria no sentido de diminuir os impostos para estimular a crescimento económico e para o emprego", acrescentou.
Hmmmmm, não foi isto que alguma oposição andou a dizer que era preciso fazer? Se calhar, abdicando das gigantes obras públicas, já sobrava algum dinheiro para baixar os impostos. Isso e se se deixasse de enterrar dinheiro no BPN.
Mas vá lá, os amigos socialistas espanhóis já estão a dar um jeito ao adiar o TGV Porto-Vigo por dois anos, poupando ao orçamento português a necessidade de gastar já 845 milhões de euros. Sim, esse mesmo TGV que faria cair o Carmo e a Trindade se fosse suspenso, conforme foi dito na campanha eleitoral, afinal foi adiado 2 anos pelos espanhóis:
«Chegou a marcar a campanha eleitoral para as últimas legislativas. Obrigou a juras a pés juntos de que tudo iria avançar. Tudo porque o Partido Social Democrata, que havia desenhado com Espanha um mapa para a alta velocidade mais ambicioso que o actual, pedia, no calor da campanha, que José Sócrates travasse a obra. De Espanha veio a ajuda previsível. Os responsáveis políticos ligados ao Governo socialista de Zapatero saíram em ajuda de José Sócrates. As eleições passaram. O Partido Socialista agradeceu a ajuda, venceu as eleições e formou um novo Governo. Ontem aconteceu o inesperado. Afinal, uma das linhas, a que liga Porto a Vigo, vai ficar em banho-maria por dois anos. Afinal, vão ser criados dois grupos de trabalho para fazer um ponto de situação sobre as linhas de alta velocidade Lisboa-Madrid e Porto-Vigo. Mas, ontem, também aconteceu o óbvio. O governador do Banco de Portugal veio dizer que é inevitável que os impostos têm de aumentar para que Portugal consiga recolocar o défice abaixo dos três por cento do PIB. Tal como o fez em relação ao TGV, o Governo jura a pés juntos que não. Até porque recebeu uma ajuda inesperada. Com o adiamento da linha Porto-Vigo sempre são 845 milhões de euros que, para já, não vão onerar o Orçamento do Estado.» editorial hoje no Público
Vamos ver até quando se mantém este discurso de não aumentar os impostos. O correspondente socialista no BdP já tem o terreno preparado.
Então as contas não estavam controladas?
Sr. Murdoch: a solução é fácil
Labels: comunicação social
Há alguns grupos de comunicação social com este género de argumentação. Por um lado querem ser incluídos nas pesquisas feitas pelos motores de busca, o que lhes é essencial para aumentar a respectiva visibilidade e permitir a valorização da publicidade online que insiram nessas publicações. Mas querem empresas como a Google lhes paguem por isso. Ou seja, lucram com o serviço dos motores de busca e ainda lhes querem sacar um dinheirito.
Há alturas em que os argumentos são fraquinhos e podem-se mesmo virar contra os autores. Esta é uma delas. É que a solução é fácil, Sr. Murdoch. O Google, e os outros motores de busca, de resto, já permite há imenso tempo que os editores de conteúdos online proibiam as suas páginas de serem indexadas. Basta criar, na raiz do site, um ficheiro de texto chamado robots.txt com este conteúdo:
User-agent: * Disallow: /
Desta forma simples, todo o site será eliminado dos motores de busca. Mas não é isto que o Sr. Murdoch quer, pois não?
adenda: notícia também no i
Actualizar o Facebook também serve para álibi
Pelo menos, nos States. Cá haveria as questões da forma a terem precedência sobre o conteúdo. Parece que também tem utilidade em questões laborais.
Vitimização QB
Mr. Sócrates dá-se com gente que se mete em problemas e depois, em vez de chorar as suas escolhas, vem o seu séquito com a teoria da conspiração. Certo. Quanto a haver razões ou não para suspeitas, há uma coisa que me surpreende: como é que uma decisão destas depende apenas de uma pessoa?! Por favor, digam-me que estou errado, que não é só o PGR a decidir estas coisas.
Leituras
- Um PS de série B, por Pedro Correia no Delito de Opinião.
