a política na vertente de cartaz de campanha

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PGR: comunicadomania

Na página da PGR existem quatro comunicados referentes a 2009.

10-Janeiro Caso Freeport
29-Janeiro Caso Freeport
09-Fevereiro Resolução do CSMP
31-Março Comunicado

Todos eles são sobre o Caso Freeport. Quando o PGR faz um comunicado sobre o processo Freeport, isso é ou não é uma forma de pressão sobre quem investiga o caso?


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Manifesto Anti-Sócrates



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Burro de carga

Palavras do Ministro dos Subsídios, Vieira da Silva, hoje na Antena 1: por dia, o estado está a fazer pagamentos em prestações sociais no valor de 20 milhões de euros. Acreditando nestes números, isto são cerca de 600 milhões por mês. Ou cerca de 7.3 mil milhões de euros por ano.

Qual é o número de contribuintes em Portugal? Ora aqui está um dado que tive dificuldade em arranjar. Segundo o site do PS, «o número de contribuintes em 1998 foi de cerca de 3.5 milhões» (citando um artigo publicado no Acção Socialista - 27.01.2000). Bom, isto é um número com 11 anos mas a população portuguesa tem-se mantido estável e, além disso, não pretendo exactidão - apenas uma ordem de grandeza.

Portanto, fiquei a saber que hoje paguei a módica quantia de 5.71 € em prestações sociais. Fico também a saber que, ao fim do mês terei pago 171.43 € em prestações sociais. E que ao fim de um ano terei pago 2,085.71 € em prestações sociais. Números aproximados, note-se.

Atendendo a que a única prestação social que recebi até agora foi o abono de família em criança (migalhas) e que, como tudo leva a crer, quando chegar à reforma é mais do que possível que não haja dinheiro para ela, estou a ser um pagador líquido das benesses de uma multidão.

Solidariedade? Ah pois, a vida custa a todos. Custou-me chegar aqui e custa-me ficar aqui. Custou-me e custa-me porque me exigiu e exige esforço e trabalho. Não me sinto especial. Por isso, se aqui cheguei, porque não podem outros fazer o mesmo?

A solidariedade é muito bonita, especialmente quando não é paga pelo próprio.


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Campanha branca

Sócrates considera que ministra da Educação fez bem em "nunca ceder"

E a manta de retalhos em se transformou a palhaçada da avaliação não conta? Depois há tipos com lata para falarem em campanhas.


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Duas perguntas de algibeira

1. A Justiça é ou não um assunto de Estado?

2. Porque é que há décadas não há governo que acabe com a dormência da justiça?

No meu entender, as respostas são óbvias. As obras e os subsídios
compram mais votos do que uma justiça eficaz. Além disso, uma justiça
que não funcione permite muito mais facilmente governar a vida e
arranjar financiamento partidário. O qual permite ganhar eleições sem
que se volte a mudar uma palha na justiça. Simples.

Os portugueses aceitam e votam nestes políticos, logo têm o que
merecem. Por empatia, desculpam-nos como o fazem a quem dá o golpe à
sua frente na fila do trânsito: mesmo que buzinem, no fundo admitem
que poderiam estar no papel inverso.



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A fantasia dos bilhetes TGV Lisboa-Madrid a partir de 10 euros

Na Easyjet, como se pode ver nas imagens: Lisboa-Madrid, bilhetes a partir de 9.49€ (taxas incluídas).

Ao que parece, segundo o IOL, e já repetidamente anunciado pelo Governo:

TGV: bilhetes a partir de 10 euros

Lisboa-Madrid vai custar 100 euros e Lisboa-Porto 40 euros


(e também no CM, no Diário Económico e mais nuns quantos)

Isto é, o preço mínimo de um serviço a criar e que nos custará uma fortuna - paga por nós e por quem vier - fica sensivelmente ao mesmo preço mínimo de um serviço que já existe e que não precisa de um tostão de investimento.

Quanto ao preço médio dos bilhetes, que dizem andar pelos 100 euros, continua a dificuldade em competir com o preço médio da viagem de avião. Isto sem olhar ao ao custo de investimento para ainda dar alguma hipótese ao TGV!

Depois há ainda essa duplicação da linha do norte para fazer o regional Lisboa - Porto. Atendendo às paragens intermédias previstas para Leiria, Coimbra e Aveiro, só em pequenos percursos será possível atingir a velocidade de pico. Vale a pena rasgar o país novamente ao meio, gastar outra fortuna, duplicar a actual linha de alta velocidade para ganhar meia hora e gastar os mesmos 40 euros num bilhete?

É isto o auspicioso futuro com que os nossos cobradores de impostos nos acenam? Que se lixem os simplex e as modernidades, prefiro então o presente.

Dirão alguns: ah e tal, o TGV é mais ecológico. Mas será melhor não esquecer que o TGV não anda a ar! A electricidade tem que vir de algum lado e, por mero acaso, grande parte da produção vem da energia fóssil.


PS: atente-se na mensagem de erro na última imagem. Aparece ao pretender fechar a página da CP, depois de ter clicando numa das viagens. Operação proibida? Há atitudes em certas empresas que nunca mudarão.


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Revelam-se as verdadeiras razões para os chips nas matrículas

Ministro do Ambiente admite portagens para entrar nas cidades de carro

Outras que veremos em breve:
  • cobrança automática de estacionamento na via pública;

  • entrada em cidades ou em zonas específicas das cidades;

  • SCUTs;

  • ICs e vias rápidas actualmente sem portagens;

  • portagens diferenciadas em função do dia / hora / local (exemplo: pagar uma taxa para entrar em Lisboa ao domingo e outra à segunda-feira).
O carro e os custos associados é - e continuará a ser - das maiores fontes de receitas (impostos) para governos comilões.


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A caminho da URSS *

Estado suportará 90% do salário dos trabalhadores que fizerem formação profissional

Parece que na URSS o sistema ruiu. Cá, depois das eleições, vai correr muito melhor.


* ou campanha eleitoral paga com impostos


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Caminhos feitos com grosas

Vasco Pulido Valente, hoje no Público:

«Entre o gabinete do coordenador de Segurança e o MAI, o Relatório de Segurança Interna foi estranhamente alterado. Um exemplo: segundo o relatório, o número de "ocorrências" (presumo que de carácter ilícito) no interior e no exterior da escola aumentou em 2008 18 por cento; segundo o MAI, e a sra. ministra da Educação, não aumentou "mais" do que 14 por cento. Não há estatística que não diga o que lhe querem fazer dizer, mas seria simpático que o MAI e a sra. ministra de Educação nos viessem explicar o que pretendem fazer dizer a esta estatística em especial e por que razão atribuem tanta importância aos 4 por cento que mandaram desaparecer ou que desapareceram por si para deleite do Governo. Para qualquer pessoa, 14 por cento já é suficientemente mau e 18 por cento não excitaria de certeza o sentimento de que não existe segurança na escola. Sobretudo, quando a televisão e os jornais contam quase dia a dia histórias de uma violência crua: o professor esfaqueado, o professor agredido, o professor ameaçado (em vídeo) por uma pistola.
Mas suponho que a dra. Maria de Lourdes Rodrigues tem uma capacidade única para se consolar (pelo menos, 4 por cento) da catástrofe em que afundou o sistema de ensino e que o MAI, talvez por uma questão de princípio, nunca admite o fracasso de operações da "casa", como a operação Escola Segura, que, com a criminalidade a crescer a 18 por cento, ficaria com muito má cara e, a 14 por cento, fica pouco acima da média da incompetência nacional, o que não envergonha ninguém. De qualquer maneira, nem os partidos políticos, como o CDS, nem o próprio Sindicato dos Profissionais de Polícia acreditam no relatório de segurança e os portugueses continuam a engolir a ficção de Portugal que o sr. primeiro-ministro acha que eles merecem.