- Um prémio chorudo aos derrotados, por Pedro Correia no Delito de Opinião.
- O polvo, por António de Almeida no Direito de Opinião
- Corrupção, por José Luiz Sarmento no As Minhas Leituras
- ATÉ CANSA... , por José Lopes n’ O Guardião
- O elefante sempre esteve no meio da sala, por João Miranda no Blasfémias
- Post bipolar e heterodoxo sobre a posição do PSD, por Paulo Guinote no A Educação do meu Umbigo
- Professores, Educação, Partidos, Compromissos, ou fé demais, ou fé de menos!!!, por Miguel Loureiro no ProfBlog
- Suspenso!, por Miguel Pinto no outrÒÓlhar
- Mau tempo na democracia, n’ O Jumento
Google Chrome OS
Labels: software , tecnologia
A Google anunciou num webcast algumas características do que será o Google Chrome OS:
- Sistema operativo baseado em Linux
- Completamente aberto
- Corre aplicações apenas no browser
- Guarda todos os dados na web
Está disponível imediatamente para developers. Mais detalhes aqui.
Algumas imagens, tiradas do webcast, tiradas daqui:
A arquitectura:
Note-se que as aplicações correm dentro do browser. Isto significa que não há aplicações específicas para o computador, uma vez que estas são descarregadas da web. Portanto, não importa se se está a correr um PC, um MAC, uma Playstation.
E um vídeo a explicar o que é o sistema operativo:
Até aqui passámos por algumas fases na computação:
- 60’s e 70’s: a distinção entre aplicação e sistema operativo era dúbia;
- 80’s: as aplicações foram-se tornando autónomas do sistema operativo
- 90’s e 2000’s: as aplicações passaram a ter o mesmo aspecto dentro do mesmo sistema operativo.
Na actual tendência, as aplicações estão a fugir ao sistema operativo, ficando para este reservado o papel de gerir o equipamento. Como se o computador passasse a um telemóvel com mais capacidade de processamento. Nem tudo são rosas nesta abordagem. Se por um lado o utilizador deixa de se preocupar com instalar e manter software, por outro perde o controlo sobre as suas aplicações já que estas passam a ser disponibilizadas nos termos (e preços) que o fornecedor entenda. E que o legislador autorize, já agora. Exagero? Repare-se então na fome de controlo que têm os EUA e a UE relativamente aos conteúdos audiovisuais. Tudo tem um preço. Veremos até onde vai o slogan da Google «Do no evil».
Leitura adicional: no Público.
José Rodrigues dos Santos deu tareia a Teixeira dos Santos
Labels: comunicação social , economia , política
Quando disponível no site da RTP , ficará aqui.
Orçamento e credibilidade
Hoje foi aprovado um orçamento rectificativo em conselho de ministros (défice oficial de 8%). Quem ouviu Teixeira dos Santos ao longo do ano e, em particular, no período eleitoral, juraria que tal nunca aconteceria. Por isso, atente-se na cronologia preprada por Miguel, do Insurgente:
16 de Dezembro: Ministro das Finanças recusa fazer Orçamento Rectificativo
15 de Abril: Teixeira dos Santos afasta cenário de um orçamento rectificativo
04 de Maio: Teixeira dos Santos diz que “orçamento rectificativo não é oportuno”
01 de Julho: Teixeira dos Santos continua a rejeitar necessidade de orçamento Rectificativo
20 de Agosto: Governo afasta orçamento rectificativo
10 de Novembro: Ministro diz que ainda é cedo para saber se haverá Orçamento Rectificativo
19 de Novembro: Governo apresenta orçamento rectificativo
Depois ainda há quem se admire por haver quem duvide da seriedade dos políticos.
Publicidade estatal na comunicação social
Muito se tem falado sobre sobre o estado ter diminuido drasticamente a publicade (do estado e das empresas com participação estatal) durante o anterior governo Sócrates. A revista Sábado fez as contas:
Imagens integrantes da edição Sábado.
Uma pessoa do círculo próximo do primeiro-ministro e que conhecia muito bem a situação do jornal e a nossa relação com o banco BCP disse-nos que os nossos problemas ficariam resolvidos se não publicássemos a segunda notícia do Freeport”, diz à SÁBADO o director do Sol, José António Saraiva – não revelando, porém, a identidade do autor da proposta. Ressalva, porém que não foi Armando Vara: “É evidente que Armando Vara era a pessoa que tinha o pelouro do Sol no BCP e que todos os assuntos relacionados com o Sol passavam directamente por ele, e isso nós sabíamos”, acrescenta José António Saraiva. in Sábado
Pelo que se ficou a saber das escutas do Vara (a legalidade é outra coisa; aqui importa o facto político) sabemos da condenável influência do governo na comunicação social. Mais um motivo para se rejeitarem maiorias absolutas.
VAROPÉDIA
VAROPÉDIA
Assalto à Vara - assalto de fato e gravata
Che que à Vara - nome revolucionário de Armando Vara
Ovários - ninho de Varas
Vara de porcos - PS
Vara verde - corrupto inexperiente
Varação - encalhar a corrupção na PGR
Varamento - acto de bater em corruptos
Varanda - falcatrua em marcha
Varapau - a vara que julga o Vara
Varapau de corrida - carapau corrupto
Varar um barco - encher o barco de corruptos
Vardade - mentira
Varejeira - secretária do Vara
Vareta - desfalque à chuva
Variações - diversidade de golpadas
Variante - novo esquema corruptor
Variável - oscilação do preço da cunha
Varicela - Vara na cela
Varicose - licenciatura à Vara
Variedades - diferentes modelos de corrupção
Varina - mãe do Vara
Varinha mágica - uma cunha (pequenina) do Vara
Varíola - um Vara mariola
Varómetro - medidor de corrupção
Varonil - um Vara de Abril
Há gente com imaginação.
Invasão de privacidade
- Actividades Web - Mostrar actualizações das actividades Web.
- Blogue - Mostrar actualizações do blogue.
- Conteúdos favoritos - Mostrar actualizações dos livros, música e filmes favoritos.
- Debates - Mostrar actualizações dos debates nos grupos.
- Documentos - Mostrar actualizações dos documentos partilhados.
- Eventos - Mostrar actualizações dos eventos.
- Favoritos partilhados - Mostrar actualizações acerca dos favoritos partilhados.
- Fotografias - Mostrar actualizações das fotografias.
- Grupos - Mostrar actualizações dos grupos.
- Jogos do Windows Live Messenger - Mostrar actualizações dos jogos jogados no Windows Live Messenger.
- Listas - Mostrar actualizações das alterações às listas nos espaços.
- Livro de convidados - Mostrar actualizações dos comentários adicionados aos livros de convidados.
- Notas - Mostrar actualizações das notas publicadas nos perfis.
- Perfil - Mostrar actualizações do perfil.
- Rede - Mostrar actualizações quando as pessoas aderem a uma rede.
- Windows Live Messenger - Mostrar actualizações das alterações às imagens ou mensagens pessoais do Messenger.
No que me toca, nada tenho contra quem decida expor a sua vida privada no Facebook, num blog ou em qualquer outro lado na net. Mas não contem comigo para isso. Por isso, caros senhores da Microsoft, vão dar banho ao cão.
Proteger a família, proteger o emprego, proteger as empresas
Apesar de as decisões serem colegiais, Vara, como qualquer gestor executivo tem um enorme poder no banco. Depois, embora lhe reconheçam capacidade de trabalho, é visto como um corpo estranho ao sector, alguém que fez carreira na política e subiu até à gestão. No BCP, tal como na CGD, Vara assume uma relevância particular: surge como uma escolha pessoal do CEO, também ele do universo socialista, com uma linha directa aberta para José Sócrates (de quem é amigo) e com pelouros de grande conteúdo. Vara ficou responsável pelas áreas (corporate) onde se incluem as instituições do universo público e os clientes privados mais importantes, como a PT, a EDP, a Teixeira Duarte, Joe Berardo, Joaquim Oliveira ou Manuel Fino. Em causa estão activos de cerca de 20 mil milhões de euros. in Público
Recorde-se o slogam do PS para as legislativas 2009: proteger a família, proteger o emprego, proteger as empresas.