Sucede que, apesar das contorções do MAI, não resta a menor dúvida de que a criminalidade, e não só a escolar, de 2008 foi a maior desde 1998 (o que não significa quase nada, porque o público deixou de se queixar à polícia) e de que o plano de "reestruturação das forças de segurança", tão propagandeado pelo eng. Sócrates, teve um efeito deletério. Em 2008, houve (que se saiba) mais 24.000 casos de crime violento (11 por cento) e armas de fogo começam agora com frequência a ser usadas, mesmo em pequenos delitos, por gente muito jovem. Claro que o Governo não vê nisto qualquer motivo para se acusar e em 2009 outro relatório, devidamente empacotado, sossegará o país.


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Educação inclusiva

Os do CCB têm uma educação inclusiva: não deixar ninguém de fora.


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Um apagão perto de si

earth day

gracinhas anteriores


Tudo começou numa campanha e alastrou à matéria, que agora também se tornou negra. Ainda não há reacções oficiais mas aqui no Fliscorno, nós sabemos. Foi naquela experiência no CERN em que ligaram o Grande Acelerador. Os circuitos de tunning, comprados numa loja de Massamá, estavam optimizados para a Vasco da Gama e, naturalmente, baralharam-se nos túneis da Suíça. Quando em Setembro do ano passado o disjuntor do acelerador ligou a fase ao neutro, um problema na ligação à terra criou uma disrupção cerebral na classe política portuguesa e fez o processo Freeport sair da gaveta, largando uma nublosa de poeira maior do que a Via Láctea que atingiu o Sol em cheio e a TVI em particular. Desde então, tem a campanha da matéria negra alastrado e hoje tornou-se mundial com o Cristo-Rei de Almada a ficar às escuras durante uma hora. Antecipa-se que a selecção da bola também adira à iniciativa e, é garantido, Portugal continuará sem ideias brilhantes, já que consomem electricidade demais para o novo designío nacional dos painéis solares anti-crise. Há uma campanha negra a decorrer, sim senhor, ele tem razão e sabe do que está a falar. Alguém, por favor, que acenda uma velinha.


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Sua Excelênca, o Primeiro-Ministro atrasado

Sócrates e Fernanda Câncio vaiados no CCB

«Plateia da sala de espectáculos de Lisboa reagiu com indignação ao atraso do primeiro-ministro e da jornalista Fernanda Câncio, que adiou meia hora o início da ópera Crioulo.

O primeiro-ministro, José Sócrates, e a jornalista Fernanda Câncio receberam uma vaia geral quando entraram esta noite atrasados no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB). É que os espectadores ali presentes não gostaram de ter de esperar a chegada de Sócrates para se dar início à ópera Crioulo, que por causa do sucedido atrasou meia hora.

A ópera de António Tavares e Vasco Martins - cuja estreia fica marcada pela indignação de uma sala cheia -, está em cena hoje e amanhã.» No Expresso Online


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O ministério que funciona ao contrário

Ministério investiga escolas sem casos de violência


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Coitadinhos e professorzecos

«A oposição está preocupada com os que não cumprem. Com o que vai acontecer aos coitadinhos que não cumprem a lei", ironizou o secretário de Estado Adjunto e da Educação(...)?

«"Face à incapacidade dos deputados, importar-se-ia de ler o artigo da lei que torna obrigatório a entrega dos objectivos individuais. E o artigo que diz que o conselho executivo pode substituir o professor na realização desse procedimento", pediu, por exemplo, a deputada Luísa Mesquita, sem obter resposta


Se estes idiotas tivessem vergonha na cara abandonariam o cargo depois desta infeliz atitude. Depois há aquele que faz o choradinho que é insultado nas manifestações de rua. Palhaçada.


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Big Show Parlamento

Depois da governação Powerpoint, inaugura-se hoje o Big Show Parlamento. Desapareceu também a possibilidade de um sismo mandar aquilo a baixo de vez, o que dizem ser uma vantagem.


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Poker dos nomes

Momentos Polaroid - Poker do Provedor de Justiça

PS só leva a votos Jorge Miranda
se tiver garantia prévia de aprovação


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Louvores

Foto feita em 2005, depois do grande incêndio que alastrou por Louriçal e arredores

Que arda tudo até nada restar
. Vivam os incendiários e o estado que não limpa as matas. Louvores às empresas de meios aéreos e ao seu negócio. Dêem-se graças ao tempo quase quente que já permite incêndios.

Das cinzas nada nascerá mas também nada mais arderá!


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Economia socialista.

Como contribuinte, sou dono de 50% da economia nacional e, no entanto, não ganho um tostão com isso. Bem pelo contrário, só me deixa mais pobre.


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E o tal "mais rendimento disponível"?

Citando Sócrates:

Ah e tal, ninguém podia prever uma crise desta dimensão, têm-se desculpado dos do governo. No entanto:


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O primeiro ministro Freeport

O Google não sabe tudo mas sabe o que as pessoas mais procuram. O Primeiro-Ministro Sócrates arrisca-se a ficar conhecido como o primeiro ministro Freeport.


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O sal no pão: Bruno Nogueira

«Eu acho graça - e também acho alguma piada, aos deputados legislarem assim sobre o pãozinho que metemos para a boca. Eu olho para as bancadas e o que vejo é, salvo raras excepções, colesterol de gravata, artérias inchadas e ventrículos a darem de si. O excesso de peso dos deputados dava para outra assembleia.» in Tubo de Ensaio 17.Mar.09

Ouvir aqui.


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Assim falou Sócrates

O homem que se vitimiza dizendo-se vítima de uma campanha negra e queixando-se de ser insultado na "rua" é o mesmo que classifica como "birra" o facto do PSD não concordar com o PS na questão do Provedor de Justiça. Viva a coerência da gelatina.


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Legislar sobre a cor de lei da água da chuva




Na sequência deste contraditório, aqui fica o respectivo vídeo. É uma sátira, de humor fraquinho, ao spot original da Antena 1.


PS: ali na barra lateral passou a existir uma geringonça do Youtube com os vídeos do Fliscorno.