«Quem não deve, não teme», certo?
Labels: liberdade , política
Daqueles que sempre optam por esse argumento "quem não deve, não teme", espero equidade e que o apliquem também a José Sócrates no caso das escutas com Armando Vara, sugerindo que estas sejam tornadas públicas. Afinal de contas, quem não deve, não teme, não é?
Para perceber porque sou absolutamente contra os chips RFID nas matrículas de veículos automóveis, remeto-o para a leitura deste texto: Chips RFID nas matrículas de veículos automóveis: considerações.
El placer está en tus manos
«Mãos à obra
Miguel Esteves Cardoso - 2009-11-17
Aqui ao lado, na Extremadura com X, a Junta ensina os jovens a masturbar-se. Vinha, por assim dizer, no PÚBLICO de anteontem. Valem os trocadilhos rascas porque a campanha chama-se El placer está en tus manos - manos no sentido não-incestuoso, claro. Destina-se aos jovens entre os 14 e os 17 anos. Se calhar, porque os de 13 ainda são novos de mais para aprender e os de 18, mesmo sem campanha, já conseguiram dalgum modo descobrir.
Apesar do placer de fazer pouco da iniciativa estar nas minhas mãos, sou obrigado a louvá-la. Há uns anos descobri na Internet muitos vídeos médicos que ensinavam a respirar. Num minuto, aprendi a respirar melhor. Mas a coisa mais importante que aprendi é que quase ninguém sabe respirar (Como não expelimos totalmente o ar velho dos pulmões, nunca conseguimos enchê-los de ar novo).
Aprende-se sempre alguma coisa pela simples razão que cada um de nós sabe pouco acerca de tudo. Há com certeza mil maneiras de bater punhetas que desconhecemos - e uma ou duas delas até podem ser boas. Nos filmes americanos, por exemplo, a masturbação masculina está sempre associada a uma loção. E alguns ingleses sentam-se em cima da mão até ela adormecer, para imaginarem que é a mão de outra pessoa.
A puberdade leva à loucura hormonal e, mesmo que não ensinasse nada de novo aos loucos e às loucas adolescentes, pelo menos o carácter oficial da campanha contribuirá para remover qualquer culpabilidade - e mesmo um pouco daquela constante tesão.», in Público
A beleza do formalismo
Março (vários dias) - Escutas da PJ no caso Face Oculta registam telefonemas entre Armando Vara e José Sócrates. As conversas que o DIAP de Aveiro considerou mais relevantes versam sobre a venda da TVI e questões financeiras do grupo Global Notícias. in PúblicoAh!, esperem lá, o que está em causa é «o conhecimento oficial e o conhecimento prévio». Assim, está bem, fico tranquilo. Sócrates pode ter ajudado o «amigo Oliveira» mas nada fez (oficialmente). Então mas assim mesmo que oficiosamente, não se lhe pode aplicar a mesma medida que Santana Lopes levou por menos?
Transformar pensamentos em tweets *
* Piada de ocasião: isto é fácil, um tweet apenas tem 140 caracteres. E para algumas pessoas é mesmo trivial: basta manda uma mensagem vazia.
Arrogância absoluta
As amizades escolhem-se
Post dedicado aos votantes no amigo Sócrates
Carga fiscal: um aumento pela calada
Pedro Pereira - 2009-11-11
Mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses
No Diário da República de 16 de Setembro de 2009, já em período pré-eleitoral, foi publicada a Lei n.º 110/2009 - o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social - sem que a comunicação social em particular, e a opinião pública em geral, lhe tenham dado a devida importância, e que na prática vem promover o aumento de impostos, ou melhor, neste caso, um aumento significativo das contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores e das empresas.
A leitura deste documento suscita (ou deve suscitar) enorme preocupação. Já em 2010, e de forma progressiva até 2012, as contribuições para a Segurança Social irão aplicar-se a todos os tipos de rendimentos auferidos: salário (o que obviamente já acontecia no passado), mas agora também ao subsídio de almoço, às participações nos lucros, aos bónus, às viaturas, às despesas de representação e às ajudas de custo.
Se por um lado se pode considerar como justo e razoável o aumento do "perímetro" de rendimentos sujeitos a tributação, ajustando-o à prática remuneratória, o que não é justo nem razoável é que o trabalhador e a empresa vejam os seus descontos aumentados, sendo que, no caso do empregador, tal aumento vai repercutir-se directamente nos custos do factor trabalho (qualificado, na grande maioria dos casos), com repercussões directas na competitividade das empresas; quanto ao trabalhador, não terá qualquer contrapartida ao nível da sua pensão de reforma.
Vejamos. Para as empresas, o que esta alteração legislativa implica é um forte incremento dos custos dos quadros qualificados, pois, como é sabido, o peso destes fringe benefits na remuneração dos trabalhadores é significativa. Assim, desta forma os descontos para a Segurança Social vão aumentar substancialmente, tanto mais quanto maior o peso destas variáveis (os referidos fringe benefits) em relação ao salário na remuneração total do trabalhador. Como será difícil às empresas reduzir e/ou alterar estes benefícios, o que elas vão enfrentar é, num contexto particularmente adverso como o que hoje vivemos, um aumento dos seus custos, o que pode pôr em causa a sua (frágil) sustentabilidade financeira e degradará a sua competitividade.
Por outro lado, para os empregados, a reforma também não lhes traz qualquer vantagem. Para todos os trabalhadores que entraram no regime de Segurança Social antes de 2001, a sua pensão de reforma é calculada tendo como limitação o valor de 12 IAS (indexante de apoios sociais - aproximadamente o valor do salário mínimo). Assim, o resultado prático das alterações agora introduzidas é muito simples: o trabalhador irá descontar mais, o que pode não se traduzir em qualquer benefício na sua pensão de reforma que continuará limitada aos 12 IAS.
Em suma, mais uma vez o Governo encontrou uma forma de aumentar a carga fiscal sobre os portugueses e mais uma vez essa subida não nos trará qualquer benefício, destinando-se apenas a alimentar a pesadíssima máquina do Estado. Economista
Os direitos dos outros
O degredo dos tempos modernos
José Vítor Malheiros - 2009-11-10
O Conselho Europeu e o Parlamento Europeu alcançaram na semana passada um acordo que visa reduzir o download através da Internet de obras sujeitas a direitos de autor sem que sejam pagos os respectivos royalties.
A directiva ainda tem de ser confirmada pelo Parlamento Europeu, mas ela deverá permitir que um utilizador possa vir a ser impedido de aceder à Internet como sanção. Os termos em que isso acontecerá ainda não são claros. De facto, ainda que o acordo estipule que o corte do acesso à Internet "respeitará os direitos individuais", não é ainda claro que ele passe obrigatoriamente por um juiz.
Que o corte do acesso só tenha lugar após uma decisão judicial que prove a responsabilidade do autor do acto, parece uma obrigação elementar. Mas é significativo dos tempos que vivemos e do ataque aos direitos individuais que haja quem defenda que a sanção seja aplicada pelos fornecedores de acesso à Internet (ISP), sem mais considerações, a todos os que possam parecer estar a infringir a lei.
Que a nova norma será difícil de aplicar é evidente. Basta pensar num computador doméstico, usado por todos os membros de uma família. Se o corte do acesso for decidido unilateralmente pelo ISP, sem processo e sem direito a defesa nem exigência de prova, tratar-se-á de uma prepotência inaceitável que justificará as mais violentas reacções de rejeição por parte dos utilizadores.
Mas mesmo que haja um processo judicial, como se tentará provar a responsabilidade de um dado membro da família? Para isso ser levado a cabo não podemos senão imaginar uma profunda devassa da vida privada de todos os elementos da família - interrogatórios separados com acareação? Estímulos à delação? Interrogatórios aos amigos para confirmar as preferências musicais de cada membro da família?
Ou será que se prescindirá da responsabilização individual e se criará a nova figura de "responsabilidade familiar", condenando todos os membros da família ao exílio da Internet?