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Pela net: humor refinado

Campanha no blog Ordem dos Titulares:
Angariação de fundos para tentar contratar o Dr. JOÃO PEDROSO


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Contraditório

Apesar de perceber a manipulação, não vejo porque há-de o spot ser censurado:  começada a censura, pára-se onde?

Por outro lado, temos visto a ERC e o ministro da propaganda, em outras alturas, muito preocupados com o contraditório. Até houve leis ou regras, não sei precisar, quanto às obrigatoriedades do contraditório.

Bom, mais do que a censura, basta-me o contraditório a este spot.

Até posso sugerir um spot:

Um sujeito ouve as notícias na rádio. Está a passar uma sessão do parlamento. O sujeito pergunta «Então, o que estão agora a legislar?» Responde Eduarda Maio «Que importa? Estão a legislar contra si.»


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Petição: é a brincar, tal como esta lei


Assinar Pelo Voluntariado na Política
(instruções para obter este contador: clique aqui)

O que parecia a parvoíce completa passou a lei. Bom, é possível que isto nem seja contraditório. Há uns textos lancei uma petição. É a brincar mas se esta lhe der um sorriso já valeu a pena. Aqui fica o texto:

http://www.petitiononline.com/voluntar/petition.html
Pelo Voluntariado na Política
As grandes iniciativas são de aplaudir. E as grandes iniciativas majestaticamente altruístas são de incentivar, depois de aplaudidas. Sua Excelência o Secretário de Estado da Educação, de seu nome Valter de Lemos, com o seu projecto de despacho para recrutar professores reformados para trabalho voluntário nas escolas, inspirou-nos. Professores que tenham abandonado o ensino por via duma reforma antecipada poderão tranquilizar a sua consciência face à fuga prematura, mesmo que a perda material não seja reposta. Para se sentirem mesmo re-integrados, até terão igualmente direito a avaliação no final do ano lectivo.

Como medida genial que é, cuja superior grandeza apenas não foi suficientemente sublinhada face ao carácter humilde do seu criador, entendemos que a bem da Nação não pode ficar limitada a esta área profissional. O voluntariado é nobre; é desinteressado; e é barato! É em consequência desta observação que vêm os signatários desta petição solicitar que esta Assembleia estenda este brilhantismo aos gestores públicos e ministros, sem esquecer todos os cargos de nomeação pública. Dêem, por favor, hipótese de redenção a todos quantos pretendam desempenhar os seus cargos sem a maçada de uma remuneração mensal.

Pelo País, pela abnegação mas sobretudo pelo nosso bolso, que esta Assembleia institua o regime de voluntariado entre a classe política. Sem esquecer a avaliação anual, naturalmente.


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Twiterfeed



http://twitterfeed.com é um serviço para lançar os posts do blog no Twitter. Para ver o resultado, dar uma olhada no meu Twitter: http://twitter.com/fliscorno É um serviço que uso há algum tempo e é de tal forma transparente que agora, querendo recomenda-lo, precisei de fazer uma busca no Google para encontrar o respectivo site.

Nota: os posts com dicas sobre o blogger podem ser encontrados com a categoria blog: http://fliscorno.blogspot.com/search/label/blog


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No DN: Portugal hipotecado ao exterior

«A economia portuguesa está hipotecada ao exterior. A dívida externa representou no final do ano passado 97,3% da riqueza gerada (PIB), de acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.»

Muito se tem falado do défice nas contas públicas mas.... e a dívida externa?! 97.3% do PIB?! Para pagarmos o que devemos ao estrangeiro, ignorando os juros, teríamos que todos trabalhar um ano inteiro para esse fim! É obra.

Por isso, ainda mais espanta essa falsa proposta algumas pessoas não pagarem metade da prestação da casa durante dois anos, já que esta iniciativa é mais um contributo do estado para o aumento do endividamento.


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DN - novo site

O DN tem nova cara. Parabéns pela mudança que só peca por tardia. Curiosamente, usam a mesma funcionalidade de galerias que estou a preparar para aqui para o Fliscorno.


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Quanto custa cada voto?

P$

gracinhas anteriores



Bom, ainda não percebi bem quanto se vai estoirar na compra de votos. Escreve a TSF:

«De acordo com o chefe do Governo, as novas medidas de apoio às famílias vão custar ao Estado 100 milhões de euros, prevendo o executivo ainda gastar este ano 150 milhões de euros na moratória relativa às prestações de crédito à habitação.
Ainda segundo a TSF (sem link, ouvi no noticiário) prevê-se que 300 mil pessoas venham a usar este benefício.

Assim sendo e se bem percebi, o total da despesa será 250 milhões de euros mas o referente a este medida maravilha (da prestação da casa) e que abrangerá os tais 300 mil eleitores cidadãos é de 150 milhões de euros (os referentes à moratória).

Assim cada um dos 300,000 mil eleitores cidadãos receberá

150,000,000.00 € / 300,000 =500  €

500 euros é quanto o PS vai pagar por cada voto, usando o dinheiro público, para comprar os votos que lhe tragam a maioria absoluta.

Obviamente que há marosca nestes números. 500 € dará para um mês ou dois meses de prestação! E Sócrates gabou-se dizendo que os beneficiários desta medida poderiam dela usufruir até um período máximo de 2 anos.

Conclui-se que
a) ou isto vai custar muito mais do que 150 milhões de euros;
b) ou o número de beneficiários será bem inferior;
c) (adenda) ou estes 150 milhões não serão para pagar metade da prestação da casa mas sim para permitir adiar o pagamento durante dois anos.


Então, ó senhor engenheiro, precisa duma calculadora? Ou será que nós é que precisamos dum polígrafo?

Note-se que fica mais barato Valentim Loureiro, se bem que pouco, a dar televisões e frigoríficos.

Adenda
Afina não fui o único a não perceber. Nas televisões limitaram-se a repetir o comunicado de imprensa mas hoje no Público há mais qualquer coisa sobre o assunto:
«Está em causa um adiamento do valor da prestação, que começará a ser pago a partir de Janeiro de 2011 e por um prazo que, segundo informação do Ministério das Finanças, poderá ser igual ao restante empréstimo. Regulamentar a medida e definir detalhes com a banca vai demorar algum tempo, pelo que as famílias que venham a aderir poderão beneficiar de um ano e meio de reduções ou pouco mais.»
Ora isto não tem absolutamente nada a ver com a mensagem ontem repetida sobre não pagar metade da prestação da casa. Não é o engenheiro que precisa duma calculadora, somos nós que precisamos mesmo de o ter ligado a um polígrafo.


Já agora, fica um número para memória futura, presente no mesmo texto do Público: «Em 2008, o Estado gastou um total de 1432 milhões de euros em prestações às famílias. » Isto é, dividindo pelos 10 milhões de portugueses, o estado deu 143,2 euros a cada um. Como alguém tem que pagar isto, os números são absolutamente diferentes... Eu que o diga, que não recebi um tostão.


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Estoirar até ao fim (2)

(100 + 150) milhões de euros é quanto custará comprar os votos dos que perderam emprego. Falta saber quantos eleitores estão abrangidos para se perceber qual é o preço de cada voto.

fonte: Antena 1


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Estoirar até ao fim

Obras públicas sem concurso, comprar a banca e restante economia e agora comprar os que perderam emprego. Estoirar até ao fim até ganhar a maioria absoluta, custe o que custar.

Foi para isto que nos extorquíram mais impostos durante três anos?! A vida custa a todos, inclusivamente aos que têm emprego!


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Extorsão

Imagem daqui, via texto no Montijo Terra Portuguesa.

Fui apanhado numa operação de caça à multa* porque tinha deixado passar o prazo de inspeccionar o veículo (por dias!). "Ah sim, a lei é para cumprir", disse-me o simpático polícia. Só não lhe perguntei se já foram multar as gasolineiras das autoestradas que ainda não têm painéis com os preços dos combustíveis porque a possibilidade de ser multado por desacato à autoridade seria elevada. Isto só para citar um exemplo na dualidade com se aplica a lei que, dizem, é para cumprir. Aceito perfeitamente que tenha sido multado: estava em incumprimento. Repudio, no entanto, a facilidade com que a uns é perdoado o incumprimento quando ao zé ninguém a mão de ferro é implacável. Estado de direito uma ova.

Foi a minha contribuição adicional, de 250 euros, para os buracos da banca, das derrapagens nas obras públicas, para pensões milionárias, rendimentos mínimos e mais uma miríade de coisas que o meu trabalho - e agora esta multa também - paga.

* Sim, caça à multa. Em conversa com outros condutores fiquei a saber que em outros pontos havia várias operações a decorrer (radares e operações stop). E é sabido que a polícia tem objectivos a cumprir no que respeita a cobrança mensal de multas. Isto diz tudo.


Quanto à caça à multa, este texto no Correio da Manhã é elucidativo:


27 Outubro 2008 - 22h00

Orçamento: Números dos primeiros nove meses do ano mostram

Caça à multa dá 216 mil euros/dia

O Estado arrecadou 58,4 milhões de euros, entre Janeiro e Setembro deste ano, em multas do Código da Estrada, mostram os números mais recentes da Direcção-Geral do Orçamento.



As infracções praticadas pelos condutores nos primeiros nove meses do ano já renderam mais quatro milhões aos cofres do Estado do que as multas cobradas no período homólogo. Há um ano, as coimas aplicadas totalizaram os 54,4 milhões de euros, o que equivale a uma subida de sete por cento entre 2007 e 2008.

Feitas as contas, as transgressões na estrada renderam uma média de 216,3 milhões de euros por dia até ao terceiro trimestre do ano. Aliás, em termos globais, o total das taxas, multas e outras penalidades aplicadas nos primeiros nove meses do ano já fiz entrar nos cofres do Estado 381,8 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 11,8 por cento face a 2007.

Para Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), de uma forma linear, "é natural que as receitas aumentem". "Havendo uma maior fiscalização, há uma maior receita, pois aumenta o número de prevaricadores", resume o responsável, garantindo que "a fiscalização é cada vez mais apertada".

Ainda assim, para o presidente do ACP, a atitude das forças de segurança não é compreensível. "Continua a haver nas estradas uma atitude de repressão e não de prevenção", diz Carlos Barbosa, sublinhando que "há em Portugal uma permanente caça à multa".

Para o provar, o ACP vai publicar na edição de Novembro da sua revista um trabalho com imagens "caricatas" que mostram a forma como a PSP e a Brigada de Trânsito da GNR fazem a fiscalização das estradas portuguesas [nota do Fliscorno: está aqui]. "Há radares escondidos nos sítios mais extraordinários", garante o responsável.

Entre alguns dos exemplos dados pela revista, o líder do ACP aponta o caso "de um jipe não identificado, estacionado no final da A5, com uma máquina e um radar escondidos atrás de uma placa de sinalização" e o controlo da velocidade na A23, cuja fotografia mostra "um carro da polícia estacionado numa estrada paralela e um cabo com uma máquina e um radar na auto-estrada".

"Se estão numa de facturar não sei, mas estamos num país em que não há prevenção e a caça à multa é uma realidade", conclui Carlos Barbosa.

Na proposta de Orçamento do Estado para 2009, o Governo espera arrecadar 97,4 milhões de euros em multas do Código da Estrada, o que equivale a uma entrada diária de quase 267 milhões de euros nos cofres do Estado.

Aliás, entre taxas, multas e outras penalidades (receitas não-fiscais), o Governo estima amealhar 780,8 milhões de euros, mais 28,6% do que as receitas previstas para este ano.

PORMENORES

PREVISÃO

De acordo com o Orçamento do Estado de 2008, as taxas, multas e outras penalidades devem somar 607,1 milhões de euros até ao final deste ano, uma subida de 12,9% face ao valor registado em 2007.

PENHORA DO ORDENADO

Não pagar uma multa pode desencadear a penhora de contas bancárias, bens e, inclusivamente, do ordenado do infractor. O Estado tem, aliás, usado este mecanismo com maior regularidade.

"PATRULHAS DÃO MAIOR ATENÇÃO ÀS INFRACÇÕES" (José Manageiro, Presidente da APG/GNR)

Correio da Manhã – Considera que existe uma intensificação da caça à multa?

José Manageiro – Não acredito. O que existe são novas opções do modelo de patrulhamento, em que se dá uma maior atenção às infracções.

– Os elementos da GNR são instruídos para passar um grande número de multas?

– Não há indicações explícitas para isso [nota do Fliscorno: isto é falso. É público que existem objectivos mensais a cumprir]. O que se passa é que os elementos são obrigados a autuar quem comete infracções.

– A que atribui, então, este grande aumento nas verbas das multas?

– A intensificação de operações STOP e, também na área da fiscalização rodoviária, o grande investimento realizado na aquisição de equipamentos de detecção de velocidade podem ter contribuído para isso.

– Esta é a postura mais correcta da GNR?

– A actuação é mais repressiva do que preventiva, ao contrário do que defende a APG. O aumento da componente preventiva representa um grande investimento, principalmente em recursos humanos [nota do Fliscorno: e não dá lucro!].



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Twitterberry

http://www.orangatame.com/products/twitterberry

Para os utilizadores do Blackberry. Envia actualizações para o Twitter sem precisar de usar SMS. Outras coisas parecidas: no download.com.


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Help desk medieval



:D

Posted via email from fliscorno's posterous



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Democracia parlamentar

Vital Moreira, hoje no Público:

(...) os partidos políticos detêm o monopólio legal da representação política, através do exclusivo de apresentação de candidaturas, e onde os boletins de voto nem sequer indicam o nome dos candidatos, não tendo os eleitores nenhuma influência na escolha concreta dos deputados(...)