E isto para além de uma questão prévia não menos importante: como sabem os ISP que alguém, através daquele computador, está a fazer download de um dado filme ou de um dado CD senão através de uma devassa da sua vida privada? Não se perceberá que, em nome da defesa dos direitos de autor, se estão a destruir princípios que não são menos importantes?
Quando os ISP (e outras empresas) nos diziam que, de vez em quando, davam uma olhadela ao nosso tráfego sempre nos juraram pela sua saúde que apenas o faziam para obter estatísticas e para detectar problemas técnicos e sempre nos garantiram que nunca tentariam saber o que fazia cada utilizador individual. A nova directiva vem provar que todas essas promessas e protestos eram falsos. Se não o fossem, os ISP estariam na primeira linha da recusa da nova norma europeia.
Que a nova norma se vai revelar inútil todos o sabemos. Há mais de uma maneira de esfolar um gato - ou de aceder a música e filmes com direitos sem pagar um tostão. A lei será, quando muito, um incentivo a formas mais sofisticadas de pirataria. Que a nova norma é injusta (e insensata) também sabemos. Os piratas que a indústria estupidamente persegue constituem o grosso dos compradores das obras de autor.
Mas o que a nova norma não esconde é o conceito que permeia de forma cada vez mais violenta as nossas sociedades: em nome da defesa dos direitos das empresas, todos os atropelos aos direitos individuais são permitidos.
A Internet não é hoje uma forma de entretenimento. É o meio através do qual se exerce uma parte fundamental da cidadania. Amputar um cidadão dessa ferramenta constitui uma punição semelhante a um degredo, uma negação do exercício de direitos cívicos fundamentais.
Agora estão a levar os nossos vizinhos e não ligamos. Um dia virão buscar-nos a nós e será tarde.
Separados à nascença
Labels: agricultura , gracinha , justiça , saúde
O Chefe
Novo Programa de Português e a TLEBLS
Quando se poderia pensar que a TLEBS tinha sido enterrada juntamente com a anterior equipa do ME, eis que o zombie se ergue da tumba para nos perseguir de novo, numa prova acabada de que as máquinas ministeriais estão muito para além das cabeças da hidra. Foi o que fiquei hoje a saber por António Jacinto Pascoal numa crónica do Público.Dicionário Terminológico - voltar à vaca fria
António Jacinto Pascoal - 2009-11-08
Agora, que as águas estão mais calmas, no que concerne a questões de linguística, surge-nos de chofre o Novo Programa de Português (NPP). Poderíamos pensar que estaríamos descansados em relação à arqui-designada TLEBS (Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário), porém, para quem não sabe, o NPP traz à colação o Dicionário Terminológico, nova designação para a tal terminologia linguística.
Os bloqueios na justiça
«O mais sinteticamente que consigo aqui te deixo, só duas das razões para explicar o estado da justiça, já que fazer uma análise mais aprofundada não cabe no âmbito dos comentários:
1º - O excesso de garantias processuais do Código de Processo Civil, quer do Código de Processo Penal.
Em Penal (é só analisar resumidamente os códigos para ter essa percepção) há demasiadas garantias para os arguidos em detrimento das vítimas. Por estranho que possa parecer as garantias dadas às vítimas são quase nulas se comparadas com as garantias de defesa dos arguidos.
2º - Não serve de nada, dar aos tribunais mais "fornadas" de juízes e procuradores, se não forem acompanhadas de iguais fornadas de oficiais de justiça.
É que, se os processos deixam de estar parados nos gabinetes dos magistrados, passam a estar parados nas secretarias por falta de quem os cumpra ou conclua.
A verdade é que os horários de trabalho dos oficiais de justiça, que acompanham os das secretarias (9-12.30h e 13.30-17 h) são todos os dias ultrapassados por necessidade de serviço (para o ter minimamente em dia, ou porque as diligências se arrastam), sem que para tal haja a necessária compensação monetária. Ou seja o oficial de justiça, é literalmente “obrigado” a trabalhar fora do horário de serviço, por conveniência do mesmo, sem que para tal seja pago (a título de exemplo basta ver a que horas acabam os mais mediáticos casos em fase de julgamento ou os interrogatórios judiciais).