No nosso modelo, os deputados são responsáveis não perante os eleitores, mas sim perante os partidos que os propõem

Em condições normais, esse objectivo [a estabilidade parlamentar] é conseguido sem grande dificuldade, dado que os deputados estão conscientes de que a sua recondução nas eleições seguintes depende do seu alinhamento com a orientação partidária.

(...) num sistema de governo parlamentar como o nosso, a liberdade de voto dos deputados contra o seu próprio partido, em matérias politicamente relevantes (fora os casos de objecção de consciência) [Consciência?! Mas qual? São inconscientes os deputados que votem acefalamente nas outras matérias? Toda a matéria é uma questão de consciência, obviamente], não pode ser considerada como um fenómeno sistemicamente propiciatório. Não apenas por falta de legitimidade política própria dos deputados (eleitos que são em listas partidárias na base de um programa partidário), mas também por exigência da sustentabilidade dos governos, que não podem subsistir sob permanente ameaça de derrota parlamentar às mãos dos seus próprios deputados.

Não sei se VM pretendeu escrever um artigo em defesa do actual sistema político. Todos os argumentos que usa para o defender constituem exactamente o problema da actual degradação política.

No actual sistema político, a figura de deputado resume-se, na interpretação de VM e a qual ilustra o efectivo modus operandi parlamentar, à contabilização de cabeças para fazer passar os programas de governo. Há soluções com igual eficácia e mais baratas para conseguir este mesmo fim! Ah!, sim, também apludem e fazem coro na Assembleia da República.

Cinicamente, os deputados que tão empenhadamente se aprontam para instituir a avaliação profissional em diversas actividades não são, eles mesmos, avaliados uma única vez por quem de direito: o eleitor.


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O bom, o mau e o vilão

No sábado, Sócrates acusou a CGTP de ser o mau. Já ontem, no "Congresso da tendência socialista da UGT (sic)", Sócrates classificou este sindicato como o bom. Quanto ao tempo, prevê-se céu geralmente limpo com vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante leste soprando moderado a forte (30 a 50 Km/h) e com rajadas da ordem dos 80 km/h no Baixo Alentejo, no Algarve e nas terras altas das regiões do Centro e do Sul. Pequena descida da temperatura em especial nas regiões do Sul.


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A coutada

Os partidos olham para o estado como a sua coutada para os habituais tachos. O caso do provedor de justiça demonstra demonstra algumas coisas:
  • Aos partidos o que importa é a distribuição de cargos da administração pública. Até têm regras oficiosas tipo «este é teu mas aquele é meu».

  • Ou o cargo de Provedor de Justiça é de manifesta inutilidade ou este não faz falta num contexto de ausência de justiça em que temos vivido.

  • Fica patente que quatro anos depois, a área que mais precisava de ser mudada ficou na mesma (sim, há mudanças cosméticas). Sem justiça não há economia nem democracia. Sobre a corrupção e os negócios de legalidade estranha.

  • O PS passou quatro anos a bater nos professores para diminuir os gastos com a educação mas pouco lhe importa que a escandeleira económica passe em branco por incapacidade da justiça.
Gentinha que aprova leis ensossas mas que se mostra incapaz perante questões pertinentes.


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O sótão da educação

O sótã da educação
zoom = passar o rato pela imagem

Trabalho de João Pedroso é quase só fotocópias de diplomas legais (...)
Os caixotes de papelão que guardam as pastas encontram-seno chãode
umasala poeirenta, vazia e fechada à chave, do 5.º andar do ministério,
encostados a uma parede, sem qualquer uso ou préstimo.


gracinhas anteriores


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Tiro nos pés

«Movimentos de professores aprovam crachá contra voto no PS e em Sócrates»

E que me importa isso?


...


Escrevi há uns tempos qualquer coisa sobre este contexto, pelo que, embalado pela preguiça, limito-me a reproduz. Serve para explicar o título deste post.

Visto da exterior posição em que me posiciono, ao eleitor que não seja professor pouco importa se estes terão que trabalhar mais, se mais estão a pedir reformas antecipadas e se lhes falta tempo para preparar aulas por causa da burocracia. No entanto, esta tem sido a vossa linha de argumentação. Ao eleitor interessa saber se os seus filhos estão a ser bem preparados, que estão em segurança na escola e que a despesa que terão suportar com a educação dos seus rebentos diminua. Se repararem, esta é a linha de argumentação do ME para convencer os eleitores sobre a bondade das suas políticas.

Permitam-me a ousadia de sugerir que são estes os argumentos do ME que vós precisais desmontar. Um outro aspecto consiste em encontrarem uma forma de resolver o problema dos habituais profs baldas e incompetentes. Notem, qualquer profissão tem maus profissionais e o ensino não constitui excepção. Acontece que as estruturas directivas das escolas toleram a sua presença e fecham os olhos. No fundo, permitem que turmas inteiras sejam mal preparadas, prejudicando os alunos e arruinando a reputação que os professores competentes constroem com o seu trabalho dedicado.

Acontece que a avaliação trazida pelo ECD não virá, na minha opinião, resolver este aspecto dos baldas. Sob a capa dos números do sucesso educativo, julgo que lá continuarão o seu habitual modo de trabalho, cumprindo certamente todos os aspectos da burocrática avaliação, mais do que melhor preparar os seus alunos.

A apresentação de propostas para resolver este grande problema traria sem dúvida a opinião pública para o vosso lado e dar-vos-ia, ainda, espaço para criticar o que está a ser feito pelo ME. Optando apenas pela crítica ao ME sem apresentarem alternativas apenas estarão a seguir os passos da vossa habitual “luta”.

Os portugueses têm o hábito da lamúria e de esperar que alguém lhes resolva os problemas em vez de os tomarem pelas próprias mãos. Assim me parece também acontecer com os professores no geral.


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A escola segura não existe...

... é por isso que o ME, passados 8 meses, ainda não apresentou as estatísticas do ano passado.


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Tira o sal

Tira o sal

gracinhas anteriores


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Gentinha

Dá-me asco esta gentinha moralizadora, armada em pai de todos e com a sua arrogância de pretender saber o que é melhor para os outros. Hoje em dia já é possível comprar pão sem sal, com meio-sal e normal. O consumidor era livre de escolher. Por isso, nem sequer está em causa uma eventual lacuna na oferta.

O que vos incomoda mesmo suas pessoazinhas é que ainda não controlam todo o aspecto da vida de cada cidadão. Revela-se nestas atitudes o socialismo em todo o esplendor.

Antevendo que estes iluminados deputados se defendam com a habitual demanda do bem comum, aqui fica uma sugestão que de facto a todos beneficiaria: suprimam-se. Lavem-se bem lavadinhos para ficarem sem sal e comam-se uns aos outros. A minha pachorra agradece.


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Viver mata

Já que os socialistas acham que se devem meter em questões pessoais, por favor tenham em atenção que viver mata. Por isso venha daí a lei socialista a proibir a vida.

Textos anteriores sobre a lei insossa


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O melhor azeite

Risca Grande, azeite biológico de Serpa é o melhor azeite do mundo. Resultado obtido em concurso internacional.
Parabéns aos produtores.
via Antena 1


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Quatro anos a engonhar

Foram quatro anos a engonhar, este governo de maioria absoluta, com oposição nula e com um presidente ámen. Faltava ainda alguma coisa para que tivesse sido uma governação de excelência? Sim, claro: honestidade e competência.

Aqui ficam alguns dos sucessos:
  • Menos saúde: mais serviços fechados e nada de novo.
  • Total ausência de justiça que funcione: para além de duas aplicações informáticas (Citius e Habilus) que mais complicam do que simplificam, nada. Nem mesmo o provedor de justiça foi nomeado, passados oito meses desde o fim do anterior mandato.
  • Educação em pantanas: o único objectivo, que nem era o declarado apesar de ser o real, foi cortar nos gastos com os salários. Para isso nem hesitaram em pretender que avaliam. Construiram uma campanha, negra se quiserem, que descredibilizasse um grupo profissional para depois ganharem o país mesmo que perdessem os professores, como disse a própria ministras.
  • Total mixórdia entre estado e negócios privados: banca, Qimonda, Magalhães, PINs, Almeraleja, combustíveis, obras públicas. Se o estado se ausentasse dos negócios, tudo parava. O problema está nesta autofagia, pois nada disto vive sem impostos.
  • Desiquilibrio nas contas: o défice externo bateu o máximo de sempre; o défice das contas públicas não melhor, contrariamente à propaganda e como já aqui foi repetidamente referido; o estado continua sem pagar o que gasta. A encenação apenas ficará em palco enquanto o nível de impostos continuar a aumentar e o estado for caloteiro.
Outros quatro anos de enrolanço? Não obrigado. Por mim votarei em quem se propor efectivamente meter a justiça funcionar. Não existe país sem justiça, onde se passam anos até um problema ver solução nos tribunais. Não há país nem democracia.


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#sit

A twittagem do primeiro sit down comedy ainda está a decorrer e a coisa está animada. Aqui fica a minha participação:

  • BBBBBBBBoooooooooooooaaaaaaaaaaaa noite #sit - iados.

  • Falta-me sempre inspiração para fazer piadas. Assim, nas férias parlamentares embebedo-me mas no resto do ano sigo o Canal Parlamento. #sit

  • Mas a política também é saber. Exemplo: graças ao Plano Tecnológico, na crise já não se aperta o cinto. Colocam-se bandas gástricas. #sit

  • Aos mais distraídos, já agora, esclareço que Fliscorno não é uma grafia Magalhanês para Corno Feliz. #sit

  • E já que o assunto vem à baila: suspeito que Sócrates terá aprendido a dizer Fripór num Magalhães. #sit

  • Trocando de contexto: a hora está quase a mudar. Porreiro, não é! Como vão usar essa hora extra? #sit

  • Eu cá, na mudança de hora, vou aproveitar para fazer um curso nas Novas Oportunidades. #sit

  • Mas parece-me que estou é noutra onda. Todos aqui a falar do Sporting! Tanta alegria! Que se passa, foi algum jogo que ganharam? #sit

  • Aproveito para me retirar mas não podia deixar de focar a vertente crime da Twittagem: http://fliscorno.blogspot.com/2009/02/twitter-everywere.html #sit
Para seguir a totalidade, este site é óptimo: http://tweetgrid.com/irc?r=rtt&q=%23sit


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Oh #sit, what am I in to?

Usando o Twitter, uma cena de humor, hoje a partir das 22h30 no Twitter.

Cada participante (lista: http://literaturaverylight.blogs.sapo.pt/5405.html) manda até 10 ou mesmo 12 (piadas, claro) se estiver pujante. Todos podem seguir o evento em http://search.twitter.com/search?q=#sit

Antecipo um bom momento de humor e também lançarei uma ou outra laracha (estarei entre os participantes).


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Cartão do Cidadão

As partes que mais me impressionam nesta notícia são
1. a ausência de respeito pela individualidade;
2. a arrogância do «quem não quer, que pague para mudar».

Se a primeira tem sido uma marca bem socialista (ver por exemplo a
questão dos piercings, do sal na comida), já a segunda supostamente
terá desaparecido nesta governação socrática dos Simplex.



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Magalhães e Fripór

Está visto que Sócrates aprendeu a dizer Fripór num Magalhães.


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Valor diminuído

O Magalhães tem sido propagandiado como uma mais valia para a educação por causa dos conteúdos pedagógicos. Face ao mau software incluído, o ME decidiu mandar desinstala-lo nos computadores já vendidos e instruiu a JP Sá Couto para não o incluir naqueles que estejam a ser produzidos.

Se aceitarmos o pressuposto dessa mais valia, é licito afirmar que o Magalhães agora vale menos.


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A surpresa de quem não qualifica

Jorge Pedreira mostrou-se surpreendido pelos erros no software do Magalhães. É a surpresa de quem nunca olhou para o que manda usar nas escolas. Nem pessoalmente, nem através da equipa do ME. Ou será que qualificaram o produto mas não viram os erros?

Uma paródia sobre este tema: Mudas-ti


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Acabas-ti

Impulsionados pelo sucesso de uma campanha publicitária com o mote Mudasti, decidiram os criativo ligados ao Magalhães seguir uma estratégia original: contratar um tradutor certificado pelas Novas Oportunidades. O objectivo versava a introdução de abundantes erros ortográficos e de sintaxe no software didáctico por forma a aumentar a atenção dos alunos face à parvoíce.

Uma abordagem polémica, como se constata hoje na comunicação social pela notícia divulgada pelo Expresso e repetida no Público. E arriscada também, já que poderia ter sido chumbada à partida pelo Ministério da Educação. Mas neste aspecto, a JP Sá Couto fez uma aposta de baixo risco pois antecipou que o ME nem olharia para os conteúdos incluídos nesta ferramenta educativa.

Infelizmente, quer o ME agora terminar esta experiência educativa, o que constitui uma reviravolta perante atitudes como, por exemplo, a que manteve em relação à Experiência Pedagógica TLEBS. Perdemos assim a oportunidade de ver os miúdos desenvolverem uma atitude crítica quanto a certas formas de escrever coisas como AXO e KERO. É pena. Logo agora que eu estava a ficar tão bem em impressionado com a competência do ME.

Nota: uma pesquisa sobre o que se está escrever sobre o Magalhães.


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Twitter Search Form

Aqui na barra lateral, mais uma novidade: pesquisa no Twitter. "Pesquisa no Twitter? Mas para que raio quero eu isso se o Google é tão omnisciente?", perguntará o leitor.