*Por estranho que possa parecer para os arredados deste meio, Direito nem sempre é sinónimo de Justiça. (bem… o debate desta questão não tem cabimento numa caixa de comentários)»
Muro de Berlim: fugas para a liberdade
Documentário muito interessante. Inclui a fuga dos três irmãos, na qual o primeiro era soldado junto ao muro, tendo estudado um caminho para atravessar a terra de ninguém; chegado ao outro lado, ajudou o irmão que disparou uma flecha para fazer passar um cabo de aço que lhe permitiu deslizar para o outro lado; e finalmente os dois irmãos montaram dois ultra-leves para voarem de novo para o outro lado e trazerem o terceiro irmão. Notável!
Um outro vídeo com interesse é um documentário americano sobre o primeiro ano de existência do muro: The Wall (1962) / Berlin Wall Documentary Film Video.
A ler
Um texto notável de Isabel Moreira
Olhar para o lado
Apesar da espuma dos dias políticos, um dos maiores problemas portugueses, a justiça, não foi prioridade política do anterior governo e nem o é do actual. Porquê? Porque é que se gastou uma legislatura com condições únicas a bater numa classe profissional que se esperava não oferecer resistência em vez de se enterrar o cadáver da justiça?
Assim continuando, nas próximas legislativas terão passado oito anos e meio sem que o estado consiga resolver coisas tão simples como, só para citar um exemplo, pôr na rua um inquilino que não paga a renda. E no entanto as alternativas existem. Os americanos conseguiram em sete meses acusar e julgar Maddoff pelos crimes que cometeu. É mais do que tempo para os 230 deputados e um governo começarem com seriedade a resolver um dos maiores impedimentos ao desenvolvimento do país.
As faces ocultas
«Manuel Godinho, presidente da empresa de tratamentos de resíduos envolvida no processo 'Face Oculta', beneficiou de uma extensa rede de gestores ligados ao PS para conseguir os melhores negócios em várias empresas participadas pelo Estado.
O DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) do Baixo Vouga e a Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro entendem ter provas de que Armando Vara, vice-presidente do Banco Comercial Português (BCP), juntamente com os gestores Lopes Barreira (Consulgal), Paiva Nunes (EDP Imobiliária), Paulo Costa (Galp) e António Contradanças (Empoderf), Carlos Vasconcellos (Refer), José Penedos (presidente da Rede Eléctrica Nacional) e Paulo Penedos (assessor da Comissão Executiva da PT) ajudaram de forma ilegítima Manuel Godinho e o seu grupo O2 a ganharem concursos públicos naquelas e noutras empresas.» ler mais no Sol
- Como é que isto anda em investigação, não se sabendo nada e em certo momento vai tudo parar aos jornais? Cherchez la femme...
- O rol de empresas envolvidas em que o estado tem participação é notório. O argumento de uma certa esquerda a favor das nacionalizações revela-se, também por isto, imprudente. E note-se que aqui estão nomes do PS mas isso é meramente circunstancial. Os do PSD já por aqui - ou por outros lados - passaram e passaram outros nomes associados a quem sirva o poder em certo momento. Façam-se leis ou reforcem-se meios, pouco importa. O mal só acaba cortando-o pela raiz e isso significa reduzir, se não eliminar, a presença do estado nos negócios.
- Quantos anos vamos andar a verter tinta nos jornais enquanto a justiça faz de conta que funciona? E quanto, por fim, tudo terminar, vão os jornalistas fazer um balanço do que foram escrevendo e dizendo?
Vara, o caso de sucesso das Habituais Oportunidades
Vacinar os partidos
Graça Freitas [subdirectora-geral da Saúde] sublinha que os partidos "fazem parte da nossa democracia e devem ser vacinados". DN
Salta à vista que sem partidos estávamos todos a ir ao fundo, portanto a prioridade justifica-se.
Novo começo, com esponja
URL das notícias relacionadas:
http://publico.pt/1407731
http://publico.pt/1407689





