No meu ponto de vista, o Google está a tornar-se num mau motor de busca.  Experimente o leitor pesquisar "JavaScript $" com ou sem as aspas (supostamente, as aspas são para pesquisa literal" e verá quantos resultados obtém com esta expressão. Zero. Pois. Uma página certa para devolver perante esta pesquisa seria a seguinte: "JavaScript Dollar Sign ($) - What is it for?". Quem se lembrar do Altavista logo dirá "ah e tal, o Altavista fazia isso". Pois. Já não faz. Googlelizou-se.

Bom, a pesquisa do Twitter não resolve esta questão. O ponto aqui era apenas por causa da deixa do motor de pesquisa do Google estar a perder qualidades. Mas  a pesquisa no Twitter resolve um outro aspecto, onde o Google e demais ainda não têm resposta: procurar sobre o que se estiver a falar num dado momento. E neste aspecto é fantástico! Experimente, vá. Procure, sei lá, assim uma coisa sobre a qual ninguém escreverá coisas de interesse. Olhe, procure por Sócrates, por exemplo.

Vem este texto na sequência duma passagem pelo Twitter do Paulo Querido, onde encontrei o link para este interessante texto: Twitter's Search Threat to Google, Yahoo and Microsoft.

Se o leitor quiser colocar uma geringonça destas no seu blog, basta seguir os seguintes passos:
  1. Ir a Esquema (Layout)

  2. Clicar em Adicionar miniaplicação (Add a Gadget)

  3. Clique no  "HTML/JavaScript"

  4. Pode deixar o título em branco e, no conteúdo adicione o código seguinte (no código, logo ao princípio, altere http://twitter.com/fliscorno para o seu Twitter):


  5. Clique em Guardar e já está. Ganhará uma imagem como esta que fiz para mim a dizer "Twitter follow me" (pode usa-la livremente) mais a caixa de pesquisa do Twitter.
Nota: este código o que faz é usar o código do search form da página do Twitter. Caso os tipos do Twitter modificarem este form, então será necessário mudar manualmente este Gadget. Se isso acontecer, pode sempre passar pelo Fliscorno que cá terei a nova versão.

Já agora, já reparou no botão, mais em baixo, que diz PARTILHAR? Se gostou desta entrada, porque não partilha-la? :-)


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Carácter a carácter se avalia o jornalista

Se um professor se pode avaliar pelo número de alunos passados, um médico pelo número de doentes atendidos e um funcionário judicial pelo número de processos despachados, porque não há um editorialista ser avaliado pelo número de caracteres que escreve?


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Em defesa da Galp

Então caro LR, quando um novo post em defesa da Galp?


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Preços da gasolina, gasóleo e brent 2005-2008

Gráficos relacionados:



Face à notícia hoje no Público , republico de um texto anterior  três gráficos. Para todos eles, o ponto máx. é aquele onde todas as grandezas atingem o valor máximo (índice 100 do gráfico; ver mais em baixo). O preço do brent nestes gráficos está atrasado uma semana relativamente ao PVP dos combustíveis, correspondendo ao atraso das gasolineiras na resposta às variações do brent.


2008:
Combustíveis em Portugal: Gasolina, gasóleo e brent: 2008
zoom 100%

Quanto à evolução recente dos preços, vê-se neste gráfico que o brent (curva amarela) desce a uma taxa superior à do gasóleo (curva roxa). A gasolina acompanha a do brent.


2007 e 2008:
Combustíveis em Portugal: Gasolina, gasóleo e brent: 2007-2008
Zoom 100%

Em 2007, a gasolina sem chumbo 95 acompanhou mal o preço do brent.


2005 a 2008:
Combustíveis em Portugal: Gasolina, gasóleo e brent: 2005-2008
Zoom 100%

Este gráfico evidencia, pelos pontos A, B e C, o quanto a gasolina tem tido um mau comportamento quando comparada com a variação do preço do brent.


Notas sobre a produção destes gráficos

Estes gráfico são actualização dos anteriores. Tal como eles, foram elaborados nas seguintes condições:

  • Estes dois preços são apresentados no gráfico antes da aplicação de ISP e IVA (preços sem taxas: PsT).

  • Também são apresentados os valores brent blend spot price em euros, desfasados em uma semana relativamente aos valores PsT (os valores do brent na semana 10, por exemplo, são mostrados na mesma vertical dos valores do PsT da semana 11). Desta forma é possível comparar directamente as curvas do brent e do PsT.

  • Estas três séries foram ajustadas para num gráfico de índice 100 para comparar os valores em causa mais facilmente.

Fontes:



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O Público já vota nestas eleições

Faz 19 anos hoje,  o Público . Recordo-me da frescura do seu lançamento, com cor diária e grafismo arrojado. Dos conteúdos, recordo-me do enfado que me causavam as primeiras páginas, dedicadas à política nacional, saltando para as centrais onde havia os temas da ciência e, primeiro até, para a última com o Calvin & Hobbes. Hoje ainda olho com prazer para a última página mas a minha leitura inside também nas primeiras, por forma a me inteirar do que inventará a seguir a inumera classe que mais afecta a minha vida.

Entre as diversas remodelações, a última desiludiu-me, talvez por se ter webizado, mas agora habituei-me. É precisamente na web que o jornal mais brilha, com os diversos trabalhos que vão bem para além do que uma edição impressa permitiria: foto-galerias, dossiers, comentários, Twingly. Mas como irá tudo isto converter-se em dinheiro? Sem o vil metal, como alguns lhe chamam, não se pode pagar a jornalistas e sem estes, as notícias são cada vez mais um corta&cola dos comunicados de imprensa do governo e da oposição. E um jornal não pode ser um megafone das agencias de comunicação.

O Público chega ao ano de todas as eleições na maioridade. Irá votar?


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Aí está, a maratona Bartoon

Hoje, um por hora, a partir das 8h da manhã e até amanhã às 7h da manhã . Sugestão ao cartoonista: as personagens também precisam de fazer xixi. Será que teremos um cartoon em branco? :)


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Partilhar

Continuando na linha de partilhar informação (sou da opinião que partilhar o que se sabe é a melhor forma de aprender), cá vai mais uma coisa que adicionei à minha futura template para o Fliscorno. Como nas anteriores alterações, vou acrescentando-as nesta template para experimentações.
Como podem ver, no fim deste post há um botão a dizer PARTILHAR. Para o terem também no vosso blog, basta fazer os seguintes passos:

  1. Ir a Esquema » Editar HTML (Layout » Edit HTML)


  2. Seleccionar Expandir modelos do widget (Expand Widget Templates)


  3. Procurar na template este pedaço de código:



  4. Copiar o código seguinte e colá-lo logo depois do bloco anterior



  5. Gravar as alterações e está feito!

Informações adicionais (outras configurações, por exemplo) em http://www.addthis.com/help/plugins/others.


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Política Agrícola Comum

(imagem de http://ec.europa.eu/agriculture/capexplained/index_pt.htm)


Sobre um texto de Paulo Morais no JN de 04 Março 2009,  A terra a quem a trabalha (via CAA):

Entre nós, a PAC teve um objectivo comum: tornar o país num mercado consumidor sem produção própria. Uso o passado porque este já foi em grande parte atingido.

Quanto aos hipermercados, estes sempre se queixaram da incapacidade portuguesa para os abastecer em curto espaço de tempo e em grande quantidade.

Por cá os decisores também não se têm chateado muito. Já houve subsídios para todos os gostos, ao hectare, fosse ou não cultivado, até ao hectare que tinha que ser semeado mas não era necessária a ceifa.

Nos anos 90 houve uma caça às culturas que davam mais subsídios. Um conterrâneo meu descobriu que semear ervilhas com recurso a estufas era o top e fez um dinheirão. Com os subsídios, claro, já que as ervilhas colocou-as debaixo do colchão, tendo-lhe provocado mau dormir. Pelo menos é a explicação que encontro para elas não terem chegado ao mercado. Também já houve a moda dos choupos, de arrancar vinhas, de plantar oliveiras e, suspeito, que até haverá bons incentivos para criar minhocas.

A última grande invenção da PAC foi a gigantesca tarefa fazer fotografias aéreas de todos os terrenos agrícolas, tendo sido solicitado aos proprietários a identificação das suas estremas. Uma tarefa hercúlea que consumiu recursos qb (também justificou a necessidade de tanta gente nas direcções regionais) para apenas decidir a quem dar subsídios.

Finalmente, existe esse paradoxo das reservas agrícolas (só o nome já tresanda a parvoíce) nas quais o agricultor nem uma barraca para alfaias pode construir sem uma interminável via sacra de autorizações. Mas depois lá vem um PIN e pum!, está tudo autorizado. Falo por exemplo da A14 que de repente pode atravessar toda a reserva agrícola do Baixo Mondego, com as habituais expropriações ao preço da uva mijona, passando por terrenos onde só com cunha se constrói e deitando as águas não tratadas para os campos de cultivo. Aceito a necessidade de autoestradas, não é isso que está em causa. Já esta dualidade de critérios, enfim…

Quanto a restante artigo de Paulo Morais, é um retrato do país real. Esse do deserto de Mário Lino e o da Paisagem fora de Lisboa e Porto. Nem a produção vitivinícola se safa, já que ainda há pouco se discutia sobre o arranque de vinha, por todo o país, inclusivamente no ex-libris nacional, o Douro.

A PAC é uma das vergonhas europeias. Só existe para calar os franceses.



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Fotos panorâmicas da tomada de posse de Obama

220 fotos diferentes agrupadas, onde se pode fazer zoom a um nível tal que é uma questão de pachorra identificar (quase) todos os que estiveram presentes.

http://gigapan.org/viewGigapanFullscreen.php?auth=033ef14483ee899496648c2b4b06233c


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Animação

Que animação anda por entre os bits da web. Amanhã é a maratona do Bartoon e na próxima terça-feira, dia 10 de Março, às 22h30, terá lugar a estreia do «primeiro espectáculo de sit-down comedy, uma iniciativa dos bloggers, twitters e humoristas Nuno Gervásio e João Moreira de Sá». Já me inscrevi para mandar umas gracinhas. Uma excelente iniciativa que, antecipo, até fará sorrir a Manela das Ironias.


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Alguém fez matemática nas novas oportunidades


Posted via email from fliscorno's posterous



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Verde só se forem alfaces e couves

Desautorizada juíza que multou cidadã por fazer requerimento em papel verde

imagem de http://coisasdeoutrostempos.blogspot.com/2005/03/o-papel-selado-e-o-papel-azul-de-25.html


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Aranha de David Thorne no eBay

Lembram-se da história da aranha? Pois tem desenvolvimentos. David Thorne colocou-a à venda no eBay (where else?!) e a maior licitação chegou aos US$10,000. Mas o vencedor do leilão, em vez de pagar, falou ao telefone com Thorne e consta que deram umas boas gargalhadas sobre o assunto.

com um agradecimento a Duda


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Bartoon-maratona

Caramba, Luís Afonso vai fazer uma maratona de Bartoons: 24 em 24 horas! A primeira coisa que me espanta é "e dormir?". Confesso que cairia para o lado quando o negro da noite me embalasse.

Será na quinta-feira, 5 Março, a partir das 8 da manhã e enquadra-se no 19º aniversário do Público (caramba, já 19 anos?! Lembro-me da frescura que foi o seu lançamento).

Vou garantidamente acompanhar. Aqui ficam desde os parabéns pela iniciativa e votos que o carpinteiro não o visite nesse dia.


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A não notícia

Não houve qualquer violação do sistema informático da PGR/DCIAP mas houve tentativas de intromissão. Como as intromissões bem sucedidas não deixam pegadas, como acontece com um larápio ao caminhar por um jardim até chegar à janela que pretenda arrombar, temos que concluir que esta informação é de valor nulo. Por outro lado, se foi um vírus que infectou um computador, não faz sentido falar de tentativas de intromissão. Útil seria descrever o que se passou para que se perceba se isto é apenas para arranjar desculpas e/ou se a comunicação social anda a ver gambuzinos a mais.


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Segredos

Ferreira Fernandes no DN de hoje sobre o segredo à volta do nome de Vital Moreira como cabeça de lista socialista para o PE:

«O que os portugueses precisavam de saber é que em Portugal é possível, num processo, guardar um segredo. José Sócrates mostrou que sim. Mandasse eu, ele ia já para onde é mais preciso. Nomeava-o Procurador-Geral.»



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Certificações há muitas...

Anda por aí alguma excitação com a certificação pedida para um concurso público do Ministério da Saúde. Acontece que há certificações e certificações. Dei uma leitura nesta ISO/IEC 20000, que não conhecia, e não me deixou entusiasmado. Então se for como as certificações 9001:2000 de pouco valem (estas apenas dizem que a empresa segue o processo que ela mesmo definiu, pouco adiantando sobre a qualidade desse processo). Por outro lado, abordagens como o a do CMMI 1.2 (ver aqui e aqui) olham para os processos e recomendam boas práticas nos campos da gestão e da tecnologia.

Ser-se certificado não tem necessariamente relação directa com a qualidade do produto produzido pela empresa. Depende, muito, da certificação em causa. Mais, atendendo ao número de empresas com esta certificação ISO, não me parece nada linear que esta certificação, em particular, seja aquela a pedir num concurso público.

Uma questão interessante é saber que empresa(s) está/estão em vias de conseguir a certificação ISO/IEC 20000. Sabendo como funcionam os nossos concursos públicos, isto esclarece mais sobre a questão do que qualquer outra discussão :-)


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Freeport ou Fripor?

Freeport ou Fripor?

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Promessas

«Hei-de prometer-vos mundos e fundos até ter todos os vossos votos», parece Sócrates dizer. É fácil prometer quando com igual facilidade se rompe com as promessas feitas.


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Como se te tornar um docentezeco

Relembrando: o livro do Antero. Humor refinado que se recomenda.
Encomendas no respectivo blog.


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O congresso do PS

O congresso do PS

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